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FACULDADE DE EXCELÊNCIA EDUCACIONAL DO RIO GRANDE DO NORTE (FATERN) CURSO DE BACHARELADO EM FISIOTERAPIA NEUROANATOMIA VIAS PIRAMIDAIS NATAL – RN 2011.

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1 FACULDADE DE EXCELÊNCIA EDUCACIONAL DO RIO GRANDE DO NORTE (FATERN) CURSO DE BACHARELADO EM FISIOTERAPIA NEUROANATOMIA VIAS PIRAMIDAIS NATAL – RN 2011

2 RONNIERBERGSON SOUZA DE AGUIAR SILVIA TAMILES MARQUES DE OLIVERIRA LOPES WILCARLA HANDRESSA PEDROZA DA SILVA VIAS PIRAMIDAIS NATAL – RN 2011

3 1. INTRODUÇÃO VIAS EFERENTES Vias Eferentes Somáticas Vias Piramidais Vias Extrapiramidais Vias Eferentes Viscerais

4 2. VIAS PIRAMIDAIS São as vias motoras que passam pelas pirâmides bulbares em seu trajeto, até a medula.

5 DIVISÃO DAS VIAS PIRAMIDAIS Compreende dois tractos: O tracto córtico – espinhal e seu correspondente, no tronco encefálico, o tracto córtico – nuclear.

6 TRACTO CÓRTICO - ESPINHAL Une o córtex cerebral aos neurônios da medula. Suas fibras têm o seguinte trajeto: área 4 (maioria), coroa radiada, perna posterior da cápsula interna, base do pedúnculo cerebral, base da ponte e pirâmide bulbar.

7

8 Ao nível da decussação das pirâmides, uma parte das fibras continua ventralmente, constituindo o tracto córtico – espinhal anterior. Outra cruza na decussação das pirâmides para constituir o tracto córtico - espinhal lateral. FIGURA 30.2

9 A principal função do tracto córtico – espinhal é motora somática. Suas fibras terminam em relação com neurônios motores que controlam tanto a musculatura axial como apendicular e ele é o principal feixe de fibras responsável pela motricidade voluntária.

10 TRACTO CÓRTICO - NUCLEAR O tracto córtico – nuclear tem o mesmo valor funcional do tracto córtico – espinhal, diferindo deste principalmente pelo fato de transmitir impulsos aos neurônios motores do tronco encefálico e não aos da medula

11 A medida que o tracto córtico – nuclear desce pelo tronco encefálico, dele se destacam feixes de fibras que vão influenciar os neurônios motores dos núcleos da coluna eferente somática e eferente visceral.

12 Embora as semelhanças entre os tractos córtico – espinhal e córtico nuclear sejam muito grandes, existe uma diferença entre eles que se reveste de grande importância clínica: enquanto as fibras do tracto córtico – espinhal são fundamentalmente cruzadas, o tracto córtico – nuclear tem grande número de fibras homolaterais.

13 3. APLICAÇÃO CLÍNICA Síndrome Piramidal Apresenta um quadro deficitário diferente, de acordo com nível em que o sistema nervoso central é afetado. Temos hemiplegia desproporcionada (com grau de comprometimento diferente na face e nos membros superior e inferior) nas lesões córticais, hemiplegia proporcionada nas lesões da capsula interna, síndrome alterna (paralisia de nervos cranianos no hemilado oposto ao da hemiplegia), nas lesões do tronco cerebral e hemiplegia sem comprometimento cefálico nas lesões medulares.

14 Sinal de babinski Sinal de doença neurológica. Consiste na provocação de extensão do grande artelho (hálux), seguindo de afastamento dos outros artelhos, através de uma excitação plantar.

15 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MACHADO, Ângelo. Neuroanatomia Funcional. 2ª ed. Rio de Janeiro/São Paulo: Atheneu, MARANHÃO, Péricles F. et al. Arquivos de Neuro-Psiquiatria, Sinais de Babinski e Chaddock sem disfunção piramidal aparente, vol. 63 n. 2b, São Paulo, Jun MENESES, Murilo S. Neuroanatommia Aplicada. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, TREPEL, Martin. Neuroanatomia Estrutura e Função. 2ª ed. Rio de Janeiro: Revinter,


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