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Rational Performance Tester versão 8.2.0

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Apresentação em tema: "Rational Performance Tester versão 8.2.0"— Transcrição da apresentação:

1 Rational Performance Tester versão 8.2.0
Pedro Augusto Laboratório de Engenharia de Software, PUC-Rio

2 Janaína Horácio © LES/PUC-Rio
Motivação (I/III) O LES possui um grupo composto por dozes pessoas que trabalham na área de testes de software Tal grupo trabalha com diferentes ferramentas: Rational Functional Tester Rational Test Manager Rational Team Concert Rational Insight - etc Uma das principais motivações foi conhecer e avaliar a possibilidade de uso de outras ferramentas para o grupo Em 2011 foi realizado um seminário mensal que permitia a discussão do grupo sobre outras ferramentas oferecidas no mercado Janaína Horácio © LES/PUC-Rio

3 Janaína Horácio © LES/PUC-Rio
Motivação (II/III) Nesse seminário diferentes ferramentas foram apresentadas por diferentes membros do grupo; Uma das linhas conversadas foi sobre testes de desempenho; Devido ao uso do grupo de ferramentas da IBM, e por termos licenciamento dessa ferramentas, decidimos analisar o que a IBM oferecia para esse tipo de teste; Encontramos a ferramenta Rational Performance Tester (RPT) Janaína Horácio © LES/PUC-Rio

4 Pedro Augusto © LES/PUC-Rio
Motivação (III/III) O RPT é uma ferramenta criada para testar aplicativos voltados para web; Capaz de identificar a presença e a causa de gargalos de performance; Cria testes sem a necessidade de conhecimentos em programação mas permite a inserção de código personalizado; É capaz de simular grandes quantidades de transações (varia de acordo com a configuração do pc); Executa testes de desempenho em larga escala para validar escalabilidade da aplicação. Pedro Augusto © LES/PUC-Rio

5 Pedro Augusto © LES/PUC-Rio
Tipos de Testes É capaz de executar diferentes tipos de gravação de testes dentre eles os principais são: Gravação de testes em HTTP. Grava testes baseados em escuta http. Gravação de testes em SAP. Grava testes em aplicações SAP (Systems Applications and Products) até o  R/3  server. Mais informações em . Gravação de testes em Citrix. Grava testes em ambientes com servidores citrix. Mais em : Gravação de testes em Socket API. Faz gravação baseada em sockets. Pedro Augusto © LES/PUC-Rio

6 Definições – Termos Gerais (I/II)
O RPT adota o uso de alguns termos próprios: Performance Test Project: Projeto de teste de performance. Test from Recording: Inicia uma sessão para a gravação de um novo teste do tipo que o usuário quiser escolher. Portanto, a partir da gravação é criado um novo teste. Performance Schedule: Cria um escalonador para definir como serão executados os testes. Exemplos: Serão executado n vezes extraindo dados de um datapool. Pedro Augusto © LES/PUC-Rio

7 Definições – Termos Gerais (II/II)
User Group Grupo de usuários que irá testar o desempenho da aplicação, ou seja, simula usuários a serem usados no teste (ex: usuário acessando algum sistema de forma paralela) Pode ser virtual ou remoto. Virtual: Usuário simulado pelo RPT Remoto: Uso de outras máquinas para simular acessos remotos e não somente acesso local (feito pelo usuário virtual). A partir de agora será apresentado um passo a passo ilustrando o que deve ser feito no RPT para a criação de um teste. Janaína Horácio © LES/PUC-Rio

8 Passo 1 - Criando um Projeto de Performance
Tela de criação de um projeto de teste no RPT, ao criar um projeto o RPT automaticamente inicia a sessão de gravação. Pedro Augusto © LES/PUC-Rio

9 Passo 2 – Tipos de Gravação
A gravação pode ser feita logo após a criação do projeto ou manualmente em File->New->Test from recording. Pedro Augusto © LES/PUC-Rio

10 Passo 3 – Apresentação de Aviso
Sempre antes da gravação a pagina inicial da sessão é um aviso para que se delete todos os temporary files, cookies e histórico do browser, também é recomendado que mais nenhum browser esteja aberto. Pedro Augusto © LES/PUC-Rio

11 Passo 4 – Entendendo Test Content (I/II)
Há uma view no eclipse chamada Test Contents que permite ao testador realizar diferentes tipos de análises para visualizar e analisar o seguinte: Pontos de interesse do teste (ex: quanto tempo está demorando para gerar uma resposta desejada em um site) Datapools e verification points quando os mesmo não forem colocados automaticamente. “Test Variables” que representam variáveis criadas pelo RPT para uso durante o teste. Nela é possível criar variáveis customizadas. Pedro Augusto© LES/PUC-Rio

12 Passo 4 – Entendendo Test Content (II/II)
Tela do test content, cada ROOT representa uma pagina aberta durante a gravação. Pedro Augusto© LES/PUC-Rio

13 Passo 5 – Test Schedule (I/IV)
Para criar um Test schedule é necessário pelo menos um teste criado. Caminho File->new->Performance Schedule. Lembrando: “Test schedule” é a entidade responsável por definir qual(is) teste(s) serão executados. Pedro Augusto© LES/PUC-Rio

14 Pedro Augusto © LES/PUC-Rio
Passo 6 – Test Schedule O performance schedule é uma opção essencial para a criação de testes de performance validos pois é através do schedule que as opções de múltiplos acessos e loops são configuradas. Pedro Augusto © LES/PUC-Rio

15 Pedro Augusto © LES/PUC-Rio
Passo 7 – Test Schedule Os user groups são os usuarios que farão o teste simultaneamente, que tambem pode ser remoto, para teste de grande escala. Neles é possivel altera o tempo de espera entre os request feitos ao servidor entre outras opções. Um teste schedule pode possuir varios user groups com diferentes testes o que permite uma grande vantagem pois cada grupo de usuário pode focar apenas em uma tarefa especifica, ficando assim mais fácil a analise dos resultados. No schedule elements details é possivel personalizar os user groups para diferentes fins, como porcentagem de usuario por grupo, monitoramento, tempo de execução e etc... Pedro Augusto © LES/PUC-Rio

16 Pedro Augusto © LES/PUC-Rio
Passo 8 – Test Schedule Tela do schedule elements details: Pedro Augusto © LES/PUC-Rio

17 Passo 9 – Executando um Teste Criado
Para executar um teste basta clicar no botão “Run” na tela onde se encontra os Test Contents. O Botão “Run” só fica habilitado quando o projeto é salvo Janaína Horácio © LES/PUC-Rio

18 Passo 10 - Performance Report
É o relatório gerado após a execução dos testes. Nele é onde encontramos todas as informações, desde sucesso de código até relatórios e gráficos de tempo de resposta do servidor descrito para cada pagina que o teste acessou. Pedro Augusto © LES/PUC-Rio

19 Passo 11 – Performance Report
Página do sumario onde os principais pontos do teste são encontrados. Pedro Augusto © LES/PUC-Rio

20 Passo 12 – Performance Report
Outro fato interessante é que os resultados são feitos em tempo real, ou seja, para testes muito grandes e longos é possível ir analisando o desempenho da aplicação através dos gráficos e relatórios, permitindo assim que se for apresentado um resultado indesejado logo no inicio do teste o testador pode interromper o teste sem a necessidade de esperar terminar o teste inteiro. Pedro Augusto © LES/PUC-Rio

21 Recurso Adicional: Integração com Rational Quality Manager
O performance tester é capaz de fazer integração com o quality manager em GUI mode.Para isto basta ir em window->preferences->Quality manager adapter. Pedro Augusto © LES/PUC-Rio

22 Pedro Augusto © LES/PUC-Rio
Considerações Finais A partir desse estudo foi gerado um artigo explicando um passo a passo de como utilizar a ferramenta. Percebemos que no site da IBM não havia um bom tutorial (no nosso ponto de vista) ilustrando o uso das principais funcionalidades do RPT. Coincidentemente a IBM havia começado uma iniciativa para que estudantes submetessem artigos sobres as ferramentas da IBM, chamado “Campanha de Reconhecimento ao Autor 2011” – DeveloperWorks . O artigo escrito foi submetido e aprovado pela IBM e se encontra no site para acesso de todos os interessados Link:http://www.ibm.com/developerworks/br/local/rational/RPT_8.2_tutorial/index.html  Pedro Augusto © LES/PUC-Rio

23 Pedro Augusto © LES/PUC-Rio
Demonstração Demonstrar um exemplo de teste de desempenho. Pedro Augusto © LES/PUC-Rio

24 Pedro Augusto © LES/PUC-Rio
Referências Os sites mais uteis para o entendimento da ferramenta (na minha opinião) são: dex.jsp (documentação básica). https://www.ibm.com/developerworks/library/r-hellorpt/r-hellorpt-pdf.pdf (voltado para web-apps). (tutorial mais básico). Pedro Augusto © LES/PUC-Rio


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