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CARACTERIZAÇÃO DO ESPAÇO BRASILEIRO. Brasil: gigante pela própria natureza 1º - Rússia (17.075.400 km 2 ) 2º - Canadá (9.922.330 km 2 ) 3º - China (9.461.300.

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1 CARACTERIZAÇÃO DO ESPAÇO BRASILEIRO

2 Brasil: gigante pela própria natureza 1º - Rússia ( km 2 ) 2º - Canadá ( km 2 ) 3º - China ( km 2 ) 4º - Estados Unidos (incluindo o Alasca e Hawaii: km 2 ) 5º - Brasil ( ,599 km 2 ) segundo o IBGE

3 Brasil: posição geográfica e extensão territorial Com uma área aproximada de ,599 km 2 (há controvérsias sobre essa área), o Brasil é o 5º maior país em terras descontínuas (o 4º em terras contínuas, caso desconsidere as áreas do Alasca e Havaí nos EUA). Brasil: 1,6% da superfície terrestre 6% das terras emersas 20,8% da América 41,5% da Am. Latina 47,7% da Am. Sul

4 Localização do Brasil 7% Norte 93% Sul 92% Intertropical 8% Temperada LIMITES: N: Guianas S: Uruguai NO: Colômbia O: Peru e Bolívia

5 Extremo Norte (setentrional): Monte Caburaí-RR (nascente do rio Ailã) 05°16'20"N Extremo Ocidental (oeste): Serra da Contamana-AC (nascentes do rio Moa) 73°59'32"W Extremo Sul (meridional): Arroio Chui-RS 33°45'03"S Extremo Oriental (Leste): Ponta do Seixas-PB 34°47'30"W KM Km

6 ORGANIZAÇÃO POLÍTICO- ADMINISTRATIVA DO BRASIL DIVISÃO POLITICA E REGIONAL DO BRASIL DIVISÃO POLITICA E REGIONAL DO BRASIL

7 Sub-regiões do Nordeste e a divisão regional segundo Milton Santos e Maria Silveira

8 FUSOS HORÁRIOS DO BRASIL

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10 LEI Nº , DE 24 ABRIL DE 2008 Art. 1 o Esta Lei altera as alíneas b e c e revoga a alínea d do art. 2 o do Decreto n o 2.784, de 18 de junho de 1913, a fim de modificar os fusos horários do Estado do Acre e de parte do Estado do Amazonas do fuso horário Greenwich menos cinco horas para o fuso horário Greenwich menos quatro horas, e da parte ocidental do Estado do Pará do fuso horário Greenwich menos quatro horas para o fuso horário Greenwich menos três horas. Art. 1 o Esta Lei altera as alíneas b e c e revoga a alínea d do art. 2 o do Decreto n o 2.784, de 18 de junho de 1913, a fim de modificar os fusos horários do Estado do Acre e de parte do Estado do Amazonas do fuso horário Greenwich menos cinco horas para o fuso horário Greenwich menos quatro horas, e da parte ocidental do Estado do Pará do fuso horário Greenwich menos quatro horas para o fuso horário Greenwich menos três horas.

11 b) o segundo fuso, caracterizado pela hora de Greenwich menos três horas, compreende todo o litoral do Brasil, o Distrito Federal e os Estados interiores, exceto os relacionados na alínea c deste artigo; b) o segundo fuso, caracterizado pela hora de Greenwich menos três horas, compreende todo o litoral do Brasil, o Distrito Federal e os Estados interiores, exceto os relacionados na alínea c deste artigo; b) c) o terceiro fuso, caracterizado pela hora de Greenwich menos quatro horas, compreende os Estados de Mato Grosso, de Mato Grosso do Sul, do Amazonas, de Rondônia, de Roraima e do Acre. c) o terceiro fuso, caracterizado pela hora de Greenwich menos quatro horas, compreende os Estados de Mato Grosso, de Mato Grosso do Sul, do Amazonas, de Rondônia, de Roraima e do Acre.

12 ESTRUTURA GEOLÓGICA E RELEVO DO BRASIL AULA 2

13 BRASIL: ESTRUTURA GEOLÓGICA E RELEVO apresenta escudos cristalinos ou núcleos cratônicos, bacias sedimentares e dobramentos antigos apresenta escudos cristalinos ou núcleos cratônicos, bacias sedimentares e dobramentos antigos As bacias sedimentares ocupam cerca de 64% da área total do território brasileiro. As bacias sedimentares ocupam cerca de 64% da área total do território brasileiro. São divididdas em grandes e pequenas bacias, que se formaram nas eras Paleozóica, Mesozóica e Cenozóica. São divididdas em grandes e pequenas bacias, que se formaram nas eras Paleozóica, Mesozóica e Cenozóica.

14 As áreas cristalinas (escudos) ocupam cerca de 36% As áreas cristalinas (escudos) ocupam cerca de 36% arqueozóicas correspondem a 32% arqueozóicas correspondem a 32% proterozóicos a 4% da área do país. proterozóicos a 4% da área do país. Nos terrenos da Era Proterozóica, estão as riquezas mineriais do Brasil (ferro, manganês, bauxita, ouro entre outros). Nos terrenos da Era Proterozóica, estão as riquezas mineriais do Brasil (ferro, manganês, bauxita, ouro entre outros). Portanto, o que denominamos Complexo Cristalino Brasileiro formou-se na Era Arqueozóica e é constituído por rochas magmáticas (granito) e metamórficas (gnaisse). Portanto, o que denominamos Complexo Cristalino Brasileiro formou-se na Era Arqueozóica e é constituído por rochas magmáticas (granito) e metamórficas (gnaisse).

15 RESUMINDO FORMADA POR DOIS MACIÇOS OU ESCUDOS CRISTALINOS: FORMADA POR DOIS MACIÇOS OU ESCUDOS CRISTALINOS: DAS GUIANAS E BRASILEIRO (era Pré- Cambriana) e; DAS GUIANAS E BRASILEIRO (era Pré- Cambriana) e; SEPARADOS POR BACIAS SEDIMENTARES SEPARADOS POR BACIAS SEDIMENTARES

16 I - ESCUDOS DAS GUIANAS II – ESCUDO BRASILEIRO: 1- NÚCLEO SUL-AMAZÔNICO 2- NÚCLEO ATLÂNTICO 3- NÚCLEO ARAGUAIO- TOCANTINO 4- NÚCLEO BOLÍVIO-MATO- GROSSENSE 5- NÚCLEO GURUPI 6- NÚCLEO DO PAMPA BACIAS A – AMAZÔNICA B – MEIO-NORTE C - SANFRANCISCANA D – PARANAICA E – PANTANAL F – COSTEIRA

17 CLASSIFICAÇÃO DO RELEVO BRASILEIRO 1ª CLASSIFICAÇÃO: 1940 (AROLDO AZEVEDO) ALTIMETRIA – 200m 1ª CLASSIFICAÇÃO: 1940 (AROLDO AZEVEDO) ALTIMETRIA – 200m 2ª CLASSIFICAÇÃO: 1962 (AZIZ ABSABER) MORFOCLIMÁTICO 2ª CLASSIFICAÇÃO: 1962 (AZIZ ABSABER) MORFOCLIMÁTICO 3ª CLASSIFICAÇÃO: 1989 (JURANDIR ROSS) PROJETO RADAM – PLANALTO, PLANÍCIE E DEPRESSÃO (ATUAL) 3ª CLASSIFICAÇÃO: 1989 (JURANDIR ROSS) PROJETO RADAM – PLANALTO, PLANÍCIE E DEPRESSÃO (ATUAL)

18 AROLDO AZEVEDO Empregou termos geomorológicos para denominar as divisões gerais (planalto e planícies) e critérios geológicos para classificar as subdivisões. Empregou termos geomorológicos para denominar as divisões gerais (planalto e planícies) e critérios geológicos para classificar as subdivisões. Para diferenciar planalto de planície, usou como critério a altimetria, estabelecendo o limite de 200m para distinguir uma forma da outra. Para diferenciar planalto de planície, usou como critério a altimetria, estabelecendo o limite de 200m para distinguir uma forma da outra.

19 Aziz Ab´Saber: a segunda classificação – 1962 – usando o critério morfoclimático (que explica as formas de relevo pela ação do clima) PLANÍCIES: PLANÍCIES: 1- AMAZÔNICA 1- AMAZÔNICA 2- COSTEIRA 2- COSTEIRA 3- DO PANTANAL 3- DO PANTANAL 4- GAÚCHA (LITORÂNEA OU SUL-RIO GANDENSE 4- GAÚCHA (LITORÂNEA OU SUL-RIO GANDENSE PLANALTOS: 5- DAS GUIANAS BRASILEIRO: 6- CENTRAL 7- ATLÂNTICO 8- MERIDIONAL

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21 O Projeto Radam e a classificação de Jurandir Ross são consideradas três principais formas de relevo: planalto, planície e depressão são consideradas três principais formas de relevo: planalto, planície e depressão Morfoestrutural Morfoestrutural Morfoclimática Morfoclimática Morfoescultural Morfoescultural

22 As novas 28 unidades do relevo brasileiro foram divididas em onze planaltos, seis planícies e onze depressões: PLANALTOS – Bacias sedimentares: 1- Amazônia oriental; 2- Planaltos e chapadas da bacia do Parnaíba; 3- Planaltos e chapadas da bacia do Paraná. Intrusões e coberturas residuais de plataforma: 4- Planalto e chapada dos Parecis; 5- Planaltos residuais Norte- Amazônicos; 6- Planaltos residuais Sul Amazônicos. Cinturões orogênicos: 7- Planaltos e serras do Atlântico Leste- Sudeste; 8- Planaltos e serras de Goiás- Minas; 9- Planaltos e serras residuais do Alto Paraguai. Núcleos cristalinos arqueanos: 10- Borborema; 11- Sul-Rio- Grandense. PLANALTOS – Bacias sedimentares: 1- Amazônia oriental; 2- Planaltos e chapadas da bacia do Parnaíba; 3- Planaltos e chapadas da bacia do Paraná. Intrusões e coberturas residuais de plataforma: 4- Planalto e chapada dos Parecis; 5- Planaltos residuais Norte- Amazônicos; 6- Planaltos residuais Sul Amazônicos. Cinturões orogênicos: 7- Planaltos e serras do Atlântico Leste- Sudeste; 8- Planaltos e serras de Goiás- Minas; 9- Planaltos e serras residuais do Alto Paraguai. Núcleos cristalinos arqueanos: 10- Borborema; 11- Sul-Rio- Grandense. DEPRESSÕES: 12- Amazônia ocidental; 13- Marginal Norte- amazônica; 14- Marginal Sul- Amazônica; 15- Araguaia-Tocantins; 16- Cuiabana; 17- Alto Paraguai- Guaporé; 18- Miranda; 19- Sertaneja e do São Francisco; 20- Tocantins; 21- Periférica da borda leste da bacia do Paraná; 22- Periférica Sul-Rio- Grandense. DEPRESSÕES: 12- Amazônia ocidental; 13- Marginal Norte- amazônica; 14- Marginal Sul- Amazônica; 15- Araguaia-Tocantins; 16- Cuiabana; 17- Alto Paraguai- Guaporé; 18- Miranda; 19- Sertaneja e do São Francisco; 20- Tocantins; 21- Periférica da borda leste da bacia do Paraná; 22- Periférica Sul-Rio- Grandense. PLANÍCIES: 23- Rio Amazonas; 24- Rio Araguaia; 25- Pantanal e rio Guaporé; 26; Pantanal Mato- Grossense; 27- Lagoas dos Patos e Mirim; e, 28- Planície e tabuleiros Litorâneos PLANÍCIES: 23- Rio Amazonas; 24- Rio Araguaia; 25- Pantanal e rio Guaporé; 26; Pantanal Mato- Grossense; 27- Lagoas dos Patos e Mirim; e, 28- Planície e tabuleiros Litorâneos

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24 AULA 03 Clima no Brasil

25 CLIMA NO BRASIL

26 TEMPO TEMPO CLIMA É A SUCESSÃO HABITUAL DO TEMPO CLIMA É A SUCESSÃO HABITUAL DO TEMPO ELEMENTOS CLIMÁTICOS ELEMENTOS CLIMÁTICOS FATORES CLIMÁTICOS FATORES CLIMÁTICOS TEMPERATURA, CHUVA, HUMIDADE, MASSAS DE AR, VENTOS E PRESSÃO ATMOSFÉRICA ALTITUDE, LATITUDE, MASSAS LÍQUIDAS, CONTINENTALIDADE, CORRENTES MARINHAS, VEGETAÇÃO, ETC.

27 FATORES CLIMÁTICOS TEMPERATURA : TEMPERATURA : QUANTO MAIOR A LATITUDE DE UMA LUGAR, MENOR SUA TEMERATURA; QUANTO MAIOR A LATITUDE DE UMA LUGAR, MENOR SUA TEMERATURA; QUANTO MAIOR FOR A ALTITUDE MENOR A TEMPERATURA QUANTO MAIOR FOR A ALTITUDE MENOR A TEMPERATURA AMPLITUDE: É A DIFERENÇA ENTRE A MÁXIMA E A MÍNIMA DE UM LUGAR – PODE SER DIÁRIA OU ANUAL AMPLITUDE: É A DIFERENÇA ENTRE A MÁXIMA E A MÍNIMA DE UM LUGAR – PODE SER DIÁRIA OU ANUAL PRESSÃO ATMOSFÉRICA: PRESSÃO ATMOSFÉRICA: VARIA DE ACORDO COM A TEMPERATURA E A ALTITUDE VARIA DE ACORDO COM A TEMPERATURA E A ALTITUDE QUANTO MAIS ELEVADA A TEMPERATURA MENOR SERÁ A PRESSÃO. QUANTO MAIS ELEVADA A TEMPERATURA MENOR SERÁ A PRESSÃO. QUANTO MAIOR A ALTITUDE MENOR SERÁ A PRESSÃO QUANTO MAIOR A ALTITUDE MENOR SERÁ A PRESSÃO VENTOS: SOPRAM DAS ÁREAS DE ALTA PRESSÃO PARA AS DE BAIXA PRESSÃO. VENTOS: SOPRAM DAS ÁREAS DE ALTA PRESSÃO PARA AS DE BAIXA PRESSÃO.

28 ÁREAS DE ALTA PRESSÃO: CICLONAL ÁREAS DE BAIXA PRESSÃO: ANTICICLONAL MASSAS DE AR: As massas de ar são porções de atmosfera que possuem características particulares de temperatura, pressão e umidade. As massas de ar são porções de atmosfera que possuem características particulares de temperatura, pressão e umidade. Elas podem ser quentes ou frias, além de secas ou úmidas, dependendo das peculiaridades locais na sua formação e no deslocamento das mesmas. Elas podem ser quentes ou frias, além de secas ou úmidas, dependendo das peculiaridades locais na sua formação e no deslocamento das mesmas.

29 As que mais nos interessam são: Equatorial Atlântica (mEa); Equatorial Atlântica (mEa); Equatorial Continental (mEc); Equatorial Continental (mEc); Tropical Continental (mTc); Tropical Continental (mTc); Tropical Atlântica (mTa); Tropical Atlântica (mTa); Polar Atlântica (mPa). Polar Atlântica (mPa). Obs.:Dos deslocamentos dessas massas de ar no decorrer do ano, resultam o regime de nossos ventos e, conseqüentemente, o regime das chuvas e o regime do tempo do Brasil.

30 MASSAS DE AR QUE ATUAM NO BRASIL

31 AS FRENTES Frentes: Quente, Fria e Estacionária. Frentes: Quente, Fria e Estacionária. Frente Fria: Quando uma massa de ar frio avança sob uma massa de ar quente. Frente Fria: Quando uma massa de ar frio avança sob uma massa de ar quente. Frente Quente: Quando o ar quente avança sobre o ar frio. Frente Quente: Quando o ar quente avança sobre o ar frio. Frente Estacionária: Quando não há o avanço do ar frio nem o avanço do ar quente relativamente uma ao outro. Frente Estacionária: Quando não há o avanço do ar frio nem o avanço do ar quente relativamente uma ao outro. Frente Oclusa: Quando uma frente fria ultrapassa uma frente quente do lado leste ou equatorial do ciclone Frente Oclusa: Quando uma frente fria ultrapassa uma frente quente do lado leste ou equatorial do ciclone

32 CHUVAS UMIDADE DO AR: Ponto de Saturação Ponto de Saturação Umidade Absoluta Umidade Absoluta Umidade Relativa Umidade Relativa

33 Regimes Pluviométricos Chuvas de outono Chuvas de outono Parte norte da Amazônia, larga porção do meio-norte e o Litoral setentrional do Nordeste. Parte norte da Amazônia, larga porção do meio-norte e o Litoral setentrional do Nordeste. Chuvas de inverno Chuvas de inverno Litoral oriental dos estados nordestinos (zona da Mata e Salvador). Litoral oriental dos estados nordestinos (zona da Mata e Salvador). Chuvas de verão Chuvas de verão A maior parte do interior do país, como o sul da Amazônia, Goiás, Mato Grosso, vale médio e superior do rio S. Francisco, S. Paulo e norte do Paraná. A maior parte do interior do país, como o sul da Amazônia, Goiás, Mato Grosso, vale médio e superior do rio S. Francisco, S. Paulo e norte do Paraná. Chuvas regularmente distribuídas Chuvas regularmente distribuídas Típicas do Paraná para o sul, com uma estação seca mal caracterizada, mas com chuvas mais abundantes nos meses de verão. Típicas do Paraná para o sul, com uma estação seca mal caracterizada, mas com chuvas mais abundantes nos meses de verão.

34 CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA BRASILEIRA

35 Pluviogramas/Climogramas

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43 HIDROGRAFIA DO BRASIL AULA 4

44 HIDROGRAFIA DO BRASIL PRINCIPAIS BACIAS: AMAZÔNICA, PLATINA E SÃO FRANCISCO PRINCIPAIS BACIAS: AMAZÔNICA, PLATINA E SÃO FRANCISCO CARACTERÍSTICAS: PERENES, RIOS DE PLANALTO, PLUVIAL CARACTERÍSTICAS: PERENES, RIOS DE PLANALTO, PLUVIAL AMAZONAS: PLUVIAL E NIVAL AMAZONAS: PLUVIAL E NIVAL NORDESTE: INTERMITENTES NORDESTE: INTERMITENTES

45 BACIAS HIDROGRÁFICAS AMAZÔNICA AMAZÔNICA ARAGUAIA- TOCANTINS ARAGUAIA- TOCANTINS SAN-FRANCISCANA SAN-FRANCISCANA PARANÁ PARANÁ PARAGUAI PARAGUAI URUGUAI URUGUAI SECUNDÁRIAS: 1 – AMAPÁ – DO NORTE 2 – NORDESTE – RIO PARNAÍBA 3 – LESTE: JEQUITINHONHA, DOCE E PARAÍBA DO SUL 4 – SUDESTE E SUL: RIO ITAJAÍ

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47 Bacia Hidrográfica Amazônica Rios que formam a bacia: 1. Rio Amazonas 2. Rio Solimões 3. Rio Negro 4. Rio Xingu 5. Rio Tapajós 6. Rio Jurema 7. Rio Madeira 8. Rio Purus 9. Rio Branco 10. Rio Juruá 11. Rio Trombetas 12. Rio Uatumã 13. Rio Mamoré

48 Uma divisão elementar das terras da bacia amazônica permite classificá-las em: Igapó: terras constantemente alagadas várzeasvárzeas: terras próximas ao rio, que são inundadas pelas enchentes anuais, ou mesmo diariamente; terras firmes: nunca são alagadas pelas enchentes.

49 Bacia Platina Seus principais rios são: Seus principais rios são: Rio Paraná Rio Paraná Rio Paraná Rio Paraná Rio Uruguai Rio Uruguai Rio Uruguai Rio Uruguai Rio Paraguai Rio Paraguai Rio Paraguai Rio Paraguai Rio Iguaçu Rio Iguaçu Rio Iguaçu Rio Iguaçu Rio Tietê Rio Tietê Rio Tietê Rio Tietê Rio Paranapanema Rio Paranapanema Rio Paranapanema Rio Paranapanema Rio Grande Rio Grande Rio Grande Rio Grande Rio Parnaíba Rio Parnaíba Rio Parnaíba Rio Parnaíba Rio Taquari Rio Taquari Rio Taquari Rio Taquari Rio Sepotuba Rio Sepotuba Rio Sepotuba Rio Sepotuba

50 Bacia hidrográfica do Rio São Francisco

51 Bacia hidrográfica do Araguaia-Tocantins

52 Bacia secundária do Nordeste CARACTERÍSTICAS Área aproximada em km²: Área aproximada em km²: Estados Abrangidos: Maranhão e Piauí. Estados Abrangidos: Maranhão e Piauí. Principais Rios: Parnaíba, Parnaibinha, Uruçui, Vermelho, Balsas, Uruçui Preto, Gurguéia, Riachão, Bacuri, Canindé, Poti e Longá. Principais Rios: Parnaíba, Parnaibinha, Uruçui, Vermelho, Balsas, Uruçui Preto, Gurguéia, Riachão, Bacuri, Canindé, Poti e Longá.

53 Bacia secundária do Sul

54 VEGETAÇÃO BRASILEIRA AULA 5

55 PAISAGENS VEGETAIS As paisagens vegetais estão classificadas: Pelo porte: arbórea, arbustiva e herbáceas. Pelo porte: arbórea, arbustiva e herbáceas. Pela umidade: hidrófilas, xerófilas, tropófilas (duas estações) e halófilas (ambientes salinos). Pela umidade: hidrófilas, xerófilas, tropófilas (duas estações) e halófilas (ambientes salinos). Pela folhagem: latifoliadas, aciculifoliadas e decíduas/caducas. Pela folhagem: latifoliadas, aciculifoliadas e decíduas/caducas. Pela luminosidade: heliófilas e humbrófilas. Pela luminosidade: heliófilas e humbrófilas. Pela paisagem: florestas, matas, pradarias ou estepes e formações complexas. Pela paisagem: florestas, matas, pradarias ou estepes e formações complexas.

56 AS GRANDES PAISAGENS VEGETAIS DO BRASIL A vegetação é o espelho do clima A vegetação é o espelho do clima Interdependência entre vegetação, solo, relevo e clima Interdependência entre vegetação, solo, relevo e clima

57 Formação dos vegetais Grande porte: formações arbóreas ou florestais. Grande porte: formações arbóreas ou florestais. Médio porte: vegetação arbustiva. Médio porte: vegetação arbustiva. Pequeno porte: vegetação herbácea. Pequeno porte: vegetação herbácea.

58 FORMAÇÕES VEGETAIS DO BRASIL Formações Arbustivas ou herbáceas: Cerrado, Caatinga e Campos. Formações Arbustivas ou herbáceas: Cerrado, Caatinga e Campos. Formação Complexa: Pantanal Mato Grossense. Formação Complexa: Pantanal Mato Grossense. Formações Florestais: Latifoliada Equatorial Amazônica, Latifoliada Tropical Mata Atlântica, Latifoliada Úmida de Encosta, Subtropical (Araucária), Mata dos Cocais, Mata de Galerias. Formações Florestais: Latifoliada Equatorial Amazônica, Latifoliada Tropical Mata Atlântica, Latifoliada Úmida de Encosta, Subtropical (Araucária), Mata dos Cocais, Mata de Galerias. Vegetação Litorânea (manguezais). Vegetação Litorânea (manguezais).

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