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A MALDIÇÃO DO HOLOCAUSTO E A RESTAURAÇÃO DA EUROPA O HOLOCAUSTO (hebraico: SHOAH) O ódio contra os judeus se consolidou durante os séculos mediante a teologia.

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1 A MALDIÇÃO DO HOLOCAUSTO E A RESTAURAÇÃO DA EUROPA O HOLOCAUSTO (hebraico: SHOAH) O ódio contra os judeus se consolidou durante os séculos mediante a teologia da substituição. Esta teologia enganosa afirma que a Igreja substitui todas as promessas referentes a Israel. Deste mesmo engano partem as acusações de deicídio, culpando os judeus de serem os responsáveis pela morte de Cristo e as falsas acusações contra o povo judeu, chamadas de libelos de sangue. Diante disso os judeus foram expulsos de vários países durante a Idade Média e Moderna, sendo perseguidos pela igreja Católica e tratados como cidadãos de segunda classe nos países muçulmanos. Mesmo na reforma teológica, Martinho Lutero, que inicialmente mostrou disposição de defender os judeus, no final de sua vida escreveu um panfleto muito inflamado contra eles, pedindo aos cristãos que queimassem suas sinagogas, casas e escolas; que os rabinos fossem proibidos de ensinar, os judeus proibidos de transitar livremente, e os seus livros queimados. Em 1933, Adolf Hitler subiu ao poder na Alemanha e estabeleceu um regime racista sob o enganoso título de Nacional-Socialista, isto é, o Partido Nazista. Esse regime foi baseado na doutrina racial, de acordo com a qual os alemães arianos pertenceriam à "raça Mestre" (Raça Pura), enquanto os judeus eram conhecidos como "Untermenschen", subumanos, que não faziam parte da raça humana. Em 1939, o exército alemão invadiu a Polônia e deu início ao que se tornaria a Segunda Guerra Mundial. Uma série de vitórias fáceis no começo da guerra deu a Hitler a oportunidade em implementar suas ideias. Ele começou a aniquilação do povo judeu, especialmente em solo polonês, onde vivia o maior contingente de judeus da Europa. Documentos descobertos depois da guerra mostram que sua intenção era exterminar todo judeu no mundo. Para realizar seu plano, suas forças primeiramente concentraram os judeus em guetos; estabeleceram campos de concentração e de trabalho, em muitos casos simplesmente campos de extermínio, e transportaram os judeus para esses campos. Os que não estavam aptos para o trabalho eram logo exterminados. A maioria dos outros morreram de inanição ou em virtude de doenças. Na frente oriental, à medida que ocupavam cidades e aldeias, os judeus iam sendo mortos por pelotões de fuzilamento ou por gás, em caminhões fechados. Durante os seis anos de guerra, foram assassinados pelos nazistas aproximadamente de judeus – incluindo crianças – representando um terço do povo judeu naquela época. Esta decisão de aniquilar os judeus, já prevista desde 1924 no livro "Mein Kampf", de Adolf Hitler, foi uma operação feita com fria eficiência, um genocídio cuidadosamente planejado e executado. Foi única na história em escala, gerenciamento e implementação, e por essa razão recebeu um nome próprio: o Holocausto. Menos de cinquenta anos depois, grupos racistas de neonazistas e grupos antissemitas tentam negar que o Holocausto tivesse alguma vez existido, ou afirmam que a escala foi muito menor. Existem algumas causas para esse chamado "revisionismo, especialmente políticas e antissemitas. Alguns desejam limpar o nazismo de sua injúria maior; outros acreditam que o Estado de Israel foi estabelecido para compensar os judeus pelo Holocausto, e ao negá-lo estão procurando destituir Israel de seu direito de existir. Mas o Holocausto existiu, como atestam os testemunhos documentais e pessoais, e o povo judeu decidiu impedir que seja esquecido, para que, com sua lembrança, fique assegurado que o mundo não permitirá jamais que torne a acontecer com os judeus ou com qualquer outro povo ou grupo na Terra. TERRA AMALDIÇOADA DEVIDO AO SANGUE DERRAMADO "Não profanem a terra onde vocês estão. O derramamento de sangue profana a terra, e só se pode fazer propiciação em favor da terra em que se derramou sangue, mediante o sangue do assassino que o derramou. (Números 35:33) Visitantes ao ex-campo se lembram daqueles que foram assassinados e o seu sangue inocente que foi derramado. Esse sangue clama assim como o de Abel. Durante a Marcha dos Vivos os nomes dos mortos são lidos, ao fazê-lo o sangue de Abel é continuamente relembrado juntamente com sua voz demandando juízo, justiça e maldição. Como resultado, a terra e aqueles que derramaram sangue inocente estão debaixo de uma maldição. Deus estabeleceu que o domínio de um poder não duraria mais que 70 anos....Por setenta anos, o tempo da vida de um rei... (Isaias 23:15) Estamos nos aproximando do septuagésimo ano do Holocausto ( ). É um tempo de romper do curso (céus fechados, desordem social, espiritual, sequidão) que foi estabelecido através de tanto sangue inocente de pessoas ao redor da Europa toda, que Satanás tomou para serem mortas no altar que foi construído na Polônia (oito campos no tempo da II Guerra Mundial). Nós queremos que o sangue de Jesus fale a história de Auschwitz – Birkenau, ao seu presente e ao seu futuro. Queremos que fale ao PASSADO de perdão e justiça, ao PRESENTE de perdão, paz e reconciliação, ao FUTURO de esperança viva e benção. Esse lugar somente pode ser um lugar de benção pelo sangue de Jesus e por sua voz. O povo judeu tem sido acusado por séculos pela crucificação do Senhor Jesus e o derramamento de Seu sangue. Isso levou ao ódio, sofrimento e eventualmente ao Holocausto. É uma tragédia que devido à teologia errada e falta de entendimento do significado do sangue do Senhor Jesus, os judeus fossem acusados e perseguidos por derramar o sangue de Jesus. Ao fazê-lo, o sangue de Jesus se tornou o sangue de Abel. É a teologia da substituição do sangue de Jesus que tem se tornado uma maldição. No entanto, o sangue de Jesus nunca foi e nunca será uma maldição, e nunca clamará por vingança como o sangue de Abel clama....e com seu sangue compraste para Deus de toda tribo, língua, povo e nação. Os fizeste reino de Reis e Sacerdotes para servir a Deus. (Apocalipse 5:9-10) O que Deus tem procurado para esse tempo são intercessores, que clamem por uma restauração plena da Europa e de Israel: Procurei um homem entre eles que edificaria uma parede e se colocaria diante de mim na brecha a favor da terra... (Ezequiel 22:30) A REALIDADE ESPIRITUAL ATUAL DA POLÔNIA A Polônia é um dos países mais católicos da Europa, com uma proporção de católicos maior do que qualquer outro como Itália, Espanha ou Irlanda. O número de católicos aumentou muito durante o período da Segunda Guerra Mundial, pois muitas famílias judias se tornaram ou se fizeram católicas para fugir do massacre do Holocausto. A Polônia tem uma população de 38,5 milhões de pessoas, destes: 91% de católicos. 1% de católicos ortodoxos. 2% de outras religiões (islamismo, budismo, judaísmo, etc.). 5% ateus e agnósticos. 0,4% de evangélicos: Igreja Luterana, Pentecostais, União Batista, Metodistas, e outras. Sendo um número aproximadamente de evangélicos, com muitas cidades e vilas sem nenhuma igreja evangélica. Exemplo: a cidade onde se localiza Auschwitz é muito bem estruturada, tem uma população de habitantes e somente uma igreja evangélica, com aproximadamente 100 pessoas, que já está plantada lá há 25 anos. Este grupo de irmãos também está plantando a primeira igreja em uma cidade vizinha, estruturada e moderna, chamada Tych, que possui uma população de pessoas. COMO ESTAMOS ENVOLVIDOS COM ISSO? Há anos, a Shalom Comunidade Cristã organiza viagens a Israel, onde o Memorial do Holocausto (Yad Vashem) é visitado. Durante o tempo que passam ali, existe a oportunidade de demonstrar o amor de Deus para os judeus e se envolver de alguma forma com os irmãos judeus messiânicos. A igreja da Shalom na Inglaterra, na pessoa do Pr. Charrier Bernardes, está envolvida em atos de restauração na Polônia. Esse pastor tem pesquisado sobre as atrocidades cometidas nesse período, juntamente com Pr. Marcos Borges (Coty), Pr. José M. Caixeta e outros vão participar da conferências de Redenção, Restauração e Reconciliação na cidade polonesa Oswiecim, local que os nazistas chamaram de Auschwitz do dia 22 a 25 de novembro deste ano (2013). Mais informações: (34) e – Todd Scates (www.pesformosos.com).www.pesformosos.com Campos transitórios e guetos de onde os judeus era levam a Auschwitz, o pior e maior campo de extermínio. Nos campos de Auschwitz morreram mais de 1 milhão de judeus Em um jornal antissemita alemão, os judeus eram desenhados quebrando a cruz e dominando a Europa. Alianças e calçados roubados dos judeus antes de os enviarem para a morte, para os trabalhos forçados, ou para experimentos científicos macabros. Estrela de identificação colocada obrigatoriamente no braço dos judeus para marcá-los para a morte. No exemplo, de judeus franceses. Foto recente dos crematórios em Auschwitz, na Polônia. Estereótipo de judeu narigudo utilizado durante um jogo de futebol na Polônia, em O antissemitismo ainda se encontra na Europa e deve ser combatido. O acúmulo de corpos era enorme e raramente encontrava-se lugar para colocar todos os que morriam. Câmara de gás onde as vítimas eram levadas pensando ser chuveiros. No lugar da água era liberado o veneno Zyklon B. Mapa dos principais campos de concentração e extermínio europeus. Soldado alemão atira em judeu ucraniano durante uma execução em massa realizada em Vinnitsa, Ucrânia.


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