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SURAPS/DAS COGESTEC Foco na Prevenção de de Infecções para Pacientes, Profissionais e Familiares Ações de Suporte Assistencial para SRAG para SRAG.

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1 SURAPS/DAS COGESTEC Foco na Prevenção de de Infecções para Pacientes, Profissionais e Familiares Ações de Suporte Assistencial para SRAG para SRAG

2 SURAPS/DAS COGESTEC Bases Técnicas

3 SURAPS/DAS COGESTEC Base I Evitar o Pânico

4 SURAPS/DAS COGESTEC Base II Divulgar Informações

5 SURAPS/DAS COGESTEC Base III Comunicação - C.D.C

6 SURAPS/DAS COGESTEC Base IV Comunicação - Rede Hospitalar

7 SURAPS/DAS COGESTEC Base V Normas Existentes

8 SURAPS/DAS COGESTEC Assistência Técnica Portaria Estadual n.º 711/96

9 SURAPS/DAS COGESTEC CONTATO PRECAUÇÕES FUNDAMENTADAS NA FORMA DE TRANSMISSÃO

10 SURAPS/DAS COGESTEC GOTÍCULAS PRECAUÇÕES FUNDAMENTADAS NA FORMA DE TRANSMISSÃO

11 SURAPS/DAS COGESTEC AEROSSOL PRECAUÇÕES FUNDAMENTADAS NA FORMA DE TRANSMISSÃO

12 SURAPS/DAS COGESTEC PRECAUÇÕES PADRÃO Qualquer pessoa pode ser portadora de doença transmissível. Qualquer pessoa pode ser portadora de doença transmissível. E agora?

13 SURAPS/DAS COGESTEC MEDIDAS DE BIOSSEGURANÇA MEDIDAS DE BIOSSEGURANÇA

14 SURAPS/DAS COGESTEC INSTRUÇÕES NACIONAIS, TEMPORÁRIAS, SOBRE O USO DE MÁSCARAS, NA PREVENÇÃO DE TRANSMISSÃO DA SRAG Fontes: Center Disease Control

15 SURAPS/DAS COGESTEC A transmissão por SRAG, aparenta ocorrer predominantemente pelo contato direto com material infectante e a dispersão de gotículas respiratória grande. Entretanto, é provável, também, a disseminação através da via aérea. Fontes: Center Disease Control

16 SURAPS/DAS COGESTEC De acordo com as recomendações do C.D.C o uso de respirador N-95, é proteção respiratória consistente. Fontes: Center Disease Control

17 SURAPS/DAS COGESTEC A SRAG, diferente da tuberculose, aparenta também disseminar pelo contato direto, indicando ser preocupante,o toque de objetos contaminados. Fontes: Center Disease Control

18 SURAPS/DAS COGESTEC Apesar da contaminação por aerossol, de material contaminado, ser incomum sob circunstância normal, o material contaminado, depositado no respirador, poderá ser o veiculo para transmissão direta ou indireta. Fontes: Center Disease Control

19 SURAPS/DAS COGESTEC Daí a necessidade complementar da aplicação de medidas de controle, neste caso específico. Fontes: Center Disease Control

20 SURAPS/DAS COGESTEC Estas instruções traz informações para a seleção e manuseio de máscaras para SRAG e, inclui orientações para quando as máscaras não são disponíveis ou quando o estoque for insuficiente. Fontes: Center Disease Control

21 SURAPS/DAS COGESTEC A máscara descartável N-95, aprovada pela NIOSH, é suficiente para as rotinas de isolamento com precauções básicas. O uso de proteção respiratória, de maior nível, pode ser considerado para alguns procedimentos produtores de aerossol. Fontes: Center Disease Control

22 SURAPS/DAS COGESTEC As máscaras devem ser utilizadas no contexto de completa proteção respiratória. Isto inclui: treinamento e certificado de compatibilidade, a fim de assegurar o fecho entre a máscara e a face do profissional. Fontes: Center Disease Control

23 SURAPS/DAS COGESTEC Após usar a máscara, na presença de pacientes com SRAG, a mesma deverá ser considerada potencialmente contaminada e o toque na parte externa deverá ser evitado. Após deixar o quarto do paciente, a máscara deverá ser retirada e descartada e, as mãos, rigorosamente lavadas. Fontes: Center Disease Control

24 SURAPS/DAS COGESTEC Avalie o uso de barreiras leves sobre a máscara N-95, a fim de não interferir na compatibilidade (máscara cirúrgica, proteção facial). Fontes: Center Disease Control

25 SURAPS/DAS COGESTEC Remova a barreira após deixar o quarto do paciente e lave as mãos cuidadosamente. A máscara cirúrgica deve ser descartada e o protetor facial, limpo e desinfetado. Fontes: Center Disease Control

26 SURAPS/DAS COGESTEC Se o estoque de máscara for insuficiente, o hospital deve considerar o reuso das mesmas, até que as máscara não esteja visivelmente suja ou danificada (molhada ou rasgada). Não existem relatos disponíveis sobre o reuso de máscara para SRAG. Fontes: Center Disease Control

27 SURAPS/DAS COGESTEC O reuso poderá aumentar o potencial de contaminação; entretanto, este risco deve ser avaliado em função da necessidade de proteção respiratória do profissional. Fontes: Center Disease Control

28 SURAPS/DAS COGESTEC Se necessário reutilizar a máscara N-95, implemente procedimentos para reuso seguro, a fim de prevenir a contaminação, através do contato com gotículas infectantes da parte externa da máscara. Fontes: Center Disease Control

29 SURAPS/DAS COGESTEC Remova a máscara N-95 e coloque-a em saco plástico. (identifique-a com o nome do usuário antes de usar, a fim de evitar o uso por outra pessoa). Fontes: Center Disease Control

30 SURAPS/DAS COGESTEC d) Atenção e cuidado são necessários quando colocar a máscara N-95, a fim de assegurar a fixação e evitar o contato com material o contaminado, que poderá estar presente na parte externa da máscara). Fontes: Center Disease Control

31 SURAPS/DAS COGESTEC Lave as mãos após fixar a máscara na face. Fontes: Center Disease Control

32 SURAPS/DAS COGESTEC Quando máscaras reutilizáveis (ex. elastomeric (borracha), máscara purificadora de ar (PAPR)) são utilizadas os acessório devem ser lavados e desinfetados após o uso, de acordo com as orientações do fabricante. Fontes: Center Disease Control

33 SURAPS/DAS COGESTEC Em complementação, se máscaras reutilizáveis forem utilizadas por mais de uma pessoa, os filtros devem ser colocados entre os usuários. Os filtros utilizados devem ser descartados. Fontes: Center Disease Control

34 SURAPS/DAS COGESTEC Os acessórios da máscara de proteção com filtros de 95% de eficácia ou maior (ex. N-95, N-99, N-100) poderão não ser disponíveis em algumas unidades, por conta da baixa no estoque ou outros fatores. Nesses casos, a máscara cirúrgica de procedimento deve ser utilizada. Fontes: Center Disease Control

35 SURAPS/DAS COGESTEC A máscara cirúrgica servirá de barreira protetora contra gotículas grande, consideradas a via primaria de transmissão de SRAG. Entretanto, a máscara cirúrgica não protege, adequadamente, contra os aerossóis ou partículas aérea, primeiro porque elas permitem vazamento pelas laterais e não são passiveis de teste de compatibilidade. Fontes: Center Disease Control

36 SURAPS/DAS COGESTEC A máscara deve resistir a penetração de fluidos e deve ser fixada ao redor da boca e nariz, quando colocada na face. Fontes: Center Disease Control

37 SURAPS/DAS COGESTEC A lavagem das mãos é obrigatória para todo o contato com pacientes com suspeita de SRAG ou o contato com objetos contaminados pelo vírus causador de SRAG. Fontes: Center Disease Control

38 SURAPS/DAS COGESTEC Se as mãos não estiverem visivelmente sujas, a fricção com álcool gel poderá ser feita como alternativa à lavagem. Fontes: Center Disease Control

39 SURAPS/DAS COGESTEC BOM SENSO Precauções, sim. Preconceito, não!

40 SURAPS/DAS COGESTEC Assistência Técnica Protocolo I Quando e Como Utilizar os Equipamentos de Proteção Individual – EPIs.

41 SURAPS/DAS COGESTEC Assistência Técnica Protocolo II Medidas práticas de proteção anti- infecciosa, frente a casos suspeitos e/ou confirmados no âmbito hospitalar

42 SURAPS/DAS COGESTEC Assistência Técnica Protocolo III Medidas práticas de proteção anti- infecciosa, frente a casos suspeitos e/ou confirmados no âmbito do atendimento em emergência/ ambulatorial

43 SURAPS/DAS COGESTEC Assistência Técnica Protocolo IV Novas rotinas e técnicas do serviço de higiene ambiental.

44 SURAPS/DAS COGESTEC Assistência Técnica Orientações Básicas Controle de Infecção e Precauções a Comunicantes Doméstico.

45 SURAPS/DAS COGESTEC Assistência Técnica Orientações Básicas Precauções para Procedimentos Indutores de Aerosois

46 SURAPS/DAS COGESTEC Assistência Técnica Orientações Básicas CUIDADOS MÉDICOS PRÉ- HOSPITALAR, DE EMERGÊNCIA E TRANSPORTE TÉRREO

47 SURAPS/DAS COGESTEC Assistência Técnica Orientações Básicas Guia de Uso de EPIs para Proteção Respiratória

48 SURAPS/DAS COGESTEC Enfoque I Suporte Técnico a Rede SUS Plano de Ação

49 SURAPS/DAS COGESTEC Oficina para elaboração de Protocolos Oficina para elaboração de Protocolos Ação I

50 SURAPS/DAS COGESTEC Capacitação de profissionais Capacitação de profissionais Ação II

51 SURAPS/DAS COGESTEC Monitoramento e medição dos resultados práticos da capacitação. Monitoramento e medição dos resultados práticos da capacitação. Ação III Definição do sistema de comunicação com a rede de hospitais

52 SURAPS/DAS COGESTEC Enfoque II Adaptação de uma Unidade para Atendimento Referenciado

53 SURAPS/DAS COGESTEC Unidade SRAG Legenda: I – Varanda II – Copa III – Sanitário IV – Posto V - Visor VI - Mictório VII - Escada

54 SURAPS/DAS COGESTEC Os fatos que observamos podem ser: - O que eles são e aparentam ser... - O que eles não são nem aparentam ser... - O que eles são, mas não aparentam ser... - O que eles não são, mas aparentam ser... Descobrir a verdade é tarefa do homem prudente. Epitectus


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