A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

31 de Março de 2005 Brasil Desenvolvimento de projetos e a comercialização de créditos de carbono IIR David Freire da Costa.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "31 de Março de 2005 Brasil Desenvolvimento de projetos e a comercialização de créditos de carbono IIR David Freire da Costa."— Transcrição da apresentação:

1 31 de Março de 2005 Brasil Desenvolvimento de projetos e a comercialização de créditos de carbono IIR David Freire da Costa

2 Desenvolvimento de Projetos e a Comercialização de Créditos de Carbono Econergy Projetos de MDL Identificação – tipos de projetos Desafios Institucionais e estruturação passo a passo Comercialização e Perspectivas – quem está comprando créditos de carbono. Conclusão

3 F inanças E NERGIA M EIO AMBIENTE O que é a Econergy ? Como nosso nome sugere, Econergy está no espaço onde Energia, Meio ambiente e Finanças intersectam-se. NOSSO NEGÓCIO É ENERGIA RENOVÁVEL

4 Mexico D.F. Econergy – Presença Global São Paulo Washington D.C. Boulder (CO) London Buenos Aires Nossa Missão é agregar valor aos nossos clientes pela transformação de ativos ambientais em ativos financeiros

5 Histórico Consultoria internacional para energia renovável & Asset Management 10 anos de história fazendo negócios em aproximadamente 50 países Equipe multidisciplinar, com habilidade em diversas línguas Escritórios em São Paulo, Washington, Boulder (CO), Cidade do México, Buenos Aires e Londres Vasta experiência inclui desenvolvimento de projetos de geração e transmissão energética, energia renovável Estruturação de suporte financeiro inovador com inclusão do recurso adicional de Créditos de Carbono Elaboração de contratos de performance para serviços de água e energia. Co-fundador de uma empresa de eficiência energética (ESCO) no México (Empresas ESM) Líder no estudo de viabilidade do Fundo Protótipo de Carbono (Banco Mundial) Administra o fundo para tecnologia limpa na América Latina – CleanTech Fund.

6 Pequenos e Médios projetos / empresas O Fundo tem seu foco em quatro setores: Fornecimento de energia em pequena escala (energia renovável); Eficiência energética (Inclusive transporte); Prevenção de poluição e reciclagem; Eficiência em transportes. Créditos de carbono como parte do retorno. Fundo de Investimentos em Participações CleanTech Fund Canadá Características Aplicação dos recursos

7 US$ 20,2 milhões BIDUS$ 10,0 milhões FMOUS$ 3,7 milhões BanobrasUS$ 1,5 milhões CAFUS$ 1,0 milhões EconergyUS$ 4,0 milhões US$ 45,0 Milhões CleanTech Fund Canadá Tamanho Captação

8 Econergy – Portfolio de Carbono Transações mais Recentes

9 Sumbmissão de Metodologias A Econergy foi a primeira empresa no mundo a enviar uma metodologia para aprovação do Conselho Executivo do MDL.

10 Aprovação de Metodologias A Econergy foi a primeira empresa no mundo a enviar uma metodologia para aprovação do Conselho Executivo do MDL.

11 Projeto de MDL da planta de Cogeração da Usina Vale do Rosário - 1 a Metodologia do Mundo enviada a CQNUMC – ONU - Prêmio de Melhor Projeto de MDL do Mundo (2004) Geração de energia elétrica e vapor através da queima do bagaço de cana-de-açúcar. Capacidade Instalada para venda de 65 MW Geração anual em torno de 180 GWh Contrato de Carbono US$ 2,5MM (500ktCO 2 e) Evita o despacho da energia gerada por uma usina termel é trica quando esta opera na margem.

12 Segmentos de Mercado Projetos de recuperação de gás de aterro sanitário, de gás de auto-fornos, biodigestor e outros gases; Energias limpas (Biomassa, PCHs, Eólica, Solar...); Troca de combustíveis (Óleo x Gás, Biomassa,....); Eficiência energética e eficiência em transporte (logística); Melhorias/Tecnologias Industriais: Cimento, Petroquímica, Fertilizantes,.... Projetos florestais (reflorestamento ou aflorestamento).

13 Oportunidades Geração de energia elétrica Diversas tecnologias Cogeração Turbinas a gás Motores Motores são os mais utilizados (praticidade, mobilidade, tecnologia dominada) – Eficiência de até 40% Fluxo de gás necessário (concentração 50% CH 4 ) C aso: Aterro Bandeirantes Capacidade Instalada de 22 MW; 8 milhões de tCO 2 e até 2010 Maior Central Termo Elétrica do Mundo Aterro Bandeirantes

14 O MDL trata de atividades de projeto Objetiva facilitar investimentos em projetos que resultam de: Participação voluntária; Benefícios reais, mensuravéis e de longo prazo; Reduções adicionais de GEE; 3 períodos de 7 anos ou 1 período de 10 anos; Assessorar Partes não Anexo I a atingir desevolvimento sustentável; Florestal, Início após 2000 em áreas degradadas anteriores a 1989 A moeda do MDL – crédito de carbono – é a Redução Certificada de Emissão (RCE), que equivale a 1 tonelada equivalente de CO2 evitada. Condições para Projetos já Implantados: Início após 2000 Registro até 31/12/05

15 Agentes envolvidos/Responsabilidade Econergy/consultor e ou Projeto: Elaboração do Documento de Concepção do Projeto, Assessoria de MDL e Comercialização dos Créditos (CERs) Entidade Operacional Designada (EOD): Empresas de auditoria acreditadas à CQNUMC para Validar e Verificar o projeto – DNV, TÛV, BVQi, SGS,... Autoridade Nacional Designada (AND): Responsável por emitir a carta de aprovação do Governo Nacional atestando que o projeto está de acordo com o desenvolvimento sustentável da Nação. No Brasil é a Comissão Interministerial sobre Mudança Global do Clima (CIMGC) Conselho Executivo do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (CDM EB-UNFCCC): Responsável por Avaliar e Registrar metodologias e projetos, assim como emitir/transferir os Créditos de Carbono (CERs).

16 Validação Carta Aprovação Registro Verificação Certificação Entidade Operacional Comissão Interministerial CDM EB – UNFCCC Entidade Operacional CDM EB - UNFCCC Metodologia Aprovada Monitoramento Projeto Venda dos créditos Venda dos créditos Crédito de Carbono – Procedimentos Elaboração do DCP Cliente e Econergy

17 Cronograma de um projeto de MDL

18 Road-Map para transação dos créditos de carbono Carbon Analysis & Procedures Seeking Buyer Framing Transaction Conhecimento técnico para análise de Redução de Emissões e condução do Procedimento para transformá-las em CERs Conhecimento de mercado de CERs. Compradores Diferenciados (Governos, Empresas,...) e Mercado Assimétrico (Transações a Balcão) Mitigação do risco, tanto para vendedor como comprador – Contrato de Compra e Venda – CERPA

19 Gerenciamento e comercialização das RCEs Dis cus são do Ter m- she et da Ofe rta Elab orac ão do CER PA Ven da das RC Es Apresentação do Portfolio ao Comprador Cart a de Inte ncã o de Co mpr a

20 CERPA – Contrato de Venda de CER Certified Emission Reduction Purchase Agreement Bilateral Estabelece: Prazo, i.e. 7 ou 10 anos, ou até 2012, opções após 2012 Quantidade & Preço: De acordo com o volume do DCP registrado ou um %, & US$ ou Euro / CER (= 1 tCO 2 e) Forma de Pagamento: i.e. mediante a entrega dos CERs !!! Outros: Garantias, resolução de conflitos, multas, força maior...

21 Mercado de Créditos de Carbono

22 Mercado de Créditos de Carbono hoje Diversas Transações Bilaterais Regulamentação Européia - EU ETS (Emissions Trading Scheme) Empresas para Kyoto (2008-) Fomento: Bancos de Desenvolvimento e Governos para Kyoto (2008-) Chicago Climate Exchange CCX – Adesão Voluntária BM&F – Mercado Brasileiro de Reduções de Emissões Transações de CDM 2004: 110 milhões tCO 2 (aproxim.) 2003: 70 milhões tCO : 30 milhões tCO : 10 milhões tCO 2 Projeção 2007: US$ 10 bilhões – CDM US$ 2,5 bilhões Começam a surgir BOLSAS

23 EU ETS – Emissions Trading Scheme Regulamentação Européia - EU ETS (Emissions Trading Scheme) Regulamentação Européia - EU ETS (Emissions Trading Scheme) Início 2005 Início Alocações em Empresas (Aproximadamente) Alocações em Empresas (Aproximadamente) 40 Euros / tCO 2 em 2005, metas em definição 40 Euros / tCO 2 em 2005, metas em definição 100 Euros / tCO 2 em 2008, metas de Quioto 100 Euros / tCO 2 em 2008, metas de Quioto Emissão da EU em 2001: milhões de tCO 2 e, A meta a partir de 2008 é milhões de tCO 2 e

24 Expectativa da Redução Necessária – UE Fonte: IETA, Point Carbon

25 Mercado Europeu – European Union Allowances Previsão 2005 – 2007 Faixa: 2-20 / tCO 2 e Provável: / tCO2e Histórico dos Preços – EUA

26 European Trading Scheme – Linking Directive Article 30 Review and Further Development Linking Directive – Aprovada Abril/04 Possibilidade de equivalência de RCE (MDL) para EUA (European Union Allowances), com limitação em número e qualidade.

27 Chicago Climate Exchange CCX Adesão Voluntária Baseline é a média das emissões dos membros de 1998 – 2001: 226,302,530tCO 2 Metas: 2003 – 1%; 2004 – 2%; 2005 – 3%; 2006 – 4% Membros: Rolls-Royce; Ford; Dupont; Bayer; AEP; Motorola; International Paper; WRI; IBM; Prefeitura de Chicago; entre outras Projetos do Brasil: LFG, RE, Troca de Combustíveis e Reflorestamento

28 Bolsas de Reduções de Emissão na Europa European Climate Exchange – Holanda Nord Pool – Noruega European Energy Exchange – Alemanha

29 Econergy International Corporation David Freire da Costa Econergy Brasil Rua Pará, 76 cj. 41 São Paulo, Brasil Tel. +55 (11) Cel. +55 (11)


Carregar ppt "31 de Março de 2005 Brasil Desenvolvimento de projetos e a comercialização de créditos de carbono IIR David Freire da Costa."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google