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Relações Ecológicas. F ATORES E COLÓGICOS Atuam sobre o desenvolvimento de uma comunidade de seres do meio ambiente.

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Apresentação em tema: "Relações Ecológicas. F ATORES E COLÓGICOS Atuam sobre o desenvolvimento de uma comunidade de seres do meio ambiente."— Transcrição da apresentação:

1 Relações Ecológicas

2 F ATORES E COLÓGICOS

3 Atuam sobre o desenvolvimento de uma comunidade de seres do meio ambiente.

4 Fatores Biológicos ( Bióticos) Fatores Biológicos ( Abióticos) Relacionados aos Seres VivosRelacionados as condições do Meio Ambiente Alimentação Proteção Clima Relevo Hidrografia F ATORES E COLÓGICOS

5 A relação entre seres vivos de mesma espécie ou de espécies diferentes se dá com o intuito de suprir as necessidades básicas dos seres. Alimentação Proteção Locomoção Reprodução

6 F ATORES E COLÓGICOS B IÓTICOS Fatores Bióticos Relações Ecológicas Intraespecífica Interespecífica Harmônica Desarmônica

7 RELAÇÕES ECOLÓGICAS Intraespecífica Interespecífica Harmônica Desarmônica Ocorre com indivíduos de mesma espécie Ocorre com indivíduos de espécies diferentes Não ocorre prejuízo para nenhuma espécie Ocorre pelo menos prejuízo para uma espécie

8 QUAIS AS RELAÇÕES ? 1. Canibalismo 2. Competição 3. Predatismo 4. Forésia 5. Mutualismo 6. Parasitismo 7. Inquilinismo 8. Comensalismo 9. Colônia 10. Sociedade 11. Amensalismo

9 C ANIBALISMO Um animal mata e devora o outro Intraespecífica e desarmônica Observações: Raro Ocorre em superpopulações quando há falta de alimento Em algumas espécies é comum a fêmea devorar o macho após a fecundação

10 C ANIBALISMO Ratos Aranhas Peixes

11 C ANIBALISMO O aquecimento global fez diminuir em 20% a calota polar ártica nas últimas três décadas, reduzindo o território de caça dos ursos-polares. Muitos deles ficaram sem alimento. A mudança radical de seu habitat provocada pelo homem está custando caro aos ursos. Recentemente, no Mar de Beaufort, no Alasca, pesquisadores americanos que há 24 anos estudam a região identificaram um caso inédito de canibalismo na espécie: duas fêmeas, um macho jovem e um filhote foram atacados e comidos por um grupo de machos. Estimativas apontam que os ursos-polares podem desaparecer em vinte anos.

12 COMPETIÇÃO Luta por alimento, posse de território, da fêmea, etc.; Intraespecífica desarmônica; Interespecífica desarmônica; Observações: Frequente Fator de seleção natural Limitação da população

13 COMPETIÇÃO Luta pela fêmea. A superpopulação intensifica o mecanismo de competição intraespecífica.

14 P REDATISMO Um animal mata outro de espécie diferente para se alimentar Interespecífica desarmônica Observações: Frequente Fator de seleção natural Equilíbrio da população de presas Aplicado no controle biológico.

15 P REDATISMO mamífero carnívoro (predador) x mamífero herbívoro (presa); Leoa - Zebra

16 F ORÉSIA Transporte de um ser, seus ovos ou sementes por outro ser vivo Interespecífica harmônica Observações: Polinização. É o ato da transferência de grãos de pólen de uma flor para o estigma de outra flor, ou para o seu próprio estigma.

17 F ORÉSIA Abelha no processo de polinização.

18 M UTUALISMO Troca de benefícios entre seres vivos, com ou sem interdependência Interespecífica harmônica Exemplos: Cupim x protozoário Algas x fungos Plantas x insetos Crocodilo x ave-palito.

19 P ARASITISMO Um ser vive à custa de outro, prejudicando-o Interespecífica desarmônica Observações: Frequente Aplicado no controle biológico (parasita x praga) Endoparasita (interno – ex.: ameba) e ectoparasita (externo - ex.: piolho).

20 P ARASITISMO Carrapato x Mamíferos Fungos x Plantas

21 I NQUILINISMO Um organismo usa outro como suporte ou abrigo Interespecífica harmônica Tronco de uma árvore no interior de uma mata, contendo uma bromélia como inquilino.

22 C OMENSALISMO Um ser come restos da comida de outro Interespecífica harmônica Exemplos: rêmora x tubarão hiena x leão

23 COLÔNIAS Seres unidos anatômicamente e/ou fisiologicamente Intraespecífica harmônica Caravela

24 COLÔNIAS Corais

25 S OCIEDADE Indivíduos com tendência à vida gregária trabalham para o desenvolvimento da população Intraespecífica harmônica Exemplo de uma sociedade humana.

26 A MENSALISMO Uma espécie inibidora produz secreções (substâncias tóxicas) eliminando a espécie amensal Interespecífica desarmônica Observações: Esta relação é mais comum entre vegetais, fungos e bactérias.

27 A MENSALISMO Fungos e Bactérias

28 F ATORES E COLÓGICOS B IÓTICOS Relações como predatismo e parasitismo são utilizadas pelo homem no controle biológico de pragas; Algumas relações têm importância vital para o equilíbrio ecológico (predatismo, competição); não polui o ambiente; não causa desequilíbrios ecológicos.

29 FATORES ECOLÓGICOS ABIÓTICOS Estão representados pelas condições climáticas, edáficas e hídricas que determinam o estado físico do ambiente. Condições em que se encontra um solo.

30 FATORES ECOLÓGICOS ABIÓTICOS Temperatura Luz Água Nutrientes Distribuição heterogênea da energia Provenientes das atividades solares Substância vital para existência da vida Necessários para o crescimento e reprodução dos seres vivos

31 T EMPERATURA Influi no metabolismo, no apetite, na fotossíntese, no desenvolvimento, na atividade sexual e na fecundidade; Faixa de temperatura mais favorável para a vida entre 10 a 30 ºC; Preferendo Térmico (PT); Temperaturas fora do PT determinam as migrações e a hibernação.

32 T EMPERATURA Seres Estenotérmicos: Espécies que sobrevivem entre estreitos limites de temperatura (pequena amplitude térmica). Seres Euritérmicos: Espécies que resistem a grandes variações de temperatura (grande amplitude térmica).

33 T EMPERATURA euritérmica estenotérmica Temperatura Lagarto Lobo

34 T EMPERATURA De acordo com a temperatura Corporal HeterotérmicosHomeotérmicos Temperatura corporal varia com a temperatura ambiente Têm temperatura corporal constante Reptéis Anfíbios Aves Mamíferos

35 T EMPERATURA

36 Comportamento dos Seres vivos Migração Flamingo Cegonha-negra

37 T EMPERATURA Reduzem as suas atividades vitais para valores mínimos Hibernam Ocorrem em épocas frias

38 T EMPERATURA Estivam Ocorrem em épocas quentes

39 T EMPERATURA Adaptações que permitem aos animais resistir às condições de temperatura: Quantidade de Gordura Tamanho e densidade dos Pêlos Tamanho das Orelhas e focinhos

40 T EMPERATURA Regiões Frias Pelos densos e Compridos Orelhas e focinhos curtos Grande teor de Gorduras Estas características fazem com que a perda de calor seja mínima, permitindo assim a sobrevivência.

41 T EMPERATURA Regiões Quentes Pêlos menos densos e mais curtos Menos gordura Maior superfície corporal em contato com o exterior Estas características facilitam a perda de calor para o meio e evitam o sobre-aquecimento.

42 LUZ Fonte de energia essencial na produção de alimentos (fotossíntese) Fator vital e fator limitante, tanto em mínima intensidade como em máxima Influencia nas variações da atividade diária e sazonal de alguns animais Regula os processos ópticos na pigmentação da pele Alguns animais e vegetais produzem luz (bioluminescência)

43 LUZ Existem organismos que suportam grandes variações luminosas (eurifotos) e seres que só conseguem viver numa estreita faixa luminosa (estenofotos) Há aqueles que são fortemente atraídos pela luz (mariposas), enquanto outros fogem da luz (toupeira). Toupeira

44 Á GUA Entra na composição das células de todo ser vivo Presente em todos os processos metabólicos Papel fundamental na temperatura corporal dos homeotermos, na regulação do clima no planeta e na distribuição dos seres vivos na biosfera Sementes : em torno de 3 a 5% de água Homem : em torno de 65% de água Recém-nascido : 90% de água.

45 Á GUA Hidrófilos ou hidrófitos vegetais que só vivem em locais com muita água Xerófilos ou xerófitos vegetais adaptados a locais com pouca água Vitória- régia Cacto

46 N UTRIENTES Necessários para o crescimento e reprodução dos seres vivos; Principais nutrientes : elementos químicos e sais dissolvidos; Podem limitar o desenvolvimento do meio e juntamente com outras características do solo (pH, textura e umidade), constituem os fatores edáficos. Macronutrientes entra em grande quantidade na composição dos tecidos vivos (carbono, oxigênio, hidrogênio, nitrogênio); Micronutrientes necessário em quantidades relativamente pequenas (manganês, cobre, zinco, magnésio).

47 F ATORES L IMITANTES Seres vivos apresentam faixas de tolerância para cada um dos fatores ecológicos Quando qualquer fator fica fora dessa faixa limite, tende a limitar a oportunidade de sobrevivência dos organismos Através da tecnologia o homem tem ampliado a sua faixa de tolerância, de modo a sobreviver em várias regiões da biosfera e fora dela. Fatores limitantes bióticos: competição, predatismo e parasitismo. Fatores limitantes abióticos: temperatura, água, luz e nutrientes

48 Parte 1: Parte 2: V ÍDEOS


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