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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE FARMÁCIA BIOFÍSICA MOLECULAR Sabrina Homrich Tanise Dalmolin Vanessa Torbitz Verônica.

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE FARMÁCIA BIOFÍSICA MOLECULAR Sabrina Homrich Tanise Dalmolin Vanessa Torbitz Verônica Dias

2 O DESENVOLVIMENTO DA MICROSCOPIA ELETRÔNICA J.J. Thomson De Broglie – 1924 Bush – 1926 (Fundamentos da ótica eletrônica) Knoll – 1935 (MEV) Siemens – 1939 (MET)

3 MICROSCÓPIO ELETRÔNICO DE TRANSMISSÃO Tem sido usado em todas as áreas das ciências Biológicas e Biomédicas devido a sua capacidade de visualização das mais finas estruturas celulares. Usa uma bobina em vez de uma lente Usa um feixe de elétrons em vez de luz Possui um poder de aumento útil de até um milhão de vezes e uma resolução, com espécimes biológicas, de cerca de 2 nm. As técnicas de coloração empregadas para observação nestes tipos de microscópio são metais pesados como o ouro, o ósmio, urânio e chumbo.

4 MICROSCÓPIO ELETRÔNICO DE TRANSMISSÃO – MODELO 906E

5 MET. Mais simples e mais avançado. ( Empresa Jeol)

6 MET mais antigo.

7 PRINCÍPIOS DA MICROSCOPIA ELETRÔNICA Poder resolvente (ou poder de resolução) É a capacidade de distinguir, 2 pontos adjacentes. (detalhes) Comprimento de onda A natureza da luz LIMITA A QUANTIDADE DE DETALHES QUE PODE SER RESOLVIDA NUM MICROSCÓPIO. Abertura numérica Na prática, é considerada como sendo a quantidade de luz que efetivamente penetra na objetiva.

8 COMPONENTES DO MICROSCÓPIO ELETRÔNICO Propriedades ondulatórias dos elétrons Aumento no PODER RESOLVENTE Canhão eletrônico É a fonte de iluminação do microscópio eletrônico e consiste em um pequeno fragmento de fio em forma de V. Uma ALTA VOLTAGEM é aplicada nesse filamento, FAZENDO COM QUE UMA CORRENTE FLUA ATRAVÉS DELE, O INCANDESÇA EMITINDO ELÉTRONS. Lentes eletrônicas As lentes eletrônicas consistem basicamente de uma bobina, formada por milhares de voltas de fio através da qual passa uma corrente e focalizam os feixes eletrônicos.

9 FUNCIONAMENTO DO MICROSCÓPIO ELETRÔNICO DE TRANSMISSÃO

10 CÁTODO ÂNODO AUMENTA VELOCIDADE DOS ELETRONS FORMAM FEIXES DE ELÉTRONS DESVIADOS NAS BOBINAS ELÉTRICAS (campo magnético) LENTE CONDENSADORA (focaliza) LENTE OBJETIVA (aumenta imagem) DETECTORES

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12 PROCESSAMENTO BÁSICO DO MATERIAL PARA VISUALIZAÇÃO ATRAVÉS DO MET Fixar o material por perfusão e/ou imersão; O fragmento geralmente é embebido em tetróxido de ósmio, depois passa por processos de lavagens, desidratado em concentrações crescentes de álcool e imerso em resina, onde permanece até a polimerização; O excesso de resina polimerizada é retirado para expor o material de estudo e permitir o seu fatiamento no ultramicrotomo; As fatias ultrafinas são colocadas em telas de cobre ou níquel, e são contracoradas geralmente com uranila e chumbo; Após a obtenção de fotografias, caso não haja um sistema de captação de imagens para CD-Rom, segue-se com a revelação do negativo, revelação e ampliação das fotografias. Análise dos dados.

13 FORMAÇÃO DA IMAGEM A imagem é também uma resultante da absorção diferenciada de elétrons por diversas regiões da amostra, seja por variação de espessura, seja por interação com átomos de maior ou menor número atômico.

14 APLICAÇÃO DA MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE TRANSMISSÃO Análises morfológicas Caracterização de precipitados Determinação de parâmetros de rede

15 APLICAÇÃO DA MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE TRANSMISSÃO Estudo por microscopia eletrônica pode ser a forma mais efetiva de estabelecer alguns diagnósticos Estudo por microscopia eletrônica pode ser a forma mais efetiva de estabelecer alguns diagnósticos A neurologia e a nefrologia são as especialidades que mais utilizam esse recurso A neurologia e a nefrologia são as especialidades que mais utilizam esse recurso

16 Microscopia eletrônica de biópsia renal mostra podócito hipertrófico com fusão de pedicelos sobre a membrana basal glomerular

17 Hepatócito visto por Microscopia Eletrônica de Transmissão

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19 Fotomicrografia eletrônica de transmissão de intestino de rato mostrando as microvilosidades

20 BIBLIOGRAFIA Galleti, Silvia. INTRODUÇÃO A MICROSCOPIA ELETRÔNICA. Biológico, São Paulo, v.65, n.1/2, p.33-35, jan./dez., s/85Estudopormicroscopiaeletr%C3%B4nicapodeseraformamaisefetivadeest abeleceralgunsdiagn%C3%B3sticos.aspx


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