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1 TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA na Administração Pública Airton Rocha Nóbrega.

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1 1 TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA na Administração Pública Airton Rocha Nóbrega

2 2 AIRTON ROCHA NÓBREGA Advogado e Consultor Especialista em Direito Público Palestrante e Articulista Pareceres Assistência em Procedimentos Regulamentos Internos PALESTRANTE

3 3 MATERIAL DIDÁTICO APRESENTAÇÃO

4 4 LEGISLAÇÃO NDJ APRESENTAÇÃO

5 5 Material Didático SLIDES DISPONÍVEL EM

6 6

7 7 BIBLIOGRAFIA Airton Rocha Nóbrega

8 8 DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. GASPARINI, Diógenes. Direito Administrativo. OBRAS DOUTRINÁRIAS

9 9 GASPARINI, Diógenes. Crimes na Licitação. São Paulo: NDJ. JUSTEN FILHO, Marçal. "Licitações e Contratos Administrativos". OBRAS DOUTRINÁRIAS

10 10 MEIRELLES,,Hely Lopes. "Licitações e Contratos Administrativos". Malheiros Editores. MOTTA,Carlos Pinto Coelho. "Eficácia nas Licitações e Contratos". Del Rey. OBRAS DOUTRINÁRIAS

11 11 PEREIRA JÚNIOR, Jessé Torres.Comentários à Lei das Licitações e Contratações da Administração Pública. RIGOLIN, Ivan Barbosa. Manual Prático das Licitações. OBRAS DOUTRINÁRIAS

12 12 MENDES, Renato Geraldo.Lei de Licitações e Contratos. Zênite. SANTANA, Jair Eduardo e GUIMARÃES, Edgar. Licitações e o novo estatuto da pequena e microempresa. OBRAS DOUTRINÁRIAS

13 13 GARCIA, Flávio Amaral.Licitações e Contratos Administrativos. Lumen Juris. OBRAS DOUTRINÁRIAS

14 14 PERIÓDICOS Atualização Constante FONTES DE CONSULTA BIBLIOGRAFIA

15 15 Boletim de Licitações e Contratos Artigos Consultas e Respostas Acórdãos PERIÓDICOS

16 16 L&C Revista de Administração Pública e Política PERIÓDICOS

17 17 PARECERES ADVOCACIA-PÚBLICA AGU - PROCURADORIAS FONTES DE CONSULTA

18 18 AGU PARECERES, SÚMULAS E ORIENTAÇÕES NORMATIVAS PARECERES

19 19 ORIENTAÇÃO NORMATIVA N.º 26 de 1º/04/2009 – DOU de AGU NA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇO EM QUE A MAIOR PARCELA DO CUSTO FOR DECORRENTE DE MÃO-DE- OBRA, O EDITAL E O CONTRATO DEVERÃO INDICAR EXPRESSAMENTE QUE O PRAZO DE UM ANO, PARA A PRIMEIRA REPACTUAÇÃO, CONTA-SE DA DATA DO ORÇAMENTO A QUE A PROPOSTA SE REFERIR.

20 20 ORIENTAÇÃO NORMATIVA N.º 8 de 1º/04/2009 – DOU de AGU O FORNECIMENTO DE PASSAGENS AÉREAS E TERRESTRES ENQUADRA-SE NO CONCEITO DE SERVIÇO PREVISTO NO INC. II DO ART. 6º DA LEI Nº 8.666, DE Transporte AéreoServiçoUtilidade

21 21 ORIENTAÇÃO NORMATIVA N.º 25 de 1º/04/2009 – DOU de AGU A ALTERAÇÃO DOS INSUMOS DA PLANILHA DE PREÇOS DECORRENTE DE ACORDO, CONVENÇÃO OU DISSÍDIO COLETIVO DE TRABALHO SOMENTE PODERÁ SER OBJETO DE PEDIDO DE REPACTUAÇÃO CONTRATUAL.

22 22 ORIENTAÇÃO NORMATIVA N.º 22 de 1º/04/2009 – DOU de O reequilíbrio econômico-financeiro pode ser concedido a qualquer tempo, independentemente de previsão contratual, desde que verificadas as circunstâncias elencadas na letra d do inciso II do art. 65, da Lei n.º 8.666, de AGU

23 23 ORIENTAÇÃO NORMATIVA N.º 17 de 1º/04/2009 – DOU de É obrigatória a justificativa de preço na inexigibilidade de licitação, que deverá ser realizada mediante a comparação da proposta apresentada com preços praticados pela futura contratada junto a outros órgãos públicos ou pessoas privadas. AGU

24 24 PESQUISA NA WEB FONTES DE CONSULTA

25 25 JURISPRUDÊNCIA CONCLUSÕES DOS TRIBUNAIS FONTES DE CONSULTA

26 26 STF PODER JUDICIÁRIO STJ TJ dos Estados TRFs

27 27 (...). MANDADO DE SEGURANÇA. LICITAÇÃO. HABILITAÇÃO. DENEGAÇÃO. 1. À Administração Pública é lícito proceder a diligências para averiguar se os licitantes estão em situação de regularidade fiscal. 2. As diligências para esclarecimento no curso de procedimento licitatório visam impor segurança jurídica à decisão a ser proferida, em homenagem aos princípios da legalidade, da igualdade, da verdade material e da guarda aos ditames do edital. 3. Comprovação da regularidade fiscal que impera. 4. Ausência de qualquer ilegalidade no procedimento licitatório. 5. Denegação da segurança. (STJ - MS /DF, Rel. Ministro JOSÉ DELGADO, PRIMEIRA SEÇÃO, julgado em 28/05/2008, DJe 16/06/2008) JURISPRUDÊNCIA DILIGÊNCIAS PARA AVERIGUAR REGULARIDADE FISCAL

28 28 (...) 2. Aplicação do princípio da razoabilidade. Inexistência de demonstração de prejuízo para a Administração pelo atraso na entrega do objeto contratado. 3. Aceitação implícita da Administração Pública ao receber parte da mercadoria com atraso, sem lançar nenhum protesto. 4. Contrato para o fornecimento de fogareiros, no valor de R$ ,00 com entrega prevista em 30 dias. Cumprimento integral do contrato de forma parcelada em 60 e 150 dias, com informação prévia à Administração Pública das dificuldades enfrentadas em face de problemas de mercado. 5. Nenhuma demonstração de insatisfação e de prejuízo por parte da Administração. 6. Recurso especial não-provido, confirmando-se o acórdão que afastou a pena de suspensão temporária de participação em licitação e impedimentos de contratar com o Ministério da Marinha, pelo prazo de 6 (seis) meses. (REsp /RJ, Rel. Ministro JOSÉ DELGADO, PRIMEIRA TURMA, julgado em 04/10/2007, DJ 29/10/2007 p. 190) JURISPRUDÊNCIA CUMPRIMENTO INTEGRAL DO CONTRATO E SUSPENSÃO

29 29 ÓRGÃOS DE CONTROLE FONTES DE CONSULTA

30 30 TCU ÓRGÃOS DE CONTROLE TCE TCM CONTROLE INTERNO Órgãos Administrativos Função Auxiliar do Poder Legislativo Competência Delimitada no art. 71 da Constituição Federal

31 31 TCU – TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO ÓRGÃOS DE CONTROLE SÚMULA Nº 263/2011 Para a comprovação da capacidade técnico-operacional das licitantes, e desde que limitada, simultaneamente, às parcelas de maior relevância e valor significativo do objeto a ser contratado, é legal a exigência de comprovação da execução de quantitativos mínimos em obras ou serviços com características semelhantes, devendo essa exigência guardar proporção com a dimensão e a complexidade do objeto a ser executado..

32 32 TCU – TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO ÓRGÃOS DE CONTROLE SÚMULA Nº 262/ O critério definido no art. 48, inciso II, § 1º, alíneas a e b, da Lei nº 8.666/93 conduz a uma presunção relativa de inexeqüibilidade de preços, devendo a Administração dar à licitante a oportunidade de demonstrar a exeqüibilidade da sua proposta.

33 33 TCU – TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO ÓRGÃOS DE CONTROLE SÚMULA Nº 257/ O uso do pregão nas contratações de serviços comuns de engenharia encontra amparo na Lei nº /2002.

34 34 TCU – TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO ÓRGÃOS DE CONTROLE SÚMULA N.º 255/ Nas contratações em que o objeto só possa ser fornecido por produtor, empresa ou representante comercial exclusivo, é dever do agente público responsável pela contratação a adoção das providências necessárias para confirmar a veracidade da documentação comprobatória da condição de exclusividade..

35 35 TCU – TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO ÓRGÃOS DE CONTROLE SÚMULA Nº 254/ O IRPJ – Imposto de Renda Pessoa Jurídica – e a CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – não se consubstanciam em despesa indireta passível de inclusão na taxa de Bonificações e Despesas Indiretas – BDI do orçamento-base da licitação, haja vista a natureza direta e personalística desses tributos, que oneram pessoalmente o contratado.

36 36 TCU – TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO ÓRGÃOS DE CONTROLE SÚMULA Nº 252/ A inviabilidade de competição para a contratação de serviços técnicos, a que alude o inciso II do art. 25 da Lei nº 8.666/1993, decorre da presença simultânea de três requisitos: serviço técnico especializado, entre os mencionados no art. 13 da referida lei, natureza singular do serviço e notória especialização do contratado.

37 37 Airton Rocha Nóbrega TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA

38 38 CONCEITOS RELEVANTES TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA

39 39 CONTRATAÇÕES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA OBRA SERVIÇOS COMPRAS ALIENAÇÕES

40 40 CONTRATAÇÕES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DEFINIÇÕES LEGAIS (...) toda construção, reforma, fabricação, recuperação ou ampliação, realizada por execução direta ou indireta; (Lei n.º 8.666/93, art. 6º, I) OBRAS

41 41 CONTRATAÇÕES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DEFINIÇÕES LEGAIS (...) toda atividade destinada a obter determinada utilidade de interesse para a Administração, tais como: (...) (Lei n.º 8.666/93, art. 6º, II) SERVIÇOS

42 42 DEMOLIÇÃO CONSERTO INSTALAÇÃO TRANSPORTE PUBLICIDADE TREINAMENTO ATIVIDADES

43 43 LOCAÇÃO SEGURO MANUTENÇÃO CONSERVAÇÃO TRABALHOS TÉCNICOS ATIVIDADES

44 44 COMUNS TÉCNICOS PROFISSIONAIS GENERALIZADOS ESPECIALIZADOS CLASSIFICAÇÃO

45 45 SERVIÇOS COMUNS Consideram-se bens e serviços comuns aqueles cujos padrões de desempenho e qualidade possam ser concisa e objetivamente definidos no objeto do edital, em perfeita conformidade com as especificações usuais praticadas no mercado, de acordo com o disposto no Anexo II. (Decreto n.º 3.555/2000 – Art. 3º, § 2º) DEFINIÇÃO ESPECIFICAÇÕES USUAIS

46 46 SERVIÇOS TÉCNICOS PROFISSIONAIS GENERALIZADOS ESPECIALIZADOS Arts. 13 e 24, II Lei n.º 8.666/93

47 47 SERVIÇOS CONTINUADOS São aqueles cuja interrupção possa comprometer a continuidade das atividades da Administração e cuja necessidade de contratação deva estender-se por mais de um exercício financeiro e continuamente; IN-02/2008-MPOG – Anexo I

48 48 ATIVIDADE PERMANENTE E CONTÍNUA EXTENSÃO POR MAIS DE UM EXERCÍCIO ABRANGEM SERVIÇOS ESSENCIAIS OU NÃO RENOVAÇÃO CONTRATUAL POR PERÍODOS ADICIONAIS (57, II) SERVIÇOS CONTINUADOS

49 49 SERVIÇOS NÃO CONTINUADOS são aqueles que têm como escopo a obtenção de produtos específicos em um período pré-determinado. TAREFA REPARO ESPECÍFICO REFORMA SERVIÇOS DE EXECUÇÃO IMEDIATA OU INSTANTÂNEA IN-02/2008 – Anexo I

50 50 CONTRATAÇÕES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DEFINIÇÕES LEGAIS (...) toda aquisição remunerada de bens para fornecimento de uma só vez ou parceladamente ; (Lei n.º 8.666/93, art. 6º, III) COMPRAS

51 51 CONTRATAÇÕES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DEFINIÇÕES LEGAIS (...) toda transferência de domínio de bens a terceiros ; (Lei n.º 8.666/93, art. 6º, IV) ALIENAÇÕES VENDADOAÇÃOPERMUTA

52 52 Airton Rocha Nóbrega TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA

53 53 CONCEITO DE TERCEIRIZAÇÃO TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA

54 54 Consiste a terceirização na possibilidade de contratar terceiro para a realização de atividades que não constituem o objeto principal da empresa. (Sérgio Pinto Martins - in, "A Terceirização e o Direito do Trabalho" - São Paulo: Malheiros Editores, pág. 20) CONCEITO DE TERCEIRIZAÇÃO

55 55 PARTES NA TERCEIRIZAÇÃO PRESTADORTOMADOR PESSOAL APARELHAMENTO MATERIAIS

56 56 ATIVIDADE-FIM ATIVIDADE-MEIO TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA TERCEIRIZAÇÃO LÍCITA E ILÍCITA

57 57 ATIVIDADE-FIM ATIVIDADES INSTITUCIONAIS OBJETIVOS DA ENTIDADE ATIVIDADE PRINCIPAL TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA

58 58 ATIVIDADE-MEIO ATIVIDADES ACESSÓRIAS APOIO AOS FINS INSTITUCIONAIS TERCEIRIZAÇÃO LÍCITA NORMAS TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA

59 59 Lei nº 5.645/1970 "Estabelece diretrizes para a classificação de cargos do Serviço Civil da União e das autarquias federais, e dá outras providências. Art. 3º Parágrafo único.As atividades relacionadas com transporte, conservação, custódia, operação de elevadores, limpeza e outras assemelhadas serão, de preferência, objeto de execução indireta, mediante contrato, de acordo com o artigo 10, § 7º, do Decreto-lei nº 200, de 25 de fevereiro de Art. 3º. (...). Parágrafo único.As atividades relacionadas com transporte, conservação, custódia, operação de elevadores, limpeza e outras assemelhadas serão, de preferência, objeto de execução indireta, mediante contrato, de acordo com o artigo 10, § 7º, do Decreto-lei nº 200, de 25 de fevereiro de TRANSPORTE - CUSTÓDIA - OPERAÇÃO DE ELEVADORES LIMPEZAS - ASSEMELHADAS TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA

60 60 Decreto-Lei 200/67 "Art. 10.A execução das atividades da administração federal deverá ser amplamente descentralizada.... "Art. 10.A execução das atividades da administração federal deverá ser amplamente descentralizada.... "§ 7º.Para melhor desincumbir-se das tarefas de planejamento, coordenação, supervisão e controle, e com o objetivo de impedir o crescimento desmensurado da máquina administrativa, a administração procurará desobrigar-se da realização de tarefas executivas, recorrendo, sempre que possível, à execução indireta, mediante contrato, desde que exista, na área, iniciativa privada suficientemente desenvolvida e capacitada a desempenhar os encargos de execução." TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA

61 61 DE 7 DE JULHO DE DECRETO DE 7 DE JULHO DE No âmbito da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional poderão ser objeto de execução indireta as atividades materiais acessórias, instrumentais ou complementares aos assuntos que constituem área de competência legal do órgão ou entidade.... Art. 1º No âmbito da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional poderão ser objeto de execução indireta as atividades materiais acessórias, instrumentais ou complementares aos assuntos que constituem área de competência legal do órgão ou entidade.... TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA

62 62 DECRETO DE 7 DE JULHO DE Art. 1º... Art. 1º... § 1º As atividades de conservação, limpeza, segurança, vigilância, transportes, informática, copeiragem, recepção, reprografia, telecomunicações e manutenção de prédios, equipamentos e instalações serão, de preferência, objeto de execução indireta. (...). TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA

63 63 DECRETO DE 7 DE JULHO DE Art. 1º... Art. 1º.... Não poderão ser objeto de execução indireta as atividades inerentes às categorias funcionais abrangidas pelo plano de cargos do órgão ou entidade, salvo expressa disposição legal em contrário ou quando se tratar de cargo extinto, total ou parcialmente, no âmbito do quadro geral de pessoal. § 2º. Não poderão ser objeto de execução indireta as atividades inerentes às categorias funcionais abrangidas pelo plano de cargos do órgão ou entidade, salvo expressa disposição legal em contrário ou quando se tratar de cargo extinto, total ou parcialmente, no âmbito do quadro geral de pessoal. TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA

64 64 Instrução Normativa n.º 02/2008 apóiamatividades essenciais ao cumprimento da missão institucional do órgão ou entidade Art. 6º. Os serviços continuados que podem ser contratados de terceiros pela Administração são aqueles que apóiam a realização das atividades essenciais ao cumprimento da missão institucional do órgão ou entidade, conforme dispõe o Decreto n.º 2.271/97. TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA De 3- de abril de SLTI - MPOG Art. 7º.As atividades de conservação, limpeza, segurança, vigilância, transportes, informática, copeiragem, recepção, reprografia, telecomunicações e manutenção de prédios, equipamentos e instalações serão, de preferência, objeto de execução indireta

65 65 CABEM NAS ATIVIDADES-MEIO TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA TERCEIRIZAÇÃO LÍCITA NÃO CABE NAS ATIVIDADES INSTITUCIONAIS CONCLUSÃO SÃO ATIVIDADES MATERIAIS ACESSÓRIAS VOLTAM-SE A DAR SUPORTE ÀS ATIVIDADES FINALÍSTICAS

66 66 TERCEIRIZAÇÃO ILÍCITA TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA Instrução Normativa n.º 2/2008-MPOG

67 67 Terceirização Ilícita IN 02/2008 – MPOG - Art. 9º TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA ATIVIDADES INERENTES ÀS CATEGORIAS FUNCIONAIS CONSTITUAM MISSÃO INSTITUCIONAL DO ÓRGÃO CARACTERIZEM O EXERCÍCIO DO PODER DE POLÍCIA

68 68 VANTAGENS DA TERCEIRIZAÇÃO TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA

69 69 RACIONALIZAÇÃO DE ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS LIBERDADE PARA PLANEJAR ATIVIDADES FINS E INSTITUCIONAIS VANTAGENS DA TERCEIRIZAÇÃO I

70 70 REDUÇÃO DE CUSTOS COM ATIVIDADES DE SUPORTE EXECUÇÃO DE ATIVIDADES MEIO POR EMPRESA QUALIFICADA VANTAGENS DA TERCEIRIZAÇÃO II

71 71 QUESTÕES PROPOSTAS CONTRA A TERCEIRIZAÇÃO TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA

72 72 É MEIO DE BURLAR O PRINCÍPIO DO CONCURSO PÚBLICO CONTRA A TERCEIRIZAÇÃO Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: (...) II - a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração; I

73 73 É INSTRUMENTO DE LESÃO A DIREITOS TRABALHISTAS CONTRA A TERCEIRIZAÇÃO TST - Enunciado 331 Responsabilidade Subsidiária do Tomador II

74 74 FAVORECE PRÁTICAS IRREGULARES COMO O NEPOTISMO CONTRA A TERCEIRIZAÇÃO Decreto n.º 7.203/ Art. 7º. Os editais de licitação para a contratação de empresa prestadora de serviço terceirizado, assim como os convênios e instrumentos equivalentes para contratação de entidade que desenvolva projeto no âmbito de órgão ou entidade da administração pública federal, deverão estabelecer vedação de que familiar de agente público preste serviços no órgão ou entidade em que este exerça cargo em comissão ou função de confiança.

75 75 TEM PROPICIADO A FORMAÇÃO DE CARTÉIS OFERECE UM EM FUNÇÃO DO SUPERFATURAMENTO DE PREÇOS OFERECE UM ALTO CUSTO ADMINISTRATIVO EM FUNÇÃO DO SUPERFATURAMENTO DE PREÇOS CONTRA A TERCEIRIZAÇÃO

76 76 DESPESAS COM PESSOAL TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA LIMITAÇÕES CONSTITUCIONAIS E LEGAIS

77 77 Despesas com Pessoal Art. 169.A despesa com pessoal ativo e inativo da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios não poderá exceder os limites estabelecidos em lei complementar. TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA

78 78 Lei Complementar n.º 101/2000 TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA Lei de Responsabilidade Fiscal

79 79 Lei Complementar n.º 101/2000 Art. 18. Para os efeitos desta Lei Complementar, entende-se como despesa total com pessoal: o somatório dos gastos do ente da Federação com os ativos, os inativos e os pensionistas, relativos a mandatos eletivos, cargos, funções ou empregos, civis, militares e de membros de Poder, com quaisquer espécies remuneratórias, tais como vencimentos e vantagens, fixas e variáveis, subsídios, proventos da aposentadoria, reformas e pensões, inclusive adicionais, gratificações, horas extras e vantagens pessoais de qualquer natureza, bem como encargos sociais e contribuições recolhidas pelo ente às entidades de previdência. TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA § 1º Os valores dos contratos de terceirização de mão-de-obra que se referem à substituição de servidores e empregados públicos serão contabilizados como "Outras Despesas de Pessoal". Terceirização de Mão-de-Obra - Outras Despesas de Pessoal

80 80 Lei Complementar n.º 101/2000 Art. 72. A despesa com serviços de terceiros dos Poderes e órgãos referidos no art. 20 não poderá exceder, em percentual da receita corrente líquida, a do exercício anterior à entrada em vigor desta Lei Complementar, até o término do terceiro exercício seguinte. TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA

81 81 LICITAÇÃO Modalidade Adequada TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA

82 82 Contrato administrativo Contrato administrativo Depende de licitação Depende de licitação Lei 8.666/93 Lei 8.666/93 Atividades de apoio Atividades de apoio Utilização restrita Utilização restrita Sem vínculo direto com a administração Sem vínculo direto com a administração Caráter impessoal Caráter impessoal Casos mais comuns: Casos mais comuns: vigilância vigilância conservação conservação limpeza limpeza digitação digitação serviços gerais serviços gerais Modalidades de Licitação TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA TERCEIRIZAÇÃO DE SERVIÇOS

83 83 CONCORRÊNCIA TOMADA DE PREÇOS CONVITE CONCURSO LEILÃO PREGÃO Modalidades de Licitação

84 84 RACIONALIZAÇÃO E AGILIZAÇÃO DAS LICITAÇÕES ADOÇÃO DO RITO ADEQUADO Modalidades de Licitação

85 85 Art. 4º.Todos quantos participem de licitação promovida pelos órgãos ou entidades a que se refere o art. 1º têm direito público subjetivo à fiel observância do pertinente procedimento estabelecido nesta Lei,... RESPEITO AO PERTINENTE PROCEDIMENTO IMPOSIÇÃO LEGAL AGILIDADE NO PROCEDIMENTO Lei n.º 8.666/93

86 86 Modalidades de Licitação MODALIDADE DE LICITAÇÃO CABÍVEL PREGÃO OUTRA MODALIDADE Contratação Direta

87 87 PLANILHA DE CUSTOS TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA PLANEJAMENTO DA LICITAÇÃO

88 88 PLANILHA DE CUSTOS TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA Exigência legal - Art. 40, § 2º, inciso II Quantificação estimada do custo da contratação Compete à Administração Art. 40. (...) § 2º Constituem anexos do edital, dele fazendo parte integrante: (...) II - orçamento estimado em planilhas de quantitativos e preços unitários; In-02/ Art. 15, inciso XII - art. 19, III

89 89 DISPOSIÇÕES ALUSIVAS A PESSOAL

90 90 PISO SALARIAL TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA DETERMINADO PELA CATEGORIA ACORDOS, CONVENÇÕES OU SENTENÇAS NÃO CABE À ADMINISTRAÇÃO ESPECIFICAR DEVE OBSERVAR PADRÕES DE MERCADO IN-02/2008-MPOG - Art. 20: É vedado à Administração fixar nos instrumentos convocatórios: (...) II. Os salários das categorias ou dos profissionais que serão disponibilizados para a execução do serviço pela contratada; (...).

91 91 SELEÇÃO E ADMISSÃO TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA EMPREGADOS DA PRESTADORA

92 92 ESCOLHA DE PESSOAL TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA ESCOLHA E CONTRATAÇÃO DE RESPONSABILIDADE DA PRESTADORA A PRESTADORA NÃO DEVE SOFRER INTERFERÊNCIA DA TOMADORA PODEM SER PREVISTOS REQUISITOS DE QUALIFICAÇÃO I

93 93 ESCOLHA DE PESSOAL TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA PODE OCORRER ABSORÇÃO DE QUADROS DA PRESTADORA ANTERIOR PELA VENCEDORA A ABSORÇÃO É PREVISTA EM NORMAS COLETIVAS NÃO ADMITE A INDICAÇÃO DE PARENTES II IN-2/2008

94 94 VÍNCULO EMPREGATÍCIO TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA

95 95 VÍNCULO EMPREGATÍCIO TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA Art. 6º. (...) Parágrafo único.A prestação de serviços de que trata esta Instrução Normativa não gera vínculo empregatício entre os empregados da contratada e a Administração, vedando-se qualquer relação entre estes que caracterize pessoalidade e subordinação direta. Instrução Normativa MPOG n.º 2/2008 PESSOALIDADESUBORDINAÇÃO Art. 3º - Considera-se empregado toda pessoa física que prestar serviços de natureza não eventual a empregador, sob a dependência deste e mediante salário. HABITUALIDADE CLT

96 96 VEDAÇÕES À TOMADORA TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA Art. 10.É vedado à Administração ou aos seus servidores praticar atos de ingerência na administração da contratada, tais como:. IN MPOG n.º 2/2008 exercer o poder de mando sobre os empregados da contratada, direcionar a contratação de pessoas para trabalhar nas empresas contratadas; promover ou aceitar o desvio de funções dos trabalhadores da contratada ;

97 97 A JUSTIÇA DO TRABALHO E A TERCEIRIZAÇÃO NATUREZA DA RELAÇÃO ENTRE TOMADOR E EMPREGADOS DA PRESTADORA

98 98 Há vínculo de emprego com a tomadora dos serviços? PRESTADORA TOMADORA PESSOAL

99 99 TST Enunciado 256 "Salvo nos casos de trabalho temporário e de serviço de vigilância, previsto nas Leis 6.019, de e 7.102, de , é ilegal a contratação de trabalhadores por empresa interposta, formando-se o vínculo empregatício diretamente com o tomador dos serviços." Resolução nº 4/86, de

100 100 TST - E nunciado 331 "Contrato de prestação de serviços. Legalidade. Revisão do Enunciado 256. I. A contratação de trabalhadores por empresa interposta é ilegal, formando-se o vínculo diretamente com o tomador dos serviços, salvo no caso de trabalho temporário (Lei 6.019/74). 17 de dezembro de 1993

101 101 Revisão do Enunciado 331 IV.O inadimplemento das obrigações trabalhistas, por parte do empregador, implica na RESPONSABILIDADE SUBSIDIÁRIA do tomador dos serviços quanto àquelas obrigações, inclusive quanto aos órgãos da administração direta, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista, desde que hajam participado da relação processual e constem também do titulo executivo judicial (art. 71 da Lei 8.666/93). Alterado pela Resolução 96, de

102 102 Óbices Legais à Orientação do TST

103 103 Constituição, art. 37, II "A investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração." (Constituição, art. 37, II) Princípio do Concurso Público

104 104 Lei 8.666/93, art. 71 O contratado é responsável pelos encargos trabalhistas, previdenciários, fiscais e comerciais resultantes da execução do contrato. O contratado é responsável pelos encargos trabalhistas, previdenciários, fiscais e comerciais resultantes da execução do contrato. § 1º.A inadimplência do contratado com referência aos encargos trabalhistas, fiscais e comerciais não transfere à Administração Pública a responsabilidade por seu pagamento, nem poderá onerar o objeto do contrato ou restringir a regularização e o uso das obras e edificações, inclusive perante o registro de imóveis.

105 105 Lei 8.666/93 – art. 71 § 2º.A Administração Pública responde solidariamente com o contratado pelos encargos previdenciários resultantes da execução do contrato, nos termos do art. 31 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de § 2º.A Administração Pública responde solidariamente com o contratado pelos encargos previdenciários resultantes da execução do contrato, nos termos do art. 31 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de ENCARGOS PREVIDENCIÁRIOS

106 106 Orientação Atual da Justiça do Trabalho O vínculo de emprego não é reconhecido com o tomador O vínculo de emprego não é reconhecido com o tomador O tomador responde em caráter subsidiário e não solidário O tomador responde em caráter subsidiário e não solidário Deve, todavia, integrar a relação processual Deve, todavia, integrar a relação processual A execução deve ser movida contra ele A execução deve ser movida contra ele

107 107 SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL - STF Posição Recente ADC n.º 16

108 108 STF Administração Pública não é responsável por pagamentos trabalhistas na inadimplência de empresas contratadas, decide STF Por votação majoritária, o Plenário do Supremo Tribunal Federal declarou, nesta quarta-feira (24/11/2010), a constitucionalidade do artigo 71, parágrafo 1º, da Lei 8.666, de 1993, a chamada Lei de Licitações. O dispositivo prevê que a inadimplência de contratado pelo Poder Público em relação a encargos trabalhistas, fiscais e comerciais não transfere à Administração Pública a responsabilidade por seu pagamento, nem pode onerar o objeto do contrato ou restringir a regularização e o uso das obras e edificações, inclusive perante o Registro de Imóveis.

109 109 STF decisão foi tomada no julgamento da Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) 16, ajuizada pelo governador do Distrito Federal em face do Enunciado (súmula) 331 do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que, contrariando o disposto no parágrafo 1º do mencionado artigo 71, responsabiliza subsidiariamente tanto a Administração Direta quanto a indireta, em relação aos débitos trabalhistas, quando atuar como contratante de qualquer serviço de terceiro especializado. ADC n.º 16

110 110 RESPONSABILIDADE SUBSIDIÁRIA CAUTELAS NECESSÁRIAS TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA

111 111 I ANÁLISE PRELIMINAR CUIDADOSA DAS PRÁTICAS DE MERCADO, INCLUSIVE NA INICIATIVA PRIVADA FIXAR CONDIÇÕES DE AVALIAÇÃO DA PROPOSTA QUE BUSQUEM O MELHOR PREÇO E NÃO O PREÇO MAIS BAIXO

112 112 II EXAME ATENTO DAS PROPOSTAS E DAS CONDIÇÕES OFERECIDAS POR CADA LICITANTE CAPACITAR O PREGOEIRO, COMISSÃO DE LICITAÇÃO E EQUIPE DE APOIO PARA EXAME DAS CONDIÇÕES DE MERCADO

113 113 III DESCLASSIFICAÇÃO RIGOROSA DE PROPOSTAS INEXEQUÍVEIS CONTRATAÇÃO APENAS DE PROPOSTAS VIÁVEIS ECONOMICAMENTE

114 114 IV FISCALIZAÇÃO ZELOSA E DILIGENTE DA EXECUÇÃO DO CONTRATO O FISCAL DO CONTRATO DEVE ESTAR CAPACITADO, ELABORAR PLANO DE FISCALIZAÇÃO E TER DISPONIBILIDADE

115 115 O Tribunal de Contas da União e a Terceirização

116 116 Decisão 104/ determinar ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região que adote as providências necessárias a que o quadro efetivo de pessoal, previsto no Anexo I do Edital de Concorrência nº 003/92, restrinja-se ao prescrito no art. 3º, parágrafo único, da Lei nº 5.645/70, e não compreendido no conjunto de atribuições e responsabilidades constantes da estrutura organizacional, as quais devem ser cometidas a servidores admitidos em conformidade com o disposto nos arts. 37, inciso II, e 39 da Constituição Federal;

117 117 Decisão 228/94 "8.2.determinar à Delegacia de Administração do Ministério da Fazenda no Rio Grande do Norte a adoção de providência, caso ainda não a tenha acionado, no sentido de interromper a prática de aproveitamento de profissionais contratados para a prestação de serviços de vigilância, conservação e limpeza em atividades que guardam correspondência com as atribuições do Plano de Classificação de Cargos e destoam dos objetivos regulados nos respectivos contratos...".

118 118 O TERCEIRO SETOR E O PODER PÚBLICO

119 119 SISTEMA S TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA Entidades de Direito Privado Sem fins lucrativos Possuem a condição de entes paraestatais SESI - SENAI - SESC – SENAC SEBRAE - SENAR

120 120 ORGANIZAÇÃO SOCIAL TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA Entidades de Direito Privado Sem fins lucrativos Recebem qualificação estatal específica Firmam e atuam com base em contrato de gestão Lei federal n , de

121 121 OSCIPS TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA Entidades de Direito Privado Sem fins lucrativos São qualificadas pelo Poder Público Firmam e atuam com base em termo de parceria Lei nº 9.790, de 23 de março de 1999 DECRETO Nº 3.100, de 30/96/1999

122 122 Terceiro Setor RELAÇÕES COM A ADMINISTRAÇÃO TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA NADA IMPEDE A PARTICIPAÇÃO EM LICITAÇÕES É POSSÍVEL A CONTRATAÇÃO DIRETA Art. 24, incisos XXIV e XXX IN-02/ MPOG

123 123 Terceiro Setor EXIGÊNCIAS NECESSÁRIAS TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA IN-02/2008-MPOG - Art. 5º. Não será admitida a contratação de cooperativas ou instituições sem fins lucrativos cujo estatuto e objetivos sociais não prevejam ou não estejam de acordo com o objeto contratado. Ver art. 19, § 3º - Condições de habilitação de cooperativas.

124 124 COOPERATIVAS NAS LICITAÇÕES PÚBLICAS

125 125 SOCIEDADES COOPERATIVAS Evolução Histórica Decreto Legislativo nº 979, de 1903: Institui a sindicalização rural, sindicatos mistos, de feição corporativa Institui a sindicalização rural, sindicatos mistos, de feição corporativa : Decreto Legislativo nº 1.637, de 1907: Ampliava a regulamentação alusiva aos sindicatos dando maior liberdade de constituição e de atuação. Ampliava a regulamentação alusiva aos sindicatos dando maior liberdade de constituição e de atuação. : Decreto nº , de : Consolidou a regulamentação legal das cooperativas no Brasil, dissociando-a dos sindicatos. Consolidou a regulamentação legal das cooperativas no Brasil, dissociando-a dos sindicatos. ( ) ( ) : Lei nº 5.764, de : Regime jurídico das sociedades cooperativas Regime jurídico das sociedades cooperativas : Constituição Federal de 1988: Art. 5º, XVIII - Art. 174 Art. 5º, XVIII - Art. 174

126 126 PECULIARIDADES A cooperativa é uma sociedade de pessoas A cooperativa é uma sociedade de pessoas Possui natureza jurídica diferenciada Possui natureza jurídica diferenciada Deve ser constituída por um mínimo de 20 pessoas Deve ser constituída por um mínimo de 20 pessoas Tem por objetivo atender aos interesses dos próprios associados Tem por objetivo atender aos interesses dos próprios associados Não possuem natureza lucrativa Não possuem natureza lucrativa O lucro, se houver, deve reverter em proveito dos associados O lucro, se houver, deve reverter em proveito dos associados

127 127 DEFINIÇÃO LEGAL Art. 4º As cooperativas são sociedades de pessoas, com forma e natureza jurídica próprias, de natureza civil, não sujeitas a falência, constituídas para prestar serviços aos associados,.... (Lei nº 5.764/1971).

128 128 COOPERATIVAS E JUSTIÇA DO TRABALHO

129 129 C onsolidação das L eis do T rabalho Art. 442.Contrato individual de trabalho é o acordo tácito ou expresso, correspondente à relação de emprego. Parágrafo único. Qualquer que seja o ramo de atividade da sociedade cooperativa, não existe vínculo empregatício entre ela e seus associados, nem entre estes e os tomadores de serviços daquela.

130 130 Orientação Jurisprudencial 752.Cooperativa. Relação de emprego. Cooperativa e cooperado têm objetivos específicos e características próprias no contexto da atividade econômica. O cooperado, através da cooperativa, espera atingir um resultado positivo comum e também um resultado positivo de caráter pessoal. O parágrafo único do art. 442 do Consolidado Trabalhista, por sua vez somente poderá ser invocado para afastar a relação de emprego tentada entre o cooperado e cooperativa desde que tal realidade se encontre patente entre as partes. Ac. TRT 3ª Reg. 5ª T (RO 8175/98), Rel. Juiz Virgílio Selmi Dei Falci, DJ/MG 04/12/99, p. 24.

131 131 Orientação Jurisprudencial 753.Terceirização. Quem, mesmo sob a denominação de cooperativa, contrata, dirige, paga e demite trabalhadores, cooperativa não é, sendo, portanto, a teor do art. 9º da CLT, nulos de pleno direito os atos praticados com o objetivo de desvirtuar, impedir ou fraudar a aplicação dos preceitos contidos no Estatuto Consolidado. A previsão contida no parágrafo único do art. 442 da CLT não se aplica aos casos de intermediação de mão-de-obra rural por flagrante afronta ao conteúdo do art. 17 da Lei nº 5.889/73, a qual, por específica, deve prevalecer, não havendo falar em revogação. Ac. TRT 15ª Reg. 3ª T (RO /98-5), Rel. Juiz Domingos Spina, julgado em

132 132 Cooperativas de Trabalho nas Licitações Públicas Competição com respeito ao princípio da isonomia

133 133 Habilitação dos licitantes Habilitação dos licitantes Formulação de propostas Formulação de propostas COOPERATIVAS NAS LICITAÇÕES PÚBLICAS

134 134 SOCIEDADES COOPERATIVAS CONDIÇÕES DE HABILITAÇÃO TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA IN-02/2008-MPOG - Art. 5º. Não será admitida a contratação de cooperativas ou instituições sem fins lucrativos cujo estatuto e objetivos sociais não prevejam ou não estejam de acordo com o objeto contratado.

135 135 SOCIEDADES COOPERATIVAS CONDIÇÕES DE HABILITAÇÃO TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA Art. 19. Os instrumentos convocatórios devem conter... I.Relação de Cooperados II.Declaração de Regularidade de Situação do Contribuinte Individual – DRSCI III.Comprovação de capital social IV.Registro V.Comprovação de integralização de quotas-partes VI.Documentos especificados

136 136 PROPOSTAS FATOR DE ISONOMIA ENCARGOS DIFERENCIADOS OBJETO E CONDIÇÕES EQUIVALENTES

137 137 SUBCONTRATAÇÃO PODE A PRESTADORA DE SERVIÇOS TERCEIRIZAR AS ATIVIDADES CONTRATADAS?

138 138 SUBCONTRATAÇÃO TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA CONTRATANTE RELAÇÃO CONTRATUAL SUBCONTRATADA Lei N.º 8.666/93 CONTRATADA Art. 72. O contratado, na execução do contrato, sem prejuízo das responsabilidades contratuais e legais, poderá subcontratar partes da obra, serviço ou fornecimento, até o limite admitido, em cada caso, pela Administração.

139 139 RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO DANOS CAUSADOS POR TERCEIRIZADO

140 140 Responsabilidade Civil do Estado Constituição de 1988 TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: (...). § 6º - As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa. (...). RESPONSABILIDADE OBJETIVA

141 141 DEVER DE REPARAR TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA Art. 70. O contratado é responsável pelos danos causados diretamente à Administração ou a terceiros, decorrentes de sua culpa ou dolo na execução do contrato, não excluindo ou reduzindo essa responsabilidade a fiscalização ou o acompanhamento pelo órgão interessado. Lei n.º 8.666/93

142 142 PAGAMENTOS MENSAIS PRESERVAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE HABILITAÇÃO Art. 55. São cláusulas necessárias em todo contrato as que estabeleçam: (...) XIII - a obrigação do contratado de manter, durante toda a execução do contrato, em compatibilidade com as obrigações por ele assumidas, todas as condições de habilitação e qualificação exigidas na licitação.

143 143 (...) 3. Deveras, não constando do rol do art. 87 da Lei 8.666/93 a retenção do pagamento pelo serviços prestados, não poderia a ECT aplicar a referida sanção à empresa contratada, sob pena de violação ao princípio constitucional da legalidade. Destarte, o descumprimento de cláusula contratual pode até ensejar, eventualmente, a rescisão do contrato (art. 78 da Lei de Licitações), mas não autoriza a recorrente a suspender o pagamento das faturas e, ao mesmo tempo, exigir da empresa contratada a prestação dos serviços. 5. (...) (STJ - REsp /MG, Rel. Ministro LUIZ FUX, PRIMEIRA TURMA, julgado em 22/02/2005, DJ 20/06/2005 p. 141) RETENÇÃO DE PAGAMENTOS JURISPRUDÊNCIA

144 144 (...) Não se afigura legítima a retenção do pagamento do serviço prestado, após a efetivação do contrato e a prestação dos serviços contratados, pelo fato de a empresa contratada não comprovar sua regularidade fiscal. Como bem asseverou a Corte de origem, "se a Administração, no momento da habilitação dos concorrentes, não exige certidão de regularidade fiscal (Lei 8.666/93, art. 29, III), não pode, após contratar e receber os serviços, deixar de pagá-los, invocando, para tanto, decreto regulamentar" (fl. 107). ( ) RETENÇÃO DE PAGAMENTOS JURISPRUDÊNCIA

145 145 (...) Recebida a prestação executada pelo contratado, não pode a Administração se locupletar indevidamente, e, ao argumento da não- comprovação da quitação dos débitos perante a Fazenda Pública, reter os valores devidos por serviços já prestados, o que configura violação ao princípio da moralidade administrativa. Precedentes. Na lição de Marçal Justen Filho, a Administração não está autorizada a "reter pagamentos ou opor-se ao cumprimento de seus deveres contratuais sob alegação de que o particular encontra-se em dívida com a Fazenda Nacional ou com outras instituições" ("Comentários à Lei de Licitações e Contratos Administrativos, 9ª ed. São Paulo: 2002, Dialética, p. 549). Recurso especial improvido. (REsp /DF, Rel. Ministro FRANCIULLI NETTO, SEGUNDA TURMA, julgado em 06/09/2005, DJ 21/03/2006, p. 115) JURISPRUDÊNCIA RETENÇÃO DE PAGAMENTOS

146 146 REPACTUAÇÃO, REVISÃO E REAJUSTE TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE- OBRA IMPACTO DOS DISSÍDIOS COLETIVOS

147 147 Constituição Federal - Art. 37, inciso XXI: - ressalvados os casos especificados na legislação, as obras, serviços, compras e alienações serão contratados mediante PROCESSO DE LICITAÇÃO PÚBLICA (...) com cláusulas que estabeleçam... CRITÉRIO DE REAJUSTE... obrigações de pagamento, mantidas as condições efetivas da proposta, nos termos da lei, (...).

148 148 MEIOS DE PRESERVAÇÃO DA PROPOSTA REAJUSTE REPACTUAÇÃO RECOMPOSIÇÃO

149 149 MEIOS DE PRESERVAÇÃO DA PROPOSTA REAJUSTE Lei n.º 8.666/93 - art. 40, XI XI - critério de reajuste, que deverá retratar a variação efetiva do custo de produção, admitida a adoção de índices específicos ou setoriais, desde a data prevista para apresentação da proposta, ou do orçamento a que essa proposta se referir, até a data do adimplemento de cada parcela;

150 150 MEIOS DE PRESERVAÇÃO DA PROPOSTA CRITÉRIOS PARA REAJUSTE ÍNDICE ELEITO NO CONTRATO DATA DE APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA OU DO ORÇAMENTO QUE A EMBASOU PERIODICIDADE LEGAL (Lei n.º 8.880/94)

151 151 MEIOS DE PRESERVAÇÃO DA PROPOSTA REPACTUAÇÃO Decreto n.º 2.271/1997 Instrução Normativa n.º 18/97 Instrução Normativa n.º 2/2008

152 152 MEIOS DE PRESERVAÇÃO DA PROPOSTA Art. 5º Os contratos de que trata este Decreto, que tenham por objeto a prestação de serviços executados de forma contínua poderão, desde que previsto no edital, admitir repactuação visando a adequação aos novos preços de mercado, observados o interregno mínimo de um ano e a demonstrarão analítica da variação dos componentes dos custos do contrato, devidamente justificada. Decreto n.º 2.271/1997

153 153 MEIOS DE PRESERVAÇÃO DA PROPOSTA 7. DA REPACTUAÇÃO DOS CONTRATOS 7.1 Será permitida a repactuação do contrato, desde que seja observado o interregno mínimo de um ano, a contar da data da proposta, ou da data do orçamento a que a proposta se referir, ou da data da última repactuação; 7.2. Será adotada como data do orçamento a que a proposta se referir, a data do acordo, convenção, dissídio coletivo de trabalho ou equivalente, que estipular o salário vigente à época da apresentação da proposta, vedada a inclusão, por ocasião da repactuação, de antecipações e de benefícios não previstos originariamente A repactuação será precedida de demonstração analítica do aumento dos custos, de acordo Instrução Normativa MPOG n.º 18/1997 NORMA REVOGADA

154 154 MEIOS DE PRESERVAÇÃO DA PROPOSTA XX - REPACTUAÇÃO é o processo de negociação para a revisão contratual de forma a garantir a manutenção do equilíbrio econômico-financeiro do contrato em face da variação dos custos contratuais dos serviços continuados, devendo estar previsto no instrumento convocatório com data vinculada à apresentação das propostas ou do acordo ou convenção coletiva ao qual o orçamento esteja vinculado, no caso da primeira repactuação, ou da última repactuação, no caso de repactuação sucessiva; Instrução Normativa n.º 2/2008 ANEXO I

155 155 MEIOS DE PRESERVAÇÃO DA PROPOSTA O Tribunal Pleno, (...), DECIDE conhecer da presente consulta para responder ao órgão consulente que: 1 - os preços contratados não poderão sofrer reajustes por incremento dos custos de mão-de- obra decorrentes da data base de cada categoria, ou de qualquer outra razão, por força do disposto no art. 28 e seus parágrafos da Lei nº 9.069/95, antes de decorrido o prazo de um ano, contado na forma expressa na própria legislação; e 2 - poderá ser aceita a alegação de desequilíbrio econômico-financeiro do contrato, com base no reajuste salarial dos trabalhadores ocorrido durante a vigência do instrumento contratual, desde que a revisão pleiteada somente aconteça após decorrido um ano da última ocorrência verificada (a assinatura, a repactuação, a revisão ou o reajuste do contrato), contado na forma da legislação pertinente. ; Decisão 457/1995 – Plenário TCU ORIENTAÇÃO ALTERADA

156 156 MEIOS DE PRESERVAÇÃO DA PROPOSTA no caso da primeira repactuação dos contratos de prestação de serviços de natureza contínua, o prazo mínimo de um ano a que se refere o item 8.1 da Decisão 457/ Plenário conta-se a partir da apresentação da proposta ou da data do orçamento a que a proposta se referir, sendo que, nessa última hipótese, considera-se como data do orçamento a data do acordo, convenção, dissídio coletivo de trabalho ou equivalente que estipular o salário vigente à época da apresentação da proposta, (...); Decisão 1563/2004– Plenário TCU

157 157 MEIOS DE PRESERVAÇÃO DA PROPOSTA RECOMPOSIÇÃO DA EQUAÇÃO ECONÔMICA DO CONTRATO TEORIA DA IMPREVISÃO Lei n.º 8.666/93 - art. 65, II, d

158 158 MEIOS DE PRESERVAÇÃO DA PROPOSTA para restabelecer a relação que as partes pactuaram inicialmente entre os encargos do contratado e a para a retribuição da Administração justa remuneração da obra, serviço ou fornecimento, objetivando a manutenção do equilíbrio econômico- financeiro inicial do contrato, na hipótese de sobrevirem fatos imprevisíveis, ou previsíveis porém de conseqüências incalculáveis, retardadores ou impeditivos da execução do ajustado, ou ainda, em caso de força maior, caso fortuito ou fato do príncipe, configurando álea econômica extraordinária e extracontratual. Lei n.º 8.666/93 - art. 65, II, d

159 159 DURAÇÃO E PRORROGAÇÃO Lei n.º 8.666/93 - Art. 57 TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE- OBRA

160 160 DURAÇÃO DO CONTRATO Art. 57. A duração dos contratos regidos por esta Lei ficará adstrita à vigência dos respectivos créditos orçamentários, exceto quanto aos relativos: Lei n.º 8.666/93 Vigência dos Créditos Orçamentários Exercício Financeiro Ano Civil - 1º de Janeiro - 31 de Dezembro

161 161 DURAÇÃO DO CONTRATO PROJETOS INCLUÍDOS NO PLANO PLURIANUAL Lei n.º 8.666/93 Exceções Legais à Regra Geral PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE EXECUÇÃO CONTÍNUA ALUGUEL DE EQUIPAMENTOS - PROGRAMAS DE INFORMÁTICA hipóteses dos inc. IX, XIX, XXVIII e XXXI -art. 24

162 162 Código Civil de 2002 Art. 132.Salvo disposição legal ou convencional em contrário, computam-se os prazos, excluído o dia do começo, e incluído o do vencimento. Art. 132.Salvo disposição legal ou convencional em contrário, computam-se os prazos, excluído o dia do começo, e incluído o do vencimento. dia de igual número do de início§ 3º.Os prazos de meses e anos expiram no dia de igual número do de início, ou no imediato, se faltar exata correspondência.

163 163 Contrato de manutenção de máquinas e equipamentos celebrado em 24 de fevereiro de 2.011, com duração prevista para um ano e com prorrogação posterior por igual período:: Contrato de manutenção de máquinas e equipamentos celebrado em 24 de fevereiro de 2.011, com duração prevista para um ano e com prorrogação posterior por igual período:: 24/02/2011 a 24/02/ /02/2011 a 24/02/ /02/2012 a 24/02/ /02/2012 a 24/02/2013 EXEMPLO

164 164 ALTERAÇÃO QUANTITATIVA Lei n.º 8.666/93 - Art. 65, § 1º TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE- OBRA

165 165 ALTERAÇÃO UNILATERAL DO CONTRATO TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA Art. 65. Os contratos regidos por esta Lei poderão ser alterados, com as devidas justificativas, nos seguintes casos: I - unilateralmente pela Administração: a) quando houver modificação do projeto ou das especificações, para melhor adequação técnica aos seus objetivos; b) quando necessária a modificação do valor contratual em decorrência de acréscimo ou diminuição quantitativa de seu objeto, nos limites permitidos por esta Lei; § 1º O contratado fica obrigado a aceitar, nas mesmas condições contratuais, os acréscimos ou supressões que se fizerem nas obras, serviços ou compras, até 25% (vinte e cinco por cento) do valor inicial atualizado do contrato, e, no caso particular de reforma de edifício ou de equipamento, até o limite de 50% (cinqüenta por cento) para os seus acréscimos.

166 166 RESCISÃO CONTRATUAL Lei n.º 8.666/93 - Art. 78 TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE- OBRA

167 167 Necessidade de motivação RESCISÃO CONTRATUAL Garantia de defesa Casos previstos em lei - Art. 78

168 168 SANÇÕES Lei n.º 8.666/93 - Art. 87 TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE- OBRA

169 169 ADVERTÊNCIA Penalidades cabíveis MULTA SUSPENSÃO DECLARAÇÃO DE INIDONEIDADE

170 170 APLICAÇÃO DE SANÇÕES TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA PRÉVIA DELIMITAÇÃO DOS MOTIVOS AMPLA DEFESA E CONTRADITÓRIO DECISÃO MOTIVADA

171 171 TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA na Administração Pública Airton Rocha Nóbrega

172 172


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