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TEMA 3: Diagrama de Entidade Relacionamento (Conceito, Símbolos utilizados e Elaboração de um Diagrama ER) Rogério B. de Andrade Bacharel em Ciência da.

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1 TEMA 3: Diagrama de Entidade Relacionamento (Conceito, Símbolos utilizados e Elaboração de um Diagrama ER) Rogério B. de Andrade Bacharel em Ciência da Computação pela Univap Especialização em Educação na área de Ciências da Natureza Matemática e suas tecnologias

2 Conceitos Básicos Conceitos Básicos Dados: fatos isolados, elementos que caracterizam ou descrevem algo, representação não estruturada cuja utilização poderá ser pertinente ou útil numa determinada situação. Informação: Resultado da interpretação dos dados, conjunto de dados que quando colocados num contexto útil e de grande significado têm valor real ou percebido nas ações ou decisões de quem o utiliza.

3 Banco de Dados Banco de Dados Local físico utilizado para armazenar informações de forma organizada. É composto por Estrutura e Dados. A Estrutura define a organização das informações (nome, tipo, tamanho etc.), enquanto Dados contém as informações propriamente ditas. Coleção abrangente, organizada e inter-relacionada dados com o objetivo de minimizar duplicidade de informação e otimizar a eficácia do seu tratamento e acesso.

4 Campo: Propriedade que Classifica um conjunto de informações específicas, por exemplo: nome, endereço, idade, salário, função etc. Um campo também deve ter ser tipo de dado definido.

5 Registro: Um conjunto de campos define um registro. Ex.: nome, endereço, bairro, uf, idade.

6 Entidade: Conjunto de Campos representando informações de forma relacional (organizada). Ex.: Entidade Aluno = (nome, endereço, bairro, uf, idade).

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8 Modelo Entidade Relação: Origem Peter Chen (1976). Modelo largamente adotado e de fácil utilização, tem por objetivo traduzir diferentes pontos de vista de diferentes pessoas numa mesma linguagem, definir requisitos de procedimentos e condicionamentos de dados de forma a ajudar as pessoas envolvidas a conjugar os diferentes pontos de vista e ajudar a pensar e a implementar uma base de dados

9 Modelo Entidade Relação: Representação Gráfica que demonstra as entidades, respectivas informações (campos, registros, etc.) e o relacionamento entre as mesmas. Um Modelo Entidade Relação é denominado M ER. Representa o modelo lógico de dados global, independente de qualquer utilizados ou aplicação particular, constituindo o chamado esquema ou estrutura da base de dados.

10 Simbologia Modelo Entidade Relação: A Entidade de um MER é representada através do um retângulo, contendo um título que define o nome da mesma e por linhas que descrevem os campos contidos na entidade. Toda entidade deve ter um campo único, numérico e seqüencial que identifique um registro da entidade (+). Caso o registro seja removido, este número não poderá ser associado a outro registro da tabela. Losângulo permitem explicitar o relacionamento entre entidades e as setas de direção identificam os campos em comuns (campos chaves e estrangeira). Entidade Aluno codAluno + nomeAluno endereço cidade uf

11 Relacionamento entre Entidades: Duas ou mais entidades podem estar relacionadas através de um campo em comum (campo chave). A Entidade de destino do campo em comum as entidades relacionadas recebe o nome de chave estrangeira. O uso de campos chaves permite além de relacionar as informações, também evita duplicação de informações. Um campo chave permite que outra entidade agregue indiretamente as informações da entidade a qual se relaciona. Aluno codAluno + codCurso nomeAluno.... uf Curso codCurso + descricao anoCriacao cargaHoraria Matriculado

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13 Tipos de relacionamentos – Unários: relação de uma entidade consigo própria – Binários: relação entre duas entidades – Ternários: relação entre três entidades Cardinalidade dos relacionamentos 1:1 1:M M:M

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15 Atenção: A normalização visa a eliminação da redundância no entanto dificilmente esta pode ser totalmente eliminada Algoritmo estrutura de repetição Repita

16 12 Regras de Codd para BD relacionais Regra da informação – toda a informação de uma BD (dados e dicionário de dados) está representada ao nível lógico em tabelas organizadas em linhas e colunas Acesso garantido – o acesso aos dados de uma BD é garantido pela combinação do nome da tabela, do valor da chave primária e do nome da coluna Tratamento sistemático de valores nulos – os valores nulos (diferentes de zeros ou brancos) são utilizados para representar a falta de informação

17 12 Regras de Codd para BD relacionais Sublinguagem completa – tem de haver pelo menos uma linguagem com instruções que permita definir: os dados, as vistas, manipulação de dados, as restrições de integridade, autorizações, procedimentos de segurança Atualização de vistas – numa vista todos os dados atualizáveis que forem modificados devem ver essa modificação expressa nas tabelas base Catálogo dinâmico baseado no modelo relacional – a BD é representada ao nível lógico por tabelas que descrevem a sua estrutura, da mesma forma que os dados normais

18 12 Regras de Codd para BD relacionais Inserção, atualização e remoção de alto nível – a capacidade de manejar uma relação da BD implica não só a pesquisa de dados mas também a sua inserção, atualização e remoção Independência física dos dados – alterações na organização física dos ficheiros ou nos métodos de acesso não devem afetar o nível conceptual Independência lógica dos dados – alterações no esquema conceptual da BD que não envolvam perda de informação, não devem refletir-se no nível aplicacional

19 12 Regras de Codd para BD relacionais Independência dos dados – as restrições de integridade devem ser especificadas independentemente dos programas de aplicação e armazenadas no dicionário de dados Independência da distribuição – as aplicações e as respectivas operações não precisam de ser modificadas quer o sistema suporte seja distribuído ou não. Não subversão – se um SGBD tem uma linguagem de baixo nível, esta não deve subverter as características de integridade e segurança expressas na linguagem de alto nível.

20 Vantagens Base teórica sólida Estruturas de dados simples Pequeno número de conceitos Operadores simples Suporte de linguagem SQL Independência física e lógica dos dados

21 BIBLIOGRAFIA José António Carriço, Desenho de Bases de Dados, ISTEC, 1996 José Luis Pereira, Tecnologia de Bases de Dados, FCA, 1998 Luis Silva Rodrigues, Acetatos de Informática de Gestão I, ISCAP, 1998 Vidal de Carvalho, Informática de Gestão I: Bases de Dados, 1999 António Vieira, Mariana Malta, Sistemas de Gestão de Bases de Dados, ISCAP, 2000 Mariana Malta, Modelação de Dados, ISCAP, 2000 até a próxima aula... Professor Rogério B. Andrade Julho de 2009.

22 Dica: O aprendizado se faz com dedicação. Estude com paixão o conteúdo, questione, tire dúvidas, pesquise, aplique ao seu dia a dia. até a próxima aula... Professor Rogério B. Andrade Julho de 2009.


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