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ATRIBUIÇÕES E PRÁTICAS DOS SERVIÇOS DE A POIO PEDAGÓGICO ESPECIALIZADO.

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Apresentação em tema: "ATRIBUIÇÕES E PRÁTICAS DOS SERVIÇOS DE A POIO PEDAGÓGICO ESPECIALIZADO."— Transcrição da apresentação:

1 ATRIBUIÇÕES E PRÁTICAS DOS SERVIÇOS DE A POIO PEDAGÓGICO ESPECIALIZADO

2 Sala de Recursos – Deficiência Mental 1. Avaliar e registrar o diagnóstico, os avanços, o desempenho, bem como os projetos, as experiências bem ou mal sucedidas, e a produção processual dos alunos em fichas, portfólios, planos e projetos. 2. Estimular o desenvolvimento dos processos cognitivos, oferecendo complementação curricular, bem como suprindo possíveis dificuldades e lapsos. 3.Buscar elevar a autonomia do aluno. 4. Estimular o aluno para que deixe a posição passiva diante da aprendizagem para o acesso e apropriação ativa do próprio saber. 5. Apoiar o professor do ensino comum nas questões de adaptação de acesso ao currículo. 6. Sondar, estimular e desenvolver as habilidades básicas de preparação para o mercado de trabalho

3 Sala de Recursos – Deficiência Física A Sala de Recursos visa à integração física, funcional e social do aluno à classe comum e à comunidade; deverá estar situada no primeiro pavimento da escola, para facilitar o acesso. Os trabalhos desenvolvidos deverão proporcionar: *aquisição e/ou desenvolvimento da comunicação, de comportamentos e atitudes compatíveis com o meio sociocultural circundante; *utilização de técnicas variadas e adequadas ao aproveitamento máximo das potencialidades do aluno, respeitando o seu nível de desempenho.

4 Sala de Recursos – Deficiência Física 1. Ensino da comunicação alternativa e uso de tecnologia assistiva. 2. Indicar aquisição e ensinar os recursos de acesso ao computador: ponteira de cabeça, acionadores, etc. 3. Adequação e confecção de material pedagógico: plano inclinado, engrossadores de lápis, tesouras adaptadas, etc. 4. Indicar o mobiliário adequado às necessidades dos alunos: mesas, cadeiras, quadro, etc. 5. Sugerir e orientar a aquisição de materiais: quadro magnético com letras imantadas e outros, conforme princípios da tecnologia assistiva e comunicação alternativa 6. Indicar providências para provimento de recursos de auxílios de vida autônoma. 7. Indicar providências para facilitar e auxiliar na mobilidade dos alunos: cadeira de rodas, andadores e outros.

5 Sala de Recursos – Deficiência Auditiva Deve atender alunos nos aspectos da linguagem oral e escrita, estimulação da comunicação, treinamento auditivo, leitura orofacial, suplementação do atendimento educacional oferecido na classe comum e outros que o professor julgar necessários.

6 Sala de Recursos – Deficiência Auditiva 1. Ensino da Língua Brasileira de Sinais - Libras. 2. Ensino da Língua Portuguesa, na modalidade Escrita. 3. Ensino em Libras - antecipação em Língua de Sinais e conceitos. 4. Produção e adequação de materiais didáticos e pedagógicos com base na pedagogia visual na Libras.

7 Sala de Recursos – Deficiência Visual Consiste numa forma de atendimento a alunos cegos e de visão subnormal, com a utilização de materiais e equipamentos que visam suprir suas necessidades específicas. Os alunos inscritos nessas salas podem se utilizar no sistema braile ou de material impresso em tipo ampliado.

8 Sala de Recursos – Deficiência Visual CEGUEIRA 1. Ensino do Sistema Braille: uso da reglete, da máquina, dos programas virtuais e do alfabeto Braille. 2. Noções sobre orientação e mobilidade. 3. Orientações sobre atividades da vida autônoma. 4. Uso de ferramentas de comunicação: sintetizadores de voz para ler e escrever através do computador. 5. Adaptações em alto relevo. 6. Ensino da técnica de sorobã. 7. Transcrição e adaptação de material em tinta para o braille. 8. Produção e utilização de áudio-livro. 9. Produção de textos escritos em formato digital.

9 Sala de Recursos – Deficiência Visual Baixa visão (Diversos tipos e graus) 1. Ensinar o uso de recursos ópticos e não ópticos. 2. Adaptações em tinta. 3. Estimulação visual. 4. Ampliação de fontes, entre outros. 5. Produção de materiais com contraste visual. 6. Produção de materiais didáticos e pedagógicos adequados aos tipos de visão dos alunos.

10 Ao Professor Especialista cabe: 1. Participar da elaboração da proposta pedagógica da escola 2. Atender ao aluno e identificar as necessidades específicas do aluno com deficiência. 3. Identificar as competências e habilidades do aluno, em processo próprio de desenvolvimento. 4. Identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade e estratégias considerando as necessidades específicas dos alunos. 5. Elaborar plano de atuação, visando serviços e recursos de acessibilidade ao conhecimento e ao ambiente escolar. 6. Organizar o tipo e o número de atendimentos aos alunos da sala de recursos.

11 Ao Professor Especialista cabe: Ao Professor Especialista cabe: 7. Elaborar e executar plano anual de atendimento educacional especializado, avaliando funcionalidade e aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade, bem como plano individual de atendimento aos alunos. 8. Integrar os conselhos de classe/ciclo/série e participar das HTPCs e/ou outras atividades coletivas da Unidade Escolar, colaborando nas avaliações pedagógicas de alunos. 9. Adotar fichas de registro de dados e outros, que sustentem a observação sistemática do desenvolvimento do aluno e que forneçam pistas para análise do processo de aquisição e desenvolvimento individual, avaliando-os sem perder de vista a dificuldade que motivou o encaminhamento do aluno, no tocante as suas aptidões e habilidades.

12 Ao Professor Especialista cabe: 10. Acompanhar a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade na sala de aula comum do ensino regular, bem como em outros ambientes da escola, 11. Orientar professores e famílias sobre os recursos pedagógicos e de acessibilidade utilizados pelo aluno. 12. Usar e ensinar o uso da tecnologia assistiva para ampliar habilidades funcionais do aluno, promovendo autonomia e participação. 13. Estabelecer articulação com os professores da sala comum, visando à disponibilização dos serviços, dos recursos pedagógicos e de acessibilidade e das estratégias que promovem a participação dos alunos nas atividades escolares.

13 Ao Professor Especialista cabe: Enfim, o papel do professor especialista é procurar a falha e intervir. Enfim, o papel do professor especialista é procurar a falha e intervir. A Sala de Recursos não é e não pode ser utilizada para reforço escolar. A Sala de Recursos não é e não pode ser utilizada para reforço escolar. A educação especial é um processo educacional definido em uma proposta pedagógica, assegurando um conjunto de recursos e serviços especiais organizados institucionalmente para: A educação especial é um processo educacional definido em uma proposta pedagógica, assegurando um conjunto de recursos e serviços especiais organizados institucionalmente para: Apoiar prestar auxílio ao professor e ao aluno no processo de ensino e aprendizagem, tanto nas classes comuns quanto em salas de recursos.(ver páginas 54 e 55 PCN/EE). Apoiar prestar auxílio ao professor e ao aluno no processo de ensino e aprendizagem, tanto nas classes comuns quanto em salas de recursos.(ver páginas 54 e 55 PCN/EE).

14 Ao Professor Especialista cabe: Complementar completar o currículo para viabilizar o acesso à base nacional comum. Complementar completar o currículo para viabilizar o acesso à base nacional comum. Suplementar ampliar, aprofundar ou enriquecer a base nacional comum. Essas formas de atuação visam assegurar resposta educativa de qualidade às necessidades educacionais especiais dos alunos nos serviços educacionais comuns. Suplementar ampliar, aprofundar ou enriquecer a base nacional comum. Essas formas de atuação visam assegurar resposta educativa de qualidade às necessidades educacionais especiais dos alunos nos serviços educacionais comuns. Substituir colocar em lugar de. Compreende o atendimento educacional especializado realizado em classes especiais, escolas especiais, classes hospitalares e atendimento domiciliar. Substituir colocar em lugar de. Compreende o atendimento educacional especializado realizado em classes especiais, escolas especiais, classes hospitalares e atendimento domiciliar.

15 Ao Professor Coordenador cabe: Orientar na identificação e registros das necessidades, aprendizagens e realizações dos alunos. Orientar na elaboração de plano de atendimento individual, bem como no plano anual de atuação, que deverá integrar o Plano Anual de atividades da Escola, com vistas à otimização dos serviços e recursos de acessibilidade ao conhecimento e ambiente escolares. Sugerir aquisição de materiais, indicando a aquisição de softwares, recursos e equipamentos tecnológicos, mobiliário, recursos ópticos, dicionários e outros

16 Ao Professor Coordenador cabe: Acompanhar o uso dos serviços e recursos em sala de aula, verificando a funcionalidade e a aplicabilidade dos mesmos, seu impacto, os efeitos, as distorções, a pertinência, a negligência (quando houver), os limites e as possibilidades do aplicação e uso na sala de aula e na escola Orientar e acompanhar os professores quanto aos recursos, aos materiais e aos equipamentos utilizados pelo aluno, cujo uso e aplicação devem ser aprendidos e ensinados, bem como sua utilização nas turmas do ensino comum.

17 Ao Professor Coordenador cabe: Trazer atualizados dados referentes ao atendimento Educacional Especializado, bem como aqueles referentes ao desempenho escolar dos alunos com necessidades educacionais especiais, tanto no que se refere ao AEE, bem como no ensino regular. Solicitar providências para a utilização de recursos de auxílio de vida autônoma, tanto no ensino pelo professor, como no uso pelo aluno.

18 Ao Professor Coordenador cabe: Solicitar providências para a utilização de recursos de auxílio de mobilidade: cadeira de rodas, andadores e outros Facilitar e organizar a assistência do professor especialista aos professores de salas de aula comuns, da própria escola ou de outra, através de contato com a equipe gestora de ambas as escolas e cronograma de ações.


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