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SISTEMA HEMATOLÓGICO Ana Carolina Moreira Valle Enfermeira Intensivista Coord. Enfermagem CTI Adulto/MOV Karina Lemos Guedes Enfermeira Intensivista do.

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1 SISTEMA HEMATOLÓGICO Ana Carolina Moreira Valle Enfermeira Intensivista Coord. Enfermagem CTI Adulto/MOV Karina Lemos Guedes Enfermeira Intensivista do CTI Adulto/MOV Docente dos Cursos de Graduação em Enfermagem Curso Preparatório para Concurso Quadro de Oficiais da Policia Militar - MG

2 Conteúdo Programático Sistema Hematológico Medula Óssea Células Sanguíneas Hemostasia Terapia Transfusional Compatibilidade Sanguínea Transfusão de Sangue Reações Transfusionais Cuidados de Enfermagem (Brunner, 2009)

3 Sistema hematológico Diferente de muitos outros sistemas orgânicos, o sistema hematológico engloba verdadeiramente todo o corpo humano. Consiste no sangue e nos locais onde o sangue é produzido, incluindo a medula óssea e o sistema reticuloendotelial. (Brunner, 2009)

4 Sistema hematológico O sangue, o líquido orgânico que circula através do coração, artérias, capilares e veias, consiste em plasma e componentes celulares. 55% corresponde a plasma; 45% componentes celulares do sangue.

5 Sistema hematológico Plasma 92% água 7% proteína 1% sais inorgânicos e substâncias orgânicas não protéicas (uréia, gases dissolvidos, hormônios e enzimas) Componentes celulares Hemácias (glóbulos vermelhos), leucócitos e linfócitos (glóbulos brancos) e plaquetas.

6 Sistema hematológico Componentes celulares derivam das células tronco pluripotenciais na medula óssea; Processo conhecido como hematopoiese (processo complexo de formação e maturação das células sanguíneas); Principal local da hematopoiese > medula óssea.

7 Sistema hematológico Medula óssea adulta produz: -175 bilhões de eritrócitos; -70 bilhões de neutrófilos; -175 bilhões de plaquetas por dia.

8 Sistema hematológico O volume de sangue em seres humanos é de aproximadamente 7 a 10% do peso corporal normal. O sangue possui múltiplas funções realizadas pelo plasma ou pelos componentes celulares.

9 Sistema hematológico Funções do sangue: Transporte de oxigênio e nutrientes absorvidos até as células; Transporte de dióxido de carbono e outros produtos residuais até os pulmões, rins, sistema gastrintestinal e pele; Transporte de hormônios das glândulas endócrinas até os órgãos e tecidos-alvo;

10 Sistema hematológico Funções do sangue: Proteção do organismo contra os microrganismos que ameaçam a vida; Regulação do equilíbrio –ácido-base; Proteção contra a perda sanguínea através da hemostasia; Regulação da temperatura corpórea por transferência de calor.

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13 Medula Óssea É o local da hematopoiese; É um dos maiores órgãos do corpo, constituindo 4 a 5% do peso corporal total; Consiste em ilhotas de componentes celulares (medula vermelha) separada por tecido adiposo (medula amarela); Altamente vascularizada; Constituem de células primitivas, chamadas de células-tronco.

14 Medula Óssea Com o envelhecimento, a proporção de medula ativa é gradualmente substituída pelo tecido adiposo. Em pessoas saudáveis, o tecido adiposo pode ser novamente substituída pela medula ativa. Em caso de patologias, o fígado e o baço também podem retomar a produção de células sanguíneas.

15 Medula Óssea As células-tronco possuem a capacidade de se auto replicar, assegurando assim um suprimento contínuo de células-tronco durante todo o ciclo de vida. Quando estimuladas podem iniciar um processo de diferenciação, quer em células-tronco mielóides, quer linfóides.

16 Medula Óssea Aninhamento de Células Pluripotentes Se tornam unipotentes, isto é, capazes de dar origem apenas a uma determinada série sangüínea Eritrócitos ou Hemácias Células granulocíticas Macrófagos e monócitos Linfócitos e Plasmócitos Plaquetas

17 Medula Óssea As células tronco linfóides produzem: Linfócitos T ; Linfócitos B. Células tronco mielóides diferenciam-se em: Eritrócitos; Leucócitos e Plaquetas.

18 Medula Óssea

19 Células Sanguíneas Acredita-se que todos os tipos celulares derivam de uma única célula-tronco. A produção de células sanguíneas (hematopoiese) ocorre na medula óssea e é um processo de dois estágios que envolve a divisão mitótica (proliferação) e a maturação (diferenciação).

20 Células Sanguíneas HEMÁCIAS (Eritrócitos) Aproximadamente 5 milhões de hemácias por mm³ de sangue; Consiste principalmente em hemoglobina, essencial para o transporte de oxigênio. HEMEGLOBINA

21 Células Sanguíneas HEMEOXIGÊNIO HEMOGLOBINA Pulmão Oxi Hb Sangue arterial

22 Células Sanguíneas OXIGÊNIO HEMOGLOBINA Sistema Reticuloendo- telial TECIDOS

23 Células Sanguíneas As hemácias idosas perdem sua elasticidade e ficam aprisionadas nos pequenos vasos sanguíneos. À medida que as hemácias são destruídas, sua hemoglobina é, em grande parte, reciclada.

24 Células Sanguíneas LEUCÓCITOS Transportados na circulação; Defendem o organismo de microrganismos e antígenos não próprios; Removem os resíduos, como células hospedeiras mortas e lesionadas; 5000 a células por mm³; São divididos em duas categorias gerais: granulócitos (60 a 70%) e leucócitos mononucleares (agranulócitos - 30 a 40% ).

25 Células Sanguíneas LEUCÓCITOS Granulócitos: Presença de grânulos no citoplasma da célula; Produzidos na medula óssea e sua função depende do tipo de grânulo existentes; Englobam neutrófilos, eosinófilos e basófilos.

26 Células Sanguíneas LEUCÓCITOS (Granulócitos): Neutrófilos: combatem a infecção bacteriana e digerem o material não próprio ou clivam os produtos das células através de fagocitose. Eosinófilos: importantes na desintoxinação da proteína não própria. Ingerem complexos antígeno-anticorpo, atacam parasitas e estão elevados durante as reações alérgicas. Basófilos: desempenham papel nos sintomas de reações alérgicas sistêmicas agudas.

27 Células Sanguíneas LEUCÓCITOS Agranulócitos: Não possuem grânulos e são responsáveis pela fagocitose dos leucócitos e eritrócitos mortos no sangue e pelo processamento do material antigênico

28 Células Sanguíneas LEUCÓCITOS (Agranulócitos): Monócitos: Produzido pela medula óssea, eles permanecem na circulação por um curto intervalo de tempo antes de entrarem nos tecidos e se transformarem em macrófagos. Linfócitos: São células antígeno-específicas. A principal função dos linfócitos consiste em produzir substâncias que ajudam no ataque ao corpo estranho.

29 Células Sanguíneas LEUCÓCITOS (Agranulócitos): Linfócitos T: são responsáveis pelas reações alérgicas tardias, rejeição do tecido não próprio e destruição das células tumorais. Linfócitos B: são capazes de diferenciar-se em células plasmáticas que produzem imunoglobulina ou anticorpos. São moléculas de proteína que destroem o material não próprio por diversos mecanismos.

30 Células Sanguíneas PLAQUETAS Não são células, são fragmentos granulares de células gigantes na medula óssea chamadas de megacariócitos; Há cerca de a plaquetas por mm³ no sangue; Desempenham papel fundamental no controle do sangramento através da hemostasia; Mantem a integridade do vaso.

31 Células Sanguíneas PLASMA Porção líquida do sangue; Constituído em mais de 90% por água; 10% composto de proteínas plasmáticas, fatores de coagulação e pequenas quantidades de outras substâncias, como nutrientes, enzimas, produtos residuais e gases.

32 Células Sanguíneas PLASMA Proteínas plasmáticas são sintetizadas pelos linfócitos B e consistem basicamente de albumina e globulinas, desempenham função: - no transporte; - na regulação do volume; - na função imune e - na coagulação.

33 Hemostasia É o processo de evitar a perda sanguínea a partir de vasos intactos e de conter o sangramento a partir de um vaso seccionado. Na hemostasia primária, os vasos sanguíneos seccionados se contraem e a plaquetas circulantes agregam-se no locam e aderem ao vaso e entre si. Forma-se um tampão hemostático instável.

34 Hemostasia Para que o processo de coagulação seja corretamente ativado, os fatores de coagulação inativos circulantes devem ser convertidos nas formas ativas. Esse processo ocorre na superfície das plaquetas agregadas no local da lesão vascular. O resultado final é a formação de fibrina, o que reforça o tampão plaquetário e o fixa no local da lesão. Esse processo é denominado hemostasia secundária.

35 Hemostasia Gallo

36 Terapia Transfusional Em virtude das consequências potencialmente letais na incompatibilidade sanguínea do tipo ABO, a terapia transfusional tem sido limitada a ocasiões em que é absolutamente necessária. Além disso, foram instituídas várias opções de transfusão e técnicas de rastreamento rígidas.

37 Compatibilidade Sanguínea Antígenos Dois sistemas antigênicos (ABO e RH) exigem a compatibilidade rotineira antes da transfusão. O sistema de grupo ABO é o mais significativo, porque os antígenos A e B provocam a resposta imunológica mais forte. A presença ou ausência dos antígenos A e B na membrana da hemácia determinam o grupo ABO da pessoa.

38 Compatibilidade Sanguínea Anticorpos Os anticorpos são proteínas produzidas pelos linfócitos B. Possuem elevado grau de especificidade e interagem apenas com o antígeno que estimulou sua produção. A interação dos anticorpos e antígenos deflagra uma resposta imunológica, a resposta imunológica humoral.

39 Compatibilidade Sanguínea Prática Transfusional segura considerando o grupo ABO GRUPO RECEPTOR HEMÁCIAS PARA TRANSFUSÃO PLASMA PARA TRANSFUSÃO AA ou OA ou AB BB ou OB ou AB ABA, B, AB ou OSomente AB OSomente OO,A, B ou AB

40 Terapia Transfusional Uma única unidade de sangue total contém 450 ml de sangue e 50 ml de um anticoagulante; É mais apropriado, econômico e prático separar a unidade de sangue total em seus componentes principais; Cada componente deve ser processado e armazenado de forma diferente;

41 Terapia Transfusional

42 ComponenteTemp. armazen.ValidadeVolume por bolsa Hemácias4 CAté 42 dias300 ml PlaquetasAmbienteAté 5 dias50 ml Plasma Fresco Congelado < 20 CAté 1 ano200 ml Crioprecipitado< 20 CAté 1 ano20 ml

43 Transfusão de sangue A administração de sangue e componentes sanguíneos requer conhecimento de técnica de administração corretas e das possíveis complicações.

44 Transfusão de sangue Tipos de Trasfusão Transfusão autóloga – Antes de procedimentos eletivo; – Paciente doa seu sangue para ser guardado para futura transfusão; – Elimina os riscos de aloimunização, reações transfusionais imunomediadas e transmissão de doenças; – Opção de transfusão mais segura.

45 Transfusão de sangue Tipos de Trasfusão Transfusão Homóloga – Hemoderivados de doadores voluntários são distribuídos aleatoriamente aos pacientes. – Os doadores são rastreados quando ao critério de elegibilidade, destinado a proteger tanto o doador quanto o receptor.

46 Transfusão de sangue Tipos de Trasfusão Transfusão direcionada – Produtos sanguíneos são doados por uma pessoa, para serem transfundidos em um receptor específico.

47 Transfusão de sangue Hemocomponentes são administrados para: – Aumentar a quantidade de oxigênio a ser liberada para os tecidos e órgãos; – Evitar ou interromper o sangramento; – Combater a infecção causada por anticorpos ou leucócitos defeituosos ou diminuídos; – Em geral, uma unidade de sangue total é separada em seus vários componentes logo após a coleta.

48 Transfusão de sangue Sangue total – Consiste em hemácias, plasma, proteínas plasmáticas; – As indicações são perda sanguínea aguda e maciça, superior a 1000 ml, que requer as propriedades de transporte de oxigênio das hemácias e expansão do volume pelo plasma.

49 Transfusão de sangue Sangue total Considerações de Enfermagem: – Utilizar filtro de poros pequenos; – Pode ser indicado aquecer o sangue; – Observar rigorosamente quanto a complicações agudas; – Reduzir o risco de reação hemolítica confirmando a compatibilidade ABO e Rh; – Identificar o paciente antes da infusão.

50 Transfusão de sangue Concentrado de hemácias É tipicamente contaminado por leucócitos, o que pode aumentar o risco de reações transfusionais secundárias; Dosagem: 02 unidades/Kg

51 Transfusão de sangue Concentrado de hemácias Considerações de Enfermagem: – Infundir na velocidade prescrita; – Devem ser transfundidas dentro de quatro horas da retirada do banco de sangue; – Observar de perto quanto as complicações agudas mais frequentes; – Os sinais e sintomas da reação transfusional manifesta-se, em geral, durante a infusão dos primeiros 50 ml.

52 Transfusão de sangue Concentrado de hemácias Indicações: – Necessidade de melhorar o aporte de oxigÊnio para os tecidos; – Indicação primariamente clínica, não devendo ser considerado níveis pré-determinados de hematócrito ou hemoglobina;

53 Transfusão de sangue Concentrado de plaquetas Obtidas através da centrifugação de sangue total ou de um único doador voluntário de plaquetas; Dosagem: 1 unidade de plaqueta para cada 10 Kg de peso corporal

54 Transfusão de sangue Concentrado de plaquetas Considerações de Enfermagem: -Infundir na velocidade prescrita; - Observar rigorosamente quanto a complicações agudas mais comum associada à transfusão de plaquetas, reação transfusional alérgica e febril.

55 Transfusão de sangue Concentrado de plaquetas Indicações: -Prevenção ou resolução da hemorragia em pacientes com trombocitopenia ou disfunção plaquetária.

56 Transfusão de sangue Plasma fresco Pode ser armazenado em um estado líquido ou congelado dentro de seis horas da coleta; Dosagem: depende da condição clínica.

57 Transfusão de sangue Plasma fresco Considerações de Enfermagem: - Infundir na velocidade prescrita; - Observar rigorosamente quanto a complicações agudas mais comum associada à infusão do plasma, a sobrecarga volumétrica.

58 Transfusão de sangue Plasma fresco Indicações: - Tratamento das perdas sanguíneas e dos distúrbios de coagulação sanguínea;

59 Transfusão de sangue Crioprecipitado – Consiste em determinados fatores de coagulação suspensos em 10 a 20 ml de plasma (fator VIII, fibrinogênio e fator XIII); – Dosagem: em geral, 10 unidades

60 Transfusão de sangue Crioprecipitado Considerações de Enfermagem: - Infundir na velocidade prescrita;

61 Transfusão de sangue Crioprecipitado Indicações: - Correção das deficiências do fator VIII, fibrinogênio e fator XIII.

62 Reações Transfusionais Cada transfusão de componentes sanguíneos pode resultar em efeito colateral. As reações podem ser classificadas em duas categorias: agudas e tardias.

63 Reações Transfusionais Reações agudas Podem ocorrer durante a infusão ou dentro de minutos a horas; Consistem nas reações alérgicas, febris, sépticas e hemolíticas, embolia gasosa e sobrecarga circulatória; Risco de hipercalemia, hipocalcemia e hipotermia; Transfusão ser interrompida, caso a causa seja determinada.

64 Reações Transfusionais Reações agudas (cont.) Médico deverá ser notificado de imediato; Bolsas de sangue com o equipo devem ser devolvidos ao banco de sangue para a avaliação; Se sintomas resultam de reação alérgica branda ( por ex. urticária), pode não ser necessária a avaliação externa; No caso de reação (por. ex hipotensão, taquipnéia): exames para determinar causa da reação.

65 Reações Transfusionais

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70 Reação tardia Ocorrem em dias a anos após a transfusão; Consistem nas reações hemolíticas tardias, sobrecarga de ferro, doenças infecciosas ( hepatite B, hepatite C, malária, HIV); Risco de sobrecarga de ferro; Os sintomas de reação tardia podem variar de leves a graves.

71 Reações Transfusionais Reação tardia

72 Cuidados de Enfermagem Antes da hemotransfusão Confirmar que a transfusão foi prescrita; Informar ao paciente sobre o procedimento, produto sanguíneo a ser administrado, duração aproximada do procedimento e resultado desejado da transfusão; Instruir o paciente sobre os sinais e sintomas da reação transfusional (prurido, urticária, falta de ar, febre e calafrios); Obter e registrar os sinais vitais basais (temperatura, pulso, respiração e pressão arterial);

73 Cuidados de Enfermagem Antes da hemotransfusão (cont.) Quando o estado clínico do paciente permitir, retardar a transfusão, caso a temperatura basal seja superior a 38,5ºC; Selecionar uma veia calibrosa e de preferência que permita ao paciente algum grau de mobilidade. Usar agulha nº 20 ou maior; Higienizar as mãos e usar luvas de procedimento de acordo com as Precauções padronizadas;

74 Cuidados de Enfermagem Antes da hemotransfusão (cont.) Obter o produto sanguíneo do banco de sangue e inspecionar quanto a coloração anormal, turvação, coágulos e excesso de ar; Verificar a identificação do paciente; Comparar o nome e o número de identificação com a etiqueta da bolsa, formulário de transfusão e prescrição médica; Verificar os rótulos da bolsa para data da validade e teste sorológico satisfatório.

75 Cuidados de Enfermagem Durante a hemotransfusão Iniciar lentamente a transfusão conforme prescrição; Assegurar que a transfusão de papa de hemácias seja iniciada dentro de 30 minutos depois da remoção da bolsa do refrigerador do banco de sangue. O plasma fresco e as plaquetas devem ser administradas de imediato depois de sua obtenção;

76 Cuidados de Enfermagem Durante a hemotransfusão (cont.) Permanecer ao lado do leito durante 15 a 30 min. Em geral os sinais de reação transfusional grave acontecem durante a infusão dos 50 a 100 ml iniciais; Quando não existirem sinais de efeito colateral, aumentar o fluxo para a vazão prescrita; A infusão de cada unidade de plaquetas deve acontecer o mais rápido que o paciente possa tolerar para diminuir a aglomeração das plaquetas durante a administração;

77 Cuidados de Enfermagem Durante a hemotransfusão (cont.) Observar rigorosamente o paciente e verificar os sinais vitais pelo menos até uma hora após a transfusão; Observar quanto a reações agudas, notificar médico se aparecerem quaisquer sinais de reação ou anormalidade;

78 Cuidados de Enfermagem Após a hemotransfusão Monitorar os sinais vitais do final da transfusão, comparar os resultados com as medidas basais; Lavar a linha com soro fisiológico depois da transfusão para remover o hemoderivado do equipo;

79 Cuidados de Enfermagem Após a hemotransfusão *cont.) Registrar as seguintes informações no prontuário do paciente: horário e nome das pessoas que iniciaram e terminaram a transfusão, nomes das pessoas que verificaram a identificação do paciente, número de identificação do produto, produto e volume infundido, resposta imediata.

80 Referência Bibliográfica Indicada e complementar BRUNNER, Lilian Sholts; SUDDARTH, Dóris Smith. Tratado de Enfermagem Médico Cirúrgica. 11ed. Rio de janeiro: Guanabara Koogan, MORTON, Patrícia Gonce, et al. Cuidados Críticos de Enfermagem: Uma abordagem holística. 8ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, NETTINA, Sandra M. Prática de Enfermagem. 9ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, PROIETTI, Anna Bárbara de F. Carneiro; et al. Hemoterapia: Condutas para a prática clínica. Rede Editora Gráfica, 2011.


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