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CONTABILIDADE REGIONAL Referência Básica: CLEMENTE, Ademir, Economia Regional e Urbana, ed. Atlas. SP.

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1 CONTABILIDADE REGIONAL Referência Básica: CLEMENTE, Ademir, Economia Regional e Urbana, ed. Atlas. SP.

2 Objetivo da Contabilidade Regional O principal objetivo da CR é medir a atividade econômica de certa região, O principal objetivo da CR é medir a atividade econômica de certa região, –trata da mensuração e registro da atividade econômica de certa região, ou seja, registrando e quantificando as variáveis como investimento, consumo, exportações, importações e gastos governamentais.

3 Objetivo da Contabilidade Regional Tem de servir para que as autoridades governamentais, aqueles que estão em postos de comando no setor privado e a sociedade civil como um todo possam ter uma idéia mais clara dos rumos de um país e possam, assim, intervir nesses rumos, quando for o caso. Tem de servir para que as autoridades governamentais, aqueles que estão em postos de comando no setor privado e a sociedade civil como um todo possam ter uma idéia mais clara dos rumos de um país e possam, assim, intervir nesses rumos, quando for o caso.

4 Classificação das relações quanto ao período As relações podem ser ex-post ou ex-ante As relações podem ser ex-post ou ex-ante As relações contábeis são classificadas como ex-post As relações contábeis são classificadas como ex-post –Congrega instrumentos de mensuração capazes de aferir o movimento da economia de uma região num determinado período de tempo. Ex.: quanto se produziu, quanto se consumiu, quanto se investiu, quanto se vendeu para o exterior, quanto se comprou do exterior no período X.

5 Tipos de Variáveis Variáveis de Fluxo Variáveis de Fluxo São taxas referidas ao tempo. Ex. 10 bilhões de dólares por semestre ou 20 bilhões de dólares por ano. Dentre os fluxos econômicos o PIB, Produto Interno Bruto, é um dos mais importantes, pois representa o valor total dos bens e serviços produzidos em certo período.

6 Tipos de Variáveis Variáveis de Estoque São agregados econômicos cujos valores são alterados pelo fluxos. Ex.: a dívida externa, o capital instalado das empresas, a dívida pública, as reservas cambiais, entre outros. Variáveis de Estoque São agregados econômicos cujos valores são alterados pelo fluxos. Ex.: a dívida externa, o capital instalado das empresas, a dívida pública, as reservas cambiais, entre outros.

7 POR QUE MEDIR OS AGREGADOS ECONÔMICOS REGIONAIS SOB A FORMA DE CONTAS? POR QUE MEDIR OS AGREGADOS ECONÔMICOS REGIONAIS SOB A FORMA DE CONTAS?

8 MACROECONOMIA É a dimensão macroscópica da economia, de modo que suas variáveis são sempre agregados, como o consumo agregado, o investimento agregado, o produto agregado e a renda nacional. É a dimensão macroscópica da economia, de modo que suas variáveis são sempre agregados, como o consumo agregado, o investimento agregado, o produto agregado e a renda nacional. A contabilidade é um instrumento por excelência de aferição macroscópica do movimento econômico A contabilidade é um instrumento por excelência de aferição macroscópica do movimento econômico –Se a economia de uma região pudesse ser vista como a de uma única empresa: os resultados de seu funcionamento durante um determinado período de tempo – convencionalmente um ano – são apresentados pelas contas integrantes do sistema de contas regionais.

9 No Brasil A preocupação de mensuração dos agregados econômicos iniciou-se a partir dos anos A contabilidade nacional começou a ser elaborada em 1947 pela Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro, passando em 1986, para o IBGE. A preocupação de mensuração dos agregados econômicos iniciou-se a partir dos anos A contabilidade nacional começou a ser elaborada em 1947 pela Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro, passando em 1986, para o IBGE. A história do pensamento econômico, particularmente a evolução da macroeconomia se preocupa com a questão do crescimento econômico e a repartição do produto social. Os clássicos na busca de respostas para tais questões, investigaram as leis de funcionamento da economia, era na dimensão agregada de seus resultados que eles estavam interessados, simultaneidade, interdependência e identidade entre determinadas relações econômicas. E só foi possível a verificação empírica das proposições teóricas derivadas da macroeconomia, seja no que tange a leis fundamentais, seja no que diz respeito a modelos específicos por meio da produção de estatísticas sistematizadas sobre variáveis agregadas, a matriz de insumo-produto é também outro tipo de mensuração sistêmica dos agregados econômicos. A história do pensamento econômico, particularmente a evolução da macroeconomia se preocupa com a questão do crescimento econômico e a repartição do produto social. Os clássicos na busca de respostas para tais questões, investigaram as leis de funcionamento da economia, era na dimensão agregada de seus resultados que eles estavam interessados, simultaneidade, interdependência e identidade entre determinadas relações econômicas. E só foi possível a verificação empírica das proposições teóricas derivadas da macroeconomia, seja no que tange a leis fundamentais, seja no que diz respeito a modelos específicos por meio da produção de estatísticas sistematizadas sobre variáveis agregadas, a matriz de insumo-produto é também outro tipo de mensuração sistêmica dos agregados econômicos.

10 Sistemas de Contas Regionais Outras peças-chaves Outras peças-chaves –Indicadores de distribuição de renda, –indicadores de desenvolvimento humano (IDH), –Outros indicadores de interesses específicos, –Relações e comparação desses indicadores entre diferentes regiões

11 COMO QUANTIFICAR O VALOR DOS BENS E SERVIÇOS PRODUZIDOS? COMO QUANTIFICAR O VALOR DOS BENS E SERVIÇOS PRODUZIDOS?

12 MENSURAÇÃO DOS AGREGADOS ECONÔMICOS No sistema econômico em que vivemos, tudo pode ser avaliado monetariamente, de modo que toda a imensa gama de diferente bens e serviços que uma economia é capaz de produzir pode ser transformada em algo de mesma substância, ou seja, moeda ou dinheiro No sistema econômico em que vivemos, tudo pode ser avaliado monetariamente, de modo que toda a imensa gama de diferente bens e serviços que uma economia é capaz de produzir pode ser transformada em algo de mesma substância, ou seja, moeda ou dinheiro

13 O PIB E SEUS COMPONENTES O produto de uma economia num dado período de tempo: aquilo que chamamos anteriormente de valor total da produção denominam-se rigorosamente, de valor bruto da produção e indica o valor de tudo que foi produzido, inclusive daquilo que foi utilizado como insumo na produção de outros bens, ou seja, inclusive o chamado consumo intermediário O produto de uma economia num dado período de tempo: aquilo que chamamos anteriormente de valor total da produção denominam-se rigorosamente, de valor bruto da produção e indica o valor de tudo que foi produzido, inclusive daquilo que foi utilizado como insumo na produção de outros bens, ou seja, inclusive o chamado consumo intermediário PIB = C + I + G + X – M PIB = C + I + G + X – M

14 AS TRÊS ÓTICAS DE MENSURAÇÃO PELA ÓTICA DA DESPESA PELA ÓTICA DA DESPESA PELA ÓTICA DA RENDA PELA ÓTICA DA RENDA ÓTICA DO PRODUTO ÓTICA DO PRODUTO

15 ÓTICA DA DESPESA A forma mais fácil e prática de se chegar ao valor do produto da economia é considerar apenas o valor dos bens finais. A forma mais fácil e prática de se chegar ao valor do produto da economia é considerar apenas o valor dos bens finais. – A ótica da despesa ou ótica do dispêndio avalia o produto regional considerando a soma dos valores de todos os bens e serviços produzidos no período que não foram destruídos ( ou absorvidos como insumos) na produção de outros bens e serviços.

16 ÓTICA DA DESPESA

17 ÓTICA DA RENDA PELA ÓTICA DA RENDA PELA ÓTICA DA RENDA O produto gerado pela economia num determinado período de tempo, considerando o montante total das remunerações pagas a todos os fatores de produção nesse período. O produto gerado pela economia num determinado período de tempo, considerando o montante total das remunerações pagas a todos os fatores de produção nesse período. –O valor da produção foi de R$ 6.620,00 –O valor da renda foi de R$ 2.520,00 –A relação é em torno de 38%

18 ÓTICA DA RENDA

19 ÓTICA DO PRODUTO O produto gerado pela economia num determinado período de tempo, considerando o montante total das remunerações pagas a todos os fatores de produção nesse período. O produto gerado pela economia num determinado período de tempo, considerando o montante total das remunerações pagas a todos os fatores de produção nesse período. Nos exemplos anteriores: Nos exemplos anteriores: Insumos = 500 (sementes) (trigo) (farinha de trigo) = Valor Total da produção = Produto Efetivo= (produção) (insumos) = 2.520

20 ÓTICA DO PRODUTO

21 PIB VERSUS PNB PIB tem base territorial – é o valor dentro das fronteiras da região PIB tem base territorial – é o valor dentro das fronteiras da região PNB incluem transações de importações e exportações de serviços de fatores e dão origem à Renda Líquida do Exterior. PNB incluem transações de importações e exportações de serviços de fatores e dão origem à Renda Líquida do Exterior.

22 O PIB per capita PIB per capita de uma região é obtido dividindo-se o valor do PIB pela população total. PIB per capita de uma região é obtido dividindo-se o valor do PIB pela população total. –Trata-se de um coeficiente médio –Não considera a composição do produto

23 Exercícios 1. qual a diferença entre bens finais e intermediários? 2. Qual a finalidade da mensuração por meio das TRÊS ÓTICAS? 3. A produção de aço ou celulose, que nunca são vendidos diretamente a consumidores finais, integrará a lista de bens cujo valor é levado em consideração quando do cômputo do produto da região? 4. O que significa a identidade: PRODUTO=DISPÊNDIO=RENDA 5. Se exportações são maiores que as importações, ou seja, houve superávit, como será a relação entre o PIB e o PNB?


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