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NÃO CONSEQÜENCIALISMO. TEORIAS DEONTOLÓGICAS DEON --- DEVER VALOR DA AÇÃO NÃO DEPENDE DE SUAS CONSEQÜÊNCIAS.

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1 NÃO CONSEQÜENCIALISMO

2 TEORIAS DEONTOLÓGICAS DEON --- DEVER VALOR DA AÇÃO NÃO DEPENDE DE SUAS CONSEQÜÊNCIAS

3 TEORIAS DEONTOLÓGICAS VALOR DA AÇÃO É INTRÍNSECO A PRÓPRIA AÇÃO AÇÃO: BOA POR MESMA MÁ POR SI MESMA

4 TEORIAS DEONTOLÓGICAS [1] ATO EXISTEM AÇÕES QUE SÃO MORAIS POR SI MESMAS.

5 TEORIAS DEONTOLÓGICAS É AVALIADA A PRÓRIA AÇÃO (BOA OU MÁ) INDEPENDENTE DAS SUAS CONSEQÜÊNCIAS.

6 TEORIAS DEONTOLÓGICAS UMA AÇÃO POSSUI UM VALOR MORAL INTRÍNSECO. UM ATO É PORTADOR DE SEU VALOR MORAL

7 TEORIAS DEONTOLÓGICAS POR EXEMPLO: NÃO MENTIR É UMA AÇÃO BOA POR SI MESMA. ROUBAR É UMA AÇÃO INCORRETA POR SI MESMA.

8 TEORIAS DEONTOLÓGICAS [2] REGRA AS AÇÕES SÃO MORAIS ENQUANTO SEGUEM DEVERES – REGRAS.

9 TEORIAS DEONTOLÓGICAS OS DEVERES SÃO ESTABELECIDOS INDEPENDENTEMENTE DAS CONSEQÜÊNCIAS.

10 TEORIAS DEONTOLÓGICAS DEVER: É DEVER DE QUALQUER PESSOA AJUDAR O PRÓXIMO. AÇÃO: AJUDAR O PRÓXIMO. AÇÃO BOA

11 TEORIAS DEONTOLÓGICAS DEVER: É DEVER DE QUALQUER PESSOA NÃO PREJUDICAR O PRÓXIMO. AÇÃO: PREJUDICAR O PRÓXIMO. AÇÃO MÁ

12 ÉTICA DEONTOLÓGICA ÉTICA DO DEVER

13 1. DEONTOLOGISMO DE ATO CADA SITUAÇÃO PARTICULAR DETERMINA O ATO. O CARÁTER ESPECÍFICO DA SITUAÇÃO IMPEDE O APELO À UMA REGRA GERAL PARA DETERMINAR O QUE DEVEMOS FAZER.

14 PROBLEMA: GENERALIDADE DA REGRA ESPECIFICIDADE DO ATO

15 JEAN PAUL SARTRE CONFLITO: SERVIR À PÁTRIA CUIDAR DA MÃE

16 JEAN PAUL SARTRE ESTAMOS CONDENADOS A SER LIVRES

17 AÇÃO CLAREZA DOS FATOS. INTUIÇÃO: CERTO – ERRADO. LIBERDADE: ESCOLHA – DECISÃO.

18 SITUAÇÕES DIFERENTES (PARTICULARES) NOS IMPEDEM DE RECORRER À REGRAS GERAIS

19 CRÍTICAS: [1] É IMPOSSÍVEL E IRRACIONAL AGIR SEM SEGUIR ALGUMA REGRA. [2] AS REGRAS FAZEM PARTE DA EDUCAÇÃO MORAL DOS INDIVÍDUOS.

20 CRÍTICAS: [3] É PRECISO TER COERÊNCIA EM SITUAÇÕES SEMELHANTES. SITUAÇÃO A: AÇÃO X SITUAÇÃO A1: AÇÃO X

21 2. DEONTOLOGISMO DE REGRA SUPREMACIA DAS REGRAS AÇÃO: REALIZADA A PARTIR DAS REGRAS. REGRAS: TÊM VALIDADE INDEPENDENTE DAS SUAS CONSEQÜÊNCIAS.

22 IMMANUEL KANT ÉTICA DO DEVER AÇÃO MORAL REALIZADA POR DEVER

23 PRESSUPOSTO: TEMOS EM NÓS O CONHECIMENTO DE LEIS E PRINCÍPIOS MORAIS QUE COSNTITUEM NOSSA IDENTIDADE COMO SERES RACIONAIS.

24 RAZÃO DETERMINA O COJUNTO DOS PRINCÍPIOS MORAIS. JUSTIFICA A MORAL DE NOSSAS AÇÕES, INDEPENDENTE DAS CONSEQÜÊNCIAS. AÇÃO MORAL: RACIONAL SENTIMENTO DE DEVER

25 CASO: POR QUE VOCÊ DEVE DEVOLVER O DINHEIRO QUE TOMOU EMPRETADO? MOTIVO: INCLINAÇÕES AFETIVA TEMER SANÇÕES COAÇÃO PERDER O CRÉDITO NÃO DESAPONTAR O CREDOR EM NEHUMA DESSAS SITUAÇÕES A AÇÃO TEM VALOR MORAL.

26 AÇÃO É MORAL: QUANDO VOCÊ SE SENTE NA OBRIGAÇÃO MORAL DE DEVOLVE O DINHEIRO.

27 ESSÊNCIA DA AÇÃO MORAL MOTIVO QUE PRODUZIU A AÇÃO SENTIMENTO DE DEVER

28 DEVER: É A NECESSIDADE DE AGIR POR RESPEITO A LEI. QUANDO SEI QUE SOU MOTIVADO A AGIR PELO SENTIMENTO DE DEVER?

29 IMPERATIVO HIPOTÉTICO: FORNECE A DIREÇÃO DE UMA AÇÃO PARA OBTENÇÃO DE UM FIM. SE QUERES X, ENTÃO FAÇAS Y.

30 UNIVERSIDADE: ESTUDA VIAJAR: JUNTA DINHEIRO DESEJO CONTINGENTE NÃO HÁ RAZÃO MORAL PARA A AÇÃO

31 IMPERATIVO CATEGÓRICO: FAÇAS X! PRINCÍPIO DE UNIVERSALIZAÇÃO: AGE DE TAL MODO QUE A MÁXIMA DA TUA AÇÃO POSSA SER TRANFORMADA EM LEI UNIVERSAL.

32 MÁXIMA: PRINCÍPIO SUBJETIVO DA AÇÃO: NÃO DEVO MENTIR NÃO DEVO ROUBAR NÃO DEVO QUEBRAR PROMESSAS NÃO DEVO PREJUDICAR O PRÓXIMO MOTIVO DA AÇÃO.

33 LEI PRINCÍPIO OBJETIVO DA AÇÃO: NUNCA DEVEMOS MENTIR NUNCA DEVEMOS ROUBAR NUNCA DEVEMOS DEIXAR DE CUMPRIR UMA PROMESSA NUNCA DEVEMOS PREJUDICAR OS OUTROS É A UNIVERSALIZAÇÃO DA MÁXIMA À TODOS OS SERES RACIONAIS.

34 PROCESSO: MEU ATO DEVE VALER PARA TODO E QUALQUER SER RACIONAL. AÇÃO É MORAL: SE SATISFAZ A UNIVERSALIZAÇÃO EXIGIDA PELO IMPERATIVO CATEGÓRICO.

35 AÇÃO: NÃO ROUBAR MÁXIMA: NÃO DEVO ROUBAR TESTE: DESEJO QUE MINHA MÁXIMA SEJA UNIVERSAL? LEI MORAL: NUNCA DEVEMOS ROUBAR VALOR: A AÇÃO É MORAL.

36 EXEMPLO 1: AÇÃO: DEVOLVER O LIVRO. MÁXIMA: SE PEÇO UM LIVRO EMPRESTADO, TENHO A INTENÇÃO DE DEVOLVÊ-LO.

37 CRITÉRIO DE UNIVERSALIZAÇÃO APLICADO A MÁXIMA: DESEJO QUE TODO O SER RACIONAL SEMPRE QUE PEGUE UM LIVRO EMPRESTADO DEVE DEVOLVÊ-LO?

38 AÇÃO MORALMENTE CORRETA

39 EXEMPLO 2: AÇÃO: FURTAR UM LIVRO RARO DA BIBLIOTECA. MÁXIMA: É PERMITIDO ROUBAR LIVROS RAROS.

40 CRITÉRIO DE UNIVERSALIZAÇÃO APLICADO A MÁXIMA: POSSO QUERER QUE TODOS FURTEM LIVROS RAROS?

41 MÁXIMA: NÃO É UNIVERSALIZÁVEL. AÇÃO: MORALMENTE INCORRETA.

42 BASE: GENERALIZAR A MÁXIMA. SOU MOVIDO PELO SENTIMENTO DE DEVER QUANDO A MÁXIMA DE MINHA AÇÃO É UNIVERSALIZÁVEL, ISTO É, TORNA-SE UMA LEI MORAL.

43 SÍNTESE: [1] REGRA: SURGE DA RACIONALIDADE DOS SERES HUMANOS. [2] AÇÃO MORAL: DEVER.

44 [3] DEVER: RESPEITO À LEI. [4] LEI: UNIVERSALIZAÇÃO DA MÁXIMA, ISTO É, O QUE MOTIVA A AÇÃO.

45 CONFLITO: ABRIGAR UM JUDEU NA ALEMANHA NAZISTA. RESPONDER A PERGUNTA DO SOLDADO DA SS. DILEMA: DIZER A VERDADE? MENTIR?

46 KANT: DIZER A VERDADE. NÃO IMPORTA AS CONSEQÜÊNCIAS. MENTIR NÃO É UMA MÁXIMA UNIVERSALIZÁVEL. NÃO HÁ EXCEÇÃO A REGRA.

47 DAVID ROSS DISTINÇÃO: DEVERES REAIS DEVERES PRIMA FACIE

48 DEVERES PRIMA FACIE: DEVERES BÁSICOS INTUICIONISMO: DEVERES AUTO-EVIDENTES

49 FIDELIDADE: MANTER PROMESSAS. REPARAÇÃO: REPARAR O MAL CAUSADO.

50 GRATIDÃO: FAZER O BEM AQUELES QUE FAZEM O BEM A VOCÊ. JUSTIÇA: DISTRIBUIR O PRAZER E A FELICIDADE CONFORME O MÉRITO.

51 AUTO-APRIMORAMENTO: APERFEIÇOAR A VIRTUDE E O SABER. BENEFICÊNCIA: FAZER O BEM A TODOS.

52 NÃO-MALEFICÊNCIA: NÃO PREJUDICAR OS OUTROS.

53 CONFLITO DE DEVERES: QUAL O DEVER QUE TEM MAIOR FORÇA MORAL? CASO DO SOLDADO DA SS: PROTEGER A VIDA HUMANA TEM MAIOR FORÇA.


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