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Interface Com o Usuário Bases Teóricas Semiótica Relações Sinais.

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Apresentação em tema: "Interface Com o Usuário Bases Teóricas Semiótica Relações Sinais."— Transcrição da apresentação:

1 Interface Com o Usuário Bases Teóricas Semiótica Relações Sinais

2 Interface com o Usuário2 Semiótica É a ciência que estuda a lógica dos sistemas de sinais: linguagens, códigos, sinalização etc. A interação humano-computador pode ser vista com um processo de comunicação entre dois sistemas cognitivos que fazem tratamento de informação simbólica: De um lado, temos o ser humano, cujas estruturas cognitivas, tratam representações, portanto simbólicas, da realidade. De outro, o computador, visto como uma máquina simbólica que realiza tratamentos de sinais produzidos pelos programadores para produzir os sinais que os usuários interpretam e manipulam em suas interfaces.

3 Interface com o Usuário3 Os Componentes de um sinal No século XX, Pierce e Saussure lançaram as bases de duas disciplinas dedicadas aos sinais: Semiótica e Semiologia. Esquema Semiótico de Pierce (ou tríade de Peirce): É uma representação dos componentes dos sinais e de suas inter-relações. Ele envolve: 1.Um sinal (ou expressão) S; 2.Um objeto de referência (ou conteúdo) R; e 3.Uma interpretação I. Segundo este esquema, um sinal ocorre somente quando ele for interpretado na mente de uma pessoa.

4 Interface com o Usuário4 As relações Semióticas As relações envolvendo a tríade de Peirce define as 3 dimensões Pragmática, Semântica e Sintática da Semiótica. 1. A Sintaxe define a relação entre os sinais (expressões) de um sistema, que é descrita por um conjunto de regras do tipo: tal sinal "determina" ou "é determinado" por outro, ou é independente em relação a outro.

5 Interface com o Usuário5 As relações Semióticas 2. A Semântica associa sinais (expressões) aos objetos (conteúdos) que eles representam, e é descrita por um conjunto de regras (arbitrárias ou naturais) do tipo; um sinal "designa" ou "denota" um objeto. 3. A relação Pragmática relaciona sinais e objetos com suas interpretações e é descrita em termos de: um sinal "exprime" ousignifica um objeto para mim.

6 Interface com o Usuário6 As Funções de um Sinal A partir dos níveis semióticos (Sintaxe, Semântica e Pragmática) pode-se derivar as três funções fundamentais de um sinal: 1. Um sinal é visto como expressão quando a ênfase está colocada sobre suas qualidades de apresentação; 2. Ele é visto como representação quando além destas qualidades a ênfase estiver na relação da representação com o objeto representado; e 3. Ele é visto como conhecimento quando integrar as funções de expressão e de representação de modo a passar algum conhecimento geral ou específico sobre o objeto representado.

7 Interface com o Usuário7 Formação de um Sinal A expressão é a dimensão manifestada por um ato simbólico. Ela pode envolver diversas substâncias, por exemplo: Gestos e movimentos; Sons; Pontos no papel ou pixels na tela etc. Um sinal não existe sem o indivíduo ter um certo conhecimento sobre um objeto ou propriedade do mundo, para que este possa ser interpretado na mente dessa pessoa, ou seja, sem as dimensões conteúdo e expressão não existe sinal.

8 Interface com o Usuário8 A Estrutura da Semiosis O sinal tem sido estudado como uma relação ou uma função, que associa um conteúdo à uma expressão na mente da pessoa que o interpreta. A expressão é a dimensão manifestada por um ato simbólico. Ela pode envolver diversas substâncias, por exemplo: gestos, movimentos, sons, pontos no papel, pixels na tela etc.

9 Interface com o Usuário9 Conteúdo e expressão de um sinal Conteúdo e expressão apresentam forma e substância, assim: A substância representa uma característica do contínuo que é instanciada por uma forma. A forma surge no momento do ato simbólico quando a substância instanciada passa a ser diferente em relação a uma outra instância e pertinente em relação ao conteúdo ou a expressão. Com isso, temos a conclusão de que os fatores decisivos em um sinal são suas formas.

10 Interface com o Usuário10 Exercício Desenvolver (desenhar) 5 tipos de sinais para representar componentes de HW ou funções de SW. Justificar a escolha em termos de: Sintaxe: relacionar os sinais entre si Semântica: relacionar os sinais aos objetos (forma e conteúdo) Pragmática: relacionar forma e conteúdo com sua interpretação (esclarecer a utilidade do símbolo)

11 Interface com o Usuário11 Significado x Significante O significado de um sinal representa uma classe formada por todas as mensagens que um sinal admite. Significante entende-se a classe formada por todos os sinais que uma mensagem admite. Mensagem e sinal são instâncias de significado e significante. Mensagem e sinal são instâncias (tipos) de significado e significante.

12 Interface com o Usuário12 Identificação do ato simbólico Existem dois tipos de mecanismo de indicação que caracterizam um ato simbólico: 1. Indicação Notificativa, é fornecida pelo sinal ao ser produzido e simplesmente indica ao receptor que o emissor se propõe a emitir um sinal; e 2. Indicação Significativa, essa indicação informa ao receptor que a classe à qual pertence a mensagem que chega é uma classe familiar, isto é, capaz de ser tratada

13 Interface com o Usuário13 Articulações das formas de sinais Existem e formas de sinais podem ser articuladas: 1. A primeira articulação se verifica quando existe uma correspondência simbólica entre os fatores da forma da expressão e os fatores da forma do conteúdo de um sinal. Estes fatores são denominados signos. Por exemplo, o numero 201 indica um apartamento localizado no segundo andar (2), de frente e à direita da fachada (01); e 2. A segunda articulação se verifica em um sinal já articulado cujos signos não são formados por outros signos. Neste caso estes fatores são denominados de figuras. Os sinais da linguagem escrita ou falada apresentam dupla articulação, na medida em que fonemas (grafemas ou) que são os componentes elementares das palavras, constituem figuras.

14 Interface com o Usuário14 Exercício 1 Realizar a Análise Semiótica do aplicativo Calculadora levando em conta as características: Sintáticas, define a relação entre os sinais (expressões) de um sistema; Semânticas, associa sinais (expressões) aos objetos (conteúdos) que eles representam; e Pragmáticas, relaciona sinais e objetos com suas interpretações.

15 Interface com o Usuário15 Solução Análise Sintática O aplicativo possui 4 áreas independentes entre si: 1. Uma barra de status com o ícone da calculadora do lado esquerdo e com 3 ícones de manipulação de janela do lado direito; 2. Uma barra de menu com 3 opções: editar, exibir e ajuda; 3. Uma caixa de diálogo onde serão apresentados os números (entrada/saída); 4. Vinte e sete teclas, sendo: 3 teclas de controle de erros, 4 de manipulação da memória, 10 numéricas, 4 de operações matemáticas, 6 de funções (igualdade, vírgula, troca de sinal, raiz, percentagem e razão inversa) Análise Semântica Nota-se que na barra de status tanto o ícone da calculadora quanto os 3 de manipulação de janelas possuem a mesma função. Nas teclas de controle de erros, a de retrocesso está grafada em inglês, enquanto as de cancela o erro e cancela tudo possuem mnemônicos em português; Nas teclas de controle de memória os acrogramas estão em português entretanto com a ordem invertida; Nas teclas de função, a de raiz quadrada tem seu mnemônico em inglês; Análise Pragmática O aplicativo utiliza uma metáfora do mundo real, representando uma pequena calculadora virtual na tela do computador.

16 Interface com o Usuário16 Códigos de comunicação Os personagens de uma comunicação são: o emissor, a mensagem, a referência, o código e o receptor. Algumas funções semióticas se estabelecem a partir das relações entre estes personagens. As principais envolvem códigos entre: 1. Mensagem-referência, define uma função lógica e objetiva que visa evitar toda e qualquer confusão entre o sinal e o objeto representado; e 2. Emissor-mensagem, refere-se um esquema de comunicação subjetiva e emotiva. Relações objetivas e afetivas, são as bases, ao mesmo tempo complementares e concorrentes da comunicação.

17 Interface com o Usuário17 Categorias de códigos Um código define a convenção entre significado e significante. Os códigos podem ser classificados em: Códigos paralinguísticos, tem a função de substituir a linguagem articulada em caso de algum tipo de restrição e incluem códigos como: Morse, Braile, de bandeiras, de mãos (surdo-mudos); Códigos práticos, tem por objetivo coordenar ações na circulação em geral, na programação da produção, na operação de sistemas, etc. Seus sinais são injunções, instruções, avisos e alarmes; Códigos epsitemológicos, tem o objetivo de informar sobre a identidade dos elementos e de suas relações em um determinado campo do conhecimento;

18 Interface com o Usuário18 Categorias de códigos Códigos mânticos, dizem respeito às artes da adivinhação e da comunicação com os deuses e incluem a astrologia, a cartomancia, quiromancia, etc. Códigos estéticos, se referem aos sentimentos íntimos e incluem principalmente as artes e literaturas. Seus sinais são icônicos e analógicos; Código Social, neste tipo de código existe parcialidade, o emissor tem uma participação direta no fato que acaba de relatar. Assim seus sinais identificam a situação dos indivíduos frente ao grupo e do grupo frente a coletividade. Esses códigos incluem protocolos, rituais, jogos, modas etc. Códigos Sensoriais, estão ligados às primeiras etapas do processamento sensorial da informação. Eles tendem a ser estáveis frente à indivíduos e culturas;

19 Interface com o Usuário19 Semiótica Computacional A Semiótica Computacional foi proposta por Andersen (1991) suas propostas são baseadas em duas das interpretações do esquema semiótico: O esquema estruturalista; e A tríade. No centro de sua perspectiva está o indivíduo, considerado como o criador, o intérprete e a referência dos sinais. Ele usa a produção semiótica de outros para (re)produzir conhecimento comum.

20 Interface com o Usuário20 Semiótica Computacional Um sinal é uma relação entre formas de expressão e de conteúdo que só ocorre quando ele é interpretado. Assim, não se pode dizer que um projetista conceba sinais. Ele propõe sinais, que podem ser realizados ou não. Programar, no sentido semiótico, é usar o computador para dizer algo as pessoas, com isso os sinais computacionais são definidos como sinais candidatos, ou seja eles dependem dos usuários para serem realizados como sinais.

21 Interface com o Usuário21 Sinais Computacionais A interface humano-computador é vista como uma coleção de sinais computacionais. Os sinais computacionais são definidos como um tipo especial de sinais cujo plano de expressão se manifesta no processo de mudança da substância dos dispositivos de entrada e de saída do sistema informatizado. Os sinais computacionais formam estruturas de propriedades manipuláveis, permanentes e transitórias que podem realizar ações sobre os outros sinais do sistema.

22 Interface com o Usuário22 Propriedades dos sinais computacionais As propriedades manipuláveis são produzidas pelo usuário com o objetivo de articular suas ações e incluem o pressionar de uma tecla, os movimentos do mouse etc. As propriedades permanentes, geradas pelo computador, são aquelas que permanecem constantes durante o ciclo de vida ativa do sinal e que servem para diferencia-lo de outros sinais. As propriedades transitórias, também geradas pelo computador, são as que se modificam durante a vida do sinal.

23 Interface com o Usuário23 Sinais e interação Em um sistema interativo os sinais podem aparecer juntos ou se seguirem no tempo. 1.O primeiro tipo de situação define uma cadeia concorrente que representa o ambiente estático de trabalho. Este é formado pelo elenco de objetos de trabalho, máquinas, ferramentas, controles etc. 2. A cadeia seqüencial, definida pelo segundo tipo de relação, representa o aspecto dinâmico do sistema. Elas representam as possibilidades e os padrões em termos de ações.

24 Interface com o Usuário24 Sinais compostos Existem dois tipos de sinais compostos: 1. Sinal composto concorrente refere-se a "cena". As cenas correspondem a noção teatral do termo, que define um local com os objetos e os atores necessários para a realização de ações, ou seja, o conjunto de objetos e ferramentas necessários para a execução de um grupo de tarefas; e 2. Sinal compostos seqüenciais são as "ações e tarefas simbólicas que resultam da manipulação de sinais". Elas correspondem aos padrões na seqüência dos atos simbólicos e são definidos a partir do procedimento analítico estruturalista.

25 Interface com o Usuário25 Ações x tarefas As ações são partes de uma tarefa e correspondem à noção da sentença "os maiores elementos que não podem funcionar como o todo do qual fazem parte". Enquanto as tarefas combinam livremente, as ações dependem de uma tarefa.

26 Interface com o Usuário26 Exemplo Para diferenciar tarefa e ação, é apresentada a cadeia de sinais verificada em um aplicativo de desenho: "seleciona ferramenta retângulo+desenha retângulo+seleciona caneta+desenha a mão livre". Esta seqüência pode ser dividida em duas partes independentes: "seleciona retângulo+desenha retângulo"+"seleciona caneta+desenha à mão livre". Elas formam tarefas pois podem funcionar como o todo do qual fazem parte. Na divisão da cadeia: "seleciona retângulo+desenha retângulo" verifica-se que a segunda parte depende da primeira. Não podendo funcionar como o todo do qual faz parte, "seleciona retângulo" define uma ação.

27 Interface com o Usuário27 Exercício 2 Observar e relatar o que acontece quando você realiza as seguintes operações: 1. Comparar as operações de copiar, colar e recortar dos aplicativos Excel e Word, prestar atenção especial aos ícones e sua função. 2. Disparar o aplicativo Word e modificar a posição das barras de ícones e menus, tentar coloca-las ao lado das barras laterais. 3. Disparar o aplicativo Paint, selecionar: 1. A ferramenta Texto e digitar o seu nome completo e, sem desabilitar o editor, diminua a área de edição 2. Após digitar um texto, coloque o aplicativo na opção janela, selecione a ferramenta Selecionar, selecione uma parte do texto que acabou de digitar e mova esta seleção para fora da janela do Paint Existem alternativas para os problemas encontrados? Quais seriam?

28 Interface com o Usuário28 Exercício 3 Fazer a análise semiótica da ferramenta Pesquisar arquivos ou pastas e emitir um relatório com sugestões de melhoras e comentários. Ex10.doc O exercício deve ser salvo como um arquivo de texto, que deve ser chamado Ex10.doc

29 Interface com o Usuário29 Exercício 4 Fazer uma crítica aos ícones e sua funcionalidade da ferramenta Acrobat Reader e emitir um relatório com sugestões de melhoras e comentários. Ex11.doc O exercício deve ser salvo como um arquivo de texto, que deve ser chamado Ex11.doc

30 Interface com o Usuário30 Exercício 3 Visite o site: Hall of Shame (Hall da Vergonha) e observe a quantidade de defeitos existentes em alguns dos softwares mais utilizados no mundo. Enumere 3 defeitos dos seguintes aplicativos: 1. Windows Explorer; 2. Acrobat Reader; e 3. Internet Explorer. Ex12.doc O exercício deve ser salvo como um arquivo de texto, que deve ser chamado Ex12.doc

31 Interface com o Usuário31 Condições para a aprendizagem


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