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Curso Basico de Linux Marcela Santos

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Apresentação em tema: "Curso Basico de Linux Marcela Santos"— Transcrição da apresentação:

1 Curso Basico de Linux Marcela Santos

2 Editores de texto Permissões Kernel e Módulos Rede no Linux

3 Os editores de texto para console mais conhecidos e mais utilizados no Linux são: vi É um dos editores padrões dos sistemas GNU/Linux e sua interface é complexa e possui muitas funções.Recomendo que aprenda o básico sobre ele, pois sempre estará disponível caso ocorra algum problema no sistema. elvis possui boa interface de comunicação com o usuário, suporte a HTML e Metacaracteres. joe Se destaca pela sua versatilidade e além disso, pode ter uma interface personalizada. pico Foi elaborado para ser simples, amigável ao usuário, com layout similar ao programa de correio eletrônico PINE.

4 jed à Recomendável para aqueles que estão acostumados com o EDIT do DOS e gostam de menus suspensos. Sua interface é de fácil operação. O jed possui recursos poderosos para programadores de C e outras linguagens que faz auto-tabulação, auto-identação e delimitação de blocos de código através de cores. O vi O editor de texto mais utilizado pela comunidade. Pode ser encontrado em todos os sitemas baseados no UNIX. A sintaxe para executar o VI é a seguinte: $ vi arquivo Uma vez carregado o vi, veja abaixo uma lista dos principais comandos: Observação: Para passar para o modo comando pressione ESC Comandos básicos de inserção de texto i Insere texto antes do cursor a Insere texto depois do cursor r Insere texto no início da linha onde se encontra o cursor A Insere texto no final da linha onde se encontra o cursor o Adiciona linha abaixo da linha atual O Adiciona linha acima da linha atual

5 jed à Recomendável para aqueles que estão acostumados com o EDIT do DOS e gostam de menus suspensos. Sua interface é de fácil operação. O jed possui recursos poderosos para programadores de C e outras linguagens que faz auto-tabulação, auto-identação e delimitação de blocos de código através de cores. O vi Comandos básicos de movimentação ctrl+f Move o cursor para a próxima tela ctrl+b Move o cursor para a tela anterior H Move o cursor para a primeira linha da tela M Move o cursor para o meio da tela L Move o cursor para a ultima linha da tela h Move o cursor um caractere a esquerda j Move o cursor para a próxima linha k Move o cursor para linha anterior

6 jed à Recomendável para aqueles que estão acostumados com o EDIT do DOS e gostam de menus suspensos. Sua interface é de fácil operação. O jed possui recursos poderosos para programadores de C e outras linguagens que faz auto-tabulação, auto-identação e delimitação de blocos de código através de cores. O vi l Move o cursor um caractere a direita w Move o cursor para o inicio da próxima palavra (Ignora a pontuação) W Move o cursor para o inicio da próxima palavra (Não ignora a pontuação) b Move o cursor para o inicio da palavra anterior (Ignora a pontuação) B Move o cursor para o inicio da palavra anterior (Não ignora a pontuação) 0 Move o cursor para o inicio da linha atual ^ Move o cursor para o primeiro caractere não branco da linha atual $ Move o cursor para o final da linha atual nG Move o cursor para a linha n G Move o cursor para a ultima linha do arquivo Comandos básicos de movimentação

7 jed à Recomendável para aqueles que estão acostumados com o EDIT do DOS e gostam de menus suspensos. Sua interface é de fácil operação. O jed possui recursos poderosos para programadores de C e outras linguagens que faz auto-tabulação, auto-identação e delimitação de blocos de código através de cores. O vi Comandos para localizar texto /palavra Busca pela palavra ou caractere em todo o texto ?palavra Move o cursor para a ocorrência anterior da palavra n Repete o ultimo comando / ou ? N Repete o ultimo comando / ou ?, na direção reversa ctrl+g Mostra o nome do arquivo, o numero da linha corrente e o total de linhas Comandos para salvar o texto :wq Salva o arquivo e sai do editor :w nome_do_arquivo à Salva o arquivo corrente com o nome especificado :w! nome_do_arquivo à Salva o arquivo corrente no arquivo especificado :q Sai do editor :q! Sai do editor sem salvar as alterações realizadas.

8 jed à Recomendável para aqueles que estão acostumados com o EDIT do DOS e gostam de menus suspensos. Sua interface é de fácil operação. O jed possui recursos poderosos para programadores de C e outras linguagens que faz auto-tabulação, auto-identação e delimitação de blocos de código através de cores. Permissões Além do nome, um arquivo tem vários atributos: data de alteração usuário proprietário grupo (de usuários) proprietário permissões (modos) de acesso O modo de acesso protege os arquivos de acesso indesejado Modos de acesso são especificados separadamente para os proprietários e os demais usuários O usuário proprietário não é necessariamente membro do grupo proprietário Quando um arquivo é criado os seus proprietários são: o usuário que o criou e o grupo primário deste usuário.

9 jed à Recomendável para aqueles que estão acostumados com o EDIT do DOS e gostam de menus suspensos. Sua interface é de fácil operação. O jed possui recursos poderosos para programadores de C e outras linguagens que faz auto-tabulação, auto-identação e delimitação de blocos de código através de cores. Trocando os Proprietários de um Arquivo Só o dono do arquivo ou o root pode alterar o usuário proprietário: chown novo_dono arquivo1 arquivo2... especificando-se o nome ou o número identificador do novo dono Só o root ou o dono do arquivo pode alterar o grupo proprietário: chgrp novo_grupo arquivo1 arquivo2... (versão BSD requer que o dono seja membro do novo grupo) Trocas em uma hierarquia de diretórios (recursão): chown -R novo_dono diretorio chgrp -R novo_grupo diretorio Alterando usuário e grupo ao mesmo tempo: chown novo_dono.novo_grupo arquivo1 arquivo2...

10 jed à Recomendável para aqueles que estão acostumados com o EDIT do DOS e gostam de menus suspensos. Sua interface é de fácil operação. O jed possui recursos poderosos para programadores de C e outras linguagens que faz auto-tabulação, auto-identação e delimitação de blocos de código através de cores. Tipos de Acesso Existem três tipos de acessos a arquivos e diretórios. São eles: leitura, escrita e execução. Na seqüência, representados pelos caracteres r w x. Objeto Leitura ( r )Escrita ( w )Execução ( x ) Arquivoler o conteúdo do arquivo. alterar o conteúdo do arquivo. Executar o arquivo como um programa. Diretóri o listar o conteúdo do diretório. criar e apagar arquivos no diretório. ler e gravar arquivos no diretório. A listagem detalhada de arquivos em um diretório especificado requer tipo de acesso xr O tipo de acesso w a um diretório permite remover arquivos do mesmo, ainda que não se tenha tipo de acesso w aos arquivos.

11 jed à Recomendável para aqueles que estão acostumados com o EDIT do DOS e gostam de menus suspensos. Sua interface é de fácil operação. O jed possui recursos poderosos para programadores de C e outras linguagens que faz auto-tabulação, auto-identação e delimitação de blocos de código através de cores. Classes de Acesso u usuário proprietário g grupo proprietário ooutros usuários a todas acima

12 jed à Recomendável para aqueles que estão acostumados com o EDIT do DOS e gostam de menus suspensos. Sua interface é de fácil operação. O jed possui recursos poderosos para programadores de C e outras linguagens que faz auto-tabulação, auto-identação e delimitação de blocos de código através de cores. Alterando Permissões O comando chmod: chmod [classes]OP[tipos] arqs onde OP é um dos seguintes operadores: + adiciona permissão - retira permissão = define nova permissão Evitando alterações não planejadas: chmod a-w arq Combinando classes e tipos de acesso: chmod u+w,go+r-w arq Alterando permissões de uma hierarquia de diretórios: chmod -R go-w dir Especificando tipos de acesso relativos: chmod o=g * Especificando permissões numericamente: Exemplo: chmod 754 arq

13 jed à Recomendável para aqueles que estão acostumados com o EDIT do DOS e gostam de menus suspensos. Sua interface é de fácil operação. O jed possui recursos poderosos para programadores de C e outras linguagens que faz auto-tabulação, auto-identação e delimitação de blocos de código através de cores. Veja na Tabela 4 a representação de permissões de arquivos e diretórios. OctalBinárioLetrasDescrição Sem acesso xSomente execução 2010-w-Somente escrita 3011-wxEscrita e execução 4100r--Somente leitura 5101r-xLeitura e escrita 6110rw-Leitura e escrita 7111rwxLeitura, escrita e execução

14 jed à Recomendável para aqueles que estão acostumados com o EDIT do DOS e gostam de menus suspensos. Sua interface é de fácil operação. O jed possui recursos poderosos para programadores de C e outras linguagens que faz auto-tabulação, auto-identação e delimitação de blocos de código através de cores. Especificando Permissões de Acesso Default Para o modo de acesso desejado modo_númerico faz-se: $ umask valor Onde valor é igual a `modo_númerico – 777' Assim usa-se $ umask 023 Com a umask acima, obtemos proteção 754 por default.

15 jed à Recomendável para aqueles que estão acostumados com o EDIT do DOS e gostam de menus suspensos. Sua interface é de fácil operação. O jed possui recursos poderosos para programadores de C e outras linguagens que faz auto-tabulação, auto-identação e delimitação de blocos de código através de cores. 1) Digite o comando na versão octal, equivalente para os comandos abaixo: a) chmod a+rwx,o-rwx arquivo b) chmod a+rwx arquivo R: 2) Quais são os três tipos de acesso existentes para arquivos e diretórios? R:

16 jed à Recomendável para aqueles que estão acostumados com o EDIT do DOS e gostam de menus suspensos. Sua interface é de fácil operação. O jed possui recursos poderosos para programadores de C e outras linguagens que faz auto-tabulação, auto-identação e delimitação de blocos de código através de cores. Módulos São partes do kernel que são carregadas somente quando são solicitadas por algum aplicativo ou dispositivo e descarregadas da memória quando não são mais usadas. Este recurso é útil por 2 motivos: Evita a construção de um kernel grande (estático) que ocupe grande parte da memória com todos os drivers compilados e permite que partes do kernel ocupem a memória somente quando forem necessários.

17 jed à Recomendável para aqueles que estão acostumados com o EDIT do DOS e gostam de menus suspensos. Sua interface é de fácil operação. O jed possui recursos poderosos para programadores de C e outras linguagens que faz auto-tabulação, auto-identação e delimitação de blocos de código através de cores. Os módulos do kernel estão localizados no diretório /lib/modules/versão_do_kernel/* (onde versão_do_kernel é a versão atual do kernel em seu sistema, caso seja o diretório que contém seus módulos será /lib/modules/2.2.10). Os módulos são carregados automaticamente quando solicitados através do programa kmod ou manualmente através do arquivo /etc/modules, insmod ou modprobe. Atenção: Não compile o suporte ao seu sistema de arquivos raíz como módulo, isto o tornará inacessível.

18 jed à Recomendável para aqueles que estão acostumados com o EDIT do DOS e gostam de menus suspensos. Sua interface é de fácil operação. O jed possui recursos poderosos para programadores de C e outras linguagens que faz auto-tabulação, auto-identação e delimitação de blocos de código através de cores. kmod Este é o programa usado para carregar os módulos automaticamente quando são requeridos pelo sistema. Ele é um daemon que funciona constantemente fazendo a monitoração, quando verifica que algum dispositivo ou programa está solicitando o suporte a algum dispositivo, ele carrega o módulo correspondente. Ele pode ser desativado através da recompilação do kernel, dando um kill no processo ou através do arquivo /etc/modules. Caso seja desativado, é preciso carregar manualmente os módulos através do modprobe ou insmod.

19 jed à Recomendável para aqueles que estão acostumados com o EDIT do DOS e gostam de menus suspensos. Sua interface é de fácil operação. O jed possui recursos poderosos para programadores de C e outras linguagens que faz auto-tabulação, auto-identação e delimitação de blocos de código através de cores. lsmod Lista quais módulos estão carregados atualmente pelo kernel. O nome lsmod é uma contração de ls+módulos - Listar Módulos. A listagem feita pelo lsmod é uma alternativa ao uso do comando cat /proc/modules. A saída deste comando tem a seguinte forma: Module Size Pages Used by nls_iso8859_ (autoclean) nls_cp (autoclean) ne [ne] 0

20 jed à Recomendável para aqueles que estão acostumados com o EDIT do DOS e gostam de menus suspensos. Sua interface é de fácil operação. O jed possui recursos poderosos para programadores de C e outras linguagens que faz auto-tabulação, auto-identação e delimitação de blocos de código através de cores. insmod Carrega um módulo manualmente. Para carregar módulos que dependem de outros módulos para que funcionem, você duas opções: Carregar os módulos manualmente ou usar o modprobe que verifica e carrega as dependências correspondentes. A sintaxe do comando é: insmod [módulo] [opções_módulo] Onde: Módulo É o nome do módulo que será carregado. opções_módulo Opções que serão usadas pelo módulo. Para detalhes sobre que opções são suportadas por cada módulo, veja a sua documentação no código fonte do kernel em /usr/src/linux/Documentation Exemplo: insmod ne io=0x300 irq=10

21 jed à Recomendável para aqueles que estão acostumados com o EDIT do DOS e gostam de menus suspensos. Sua interface é de fácil operação. O jed possui recursos poderosos para programadores de C e outras linguagens que faz auto-tabulação, auto-identação e delimitação de blocos de código através de cores. rmmod Remove módulos carregados no kernel. Para ver os nomes dos módulos atualmente carregados no kernel digite lsmod e verifique na primeira coluna o nome do módulo. Caso um módulo tenha dependências e você tentar remover suas dependências, uma mensagem de erro será mostrada alertando que o módulo está em uso. Exemplo: rmmod ne

22 jed à Recomendável para aqueles que estão acostumados com o EDIT do DOS e gostam de menus suspensos. Sua interface é de fácil operação. O jed possui recursos poderosos para programadores de C e outras linguagens que faz auto-tabulação, auto-identação e delimitação de blocos de código através de cores. modprobe Carrega um módulo e suas dependências manualmente. Este comando permite carregar diversos módulos e dependências de uma só vez. O comportamento do modprobe é modificado pelo arquivo /etc/modules.conf. A sintaxe deste comando é: modprobe [módulo] [opções_módulo] Onde: Módulo É o nome do módulo que será carregado. opções_módulo Opções que serão usadas pelo módulo. Exemplo: modprobe ne io=0x300 irq=10, modprobe sb io=0x220 irq=5 dma=1 dma16=5 mpuio=0x330

23 jed à Recomendável para aqueles que estão acostumados com o EDIT do DOS e gostam de menus suspensos. Sua interface é de fácil operação. O jed possui recursos poderosos para programadores de C e outras linguagens que faz auto-tabulação, auto-identação e delimitação de blocos de código através de cores. depmod Verifica a dependência de módulos. As dependências dos módulos são verificadas pelos scripts em /etc/init.d usando o comando depmod -a e o resultado gravado no arquivo /lib/modules/versao_do_kernel/modules.dep. Esta checagem serve para que todas as dependências de módulos estejam corretamente disponíveis na inicialização do sistema. O comportamento do depmod pode ser modificado através do arquivo /etc/modules.conf. É possível criar a dependência de módulos imediatamente após a compilação do kernel digitando depmod -a [versão_do_kernel]. Exemplo: depmod -a

24 jed à Recomendável para aqueles que estão acostumados com o EDIT do DOS e gostam de menus suspensos. Sua interface é de fácil operação. O jed possui recursos poderosos para programadores de C e outras linguagens que faz auto-tabulação, auto-identação e delimitação de blocos de código através de cores. O comando ifconfig O comando "ifconfig" serve para configurar a rede, bem como ver como ela está configurada. A fim de facilitar a vida do usuário, várias distribuições Linux, permitem a configuração da rede através de scripts com interface gráfica que vão acessar o ifconfig de forma transparente ao usuário. Após configurada fisicamente, a interface precisa receber um endereço IP para ser identificada na rede e se comunicar com outros computadores, além de outros parâmetros como o endereço de broadcast e a máscara de rede. O comando usado para fazer isso é o ifconfig (interface configure). Para configurar a interface de rede Ethernet (eth0) com o endereço , máscara de rede , podemos usar o comando: ifconfig eth netmask

25 jed à Recomendável para aqueles que estão acostumados com o EDIT do DOS e gostam de menus suspensos. Sua interface é de fácil operação. O jed possui recursos poderosos para programadores de C e outras linguagens que faz auto-tabulação, auto-identação e delimitação de blocos de código através de cores. O comando route No Linux o comando utilizado para manipular manualmente a tabela de rotas da maquina é o route. Com ele podemos adicionar e remover todas as rotas da tabela. Exemplo do comando route adicionando uma rota: route add –net /24 gw Exemplo do comando route adicionando a rota padrão: route add default gw Exemplo do comando route removendo uma rota: route del default gw

26 jed à Recomendável para aqueles que estão acostumados com o EDIT do DOS e gostam de menus suspensos. Sua interface é de fácil operação. O jed possui recursos poderosos para programadores de C e outras linguagens que faz auto-tabulação, auto-identação e delimitação de blocos de código através de cores. O arquivo /etc/resolv.conf É no arquivo resolv.conf, dentro do diretório /etc que são definidos os servidores DNS que o sistema ira utilizar. O servidor deve preceder da palavra nameserver. Exemplo: nameserver

27 jed à Recomendável para aqueles que estão acostumados com o EDIT do DOS e gostam de menus suspensos. Sua interface é de fácil operação. O jed possui recursos poderosos para programadores de C e outras linguagens que faz auto-tabulação, auto-identação e delimitação de blocos de código através de cores. 1) Como podemos adicionar uma rota padrão no Linux, caso o roteador estiver configurado com o IP ? R: 2) Qual arquivo deve ser feita a inserção do(s) endereço(s) do(s) servidor(es) DNS da rede? R: 3) Usando o ifconfig, como configurar para que a placa de rede conhecida por eth0 tenha o IP em uma rede de classe C? R:


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