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PONTES E LACERDA/MT.

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Apresentação em tema: "PONTES E LACERDA/MT."— Transcrição da apresentação:

1 PONTES E LACERDA/MT

2 Indicadores e Potencialidades Econômicas
Região: Sudoeste do Estado de Mato Grosso

3 Figueirópolis D’Oeste Glória D’Oeste Indiavaí Jauru Lambari D’Oeste
REGIÃO DE PLANEJAMENTO MUNICÍPIOS Região VII (Sudoeste) Araputanga Cáceres (cidade polo) Campos de Júlio Comodoro Conquista D’Oeste Curvelândia Figueirópolis D’Oeste Glória D’Oeste Indiavaí Jauru Lambari D’Oeste Mirassol D’Oeste Nova Lacerda Pontes e Lacerda Porto Espiridião Reserva do Cabaçal Rio Branco Salto do Céu São José dos Quatro Marcos Sapezal Vale de São Domingos Vila Bela da Santíssima Trindade

4 I – DINÂMICA POPULACIONAL, ÁREA E DENSIDADE DEMOGRÁFICA
A população da Região Sudoeste alcançou 309 mil habitantes em – Representa 10% da população estadual. Dinâmica populacional - crescimento na última década a taxa média de 1,1% ao ano - inferior a taxa de crescimento do número de habitantes do estado (1,9% a.a).

5 I – DINÂMICA POPULACIONAL, ÁREA E DENSIDADE DEMOGRÁFICA

6 I – DINÂMICA POPULACIONAL, ÁREA E DENSIDADE DEMOGRÁFICA
O efetivo populacional da Região VII (Sudoeste) manteve-se como um dos mais expressivos entre as regiões do estado de Mato Grosso, sendo a terceira maior população regional em

7 I – DINÂMICA POPULACIONAL, ÁREA E DENSIDADE DEMOGRÁFICA

8 I – DINÂMICA POPULACIONAL, ÁREA E DENSIDADE DEMOGRÁFICA
A população da região Sudoeste está distribuída numa área de 117 mil quilômetros quadrados – corresponde a 13% do Estado. Densidade demográfica de 2,6 Hab/Km² é inferior à densidade MT (3,4 Hab/Km²)

9 I – DINÂMICA POPULACIONAL, ÁREA E DENSIDADE DEMOGRÁFICA

10 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
1- O Produto Interno Bruto (PIB) A participação da produção das regiões Sudoeste no PIB do Estado praticamente não sofreu modificação, mantendo-se acima de 9% entre 2004 e 2009. A taxa de crescimento do produto regional, em termos reais, foi de pouco mais de 16% no período (21% a estadual).

11 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
1- O Produto Interno Bruto (PIB)

12 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
1- O Produto Interno Bruto da INDUSTRIA A produção industrial, medida pelo Valor Adicionado Bruto (VAB), teve crescimento menor (24%) que o do PIB total na região Sudoeste (49%) de 2004 para 2009. A participação do VAB industrial da região no VAB industrial do estado ficou estável em 8% no mesmo período.

13 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
1- O Produto Interno Bruto (PIB)

14 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
1- O Produto Interno Bruto (PIB) O PIB Per Capita da região VII está em 5ª colocação entre os PIBs per capita regionais em e pouco acima (6%) do médio estadual.

15 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
1- O Produto Interno Bruto (PIB)

16 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
1- O Produto Interno Bruto (PIB) Os municípios em destaque na evolução do PIB per capita 2004/2009 da região foram: Indiavaí, Vale de São Domingos, Pontes e Lacerda e Curvelândia. Os maiores PIB per capita são os de Campos de Júlio e Sapezal.

17 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
1- O Produto Interno Bruto (PIB)

18 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
2 - Potencial Econômico e Industrial 2.1 – Pecuária Bovina O rebanho bovino da região Sudoeste teve crescimento (42%) muito próximo ao do estado (52%) de para Ao final da década atinge mais de 5 milhões de cabeças.

19 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
2 - Potencial Econômico e Industrial 2.1 – Pecuária Bovina

20 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
2 - Potencial Econômico e Industrial 2.1 – Pecuária Bovina A região Sudoeste, com mais de 17% do total estadual em 2010, detem o 2º rebanho bovino de Mato Grosso.

21 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
2 - Potencial Econômico e Industrial 2.1 – Pecuária Bovina

22 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
2 - Potencial Econômico e Industrial 2.2 – Produção Agrícola A produção de grãos de MT superou a marca de três dezenas de milhões de toneladas em 2011. Foi produzido 32,2 milhões de soja, milho, algodão, arroz, sorgo, girassol e outros produtos que registraram, no seu conjunto, o crescimento de 10% em relação à safra de 2010.

23 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
2 - Potencial Econômico e Industrial 2.2 – Produção Agrícola Por outro lado, a produção de cana de MT manteve-se no patamar de 15 milhões de toneladas anuais em 2011, discretamente inferior ao nível do ano anterior.

24 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
2 - Potencial Econômico e Industrial 2.2 – Produção Agrícola A estimativa do IBGE para safra 2012 é o que o crescimento da produção de grãos seja ainda superior ao percentual do ano anterior, e seja alcançado o patamar de 36 milhões de toneladas de grãos e 16,5 de cana de açúcar, com crescimento de 12 e 9%, respectivamente, consolidando MT na supremacia nacional da produção.

25 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
2 - Potencial Econômico e Industrial 2.2 – Produção Agrícola

26 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
2 - Potencial Econômico e Industrial 2.2 – Produção Agrícola A produção agrícola da região Sudoeste é muito representativa no Estado e, segundo o IBGE, deverá representar 10% do total de grãos e 13% da safra de cana-de-açúcar do Estado em

27 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
2 - Potencial Econômico e Industrial 2.2 – Produção Agrícola Produtos da região com representatividade na safra agrícola estadual 2012: Algodão herbáceo (21%) Feijão (17%) Sorgo (12%) Milho (11%) Girassol (9%)

28 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
2 - Potencial Econômico e Industrial 2.2 – Produção Agrícola

29 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
2 - Potencial Econômico e Industrial 2.3 – Madeira MADEIRA - A prática sustentável é o reflorestamento. Segundo a Associação de Reflorestadores de Mato Grosso – AREFLORESTA - a área plantada em Mato Grosso vem crescendo muito nos últimos anos.

30 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
2 - Potencial Econômico e Industrial 2.3 – Madeira A região Oeste de Mato Grosso foi escolhida para a implantação do ‘Polo MT Verde’ devido a altitude ser superior a 500 metros (ideal para Eucalipto). O local possui solo arenoso e de baixa fertilidade natural, além de savana arbórea aberta (campo-cerrado).

31 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
2 - Potencial Econômico e Industrial 2.3 – Madeira A área conta com 700 mil hectares e abrange 11 municípios: Nova Lacerda, Campos de Júlio, Conquista D´Oeste, Vale de São Domingos, Pontes e Lacerda, Jauru, Araputanga, Reserva do Cabaçal, Salto do Céu, Barra do Bugres e Tangará da Serra.

32 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
2 - Potencial Econômico e Industrial 2.3 – Madeira A Região Sudoeste tem a participação de 8% da área de EUCALIPTO – plantada basicamente para a produção de energia para a agroindústria, e a TECA – que representa 16% da área total plantada do estado, com destino à exportações.

33 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
2 - Potencial Econômico e Industrial 2.3 – Madeira TECA – O mercado indica para déficit de 100 milhões de m3 madeira tropical nobre, equivalente a 10 milhões de hectares de Teca ou 120 bilhões de dólares em investimentos.

34 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
2 - Potencial Econômico e Industrial 2.4 - Panorama das Exportações de MT As exportações de Mato Grosso – passam de 1 (um) para US$ 11 bilhões de para 2011 É 975% superior ao valor registrado no último ano do século passado – isso corresponde à taxa média de crescimento de 24% ao ano neste século.

35 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
2 - Potencial Econômico e Industrial 2.4 - Panorama das Exportações de MT

36 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
2 - Potencial Econômico e Industrial 2.4 - Panorama das Exportações de MT O superávit na Balança Comercial de Mato Grosso em 2011 de US$ 9,5 bilhões correspondeu a 32% do superávit brasileiro, e apresentou elevação de 28% em relação ao saldo US$ 7,5 bilhões acumulados em 2010.

37 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
2 - Potencial Econômico e Industrial 2.4 - Panorama das Exportações de MT

38 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
2 - Potencial Econômico e Industrial 2.4 - Panorama das Exportações de MT BALANÇA COMERCIAL Janeiro a Março - Em US$ MilHÕES FOB Discriminação 2012 2011 Var. % MT EXP 2.831 1.999 42% MT IMP 323 273 18% MT BC 2.508 1.726 45% BR – BC 2.437 3.145 -23% PART. MT 103% 55% Fonte: MDIC/SECEX – dados preliminares Dados Elaborados – Assessoria Econômica SFIEMT

39 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
2.4 - Panorama das Exportações Oeste e Centro Oeste 2 - Potencial Econômico e Industrial A região Sudoeste tem participação importante nas exportações de Mato Grosso, alcançando 11% do total exportado pelo Estado em 2011. De 2010 para 2011 a taxa de crescimento das exportações da região foi de 18%.

40 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
2.4 - Panorama das Exportações Oeste e Centro Oeste 2 - Potencial Econômico e Industrial O saldo da Balança Comercial da região foi de US$ FOB 1,1 bilhão e contribuiu com 12% para o saldo estadual, e quase 4% do saldo brasileiro em 2011.

41 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
2.4 - Panorama das Exportações região Sudoeste 2 - Potencial Econômico e Industrial

42 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
2.4 - Panorama das Exportações Oeste e Centro Oeste 2 - Potencial Econômico e Industrial Em relação aos produtos exportados destacam-se: Exportações do complexo soja (57%) - originário de Sapezal (74%) e Campos de Júlio (21%). A Carne Bovina (12%), Milho (9%) e Algodão (8%) que completam a pauta dos principais produtos exportados pela região.

43 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
2.4 - Panorama das Exportações Oeste e Centro Oeste 2 - Potencial Econômico e Industrial

44 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
3 - Empregos No ano de 2010 – último relatório publicado sobre o estoque de empresas e empregos formais - a região Sudoeste do estado registravam 50 mil empregos formais em 6,6 mil empresas, resultado do crescimento de 9% no número de empregados e de 15% no estoque de empresas em relação a dezembro de 2008.

45 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
3 - Empregos

46 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
3 - Empregos O setor industrial da região tem representatividade próxima ao do Estado na geração de empregos; enquanto a indústria estadual responde por 20,5% do estoque de empregos, a indústria das regiões representa 19% da mão-de-obra oficial total contratada.

47 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
3 - Empregos O número de empresas industriais tem representatividade na região semelhante a do Estado, e as 579 empresas industriais registradas em dezembro de 2010 correspondem a 6,3% do total de indústrias de Mato Grosso. O emprego da indústria regional corresponde a 7% do total de emprego industrial do Estado.

48 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
3 - Empregos

49 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
4 - Arrecadação do ICMS

50 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
4 - Arrecadação do ICMS A arrecadação do ICMS por região em 2011 mostra que o ICMS da região Sudoeste, no valor R$ 112 milhões, correspondeu a 3% do total do Estado identificado por regiões.

51 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
4 - Arrecadação do ICMS

52 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
4 - Arrecadação do ICMS A arrecadação do ICMS total por município e a sua evolução 2007 para 2011, que está apresentada a seguir, mostra a pujança de alguns municípios e a depressão em outros.

53 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
4 - Arrecadação do ICMS

54 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
4 - Arrecadação do ICMS Considerando apenas o setor industrial, a arrecadação do ICMS da região foi mais significativa em relação ao setor industrial estadual, correspondendo a 4% do valor setorial arrecadado em Mato Grosso.

55 II – EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ECONÔMICOS
4 - Arrecadação do ICMS

56 III – CONCLUSÃO Os principais indicadores econômicos mostram a industrialização da região Sudoeste com avanço aquém do desejado nos últimos anos, porém vislumbra-se a possibilidade e potencialidade de expressiva expansão em diversos setores nesta década.

57 III – CONCLUSÃO O objetivo desta apresentação foi mostrar os setores com potencialidade de agregação de valores e expansão do índice de industrialização, entre os quais as cadeias da pecuária, couro, laticínios, minerais, produtos da agricultura e outros derivados, madeira e móveis e muitos outros segmentos que poderão ser identificados e explorados.

58 III – CONCLUSÃO O importante é registrar o espírito empreendedor do industrial da região sudoeste que, apesar das dificuldades, manteve a participação da indústria na economia regional em destaque e que, certamente, fará a diferença e trará os benefícios do desenvolvimento industrial com a agregação de emprego e renda para toda a esta sociedade.

59 SETOR INDUSTRIAL DE MT QUEM SOMOS
INDICADOR MT INDÚSTRIA % FONTE Número de empresas (Dez/2010) 70.877 9.126 13% RAIS 2010 VAB (Produção) R$ milhões 51.279 8.665 17% PIB IBGE Mão-de-Obra empregada - dez/2010 20% Consumo Energia Elétrica Gwh 5.779 1.630 28% CEMAT Arrecadação ICMS/ R$ milhões 4.925 1.752 36% SEFAZ/MT 59

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