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Robinson Crusoe The Life and Strange Surprising Adventures of Robinson Crusoe of York, Mariner: who lived Eight and Twenty Years, all alone in an uninhabited.

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Apresentação em tema: "Robinson Crusoe The Life and Strange Surprising Adventures of Robinson Crusoe of York, Mariner: who lived Eight and Twenty Years, all alone in an uninhabited."— Transcrição da apresentação:

1 Robinson Crusoe The Life and Strange Surprising Adventures of Robinson Crusoe of York, Mariner: who lived Eight and Twenty Years, all alone in an uninhabited Island on the coast of America, near the Mouth of the Great River of Oroonoque; Having been cast on Shore by Shipwreck, wherein all the Men perished but himself. With An Account how he was at last as strangely deliver'd by Pirates. Written by Himself. Seminários – Rodrigo Cerqueira Lopes

2 Assuntos O Autor O Livro O Enredo Trechos Por que lê-lo?

3 O Autor Daniel Defoe n.: Londres, ±1660 (?) m.: Londres, 24/04/1731 (?) Biografia Extensa: Homem de Negócios Panfletista e Partidário Agente Secreto Jornalista e Cronista Romancista

4 O Autor Vindo de família protestante Tornou-se comerciante geral com grandes ambições mas sempre envolvido em bancarrotas e de práticas por vezes não honestas e preso por dívidas Começou a escrever panfletos e a participar da fundação e sua colaboração com o partido whig, até ser preso.

5 O Autor Solto pelo ministro tory moderado Robert Harley, do qual se tornou porta-voz e agente secreto. Tornou-se fundador e único redator do jornal The Review, relatando crônicas da Guerra de Sucessão Espanhola. Com a morte da Rainha Ana, Defoe trocou de partido novamente. Depois de um tempo, a partir de Robinson Crusoé, passou a se dedicar em escrever seus romances que o tornariam famoso.

6 O Autor Daniel Defoe presenciou em vida muitos eventos importantes na história Escritor profícuo de muitos escritos de diversos gêneros, tanto assinados como anônimos (cerca de 400 títulos, desde poemas satíricos e livros de ocultismo a tratados geográficos e econômicos, além das crônicas políticas da época)

7 O Autor Pioneiro inglês no gênero Novel (Romance Moderno) Grande experiência na arte de contar histórias detalhadamente, mas só começou a escrever romances por volta dos sessenta anos. Espírito aventureiro e prático do escritor é espelhado em sua obra

8 O Livro Inspirado em um fato real, onde um marinheiro escocês, Alexander Selkirk, foi voluntariamente viver isolado numa ilha entre 1704 e 1709 na costa do Chile. Romance de aspecto autobiográfico, foi publicado inicialmente em 1719 sem o nome do autor no frontispício.

9 O Livro História de Robinson Crusoé que fica 28 anos a sobreviver numa ilha deserta É um personagem perturbado por problemáticas espirituais, bem próprias do mundo inglês do seu tempo, mas que o colocam no limiar de uma certa modernidade Com um espírito prático e positivo, alheio a todo o sentimentalismo e à debilidade poética, Crusoé é um homem para quem as coisas existem concretamente, sem possibilidade alguma de transformação fantástica.

10 O Enredo Por ser uma pretensa autobiografia e de primeira pessoa, a narrativa não se detêm somente no naufrágio, mas começa descrevendo a juventude do protagonista e prossegue até a velhice

11 O Enredo Relata detalhadamente as circunstâncias de seu naufrágio numa ilha deserta na costa da américa, bem como seus onze anos só com a companhia de animais, suas tentativas frustradas de construir barcos e fugas da ilha, compreendendo boa parte do livro.

12 O Enredo De repente ele nota, aterrorizado, uma pegada recente, e percebe que a ilha é visitada periodicamente por tribos de canibais que chegam de canoa para ali consumirem seus banquetes. Desde então Robinson entricheira- se por dois anos, escondido.

13 O Enredo Um dia ele consegue salvar um prisioneiro indígena que tentava fugir, conseguindo um companheiro, e o chama de Sexta-Feira (Friday). Ele o ensina inglês e o converte ao cristianismo, e este passa a serví-lo, e o ajudando mais tarde a salvar mais dois prisioneiros.

14 O Enredo Na ilha, desembarca um navio inglês em motim, onde os marinheiros planejam matar os oficiais. Robinson audaciosamente se junta aos vencedores da batalha, que o levam de volta à Inglaterra.

15 O Livro Foi tremendamente popular Rendeu mais dois sequels: –The Further Adventures of Robinson Crusoe –Serious Reflections of Robinson Crusoe Até hoje séria e amplamente refletida em diversas interpretações: –Colonial / Política –Religiosa –Moral –Econômica

16 O Livro A Narração é feita com uma sobriedade mercantil e detalhada e, ao mesmo tempo, despojada. Tal detalhismo visa persuadir o leitor da veracidade do texto e da importância de cada objeto e cada ação

17 O Livro Calvino entede que a conduta de Crusoé é demasiada aberta e vital para que seja acusada de hipócrita, e que suas súbitas mudanças de atitude e opinião conservam sinceridade e saúde. Contém um certo humor envolvendo controvérsias culturais, religiosas e políticas.

18 Citações por Calvino (...) tendo acabado de se dar conta de ser o único sobrevivente de toda a equipagem – de fato, deles não vi mais nenhum traço, exceto três chapéus, um boné e dois sapatos sem par -, após um rapidíssimo agradecimento a Deus passa a olhar em torno e estudar a situação.

19 Citações por Calvino Quando encontra no navio parcialmente submerso as moedas de outro e prata não nos poupa um pequeno monólogo em voz alta sobre a inutilidade do dinheiro; mas assim que fecha as aspas do monólogo: de qualquer modo, pensando bem, levei tudo comigo

20 Citações por Calvino (...) as disputas do selvagem [Sexta-Feira] que não pode conceber a idéia do diabo e do marinheiro [Crusoé] que não sabe explicá-la.

21 Citações por Calvino Robinson, rei de três súditos isolados que eram de três religiões diferentes. O meu Sexta-Feira era protestante, seu pai pagão e canibal, e o espanhol papista. Contudo, concedi liberdade de consciência em todos os meus domínios.

22 Citações por Calvino Aquelas pessoas[, os canibais,] não eram assassinas mas homens de uma civilização diferente, que obedeciam às suas leis, não piores que os costumes de guerra do mundo cristão.

23 Por Que Ler? Não são as pregações edificantes, sempre apressadas e genéricas, com as quais de vez em quando são floreadas as páginas do Robinson, que fazem dele um livro de sólida ossatura moral, mas o modo direto e natural com que um costume e uma idéia da vida, uma relação do homem com as coisas e as possibilidades ao alcançe de sua mão se exprimem em imagens

24 Por Que Ler? Por esse empenho e prazer em descrever técnicas de Robinson, Defoe chegou até nós como poeta da paciente luta do homem com a matéria, da humildade e grandeza do fazer, da alegria de ver nascer as coisas de nossas mãos

25 Por Que Ler? É sem dúvida um livro a ser relido linha por linha, fazendo-se sempre novas descobertas

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