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Na obra Os Maias, de Eça de Queirós. Comunicação Escrita n Os Maias.

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Apresentação em tema: "Na obra Os Maias, de Eça de Queirós. Comunicação Escrita n Os Maias."— Transcrição da apresentação:

1 Na obra Os Maias, de Eça de Queirós

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3 Comunicação Escrita n Os Maias

4 Jornais portuguesesJornais estrangeiros Corneta do DiaboFigaro (jornal francês) A TardeRappel (jornal francês) Gazeta Ilustrada Gazeta Médica (revista de Medicina)

5 Era um meio de difundir as notícias do país Foi uma surpresa para ambos que não tinham lido os jornais. Notícias sobre a sociedade na coluna High Life O Ega, porém, já sabia. A chegada dos Cohens, não é verdade? Lera-o logo nessa manhã na «Gazeta Ilustrada», no High Life. Críticas ao jornalismo português da época Mas a gente nunca pode saber, porque estes jornais portugueses imprimem sempre os nomes estrangeiros errados.

6 Corneta do Diabo: (…) «Corneta do Diabo» (…) na abundância dos itálicos, no tipo gasto, todo ele revelava imundície e malandrice. Director: Palma Cavalão Corrupção no jornalismo (oscilava ao sabor das conveniências): O artigo, pois, fora-lhe simplesmente encomendado e pago. No terreno do dinheiro vence sempre quem tem mais dinheiro. comprar a tiragem do jornal – Promete os cem, promete tudo, contanto que eu tenha o nome… tem uma rapariga espanhola a sustentar, que o senhorio lhe levantou o aluguer da casa, que Lisboa está caríssima, que a literatura neste desgraçado país…

7 A Tarde: Director: Neves, deputado e político (…) não lhe devia dar Vossa Excelência ou aqueles que a escutassem mais importância do que a que se dá a uma involuntária baforada de álcool – pois que, por um hábito hereditário que reaparece frequentemente na minha família, me acho repetidas vezes em estado de embriaguez… Parcialidade no jornalismo: E tu querias que eu publicasse isso homem? O Dâmaso, nosso amigo político! E que não fosse, não é uma questão de partido, é de decência! Eu faço lá isso! (…) Se é o Salcede, bem, acabou-se!

8 Comunicação Escrita n Os Maias

9 É uma fatalidade, parto para sempre com Tancredo, esquece-me, que não sou digna de ti, e levo a Maria, que me não posso separar dela. Depois, em duas breves palavras, pedia-lhe para ir ver na manhã seguinte, o mais cedo possível, uma pessoa de família, que se achava incomodada. (…) julga dever preveni-lo que sua mulher é, à vista de toda a Lisboa, a amante de um rapaz muito conhecido aqui, Carlos Eduardo da Maia (…)

10 – Muito agradecido a Vossa Excelência! Eu junto-lhe então um bilhete e Vossa Excelência entrega-o da minha parte ao Carlos da Maia, ou à irmã. Decidi partir amanhã para Paris. Depois, ao fazer o sobrescrito, ficou com a pena no ar, num embaraço. Devia pôr «Madame Mac Gren» ou «D. Maria Eduarda da Maia»? - Acabou-se! Vai sem nome. Imagina-se que foi esquecimento…

11 Comunicação Escrita n Os Maias

12 Memórias de Um Átomo, João da Ega Medicina Antiga e Moderna, Carlos da Maia Maria, no entanto, não cessava de lembrar os planos intelectuais do Ega: queria que ele trabalhasse, ganhasse um nome: seria isso o orgulho íntimo dela, e sobretudo a alegria suprema do avô. Referência a vários autores estrangeiros

13 Comunicação Escrita n Os Maias

14 Referência e apreciação do que é estrangeiro (com excepção das cartas) Crítica à sociedade (com excepção das cartas) As cartas representam a opinião privada e os jornais a opinião pública

15 Joana Monteiro, nº14 Raquel Simões, nº20 11º4


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