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TRATAMENTO DE LESÕES ÓSSEAS CÍSTICAS UNILOCULARES NOS MAXILARES PELA TÉCNICA DA DESCOMPRESSÃO Nascimento, L. C.; Corso, P. F. C. L., Delson, J. C. PIBIC/CNPq.

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1 TRATAMENTO DE LESÕES ÓSSEAS CÍSTICAS UNILOCULARES NOS MAXILARES PELA TÉCNICA DA DESCOMPRESSÃO Nascimento, L. C.; Corso, P. F. C. L., Delson, J. C. PIBIC/CNPq – 2012/2013 Departamento de Estomatologia- Setor de Ciências da Saúde Introdução As lesões císticas uniloculares encontradas nos ossos maxilares é frequente e podem ser encontradas em um exame radiográfico de rotina odontológica ou quando o paciente procura ajuda do cirurgião dentista devido a uma tumefação (edema) no rosto que não regride espontaneamente. O tratamento dessas lesões varia de acordo com a possível etiologia da lesão, a presença de sintomatologia dolorosa, o tamanho e a proximidade com as estruturas nobres. Objetivos -O objetivo do estudo será realizar uma avaliação do tempo e sucesso diretamente relacionado ao tipo de abordagem terapêutica sobre lesões radiolúcidas uniloculares nos ossos maxilares. - Avaliar prontuários de paciente tratados no serviço e acompanhar novos casos e verificando o material utilizado na descompressão das lesões ósseas uniloculares dos maxilares. - Correlacionar os aspectos radiográficos da lesão (uniloculares) e a efetividade da técnica da descompressão. - Quais os outros tipos de tratamentos e sua respectiva efetividade e tempo até cura da lesão. Materiais e Métodos Este estudo se caracteriza como descritivo, retrospectivo e analítico. Os prontuários de pacientes atendidos na clínica de Estomatologia e Cirurgia II da UFPR entre os meses de fevereiro de 2010 até abril de 2013 foram consultados. Em uma planilha específica constaram os seguintes itens: nome, gênero, faixa etária, histórico de doenças, descrição clínica da lesão, localização, dimensão das lesões, dentes retidos ou deslocados, diagnóstico, tratamentos preconizados, materiais utilizados, ocorrência de recidivas. A área radiolúcida, na radiografia, de cada lesão foi mensurada em comprimento e largura com um paquímetro. A mensuração começava do halo radiopaco da parte mais externa da lesão até a outra ponta da lesão. As medidas foram feitas em eixos cartesianos, ou seja eixo x, correspondia a largura e eixo y, a altura. Foram selecionados 48 prontuários que se encaixavam nos critérios de inclusão. Resultados A média da faixa etária foi de 29 anos, variando de 6 a 68 anos. O gênero predominante foi o masculino com 53%. A maxila teve envolvimento em cerca de 60% dos casos. As porcentagens dos tratamentos foram - enucleação: 35,5% - enucleação + exodontia: 29,4% -descompressão e posterior enucleação : 14,7% - enucleação + apicectomia: 8,8% - Enucleação + osteotomia periférica: 2,9% -enucleação + de solução de carnoy: 2,9% - encaminhamento para outro hospital: 2,9% - biópsia incisional (aguardando resultado): 2,9% A descompressão como parte do tratamento totalizou 14,7% e foi indicado para lesões grandes e que apresentavam proximidade com estruturas nobres da face, principalmente o nervo mandibular. Nenhuma descompressão foi usada como forma única forma de tratamento. A maioria das exodontias feitas juntamente com as enucleações foi de terceiros molares, 83% dos casos, o restante estava associado a dentes decíduos. Não foi usado nenhum tipo de enxerto nos procedimentos. Conclusões Os autores concluíram que apesar da pequena amostra estudada os tratamentos preconizados na disciplina de Cirurgia II têm apontado para índices satisfatórios de sucesso. Além disso, a técnica da descompressão é extremamente útil quando cistos de grandes dimensões são encontrados nos ossos maxilares. Apesar de ainda não serem usados como tratamento finais são fundamentais para aumentar a margem de cura e diminuir a morbidade do procedimento cirúrgico final. Referências Bibliográficas BODNER, L.; BAR-ZIV, J. Characteristics of bone formation following marsupialization of jaw cysts. Dento maxillo facial radiology, v. 27, n. 3, p. 166–71, maio KUBOTA, Y. et al. Effects of the patients age and the size of the primary lesion on the speed of shrinkage after marsupialisation of keratocystic odontogenic tumours, dentigerous cysts, and radicular cysts. The British journal of oral & maxillofacial surgery, v. 51, n. 4, p. 358–62, jun


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