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DEB 2008 – D.C.E. 1 DIRETRIZES CURRICULARES DE FILOSOFIA PARA O ENSINO MÉDIO PROF. BURIM.

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1 DEB 2008 – D.C.E. 1 DIRETRIZES CURRICULARES DE FILOSOFIA PARA O ENSINO MÉDIO PROF. BURIM

2 DEB 2008 – D.C.E. 2 PROF. BURIM

3 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DA FILOSOFIA E SEU ENSINO EMBATE ENTRE PLATÃO E SOFISTAS PROF. BURIM

4 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DA FILOSOFIA E SEU ENSINO SOFISTAS CONCEPÇÃO DE CONHECIMENTO O HOMEM É A MEDIDA DE TODAS AS COISAS - Protágoras O HOMEM É A MEDIDA DE TODAS AS COISAS - Protágoras PROF.BURIM

5 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DA FILOSOFIA E SEU ENSINO SOFISTAS CONCEPÇÃO DE ENSINO ENSINO DA RETÓRICA - A ARTE DE CONVENCER NA NOVA PAIDÉIA O IDEAL DE EXCELÊNCIA E MÉRITO É O BOM ORADOR PROF. BURIM

6 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DA FILOSOFIA E SEU ENSINO PLATÃO CONCEPÇÃO DE CONHECIMENTO: TEORIA DAS IDÉIAS DÓXA X EPISTEME MUNDO SENSÍVEL X MUNDO INTELIGÍVEL PROF. BURIM

7 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DA FILOSOFIA E SEU ENSINO PLATÃO CONCEPÇÃO DE ENSINO ENSINO DA DIALÉTICA – ARTE DE CONDUZIR À VERDADE PROF. BURIM

8 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DA FILOSOFIA E SEU ENSINO PREOCUPAÇÃO COM A DELIMITAÇÃO DE MÉTODOS DE ENSINO DE FILOSOFIA QUE NÃO DETURPEM O CONTEÚDO PROF. BURIM

9 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DA FILOSOFIA E SEU ENSINO FILOSOFIA AUSÊNCIA DE CONCLUSÕES DEFINITIVAS ESTRANHAMENTO INEVITÁVEL NOS ESTUDANTES PROF. BURIM

10 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DA FILOSOFIA E SEU ENSINO POSSIBILIDADES DE ABORDAGEM DIVISÃO CRONOLÓGICA LINEAR Filosofia Antiga Filosofia Medieval Filosofia Renascentista Filosofia Moderna Filosofia Contemporânea PROF. BURIM

11 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DA FILOSOFIA E SEU ENSINO POSSIBILIDADES DE ABORDAGEM: DIVISÃO GEOGRÁFICA Filosofia Ocidental Filosofia Africana Filosofia Oriental Filosofia Latino-Americana PROF. BURIM

12 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DA FILOSOFIA E SEU ENSINO POSSIBILIDADES DE ABORDAGEM DIVISÃO POR CONTEÚDOS Teoria do Conhecimento Ética Filosofia Política Filosofia da Ciência Ontologia Lógica PROF. BURIM

13 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DA FILOSOFIA E SEU ENSINO PROBLEMAS COM A ABORDAGEM CRONOLÓGICA LINEARIDADE SUGERE UMA PERSPECTIVA EVOLUCIONISTA DA FILOSOFIA TRADICIONALMENTE INIBE O DIÁLOGO COM O PRESENTE PROF. BURIM

14 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DA FILOSOFIA E SEU ENSINO PROBLEMAS COM A ABORDAGEM GEOGRÁFICA SUAS DIVISÕES SÃO TOMADAS, EM GERAL, DE FORMA EXCESSIVAMENTE AMPLA (EX.: RELIGIÃO, POESIA, LITERATURA) PROF. BURIM

15 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DA FILOSOFIA E SEU ENSINO VANTAGEM DA ABORDAGEM POR CONTEÚDOS ABSORVE AS DIVISÕES CRONOLÓGICAS E GEOGRÁFICAS LIBERDADE PARA ESCOLHER OS CONTEÚDOS DE ACORDO COM SUA FORMAÇÃO, ESPECIALIZAÇÃO E LEITURAS PROF. BURIM

16 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DO ENSINO DE FILOSOFIA NO BRASIL A FILOSOFIA NÃO TEVE ATÉ HOJE PRESENÇA CONSTANTE NOS CURRÍCULOS ESCOLARES SUAS DIVERSAS CONCEPÇÕES METODOLÓGICAS E POLÍTICAS APRESENTARAM DIFICULDADES EM DIVERSOS NÍVEIS PROF. BURIM

17 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DO ENSINO DE FILOSOFIA NO BRASIL PERÍODO COLONIAL A FILOSOFIA VEIO AO BRASIL COM OS JESUÍTAS CARÁTER MESSIÂNICO, CONFUNDINDO-SE COM INSTRUÇÃO E CATEQUESE PROF. BURIM

18 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DO ENSINO DE FILOSOFIA NO BRASIL PERÍODO COLONIAL FINALIDADE CENTRAL – FORTALECIMENTO DA I.C.A.R. CONTRA OS HERÉTICOS E INFIÉIS VISAVA FORMAR HOMENS LETRADOS, ERUDITOS E CATÓLICOS PROF. BURIM

19 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DO ENSINO DE FILOSOFIA NO BRASIL REPÚBLICA VELHA DISCIPLINA OBRIGATÓRIA NÃO CONSTITUIA UM MOVIMENTO DE CRÍTICA À ESTRUTURA VIGENTE CURRÍCULOS – QUEDA DAS HUMANIDADES (POSITIVISMO) PROF. BURIM

20 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DO ENSINO DE FILOSOFIA NO BRASIL ERA VARGAS REFORMA CAMPOS (1932) INTRODUÇÃO DE LÓGICA E HISTÓRIA DA FILOSOFIA NOS CURRÍCULOS PROF. BURIM

21 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DO ENSINO DE FILOSOFIA NO BRASIL ERA VARGAS FILOSOFIA SE TORNA OBRIGATÓRIA REFORMA CAPANEMA (1942) PROF. BURIM

22 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DO ENSINO DE FILOSOFIA NO BRASIL REPÚBLICA POPULISTA LEI 4.024/61 – FILOSOFIA PERDE O CARÁTER OBRIGATÓRIO PROF. BURIM

23 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DO ENSINO DE FILOSOFIA NO BRASIL DITADURA MILITAR LEI Nº 5.692/71 – RETIRADA DA FILOSOFIA DOS CURRÍCULOS DE SEGUNDO GRAU NÃO SERVIA AOS INTERESSES DA ÉPOCA PROF. BURIM

24 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DO ENSINO DE FILOSOFIA NO BRASIL REDEMOCRATIZAÇÃO MOVIMENTOS PELO RETORNO DA FILOSOFIA AO ENSINO MÉDIO; CONTESTAÇÃO À EDUCAÇÃO TECNICISTA. PROF. BURIM

25 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DO ENSINO DE FILOSOFIA NO BRASIL REDEMOCRATIZAÇÃOPARANÁ PROPOSTA CURRICULAR DE FILOSOFIA PARA O ENSINO DE SEGUNDO GRAU (1994) ELABORAÇÃO DE UMA PROPOSTA CURRICULAR DEIXOU DE SER APLICADA PROF. BURIM

26 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DO ENSINO DE FILOSOFIA NO BRASIL REDEMOCRATIZAÇÃO LDB 9.394/96 LDB: Art. 36: os conteúdos, as metodologias e as formas de avaliação serão organizadas de tal forma que ao final do Ensino Médio o educando demonstre (…) domínio dos conhecimentos de Filosofia e Sociologia necessários ao exercício da cidadania. PROF. BURIM

27 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DO ENSINO DE FILOSOFIA NO BRASIL REDEMOCRATIZAÇÃO LDB 9.394/96 TEXTO VAGO E PARADOXAL NÃO CARACTERIZOU OBJETIVAMENTE A OBRIGATORIEDADE NO CURRÍCULO SABER TRANSVERSAL DISCIPLINA COMPLEMENTAR PROF. BURIM

28 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DO ENSINO DE FILOSOFIA NO BRASIL REDEMOCRATIZAÇÃO CNE Parecer 38/2006: FILOSOFIA E SOCIOLOGIA TORNARAM-SE DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS NA MATRIZ CURRICULAR DO ENSINO MÉDIO PROF. BURIM

29 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DO ENSINO DE FILOSOFIA NO BRASIL REDEMOCRATIZAÇÃO LEI Estadual Nº 15228/2006 Obrigatoriedade da filosofia no ensino médio PROF. BURIM

30 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DO ENSINO DE FILOSOFIA NO BRASIL QUESTÕES E PROBLEMAS PARA QUÊ FILOSOFIA? QUAL FILOSOFIA ENSINAR? COMO ENSINAR FILOSOFIA? PROF. BURIM

31 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DO ENSINO DE FILOSOFIA NO BRASIL DECLARAÇÃO DE PARIS PARA A FILOSOFIA (UNESCO 1995) Ação filosófica formando espíritos livres e reflexivos capazes de resistir às diversas formas de propaganda, fanatismo, exclusão e intolerância, PROF. BURIM

32 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DO ENSINO DE FILOSOFIA NO BRASIL DECLARAÇÃO DE PARIS PARA A FILOSOFIA (UNESCO 1995) contribui para a paz e prepara cada um para assumir suas responsabilidades face às grandes interrogações contemporâneas [...]. PROF. BURIM

33 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DO ENSINO DE FILOSOFIA NO BRASIL DECLARAÇÃO DE PARIS PARA A FILOSOFIA (UNESCO 1995) Consideramos que a atividade filosófica – que não deixa de discutir livremente nenhuma idéia, que se esforça em precisar as definições exatas das noções utilizadas, PROF. BURIM

34 DEB 2008 – D.C.E DIMENSÕES HISTÓRICAS DO ENSINO DE FILOSOFIA NO BRASIL DECLARAÇÃO DE PARIS PARA A FILOSOFIA (UNESCO 1995) em verificar a validade dos raciocínios, em examinar com atenção os argumentos dos outros – permite a cada um aprender e pensar por si mesmo [...] PROF. BURIM

35 DEB 2008 – D.C.E FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS QUESTÃO CLÁSSICA ENSINAMOS FILOSOFIA OU ENSINAMOS A FILOSOFAR? PROF. BURIM

36 DEB 2008 – D.C.E FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS ENSINO DE FILOSOFIA a própria prática da Filosofia leva consigo o seu produto e não é possível fazer Filosofia sem filosofar, nem filosofar sem Filosofia, porque a Filosofia não é um sistema acabado, nem o filosofar apenas a investigação dos princípios universais propostos pelos filósofos [...]. Gallo & Kohan PROF. BURIM

37 DEB 2008 – D.C.E FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS FILOSOFIA NO ENSINO MÉDIO SABER QUE OPERA POR QUESTIONAMENTOS, CONCEITOS E CATEGORIAS DE PENSAMENTO E QUE BUSCA ARTICULAR O ESPAÇO- TEMPORAL E SÓCIO-HISTÓRICO EM QUE SE DÁ O PENSAMENTO E A EXPERIÊNCIA HUMANA. PROF. BURIM

38 DEB 2008 – D.C.E FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS FILOSOFIA NO ENSINO MÉDIO VIABILIZAR INTERFACES COM OUTRAS DISCIPLINAS PARA A COMPREENSÃO DO MUNDO DA LINGUAGEM, DA LITERATURA, DA HISTÓRIA, DAS CIÊNCIAS E DA ARTE. PROF. BURIM

39 DEB 2008 – D.C.E FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS ENSINO DE FILOSOFIA CRIAÇÃO DE CONCEITOS FILOSOFIA - ESPAÇO PARA ANÁLISE E CRIAÇÃO DE CONCEITOS FILOSOFIA E FILOSOFAR SÃO ATIVIDADES INDISSOCIÁVEIS PROF. BURIM

40 DEB 2008 – D.C.E FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS TRÊS IDADES DO CONCEITO 1.ENCICLOPÉDICA: CONCEPÇÃO, UNIVERSAL, ABSTRATA DO CONCEITO; VISÃO TRANSCENDENTE. PROF. BURIM

41 DEB 2008 – D.C.E FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS TRÊS IDADES DO CONCEITO 2. PEDAGÓGICA APROXIMA A FILOSOFIA DE SUA VOCAÇÃO ORIGINAL DE CRIAR CONCEITOS CONSIDERA AS CONDIÇÕES DA SUA CRIAÇÃO COMO FATORES DE MOMENTOS QUE PERMANECEM SINGULARES PROF. BURIM

42 DEB 2008 – D.C.E FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS TRÊS IDADES DO CONCEITO 2. PEDAGÓGICA TRATA-SE DE VALORIZAR A CRIAÇÃO SINGULAR EM UM PLANO DE IMANÊNCIA, NUM CONTEXTO HISTÓRICO DA CONVIVÊNCIA COM O OUTRO E DAS POSSÍVEIS CRIAÇÕES COLETIVAS PROF. BURIM

43 DEB 2008 – D.C.E FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS TRÊS IDADES DO CONCEITO 3. FORMAÇÃO PROFISSIONAL COMERCIAL DO CONCEITO O CONCEITO SE TRANSMUTA EM MERO INSTRUMENTO AO SABOR DO MERCADO - EM SIMULACRO PROF. BURIM

44 DEB 2008 – D.C.E FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS TRÊS IDADES DO CONCEITO 3. FORMAÇÃO PROFISSIONAL COMERCIAL DO CONCEITO EM JOGO DE LINGUAGEM, DESPROVIDO DE CRÍTICA, DE CRIAÇÃO E DAS POTENCIALIDADES TRANSFORMADORAS PROF. BURIM

45 DEB 2008 – D.C.E FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS TRÊS IDADES DO CONCEITO DCE – OPOSIÇÃO À DIMENSÃO PROFISSIONAL COMERCIAL E NA PERSPECTIVA DA SUPERAÇÃO DA DIMENSÃO ENCICLOPÉDICA PROF. BURIM

46 DEB 2008 – D.C.E FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS TRÊS IDADES DO CONCEITO DCE - PROPÕE A DIMENSÃO PEDAGÓGICA DO CONCEITO PROF. BURIM

47 DEB 2008 – D.C.E FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS TRÊS IDADES DO CONCEITO FILOSOFIA NA ESCOLA – ESPAÇO DE EXPERIÊNCIA FILOSÓFICA, PROVOCAÇÃO DO PENSAMENTO ORIGINAL, DA BUSCA, DA COMPREENSÃO, DA IMAGINAÇÃO, DA INVESTIGAÇÃO, DA ANÁLISE E DA CRIAÇÃO DE CONCEITOS. PROF. BURIM

48 DEB 2008 – D.C.E FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS CRIAÇÃO DE CONCEITOS AO DEPARAR-SE COM OS PROBLEMAS E POR MEIO DOS TEXTOS FILOSÓFICOS, ESPERA-SE QUE O ESTUDANTE POSSA PENSAR, DISCUTIR, ARGUMENTAR E QUE NESSE PROCESSO CRIE E RECRIE PARA SI OS CONCEITOS FILOSÓFICOS. PROF. BURIM

49 DEB 2008 – D.C.E FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS O QUE É UM CONCEITO? TODO CONCEITO TEM COMPONENTES E SE DEFINE POR ELES NÃO HÁ CONCEITO DE UM SÓ COMPONENTE, E NÃO HÁ CONCEITO QUE TENHA TODOS OS COMPONENTES PROF. BURIM

50 DEB 2008 – D.C.E FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS O QUE É UM CONCEITO? TODO CONCEITO É AO MENOS DUPLO OU TRIPLO E REMETE A UM PROBLEMA OU A PROBLEMAS PROF. BURIM

51 DEB 2008 – D.C.E FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS O QUE É UM CONCEITO? TODO CONCEITO TEM UMA HISTÓRIA; OS CONCEITOS JAMAIS SÃO CRIADOS DO NADA EM CADA UM DOS CONCEITOS HÁ PEDAÇOS OU COMPONENTES VINDOS DE OUTROS PROF. BURIM

52 DEB 2008 – D.C.E FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS O QUE É UM CONCEITO? CADA CONCEITO OPERA UM NOVO CORTE, ASSUME NOVOS CONTORNOS, DEVE SER REATIVADO OU RECORTADO. É O DEVIR DO CONCEITO PROF. BURIM

53 DEB 2008 – D.C.E FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS O QUE É UM CONCEITO? Em suma, a natureza do conceito ou o conceito de conceito define-se pela inseparabilidade de um número finito de componentes heterogêneos percorridos por um ponto de sobrevôo absoluto, à velocidade infinita (DELEUZE, GUATTARI, 1992, p.33). PROF. BURIM

54 DEB 2008 – D.C.E FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS O QUE É UM CONCEITO? Um filósofo não pára de remanejar seus conceitos, e mesmo de mudá-los PROF. BURIM

55 DEB 2008 – D.C.E FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS O QUE É UM CONCEITO? (...) Os conceitos, como totalidades fragmentárias, não são sequer os pedaços de um quebra- cabeça, pois seus contornos irregulares não se correspondem (DELEUZE, GUATTARI, 1992, p.34). PROF. BURIM

56 DEB 2008 – D.C.E FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS ENSINO DE FILOSOFIA COMO CRIAÇÃO DE CONCEITOS ESPAÇO PARA QUE O ESTUDANTE POSSA PLANEJAR UM SOBREVÔO SOBRE TODO O VIVIDO, A FIM DE QUE CONSIGA À SUA MANEIRA TAMBÉM, CORTAR, RECORTAR A REALIDADE E CRIAR CONCEITOS. PROF. BURIM

57 DEB 2008 – D.C.E FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS ENSINO DE FILOSOFIA COMO CRIAÇÃO DE CONCEITOS NÃO NA PERSPECTIVA ACADÊMICA DE ALTA ESPECIALIZAÇÃO O QUE SE PRETENDE É O TRABALHO COM O CONCEITO NA DIMENSÃO PEDAGÓGICA PROF. BURIM

58 DEB 2008 – D.C.E FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS ENSINO DE FILOSOFIA COMO CRIAÇÃO DE CONCEITOS O TEXTO FILOSÓFICO E A HISTÓRIA DA FILOSOFIA DEVEM ATUALIZAR O PROBLEMA FILOSÓFICO A SER TRATADO COM OS ESTUDANTES PROF. BURIM

59 DEB 2008 – D.C.E CONTEÚDOS ESTRUTURANTES CONHECIMENTOS BASILARES CONSTRUÍDOS HISTÓRICAMENTE, EM CONTEXTOS E SOCIEDADES DIFERENTES, MAS QUE NESTE MOMENTO GANHAM SENTIDO POLÍTICO, SOCIAL E EDUCACIONAL, TENDO EM VISTA O ESTUDANTE DO ENSINO MÉDIO. PROF. BURIM

60 DEB 2008 – D.C.E CONTEÚDOS ESTRUTURANTES MITO E FILOSOFIA TEORIA DO CONHECIMENTO ÉTICA FILOSOFIA POLÍTICA ESTÉTICA FILOSOFIA DA CIÊNCIA PROF. BURIM

61 DEB 2008 – D.C.E CONTEÚDOS ESTRUTURANTES CONTEÚDO BÁSICO/ESPECÍFICO A PARTIR DE SUA FORMAÇÃO, SUA ESPECIALIZAÇÃO, SUAS LEITURAS, O PROFESSOR DE FILOSOFIA PODERÁ FAZER SER PLANEJAMENTO A PARTIR DOS CONTEÚDOS ESTRUTURANTES E FARÁ O RECORTE – CONTEÚDO BÁSICO\ESPECÍFICO – QUE JULGAR ADEQUADO E POSSÍVEL. PROF. BURIM

62 DEB 2008 – D.C.E CONTEÚDOS ESTRUTURANTES O TRABALHO COM CONTEÚDOS ESTRUTURANTES NÃO EXCLUI A HISTÓRIA DA FILOSOFIA NEM AS PERSPECTIVAS GEOGRÁFICAS. PROF. BURIM

63 DEB 2008 – D.C.E CONTEÚDOS ESTRUTURANTES NÃO ENTENDIDOS ISOLADAMENTE SÃO DIMENSÕES DA REALIDADE QUE DIALOGAM ENTRE SI, COM AS CIÊNCIAS, COM A ARTE, COM A HISTÓRIA E COM A CULTURA PROF. BURIM

64 DEB 2008 – D.C.E MITO E FILOSOFIA Os recortes problematizam a superação das narrativas míticas pelo pensamento filosófico ou a sua permanência; LDP: Mito e Filosofia, O deserto do real, Ironia e Filosofia 64 PROF. BURIM

65 DEB 2008 – D.C.E TEORIA DO CONHECIMENTO O recorte de conteúdo específico problematiza o sentido, os fundamentos, a possibilidade e a validade do conhecimento; LDP: O problema do conhecimento, Filosofia e Método, Perspectivas do conhecimento PROF. BURIM

66 DEB 2008 – D.C.E ÉTICA O recorte discute os fundamentos da ação humana e os valores que permeiam as relações intersubjetivas; LDP: A virtude em Aristóteles e Sêneca, Amizade, Liberdade, Liberdade em Sartre. PROF. BURIM

67 DEB 2008 – D.C.E FILOSOFIA POLÍTICA O recorte efetiva-se a partir da discussão das relações de poder, formas de dominação, da busca de compreensão dos mecanismos que estruturam e legitimam os sistemas políticos; LDP: Em busca da essência do político, A política em Maquiavel, Política e violência, A democracia em questão. PROF. BURIM

68 DEB 2008 – D.C.E FILOSOFIA DA CIÊNCIA O recorte efetiva-se a partir do estudo crítico dos princípios das hipóteses e resultados obtidos pela Ciência, bem como da influência de fatores lingüísticos, sociológicos, políticos, técnicos, filosóficos, históricos e tecnológicos presentes no processo de produção da ciência; LDP: O Progresso da Ciência, Pensar a Ciência, Bioética. PROF. BURIM

69 DEB 2008 – D.C.E ESTÉTICA O recorte deve buscar a compreensão da sensibilidade. A estética está intimamente ligada à realidade e às pretensões humanas de dominar, moldar, representar, reproduzir, completar, alterar, apropriar-se do mundo como realidade humanizada; LDP: Pensar a Beleza, A universalidade do gosto, Necessidade ou fim da Arte? O Cinema e uma nova percepção. PROF. BURIM

70 DEB 2008 – D.C.E ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS O TRABALHO COM OS CONTEÚDOS ESTRUTURANTES DA FILOSOFIA E SEUS CONTEÚDOS BÁSICOS\ESPECÍFICOS DAR-SE-Á EM QUATRO MOMENTOS: PROF. BURIM

71 DEB 2008 – D.C.E ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS MOBILIZAÇÃO PARA O CONHECIMENTO PROF. BURIM

72 DEB 2008 – D.C.E ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS Não é ainda uma atividade propriamente filosófica; Utiliza-se de diversos recursos: filme, obras de arte, texto jornalístico ou literário, música, charges, trabalho de campo, entre outros; PROF. BURIM

73 DEB 2008 – D.C.E ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS Deve instigar, provocar, desafiar,mobilizar para pensar o problema; Não pode ser confundida com provocar emoções, sentimentos de pena, culpa, piedade. PROF. BURIM

74 DEB 2008 – D.C.E ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS PROBLEMATIZAÇÃO PROF. BURIM

75 DEB 2008 – D.C.E ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS Os problemas filosóficos são encontrados nos textos filosóficos e recorrentes na atualidade PROF. BURIM

76 DEB 2008 – D.C.E ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS Problematizar significa formular questões sobre a significação, a estrutura, a razão, a intenção, a finalidade e o sentido do pensamento sobre a realidade PROF. BURIM

77 DEB 2008 – D.C.E ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS INVESTIGAÇÃO PROF. BURIM

78 DEB 2008 – D.C.E ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS Investigar é exercitar o pensamento de forma metódica buscando elementos, informações, conhecimentos para discutir o problema; PROF. BURIM

79 DEB 2008 – D.C.E ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS A investigação deverá recorrer à História da Filosofia e aos clássicos, seus problemas e possíveis soluções sem perder de vista a realidade onde o problema está inserido PROF. BURIM

80 DEB 2008 – D.C.E ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS CRIAÇÃO DE CONCEITOS PROF. BURIM

81 DEB 2008 – D.C.E ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS É o processo pelo qual o estudante se apropria, pensa e repensa os conceitos problematizados e investigados da tradição filosófica em função dos problemas próprios PROF. BURIM

82 DEB 2008 – D.C.E ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS Espera-se que o estudante possa argumentar de forma verbal e escrita utilizando os conceitos apropriados de forma lógica, coerente e original (criação de conceitos) PROF. BURIM

83 DEB 2008 – D.C.E AVALIAÇÃO NO ENSINO DE FILOSOFIA Função diagnóstica (não para medir) Subsidiar, redimensionar a ação Respeito ao estudante, suas posições e argumentações PROF. BURIM

84 DEB 2008 – D.C.E AVALIAÇÃO NO ENSINO DE FILOSOFIA Avaliar a capacidade de argumentação, identificando os limites da suas idéias, apresentando disposição para rever suas posições Pressupõe: leitura, debate, produção de textos, pesquisa, atividades investigativas e de fixação PROF. BURIM

85 DEB 2008 – D.C.E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS APPEL, E. Filosofia nos vestibulares e no ensino médio. Cadernos PET-Filosofia 2. Curitiba, ASPIS, R. O professor de Filosofia: o ensino da Filosofia no Ensino Médio como experiência filosófica. CEDES. Campinas. n. 64, BORNHEIM, G. O sujeito e a norma. In. NOVAES, Adauto. Ética. São Paulo: Companhia das Letras, BRASIL. Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia. Orientações curriculares do ensino médio. [S.n.t.]. PROF. BURIM

86 DEB 2008 – D.C.E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Orientações curriculares do ensino médio. Brasília. MEC/SEB, BRASÍLIA. Secretaria de Educação Básica. Orientações curriculares do ensino médio. Brasília: MEC/SEB, CORBISIER, R. Introdução à filosofia. 2 ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,1986, v.1. DELEUZE, G.; GUATTARI, F. O que é a filosofia? Rio de Janeiro: Ed. 34, p. (Coleção Trans). PROF. BURIM

87 DEB 2008 – D.C.E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS FAVARETTO, C.F. Notas sobre o ensino da filosofia. In: A filosofia e seu ensino/Paulo Arantes... et all; Salma T. Muchail (org) - Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes; São Paulo: Educ, FERRATER MORA. Dicionário de filosofia São Paulo: Loyola, vol. FILOSOFIA. Vários autores. Curitiba: SEED-PR, p. (Livro Didático Público) GALLO, S.; KOHAN, W. O. (orgs). Filosofia no ensino médio. Petrópolis: Vozes, PROF. BURIM

88 DEB 2008 – D.C.E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS KOHAN; WAKSMAN. Perspectivas atuais do ensino de filosofia no Brasil. In: FÁVERO, A; Kohan, W.O.; RAUBER, J.J. Um olhar sobre o ensino de filosofia. Ijuí: Ed. da UNUJUÍ, LANGON M. Filosofia do ensino de filosofia. In: GALLO, S.; CORNELLI, G.; DANELON, M. (Org.) Filosofia do ensino de filosofia. Petrópolis: Vozes, LEOPOLDO E SILVA, F. Por que a Filosofia no segundo grau. Revista estudos avançados, v.6, n. 14, MARX, K. A questão judaica. In: Manuscritos Econômico- filosóficos. Tradução Artur Morão. Lisboa: Edições 70, PROF. BURIM

89 DEB 2008 – D.C.E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação. Proposta curricular para o ensino de filosofia no 2.º grau. Curitiba, REALE, G.; ANTISERI, D. História da filosofia: patrística e escolástica. São Paulo: Paulus, RIBEIRO, M. L. S. História da Educação brasileira: a organização escolar. São Paulo: Cortez & Moraes,1978. RIBEIRO, R.J. Último vôo da andorinha solitária. Estado de São Paulo, 06 mar PROF. BURIM

90 DEB 2008 – D.C.E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS RUSSELL, B. Os problemas da filosofia. Tradução António Sérgio. Coimbra: Almedina, SEVERINO. A J. In: GALLO; S., DANELON; M., CORNELLI, G., (Orgs.). Ensino de filosofia: teoria e prática. Ijuí: Ed. Unijuí, TEXTOS SEAF (Sociedade de Estudos e Atividades Filosóficas - Regional do Paraná). Curitiba, ano 2, número 3, UNESCO. Philosophie et Dèmocratic dans le Monde – Une enquête de l´Unesco. Librarie Générale Française, PROF. BURIM

91 DEB 2008 – D.C.E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS VASCONCELLOS, Celso dos Santos. A construção do conhecimento em sala de aula. São Paulo: Libertad, WOLFF. F. A invenção da política, In: NOVAES. A (Org.) A crise do estado-nação. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, DOCUMENTOS CONSULTADOS ON LINE Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova In: História da Educação no Brasil. Disponível em: Acessado em www.pedagogiaemfoco.pro.br/heb07a.htm PROF. BURIM

92 DEB 2008 – D.C.E. 92 EQUIPE DE FILOSOFIA SEED/NRE Prof. Edson Pegoraro – SEED PROF. LUIZ ANTONIO BURIM ou - NRE CONTATO -Prof. Burim - fone Técnico pedagógico de Filosofia - NRE de Apucarana


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