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Não se poderá, falar no filho sem se pensar em um sonho. Isso é válido tanto para o filho biológico quanto para o filho por adoção. Tanto os que têm.

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4 Não se poderá, falar no filho sem se pensar em um sonho. Isso é válido tanto para o filho biológico quanto para o filho por adoção. Tanto os que têm filhos biológicos quanto os que têm por adoção geram, verdadeiramente, seus filhos. A ausência dos laços genéticos não invalida as ligações parentais.

5 Adotar um filho não pode ser simplesmente realizar o sonho acalentado de ser pai ou mãe, nem tampouco deve ser o de preencher um vazio existencial e, muito menos de resolver a necessidade instintiva da continuidade. Não deve ser também de buscar companhia, nem de dar expressão às sensibilidades sociais de ajudar uma criança desvalida.

6 . Se aprofundarmos a nossa compreensão do significado ético do desejo e da necessidade de termos filhos, chegaremos, a um conceito: todo filho precisa ser, necessariamente adotado, mesmo aquele a quem geramos. Se não vivermos a experiência nem instalarmos o processo de aceitação daquele que geramos, estaremos apenas sendo genitores e não propriamente pais. Para que tornemos pais, necessário é estabelecermos uma relação de afeto. É o afeto dedicado a uma criança que faz dela um filho e constrói em nós a postura de pais. (SCHCETTINI FILHO).

7 Adotar é então tornar filho, pela lei e pelo afeto, uma criança que perdeu, ou nunca teve, a proteção daqueles que a geraram.. É no meio dessa riqueza de atributos e originalidade que se caminha no sentido da integração afetiva. É nesse encontro com o filho que se estrutura a relação de parentalidade que de tão profunda e envolvente, torna-se indissolúvel.

8 A idealização do filho é um direito, porém passa a ser uma agressão à criança, quando se centra simplesmente, nos desejos paternos ou na tentativa de compensar frustrações.. As tentativas de fazer do filho a objetivação do nosso ideal podem atrofiar uma vida, produzindo o desequilíbrio entre a sua realidade interna e a expressão de seu comportamento na relação com o mundo e com a vida (SCHCETTINI FILHO)

9 Ver a criança adotada como um ser inferior e necessariamente frágil é fazer uma generalização, que distorce a realidade e desvirtua a criança como ser existente. Essa postura, por parte dos adultos, produz na criança um compreensível retraimento como mecanismo de defesa para não ser identificada como um ser incapaz e incompetente para a vida.

10 Uma nova cultura da adoção vem priorizando os reais interesses da criança; o desejo de ser pai ou mãe como motivação fundamental dos pretendentes; o rompimento do sigilo em torno das filiações adotivas no âmbito familiar e social e a importância dos vínculos afetivos e de afinidade, independentemente dos laços sangüíneos.

11 É necessário um trabalho de conscientização sobre a importância da adoção, um esforço para desmistificar a associação genérica e errônea entre adoção e fracasso. As dificuldades que ocorrem são muito semelhantes com aquelas que aparecem em famílias biológicas. Conquistas para uma nova cultura da adoção vem sendo obtidas, dentre elas, a Lei /02, que estende à mãe adotiva o direito à licença maternidade e ao salário-maternidade e a lei n /02 que Institui 25 de Maio o Dia Nacional da Adoção

12 Na comarca de Campos Novos há oitenta e seis candidatos habilitados no Cadastro de Pretendentes à Adoção: - trinta e cinco são catarinenses; - cinqüenta e um de outros estados do território nacional Adoções sentenciadas desde 1998: – –

13 A adoção, certamente, não constitui a solução, mas uma das possibilidades indicadas para aqueles que parecem fadados ao abandono pela vida afora. Para muitas crianças é a oportunidade de encontrar o amor e florescer e para muitos adultos, o caminho que leva a realização.

14 Fortalecer uma nova cultura da adoção que considere, os interesses e as necessidades da criança, o desejo de ser pai ou mãe como motivação fundamental dos pretendentes; a importância dos vínculos afetivos e de afinidade, independentemente dos laços sangüíneos.

15 Importa enfatizar o caráter excepcional da adoção, que não pode ser tratada como alternativa à ausência de políticas sociais. É preciso lembrar que, por trás de uma criança abandonada ou abrigada, existe uma família a demandar políticas públicas de combate à pobreza.

16 Aceitar a adoção como uma possibilidade de vinculação, legal e afetiva, que não depende da gestação, mas da convivência, possibilitando a inúmeras crianças uma nova chance de crescer, em um meio capaz de lhes construir um projeto de vida, em que se sintam não apenas crianças mas também filhos.

17 Há pessoas que têm a possibilidade de gestar e dar à luz, mas não de criar; há pessoas que têm a possibilidade de acolher e acompanhar amorosamente o crescimento da criança, embora não tenham podido gerá- la (MALDONADO).

18 Ser filho é a condição universal do homem: não existe homem no mundo que não seja filho. Olhar uma pessoa como filho quer dizer olhá-la na sua identidade. Pode ser filho abandonado, não desejado, necessitado, mas filho: trata-se somente de reconhecê-lo Lia Sanicola

19 Eu também queria muito ter um pai e uma mãe para mim porque os pais e as mães são legais, eles dão boa noite pra gente, levam a gente na escola, levam pra passear. Um dia vou fazer tudo isso com meus filhos Menino de 10 anos, abrigado aos 7 anos.


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