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CAPÍTULO 2 © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard Um giro pelo livro Olivier Blanchard Pearson Education.

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1 CAPÍTULO 2 © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard Um giro pelo livro Olivier Blanchard Pearson Education

2 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard Produto agregado Contas de renda e produto nacional são um sistema de contabilidade utilizado para medir a atividade econômica agregada. A medida do produto agregado nas contas nacionais é o produto interno bruto, ou PIB. 2.1

3 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard PIB: Produção e Renda Existem três formas de definir o PIB: 1. A ÓTICA DO DISPÊNDIO OU DA DEMANDA FINAL O PIB é valor dos bens e serviços finais produzidos em uma economia em um determinado período.

4 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard PIB: Produção e Renda A CLASSIFICAÇÃO DOS BENS POR CATEGORIAS DE USO Bem final é aquele destinado diretamente ao consumidor final. Bem intermediário é aquele utilizado na produção de outro bem. Sofre transformações, vindo a compor um outro bem

5 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard PIB: Produção e Renda A CLASSIFICAÇÃO DOS BENS POR CATEGORIAS DE USO Portanto, os bens e serviços podem ser utilizados em uma economia de forma intermediária sendo transformados em outros bens chamados bens finais. Os bens ou serviços finais podem ter duas utilizações na economia doméstica: a utilização como consumo final ou como bem ou serviços de capital.

6 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard PIB: Produção e Renda A CLASSIFICAÇÃO DOS BENS POR CATEGORIAS DE USO Os bens ou serviços de consumo final saem do circuito econômico e são utilizados pelas famílias. Os serviços desaparecem imediatamente, como por exemplo o serviço de transportes, de telefonia, etc... Os bens de consumo final duráveis saem do circuito e podem ser utilizados pelas famílias por muito tempo, como os automóveis, as geladeiras, as televisões, etc... Os bens de consumo não-duráveis são consumidos pelas famílias mais rapidamente (como os sapatos, roupas,etc...) ou são consumidos imediatamente (como os alimentos, o combustível dos automóveis, etc...)

7 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard PIB: Produção e Renda A CLASSIFICAÇÃO DOS BENS POR CATEGORIAS DE USO

8 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard PIB: Produção e Renda A CLASSIFICAÇÃO DOS BENS POR CATEGORIAS DE USO Os bens de capital saem do circuito econômico mas permanecem no processo econômico por muito tempo. São os prédios (residenciais e das empresas), as máquinas e os equipamentos e, serão utilizados pelas empresas por muito tempo, para a facilitar a ação dos trabalhadores, aumentando sua produtividade. Os serviços de capital são aqueles que se destinam a instalação ou manutenção dos prédios, das máquinas e dos equipamentos, destinados a aumentar a durabilidade dos mesmos. Esses bens e serviços de capital se constituem na formação bruta de capital ou investimento

9 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard PIB: Produção e Renda A CLASSIFICAÇÃO DOS BENS POR CATEGORIAS DE USO Não se pode esquecer que existem bens que embora produzidos domesticamente serão exportados. Os bens exportados são para a economia doméstica bens finais, não importando que destino terão no resto do mundo. Por sua vez, existem bens na economia que não foram produzidos domesticamente e que foram importados do resto do mundo. Esses bens não devem ser contados como PIB (produto interno) e devem ser subtraídos da demanda final da economia.

10 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard PIB: Produção e Renda A CLASSIFICAÇÃO DOS BENS POR CATEGORIAS DE USO Não se pode esquecer que existem bens que embora produzidos domesticamente serão exportados. Os bens exportados são para a economia doméstica bens finais, não importando que destino terão no resto do mundo. Por sua vez, existem bens na economia que não foram produzidos domesticamente e que foram importados do resto do mundo. Esses bens não devem ser contados como PIB (produto interno) e devem ser subtraídos da demanda final da economia.

11 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard PIB: Produção e Renda Existem três formas de definir o PIB: 2. A ÓTICA DO DISPÊNDIO OU DA DEMANDA FINAL Portanto, dentro da economia os bens ofertados serão utilizados de forma intermediária ou para a demanda final. O PIB é a soma dos valores dos bens finais produzidos na economia A demanda final se constitui dos bens para consumo final (CF), para a formação bruta de capital (FBC) e para a exportação (X). Para se chegar ao valor do PIB, retira-se da demanda final aqueles bens ou serviços que foram importados (M) do resto do mundo, pois não tendo sido produzidos domesticamente, não fazem parte do produto interno. Logo, PIB = CF + FBC + X - M

12 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard PIB: Produção e Renda A COMPOSIÇÃO DO PIB AMERICANO PELA ÓTICA DA DEMANDA Consumo 68% Investimento 15% Gastos do Governo 19% Exportações Líquidas -2%

13 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard PIB: Produção e Renda A COMPOSIÇÃO DO PIB BRASILEIRO PELA ÓTICA DA DEMANDA FINAL Investimento do governo = 4% Investimento privado = 16% Consumo do governo = 20% Consumo privado = 58% X – M = 2%

14 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard PIB: Produção e Renda Existem três formas de definir o PIB: A ÓTICA DO PRODUTO O PIB é a soma dos valores agregados na economia em um dado período.O PIB é a soma dos valores agregados na economia em um dado período. Valor agregado corresponde ao valor da produção de uma empresa descontado dos bens intermediários utilizados na produção. Valor agregado corresponde ao valor da produção de uma empresa descontado dos bens intermediários utilizados na produção. O valor agregado ou valor adicionado não é observável diretamente. É uma construção teórica. É, calculado, de maneira geral, retirando-se do valor da produção (receita de vendas) o valor do bens intermediários consumidos no processo de produção (matérias primas e outras despesas como energia, telefonia, etc...) O valor agregado ou valor adicionado não é observável diretamente. É uma construção teórica. É, calculado, de maneira geral, retirando-se do valor da produção (receita de vendas) o valor do bens intermediários consumidos no processo de produção (matérias primas e outras despesas como energia, telefonia, etc...)

15 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard PIB: Produção e Renda Existem três formas de definir o PIB: A ÓTICA DO PRODUTO Portanto,Portanto, PIB = VP – CI Quando se considera o governo, o cálculo do PIB deve incluir todos os impostos sobre a produção que aumentam o preço (valor) do produto no mercado e, retirar os subsídios que reduzem o preço (valor) do produto no mercado. Logo, PIB = VP – CI + (I-S) produção

16 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard PIB: Produção e Renda Existem três formas de definir o PIB: A ÓTICA DA RENDA O PIB é a soma das rendas ou remunerações dos fatores de produção na economia em um dado período.O PIB é a soma das rendas ou remunerações dos fatores de produção na economia em um dado período. Impostos s/ a produção Renda do capital Renda do trabalho (em porcentagem) Composição do PIB dos EUA por tipo de renda, 1960 e 2000 Tabela

17 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard PIB: Produção e Renda Existem três formas de definir o PIB: A ÓTICA DA RENDA Impostos s/ produção Renda do capital Renda do trabalho (em porcentagem) Composição do PIB do BRASIL por tipo de renda, 1960 e 2000 Tabela

18 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard PIB: produção e renda Há três formas de definir o PIB: 2.O PIB é a soma dos valores adicionados na economia em dado período. O valor adicionado é igual ao valor da produção de uma empresa menos o valor dos bens intermediários que ela utiliza na produção.

19 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard PIB: produção e renda Há três formas de definir o PIB: 3. O PIB é a soma das rendas em dado período.

20 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard PIB nominal e real PIB Nominal é a soma das quantidades de bens finais multiplicadas por seus preços correntes. O PIB nominal aumenta ao longo do tempo porque: A produção da maioria dos bens aumenta ao longo do tempo. Os preços da maioria dos bens também aumentam ao longo do tempo. O PIB real é calculado como a soma das quantidades de bens finais multiplicados por preços constantes (em vez de preços correntes).

21 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard PIB nominal e real Para calcular o PIB real precisamos multiplicar o número de automóveis produzidos a cada ano por um preço comum. Suponha que utilizamos o preço do automóvel em 2000 como o preço comum. Esse enfoque nos dá, na verdade, o PIB real em dólares de 2000.

22 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard PIB nominal e real PIB nominal é também chamado PIB em dólares ou PIB em dólares correntes. PIB real é também chamado PIB em termos de bens, PIB em dólares constantes, PIB ajustado pela inflação ou PIB em dólares de PIB se referirá ao PIB real, e Y t representará o PIB real no ano t. PIB nominal será representado por um sinal na frente do valor: $Y t.

23 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard PIB nominal e real Não confundir o adjetivo real com a moeda brasileira Real O PIB nominal também é chamado de PIB em Reais ou PIB em Reais correntes. O PIB real também é chamado de PIB em termos de quantidades, PIB a preços constantes de um determinado ano, PIB ajustado pela inflação ou PIB em Reais de um determinado ano.

24 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard PIB nominal e real PIB real, progresso tecnológico e o preço dos computadores Precificação hedônica atribui um preço implícito a cada uma das características de um bem.

25 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard PIB nominal e real De 1960 a 2003, o PIB nominal aumentou 21 vezes. O PIB real aumentou cerca de 4 vezes. PIB nominal e real dos Estados Unidos desde 1960 Figura 2.1

26 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard PIB nominal e real PIB real per capita é a razão entre o PIB real e a população do país. O crescimento do PIB é igual a: Períodos de crescimento positivo do PIB são chamados de expansão. Períodos de crescimento negativo do PIB são chamados de recessão.

27 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard PIB nominal e real Figura 2.2 Taxa de crecimento do PIB dos Estados Unidos desde 1960 Desde 1960, a economia dos Estados Unidos passou por uma série de expansões interrompidas por curtas recessões.

28 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard 2.2 Outras variáveis macroeconômicas principais O PIB é, obviamente, a principal variável macroeconômica. Duas outras variáveis, porém, mostram-nos outros aspectos importantes sobre a situação de uma economia. São elas: Desemprego Inflação

29 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard Taxa de desemprego força de trabalho = emprego + desemprego L = N + U Taxa de desemprego:

30 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard Taxa de desemprego A Current Population Survey (CPS) é utilizada para computar a taxa de desemprego. Apenas aqueles que estão procurando emprego são considerados desempregados. Aqueles que não trabalham e não estão procurando emprego não são parte da força de trabalho. Pessoas sem trabalho que desistem de procurar emprego são conhecidas como pessoas desalentadas.

31 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard Taxa de desemprego Desde 1960, a taxa de desemprego dos Estados Unidos tem flutuado entre 3% e 10%, declinando durante expansões e aumentando durante recessões. Taxa de desemprego nos Estados Unidos desde Figura 2.3

32 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard Por que macroeconomistas se preocupam com o desemprego? Macroeconomistas se preocupam com o desemprego por duas razões: Devido a seus efeitos diretos sobre o bem- estar dos desempregados. Porque ele sinaliza que a economia pode não estar usando alguns de seus recursos de forma eficiente.

33 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard A taxa de desemprego na Espanha foi realmente de 24% em 1994? A economia informal não é medida em estatísticas oficiais.

34 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard Taxa de inflação Inflação é uma elevação sustentada do nível geral de preços de economia o nível de preços. A taxa de inflação é a taxa à qual o nível de preços aumenta. (Simetricamente, deflação é uma queda sustentada do nível de preços. Corresponde a uma taxa de inflação negativa.) A deflação é rara, mas acontece. O Japão experimentou deflação desde o final da década de 1990.

35 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard Deflator do PIB O deflator do PIB é o que se chama de número índice sendo iguais a 100 no ano-base. A taxa de mudança no deflator do PIB é igual à taxa de inflação: O PIB nominal é igual ao deflator do PIB multiplicado pelo PIB real: O deflator do PIB no ano t, P t, é definido como a razão entre o PIB nominal e o PIB real no ano t:

36 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard Índice de preços ao consumidor O deflator de PIB mede o preço médio dos bens produzidos, enquanto o índice de preços ao consumidor, ou IPC, mede o preço médio dos bens consumidos ou, equivalentemente, o custo de vida. O IPC dá o preço em dólares de uma lista específica de produtos e serviços ao longo do tempo, na tentativa de representar a cesta de consumo de um consumidor urbano típico.

37 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard Índice de preços ao consumidor O conjunto de bens produzidos na economia não é igual ao conjunto de bens adquiridos pelos consumidores por dois motivos: Alguns dos bens são vendidos para empresas, governo ou mercado. Alguns dos bens não são produzidos nacionalmente, mas importados.

38 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard Índice de preços ao consumidor Taxa de inflação dos Estados Unidos empregando o IPC e o deflator do PIB desde 1960 Figura 2.4 As taxas de inflação, calculadas tanto com base no IPC como no deflator do PIB, são muito semelhantes.

39 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard Índice de preços ao consumidor A Figura 2.4 leva a duas conclusões: O IPC e o deflator do PIB caminham juntos na maior parte do tempo. Na maioria dos anos, as duas taxas de inflação diferem em menos de 1%. Entretanto, existem exceções evidentes. Tanto em 1974 quanto no final da década de 1970 o aumento do IPC foi significativamente maior do que o aumento do deflator do PIB.

40 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard Por que os economistas se importam com a inflação? Economistas se preocupam com a inflação por dois motivos: Nos períodos de inflação, nem todos os preços e salários sobem proporcionalmente. Em conseqüência, a inflação afeta a distribuição de renda. A inflação provoca outras distorções.

41 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard O curto prazo, o médio prazo e o longo prazo O produto é determinado: pela demanda a curto prazo, digamos, alguns anos pelo nível de tecnologia, estoque de capital e força de trabalho a médio prazo, digamos, cerca de uma década por fatores como educação, pesquisa, poupança e qualidade do governo a longo prazo, digamos, meio século ou mais. 2.3

42 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard Um giro pelo livro Figura 2.5 A organização do livro 2.4

43 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard Um giro pelo livro O livro está organizado em três partes: Os Fundamentos, divididos em três partes – o curto prazo, o médio prazo e o longo prazo. Três Extensões que exploram o papel das expectativas, das economias fechadas, da expansão e da recessão. Um olhar mais detalhado sobre o papel da política microeconômica.

44 Capítulo 2: Um giro pelo livro © 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard Palavras-chave contas de renda e produto nacional produto agregado produto interno bruto (PIB) bem final bem intermediário valor adicionado PIB nominal PIB real PIB real em dólares encadeados (de 2000) PIB em dólares, ou PIB em dólares correntes PIB em termos de bens, PIB em dólares constantes, PIB ajustado pela inflação, ou PIB em dólares de 2000 crescimento do PIB, expansão, recessão força de trabalho precificação hedônica emprego desemprego Current Population Survey (CPS) taxa de desemprego fora da força de trabalho pessoas desalentadas taxa de atividade economia informal nível de preços inflação taxa de inflação deflação deflator do PIB número índice índice de preços ao consumidor (IPC) custo de vida ano-base curto prazo, médio prazo, longo prazo


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