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SISTEMA RESPIRATÓRIO Carla Cristina Zeppenfeld Aluna doutoranda Zootecnia.

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1 SISTEMA RESPIRATÓRIO Carla Cristina Zeppenfeld Aluna doutoranda Zootecnia

2 Objetivos da Aula Conhecer a função do sistema respiratório. Conhecer a fisiologia do sistema respiratório.

3 RESPIRAÇÃO RESPIRAÇÃO É o processo de entrada e saída de ar no sistema respiratório.

4 Função A função do sistema respiratório é trocar os gases envolvidos no processo de respiração celular. Captar oxigênio atmosférico. Captar oxigênio atmosférico. Liberar o CO2 produzido no organismo para o meio ambiente. Liberar o CO2 produzido no organismo para o meio ambiente. Termorregulação. Termorregulação. Proteção contra poeira, gases e agentes infecciosos. Proteção contra poeira, gases e agentes infecciosos.

5 Funções das vias respiratórias Funções das vias respiratórias Regulação da temperatura corporal (eliminação de calor em altas temperaturas, através da evaporação, principalmente em aves, suínos e cães). Regulação da temperatura corporal (eliminação de calor em altas temperaturas, através da evaporação, principalmente em aves, suínos e cães). Através dos cílios móveis e grande produção de muco executa uma constante limpeza do ar. Através dos cílios móveis e grande produção de muco executa uma constante limpeza do ar. Aquecimento (em alguns casos, resfriamento), umedecimento e filtração. Aquecimento (em alguns casos, resfriamento), umedecimento e filtração. Olfato: mucosa olfatória região dorso-caudal das vias nasais vaca, cavalo e porco 8-9% do total da mucosa nasal,ovelha e cabra 13-15% Olfato: mucosa olfatória região dorso-caudal das vias nasais vaca, cavalo e porco 8-9% do total da mucosa nasal,ovelha e cabra 13-15%

6 Animais podem inspirar e expirar pelo nariz e pela boca. Animais podem inspirar e expirar pelo nariz e pela boca. Equinos só respiração nasal Equinos só respiração nasal palato muito desenvolvido se coloca sobre a epiglote aberta corrente de ar não pode passar pela cavidade oral. palato muito desenvolvido se coloca sobre a epiglote aberta corrente de ar não pode passar pela cavidade oral.

7 SEGMENTOS DO APARELHO RESPIRATÓRIO Cavidade nasal, faringe, laringe, traquéia, brônquios e bronquíolos. Cavidade nasal, faringe, laringe, traquéia, brônquios e bronquíolos. Cavidade Nasal Tem a função de aquecer, filtrar e umidificar o ar que entra no sistema respiratório. Tem a função de aquecer, filtrar e umidificar o ar que entra no sistema respiratório. Faringe Faringe É uma estrutura que conduz o ar e alimentos, ar vai para a laringe e o alimento vai para o esôfago. É uma estrutura que conduz o ar e alimentos, ar vai para a laringe e o alimento vai para o esôfago.

8 Laringe (mamíferos): regula volume de ar durante respiração corpos estranhos, durante deglutição a epiglote é uma estrutura que obstrui a laringe, não permitindo a passagem de alimento para os pulmões.Local aonde ficam as cordas vocais produz sons (siringe nas aves). Laringe (mamíferos): regula volume de ar durante respiração corpos estranhos, durante deglutição a epiglote é uma estrutura que obstrui a laringe, não permitindo a passagem de alimento para os pulmões.Local aonde ficam as cordas vocais produz sons (siringe nas aves). Traquéia:pequeno tubo cartilaginoso que liga as vias aéreas superiores a inferiores. Traquéia:pequeno tubo cartilaginoso que liga as vias aéreas superiores a inferiores.

9 Brônquios: permitem passagem ar para alvéolos. Brônquios: permitem passagem ar para alvéolos. Bronquíolos: mais delgados, estão entre brônquios e alvéolos. Bronquíolos: mais delgados, estão entre brônquios e alvéolos. Por toda a mucosa respiratória, desde o nariz até os bronquíolos, existem numerosas células ciliadas, com cílios móveis, e grande produção de muco. Para a limpeza do ar que flui através das vias respiratórias Por toda a mucosa respiratória, desde o nariz até os bronquíolos, existem numerosas células ciliadas, com cílios móveis, e grande produção de muco. Para a limpeza do ar que flui através das vias respiratórias

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11 Comparação sistemas respiratórios de mamífero e ave

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13 Galinha, pato, pombo e peru possuem 8 sacos aéreos: 1 cervical, 1 clavicular, 2 torácicos craniais, 2 torácicos caudais e 2 abdominais siringe órgão do canto nas aves

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16 Sistema respiratório do carcará ilustrando a traquéia (a), a siringe (b) e os brônquios principais (c). Franzo et al. Ciência Rural, v.39, n.1, jan-fev, 2009

17 Ventilação pulmonar Entrada e saída de ar dos alvéolos pulmonares. A inspiração entrada de ar nos pulmões, pela contração da musculatura do diafragma e dos músculos intercostais. A expiração saída de ar dos pulmões,pelo relaxamento da musculatura do diafragma e dos músculos intercostais.

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21 Aves: contração músculos na inspiração e expiração

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23 Os alvéolos colabamento devido à pressão mais negativa presente no espaço pleural, forçando os pulmões a se manterem expandidos.Fator responsável colabamento dos alvéolos é um fenômeno chamado Tensão Superficial. Os alvéolos colabamento devido à pressão mais negativa presente no espaço pleural, forçando os pulmões a se manterem expandidos.Fator responsável colabamento dos alvéolos é um fenômeno chamado Tensão Superficial. A Tensão Superficial ocorre no interior dos alvéolos devido a grande quantidade de moléculas de água ali presente e revestindo, inclusive, toda a parede interna dos alvéolos. A Tensão Superficial ocorre no interior dos alvéolos devido a grande quantidade de moléculas de água ali presente e revestindo, inclusive, toda a parede interna dos alvéolos.

24 Surfactante: presente no pulmão de todos vertebrados de respiração aérea formada por fosfolipídeos (dipalmitoil lecitina) por células presentes no epitélio alveolar. diminui tensão superficial dos alvéolos previne atelectasia (colapso alveolar)

25 Ventilação alveolar: para renovação do ar nos alvéolos e bronquíolos respiratórios bronquíolos respiratórios: - pouco desenvolvidos nos ruminantes, equinos e suínos - bem desenvolvidos nos carnívoros e macacos - inexistente nos camundongos espaço morto - locais das vias respiratórias onde não ocorrem trocas gasosas

26 TIPOS DE RESPIRAÇÃO Costoabdominal – É o tipo de respiração normal dos animais. Abdominal – caracterizada por maior movimentação do abdome e ocorre por dores no tórax e arreio mal colocado. Costal ou torácica – caracterizada por pronunciada movimentação das costelas e ocorre por respiração dificultada e afecções abdominais dolorosas, gestação e gases

27 VOLUMES E CAPACIDADES PULMONARES A cada ciclo respiratório que executamos, um certo volume de ar entra e sai das vias respiratórias. A cada ciclo respiratório que executamos, um certo volume de ar entra e sai das vias respiratórias. Este volume de ar, que o animal inspira e expira normalmente a cada ciclo, corresponde ao Volume Corrente. Este volume de ar, que o animal inspira e expira normalmente a cada ciclo, corresponde ao Volume Corrente.

28 Além do volume corrente, numa situação de necessidade o animal pode inspirar um volume muitas vezes maior.Tal volume é chamado de Volume de Reserva Inspiratório. Além do volume corrente, numa situação de necessidade o animal pode inspirar um volume muitas vezes maior.Tal volume é chamado de Volume de Reserva Inspiratório. Da mesma forma, animal pode expirar profundamente, um maior volume de ar que é denominado Volume de Reserva Expiratório. Da mesma forma, animal pode expirar profundamente, um maior volume de ar que é denominado Volume de Reserva Expiratório. Mesmo após uma expiração profunda, um considerável volume de ar ainda permanece no interior de nossas vias aéreas e dos alvéolos. Trata-se do Volume Residual. Mesmo após uma expiração profunda, um considerável volume de ar ainda permanece no interior de nossas vias aéreas e dos alvéolos. Trata-se do Volume Residual.

29 Capacidade Volume de Reserva Inspiratório + Volume Corrente. Capacidade Inspiratória = Volume de Reserva Inspiratório + Volume Corrente. Reserva Expiratório + Volume Residual. Capacidade Residual Funcional = Reserva Expiratório + Volume Residual. Capacidade Vital Volume de Reserva Inspiratório + Volume Corrente +Volume de Reserva Expiratório. Capacidade Vital = Volume de Reserva Inspiratório + Volume Corrente +Volume de Reserva Expiratório.

30 FINALMENTE Capacidade Pulmonar Total = Volume Corrente de Reserva Inspiratório+Reserva Expiratório +Volume Residual. Capacidade Pulmonar Total = Volume Corrente de Reserva Inspiratório+Reserva Expiratório +Volume Residual.

31 Volumes respiratórios

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33 Volume corrente Cavalo: 4-6 L (12 mL/kg PC) vaca: 3,5 L cão grande: 300mL cão pequeno: 100mL Capacidade vital Cavalo: 30 L Capacidade pulmonar total Cavalo: Lcão: 110mL/kg

34 Eqüinos: Espaço morto no repouso (50-60%) pode ser maior do que 70% do volume corrente. Aves tem espaço morto? Sim. Traquéia as aves em média 2,7 mais comprida e 1,29 mais larga que mamíferos do mesmo tamanho = resistência ao fluxo do ar, mas espaço morto 4,5 maior. Aves compensam tendo maior volume corrente e menor frequência respiratória (1/3 mamíferos ).

35 POLIPNEIA ou OFEGO: É a ventilação do espaço morto que permite a animais tais como cães, aves e suínos e asininos regularem a temperatura corporal.Não há aumento da ventilação alveolar. Na polipneia observa-se um pequeno volume corrente e uma rápida freqüência respiratória fazendo com que mais ar ventile o espaço morto dos animais quando submetidos ao estresse calórico.

36 RONRONAR : Trata-se de um som característico dos felinos resultante da contração alternada e altamente regular do diafragma e músculos laríngeos fazendo vibrar as cordas vocais. Ocorre tanto durante a inspiração quanto expiração.

37 FREQÜÊNCIA RESPIRATÓRIA DAS AVES (Hoffman & Volker (1969 ) Galinha =>20-40 (30) Pato => (65) Ganso => (17) pavão => (13) Pombo => (28)


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