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A celebração do Matrimónio Cristão A perspectiva do Catecismo da Igreja Católica e dos Preliminares do Ritual da Celebração do Matrimónio ENCONTRO DE FORMAÇÃO.

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1 A celebração do Matrimónio Cristão A perspectiva do Catecismo da Igreja Católica e dos Preliminares do Ritual da Celebração do Matrimónio ENCONTRO DE FORMAÇÃO PARA MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS DA COMUNHÃO

2 CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA II Parte: A celebração do Mistério Cristão II Secção: Os sete sacramentos Capítulo III: Os Sacramentos ao serviço da Comunhão Artigo 7: O Sacramento do Matrimónio Números

3 O MATRIMÓNIO, SACRAMENTO «Sinal da união de Cristo e da Igreja. Confere aos esposos a graça de se amarem com o amor com que Cristo amou a sua Igreja; a graça do sacramento aperfeiçoa assim o amor humano dos esposos, dá firmeza à sua unidade indissolúvel e santifica-os no caminho da vida eterna» 1661

4 I. O matrimónio no desígnio de Deus «A S.E. começa pela criação do homem e da mulher, à imagem e semelhança de Deus (Gn 1, 26-27), e acaba pela visão das núpcias do Cordeiro (Ap 1, 7.9). Do princípio ao fim, a Escritura fala do matrimónio e do seu «mistério», da sua instituição e do sentido que Deus lhe deu, da sua origem e da sua finalidade, das suas diversas realizações ao longo da história da salvação, das dificuldades nascidas do pecado e da sua renovação no Senhor, na nova Aliança de Cristo e da Igreja». 1602

5 O Matrimónio Na ordem da criação Sob o regime do pecado Sob a pedagia da Lei No Senhor… * Jo 2, 1-11 * Mt 19, 3-6 (e Mc 10, 6-9) * Ef 5, A Virgindade por amor do Reino

6 II. A celebração do Matrimónio Na epiclese deste sacramento, os esposos recebem o Espírito Santo como comunhão de amor de Cristo e da Igreja. É Ele o selo da aliança de ambos, a fonte sempre aberta do seu amor, a força em que se renovará a sua fidelidade. 1624

7 III. O Consentimento matrimonial O matrimónio é um acto litúrgico; introduz num ordo eclesial, criando direitos e deveres na Igreja entre os esposos e para com os filhos; sendo um estado de vida, é necessário que haja certeza acerca dele; o carácter público do consentimento protege o «sim» e ajuda a permanecer-lhe fiel. 1631

8 RITO DO MATRIMÓNIO Diálogo antes do consentimento Sac. Rafael e Maria Luísa, viestes aqui para celebrar o vosso Matrimónio. É de vossa livre vontade e de todo o coração que pretendeis fazê-lo? Os noivos: É, sim. Sac. Vós que seguis o caminho do Matrimónio, estais decididos a amar-vos e a respeitar-vos, ao longo de toda a vossa vida? Os noivos: Estou, sim Sac. Estais dispostos a receber amorosamente os filhos como dom de Deus e a educá-los segundo a lei de Cristo e da sua Igreja? Os noivos: Estou, sim.

9 RITO DO MATRIMÓNIO União das mãos e consentimento Sac. Uma vez que é vosso propósito contrair o santo Matrimónio, uni as mãos direitas e manifestai o vosso consentimento na presença de Deus e da sua Igreja. Noivo: Eu, Rafael, recebo-te por minha esposa a ti Maria Luísa, e prometo ser-te fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias da nossa vida. Noiva: Eu, Maria Luísa, recebo-te por meu esposo a ti Rafael, e prometo ser-te fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias da nossa vida.

10 ACEITAÇÃO DO CONSENTIMENTO: P- O Deus de Abraão, o Deus de Isaac, o Deus de Jacob, o Deus que uniu os nossos primeiros pais no paraíso, confirme e abençoe (+) em Cristo o consentimento que manifestastes perante a sua Igreja, para que o homem não separe o que Deus uniu. Bendigamos ao Senhor! Todos: Graças a Deus Bênção e Entrega das alianças Esposo: Maria Luísa, recebe esta aliança como sinal do meu amor e da minha fidelidade. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Esposa: Rafael, recebe esta aliança como sinal do meu amor e da minha fidelidade. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. RITO DO MATRIMÓNIO

11 CAUSAS PELA QUAL UM MATRIMÓNIO PODE SER NULO São incapazes de contrair matrimónio: -aqueles que não gozam de suficiente uso da razão; -aqueles que sofrem de grave falta de discernimento para apreciarem os direitos e os deveres essenciais do matrimónio, que os cônjuges devem dar e receber mutuamente; - aqueles que, por motivos de natureza psíquica, não podem assumir as obrigações essenciais do matrimónio. A validade do consentimento matrimonial pode ser afectada: -pela ignorância -pelo erro, -pelo dolo ou engano, -pela exclusão voluntária de um elemento essencial ou de uma propriedade essencial do matrimónio… -por uma condição aposta ao consentimento.

12 IMPEDIMENTOS QUE INVALIDAM O MATRIMÓNIO 1.A idade 2.A impotência 3.O vínculo de um matrimónio anterior, mesmo não consumado 4. A disparidade de culto: 5. A Ordem sagrada 6. Os votos religiosos, 7. O rapto: 8. O conjugicídio ou assassínio do cônjuge A consanguinidade ou parentesco natural, 10. A afinidade ou parentesco 11. A honestidade pública, 12. O parentesco legal

13 IV. Os efeitos do Sacramento do Matrimónio -O vínculo matrimonial O vínculo que resulta do acto humano livre dos esposos, sendo estabelecido pelo próprio Deus, é irrevogável e permanente: «dá origem a uma aliança garantida pela fidelidade de Deus». Sobre ele a Igreja não tem qualquer poder. -A graça do Sacramento Cristo é a fonte da graça do Sacramento. Nas alegrias do seu amor e da sua vida familiar, Ele dá-lhes, já neste mundo, um antegosto do festim das núpcias do Cordeiro

14 V. Os bens e as exigências do amor conjugal 1.Unidade e indissolubilidade ( ) 2. Fidelidade ( ) 3. Abertura à fecundidade ( )

15 VI. A Igreja doméstica É na família que se exerce de modo privilegiado o sacerdócio baptismal do pai, mãe, filhos… quer na recepção dos sacramentos, na oração e acção de graças, no testemunho da santidade de vida, na abnegação e na caridade efectiva (LG 10)… É a primeira escola de vida cristã e de enriquecimento humano: «O lar cristão é o lugar onde os filhos recebem o primeiro anúncio da fé. É por isso que a casa de família se chama, com razão, a igreja doméstica, comunidade de graça e de oração, escola de virtudes humanas e de caridade cristã»

16 Casos particulares: comunhão aos divorciados recasados Excomunhão não é igual a não comunhão São sete os casos de excomunhão prevista na disciplina da Igreja: 1.profanação das espécies sagradas; 2.a violência física contra a pessoa do Sumo Pontífice; 3.a absolvição do cúmplice; 4.a ordenação episcopal sem mandato pontifícia; 5.a violação directa do sigilo sacramental; 6.a apostasia, 7.a heresia, 8.o cisma 9.e o aborto. O excomungado está proibido de: -1º Ter qualquer participação ministerial na celebração do sacrifício eucarístico ou em quaisquer outras cerimónias de culto; -2º celebrar sacramentos ou sacramentais e receber sacramentos; -3º desempenhar quaisquer ofícios ou ministérios ou cargos eclesiásticos ou exercitar actos de governo; não é este o caso dos divorciados recasados.

17 Voto final «Felizes os convidados para o banquete do Senhor!» (Ap.19,9)


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