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A Economia Política do Governo Lula Luiz Filgueiras Reinaldo Gonçalves.

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Apresentação em tema: "A Economia Política do Governo Lula Luiz Filgueiras Reinaldo Gonçalves."— Transcrição da apresentação:

1 A Economia Política do Governo Lula Luiz Filgueiras Reinaldo Gonçalves

2 Características orientação didática perspectiva histórica avaliação crítica esforço de inovação analítica enfoque abrangente abordagem da Economia Política caráter prospectivo

3 1. Contexto internacional 2. Inserção internacional e vulnerabilidade externa 3. Política e dinâmica macroeconômica 4. Desempenho em perspectiva histórica 5. Pobreza e política social 6. Classes sociais, Estado e bloco de poder 7. Crescimento, acumulação e perspectivas

4 Principais conclusões: Capítulo 1 conjuntura internacional extraordinariamente favorável desde 2003 melhora generalizada dos indicadores de vulnerabilidade externa conjuntural dos países em desenvolvimento indicadores de vulnerabilidade externa comparada do Brasil não apresentam tendências firmes de avanços significativos quando se confronta o período com o período

5 a vulnerabilidade externa comparada do Governo Lula é maior do que a média dos dois mandatos de Cardoso o Governo Lula é responsável pela perda da oportunidade extraordinária criada pelo contexto internacional pós-2002 que permitiria colocar o país em trajetória de desenvolvimento econômico estável e dinâmico

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8 Os países com os maiores spreads dos títulos no mercado internacional: Argentina = 5742 Argentina = 5568 Argentina = 5220 Argentina = 2709 Equador = Nigéria = 1972 Equador = 1189 Equador = 791 Equador = 708 Nigéria = Equador = 1443 Nigéria = 1131 Nigéria = 680 Nigéria = 622 Argentina = Brasil = 1372 Venezuela = 1006 Venezuela = 579 Venezuela = 416Brasil = Venezuela = 1045Brasil = 838Brasil = 542 Filipinas = 403 Filipinas = Turquia = 763 Turquia = 629 Filipinas = 454Brasil = 399 Turquia = 222

9 Vulnerabilidade externa do Brasil, Indicadores: Governo Lula versus Governo FHC FHC IFHC IIFHC I+IILula BOP, Brazil-3,2-3,5-3,31,4 BOP, Média mundial-4,7-2,9-3,8-2,2 Reservas/Imp, Brazil10,47,89,110,0 Reservas/Imp. Média mundial4,85,65,26,4 Exp/PIB, Brazil6,09,87,913,5 Exp/PIB, Média mundial27,330,228,734,0

10 Vulnerabilidade externa comparada - Indicadores: Lula versus FHC FHC IFHC IIFHC I+IILula IVE-BOP37,849,443,642,8 IVE-RIM19,747,233,437,9 IVE-XPI0,04,22,18,6 IVEC19,233,626,429,8

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12 Vulnerabilidade externa: Conceitos Vulnerabilidade externa é a probabilidade de resistência a pressões, fatores desestabilizadores e choques externos. Vulnerabilidade externa conjuntural é determinada pelas opções e custos do processo de ajuste externo. A vulnerabilidade externa conjuntural depende positivamente das opções disponíveis e negativamente dos custos do ajuste externo. Ela é, essencialmente, um fenômeno de curto prazo. Vulnerabilidade externa estrutural decorre das mudanças relativas ao padrão de comércio, da eficiência do aparelho produtivo, do dinamismo tecnológico e da robustez do sistema financeiro nacional. A vulnerabilidade externa estrutural é determinada, principalmente, pelos processos de desregulação e liberalização nas esferas comercial, produtivo-real, tecnológica e monetário-financeira das relações econômicas internacionais do país. Ela é, fundamentalmente, um fenômeno de longo prazo. Vulnerabilidade externa comparada é dada pelo desempenho externo relativo de determinado país comparativamente ao desempenho externo relativo de outros países. Ela expressa a comparação entre países do diferencial relativo de indicadores de inserção econômica internacional.

13 Principais conclusões: Capítulo 2 a redução dos indicadores de vulnerabilidade externa conjuntural do país decorre, fundamentalmente, do desempenho favorável das exportações o Governo Lula é responsável por anomalias como a forte apreciação cambial e a exportação de capital produtivo, bem como o pagamento de valores extraordinariamente elevados ao FMI em um contexto de melhora evidente das contas externas do país o país está aprofundando o padrão de especialização retrógrada, que se caracteriza pela reprimarização das exportações por meio da crescente participação de produtos primários no valor das exportações

14 há aumento da dependência do crescimento do PIB em relação à demanda externa. Neste sentido, o país torna-se estruturalmente mais vulnerável frente às oscilações da conjuntura internacional. o desempenho recente do comércio exterior do Brasil não é o resultado de transformações estruturais e, sim, de circunstâncias conjunturais associadas às elevadas taxas de crescimento do comércio mundial e à melhora nos termos de troca as políticas do Governo Lula tendem a reforçar o avanço de estruturas de produção e padrões de inserção internacional retrógrados, que tendem a aumentar a vulnerabilidade externa estrutural do país

15 Padrão das exportações segundo intensidade tecnológica dos produtos (Média % por período) Intensidade Produtos Industriais79,2876,47 Alta e Média-Alta28,8026,15 Baixa e Média-Baixa50,4850,32 Produtos Não Industriais18,8621,76 Não classificada1,861,76 Total100,00

16 Padrão das exportações segundo grupos de produtos: Grupos de Produtos Primários18,6821,63 Semimanufaturados31,3331,08 Manufaturados48,1245,52 Indústrias intensivas em P&D 11,497,56 Total100,00

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18 A macroeconomia de Lula

19 Principais conclusões: Capítulo 3 a Governo Lula manteve a mesma política econômica do segundo Governo FHC – metas de inflação, ajuste fiscal permanente e câmbio flutuante a melhora das contas externas é causada pelos crescentes superávits comerciais os principais determinantes do desempenho da balança comercial são a desvalorização cambial de 2002, o crescimento das economias americana e chinesa, a recuperação da Argentina e a elevação dos preços das commodities

20 os principais fatores determinantes do relativo controle da inflação são: a apreciação cambial decorrente dos elevados saldos na balança comercial e da manutenção de grande diferencial entre as taxas de juros interna e externa; a fraca pressão da demanda interna causada pelas políticas fiscais (mega-superávit primário) e monetária (juros elevados); e, a queda dos salários reais.

21 a trajetória descendente da dívida líquida externa se deve diretamente aos grandes saldos da balança comercial a relação dívida interna/PIB é crescente em decorrência da troca de dívida externa, de maior prazo e menor juro, por dívida interna, de prazo menor e taxas de juros mais elevadas no Governo Lula as elevadas taxas de juros praticadas acarretaram montante acumulado de pagamentos de juros de R$ 590 bilhões, aproximadamente 61% maior do que aquele acumulado entre 1999 e 2002

22 no Governo Lula a trajetória instável e de baixas taxas de crescimento do PIB está associada a taxas de investimento baixas e de desemprego altas taxa de desemprego, apesar da tendência de queda durante o governo Lula, esta taxa tem se mantido em níveis elevados, inclusive, superiores aos níveis observados durante o primeiro mandato de FHC

23 o Governo Lula tem implementado uma série de medidas na direção da consolidação do Modelo Liberal Periférico que é caracterizado pela enorme desigualdade, reduzidas taxas de crescimento e investimento, inserção internacional passiva e grande vulnerabilidade externa estrutural o avanço do processo de liberalização econômica está associado à perda de eficiência sistêmica da economia brasileira no Governo Lula verifica-se a deterioração institucional decorrentes de retrocessos relativos à eficácia do governo, qualidade do aparato regulatório, respeito à lei e controle da corrupção

24 Finanças públicas, valores acumulados: (R$ bilhões) PeríodoJuros Superávit fiscal primário Aumento da dívida pública ,4 -6,5232, ,8 165,4495, ,6 330,9185,9 Total1167,8 489,8913,7

25 Renda, investimento e emprego: Governo Lula versus Governo FHC (%) PIB, var. real2,42,13,3 PIB per capita, var. real1,01,72,9 Taxa de investimento17,416,516,1 Investimento, var. real4,3-2,03,5 Taxa de desemprego, RMSP15,518,417,8

26 Índice de Liberalização Econômica:

27 Brasil - Perda de eficiência sistêmica : (posição no ranking mundial) Eficiência dos negócios Desempenho econômico Infra-estrutura Eficiência do governo Geral Fonte: IMD (2007).

28 Respeito à lei e controle da corrupção: Fonte: Banco Mundial (2007).

29 Eficácia do governo e qualidade do aparato regulatório:

30 A macroeconomia de Lula em perspectiva histórica

31 Seis principais variáveis macroeconômicas: variação da renda real; hiato de crescimento (diferencial entre a var. renda no Brasil e no mundo); acumulação de capital (variação da formação bruta de capital fixo); inflação (deflator implícito do PIB); fragilidade financeira do Estado (relação dívida interna/PIB); vulnerabilidade externa (relação dívida externa/exportação).

32 Principais conclusões: Capítulo 4 a renda real do Brasil cresce à taxa média anual de 4,5% no período e no Governo Lula ( ) a taxa média anual de crescimento real do PIB é de 3,3% pelos padrões históricos brasileiros o Governo Lula caracteriza-se pelo pífio desempenho do crescimento da renda visto que no conjunto de 30 mandatos na história da República, o Governo Lula está na 9ª pior posição o Brasil anda para trás durante o Governo Lula visto que há hiato de crescimento negativo, ou seja, a economia brasileira cresce a taxas significativamente menores do que a economia mundial

33 durante o Governo Lula a taxa média anual de variação da FBCF é de 3,5%, abaixo da taxa média histórica e, comparativamente aos outros presidentes, Lula mostra desempenho insatisfatório visto que está na 11ª pior posição Lula tem desempenho favorável em relação ao controle da inflação visto que somente outros 11 presidentes lograram manter a inflação em níveis inferiores ao da taxa observada em a relação dívida interna/PIB mostra tendência crescente e atinge o mais alto nível de endividamento público da história do Brasil (Império e República)

34 a relação dívida externa/exportação se reduz à metade entre 2002 e 2006, o que mostra o desempenho muito favorável do Governo Lula, que tem se beneficiado de uma conjuntura internacional extraordinariamente favorável o Governo Lula tem o 4º mais baixo Índice de Desempenho Presidencial, que considera o conjunto de seis variáveis macroeconômicas, e somente os Governos Sarney, FHC II e Collor têm desempenho pior do que o Governo Lula

35 Índice de Desempenho Presidencial, média

36 Desempenho do governo Lula: Síntese das variáveis e dos índices (valores em %; ordem: pior = 1; melhor = 30) Lula Variáveis e índices Desempenho em relação à média e à mediana Variá velOrdemMédia Media na PIB, var.3,3 9ª menor 4,54,6desfavorável Hiato-1,5 4ª menor 1,20,8 desfavorável FBCF, var.3,5 12ª menor 4,28,2 desfavorável Inflação8,7 21ª maior 15,712,7favorável Fragilidade financeira41,3 1ª maior 7,510,1desfavorável Vulnerabilidade externa 170,2 22ª maior 203,2222,3favorável

37 Lula: melhor do que JK ou quase tão ruim quanto Collor? Jusce lino MédiaLulaSarneyFHC II Collor 69,057,5 43,841,534,033,0

38 Perspectivas para os jovens Como os jovens vêem o futuro do Brasil

39 Mortes e homicídios de jovens: recordes mundiais Rankin g Taxa de mortes de jovens por armas de fogo (homicídios, acidentes, suicídios e causas indeterminadas) (por 100 mil) – 65 países Taxa de homicídios de jovens (por 100 mil) - 84 países PaísTaxaPaísTaxa 1 Brasil43,1 Colômbia95,6 2 Venezuela38,3Venezuela65,3 3 Belize17,6 Brasil51,7 4 Uruguai15,2Porto Rico50,1 5 Guiana11,0Santa Lúcia29,4

40 Maior desemprego dos jovens Taxa de desemprego (%) 10 a 17 anos18 a 24 anos ,510, ,616, ,517, ,018, ,617, ,518,0

41 Maior consumo de drogas e álcool pelos jovens Consumo de drogas – uso na vida (% da população) Bebidas alcoólicas 12 a 17 anos48,354,3 18 a 24 anos73,278,6 Total68,774,6 Tabaco Homens46,250,5 Mulheres36,339,2 Total41,144,0 Maconha6,98,8 Solventes5,86,1 Cocaína2,32,9 População que já recebeu algum tratamento para uso de álcool ou drogas (%) 12 a 17 anos2,81,0 18 a 24 anos4,92,3 Total4,02,9

42 Jovens brasileiros emigram cada vez mais Imigrantes legais brasileiros nos Estados Unidos NúmeroBrasil / Total (%) , , , , , , , , , ,41

43 Jovens pessimistas com o futuro (Distribuição percentual) Como será o futuro? Pior MelhorIgualSem opinião No bairro onde mora No Rio de Janeiro No Brasil No mundo

44 Como o Brasil é visto Existe Não existe Exploração dos mais fracos7026 Respeito ao trabalho3361 Boas possibilidades para a realização de projetos pessoais 3255 Reconhecimento e valorização do mérito pessoal 2561 Segurança para planejar a vida2363 Bons governos1776 Boas práticas políticas1380

45 Obrigado!


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