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Masayuki Okumura A POLICIA MILITAR RODOVIARIA É parte integrante do sistema, com a finalidade de disciplinar, orientar e autuar os.

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1 Masayuki Okumura A POLICIA MILITAR RODOVIARIA É parte integrante do sistema, com a finalidade de disciplinar, orientar e autuar os motoristas infratores, colocando em funcionamento, no início das rodovias a OPERAÇÃO SANEAMENTO, que consiste em impedir ou retirar da circulação, veículos sem condições de transitar. OPERAÇÃO COMBOIO Quando as condições meteorológicas (nevoeiro, temporal etc.) da pista impeçam a visão ou prejudiquem a segurança dos usuários, é posicionada uma viatura à frente de uma fila de veículos, para orientar a circulação, a uma velocidade compatível com a situação. Utiliza-se, também, desta providência, para bloquear a pista para pouso de helicóptero, quando necessário. Conta com a colaboração: a) Das Guarnições do CORPO DE BOMBEIROS das cidades percorridas pelas rodovias, que são acionadas quando há veículos incendiados ou indivíduos presos nas ferragens; b) Da CETESB (Companhia Estadual de Tecnologia de Saneamento Ambiental), quando há acidentes com veículos transportando cargas perigosas, principalmente tóxicos ou corrosivos, para evitar a contaminação de mananciais; c) SABESP (Saneamento Básico do Estado de São Paulo) para cuidar do sistema de captação, distribuição e tratamento de águas; d) ELETROPAULO quando há acidentes envolvendo energia elétrica; e) DEFESA CIVIL dos Municípios vizinhos; f) POLICIA MILITAR; g) POLICIA CIVIL; h) POLICIA CIENTIFICA (Polícia Técnica); i) INSTITUTO MÉDICO LEGAL; j) UNICOR. De outubro de l993 a março de 1995, a COSESP (Companhia Seguradora do Estado de São Paulo) colaborou com o Sistema, instituindo o Seguro Pedágio ou Seguro S.O.S., cobrindo os custos hospitalares e indenização por invalidez temporária, ou permanente, e morte dos usuários acidentados nas rodovias. Baseado nesse convênio, a COSESP manteve um Serviço Aéro-Médico, a cargo da UNICOR, que colocou três helicópteros, pousando: dois na Rodovia dos Imigrantes (Km no planalto paulista e Km 60 - na baixada santista) e o terceiro, na Rodovia dos Bandeirantes -junto à pista (km 58) A equipe Aero-Médica era constituída de um médico e um piloto aeronáutico, funcionando durante o dia, sob a orientação da Base Aérea de São Paulo. Foram mantidos convênios com 101 hospitais de retaguarda, situados nas cidades localizadas ao longo das rodovias, em condições de dar atendimento secundário, desde aquele realizado em modestos pronto socorros ou maternidades, até o terciário, efetuado em hospitais escolas das faculdades de medicina das regiões, que funcionam como hospitais de referência, como o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (fig. 07) e Santa Casa de São Paulo, UNICAMP e Irmãos Penteado em Campinas, Hospital e Maternidade de Jundiaí e Santa Casa de Santos. O hospital secundário, para ser conveniado, deveria, como requisito mínimo, manter em seu plantão: médico clínico-cardiologista, cirurgião geral e anestesista em período de tempo integral e médicos plantonistas à distância: neuro - cirurgião, ortopedista e cirurgião plástico. Manter em funcionamento, durante as 24 horas: aparelho de raios X, ultra-sonografia e eletrocardiografia, além de instalações de banco de sangue e laboratório de análises clínicas. VITIMAS FATAIS No início das atividades (janeiro de 1976), foi convocada uma reunião com: os comandantes da Polícia Militar Rodoviária do Estado de São Paulo, da Polícia Civil e dos Bombeiros, além dos Delegados da Polícia Civil, Militar e Científica (Polícia Técnica), do Diretor do Instituto Médico Legal do Estado de S.Paulo, do Gerente do Sistema Anchieta - Imigrantes e do Médico Responsável pelo Serviço de Atendimento de Primeiros Socorros. Analisou-se, principalmente, o problema das vítimas fatais das rodovias, freqüente causa de acidentes secundários, devido à curiosidade dos usuários e lindeiros. A DERSA (Desenvolvimento Rodoviário S.A.) Empresa de economia mista, tem como maior acionista o Departamento de Estradas de Rodagem (D.E.R.), autarquia vinculada à Secretaria de Estado dos Negócios de Transportes do Estado de São Paulo. Anteriormente às privatizações, tinha sob sua jurisdição três sistemas rodoviários: S.A.I. Sistema Anchieta – Imigrantes (176 Km.): Anchieta - SP. 150 (56 Km.); Imigrantes - SP. 160 (70 Km.); Piaçaguera – Guarujá - SP. 140 (30 Km.) e Pedro Taques - SP. 170 (20 Km.); S.A.B. Sistema Anhanguera – Bandeirantes (392 Km.): Anhanguera -SP. 330 (100 Km.); Bandeirantes - SP. 348 (88 Km.); Santos Dumont - SP. 075 (79 Km.); Regis Bittencourt - BR. 116 (60 Km.) e Castelo Branco - SP. 280 (65 Km.); S.I.T. Sistema dos Trabalhadores (282 Km.): Ayrton Senna da Silva – SP. 70 (49 Km.); Governador Carvalho Pinto - SP. 70 (88 Km.) e D.Pedro I - SP. 65 (145 Km.). Em janeiro de 1976, a Diretoria da DERSA decidiu HUMANIZAR ESTRADAS (fig.02), implantando o S.A.U. (Serviço de Ajuda aos Usuários), que foi planejado com o objetivo de: 1.Desobstruir o mais rápido possível as pistas de rolamento; 2.Prestar os primeiros socorros e transporte rápido aos hospitais dos acidentados nas rodovias do sistema viário, possibilitando o imediato salvamento de suas vidas ou minimizando os efeitos de seus ferimentos; 3.Dar socorro mecânico aos veículos em pane, através de prestação de serviço mecânico, elétrico, de abastecimento de água e de troca de pneus; 4.Prover o guinchamento de veículos acidentados ou com avaría mecânica; 5.Dar combate a incêndio em veículos; 6.Prestar informações aos usuários. Nesses 20 anos ( ) de atividade, o CC0 registrou: eventos, assim distribuídos: SAI ; SAB ; SIT ; tendo passado pelos pedágios veículos. Acionaram-se: Primeiros Socorros ; Socorro Mecânico ; Guincho e Inspeção de Tráfego , num total de eventos. 2- SERVIÇO DE INSPECÇÃO DE TRAFEGO Com a finalidade de detectar qualquer anormalidade na pista, porque a maior preocupação no rodoviarismo é a presença de objetos (corpos estranhos), principalmente veículos ou animais que estejam no trajeto e que possam ocasionar acidentes ou prejudicar o livre trânsito - causas freqüentes de acidentes. Posicionou-se uma pick-up de tal maneira que, circulando ininterruptamente pelas estradas a uma velocidade constante de 60 Km/h., percorre o trecho pré-determinado em uma hora. Portanto, o usuário que necessite de auxílio não fica mais de uma hora sem assistência. Dos eventos, ocorreram: SAI ; SAB ; SIT SOCORRO MECANICO Veículo com um mecânico treinado nas montadoras, tendo o prazo de meia hora para sanar a pane; se o defeito for maior, que necessite mais tempo para o reparo, é solicitada a presença do guincho. Atendimentos efetuados: SAI ; SAB e SIT , num total de veículos. Quando necessário, acompanha-se o usuário para a aquisição de peças de reposição. 4- SERVIÇO DE GUINCHO Para retirar veículos médios ou pesados da pista, com a finalidade de desobstruí-la, transportando-os para uma área de refúgio ou saída da rodovia. Não se coloca o veículo no acostamento, pois, se trata de local perigoso, onde se tem demonstrado que 1% dos acidentes ocorreram nessa faixa da estrada. Foram removidos: veículos: SAI ; SAB e SIT SERVIÇO DE ATENDIMENTO DE PRIMEIROS SOCORROS Com uma ambulância posicionada a cada 30 Km. da rodovia, para assistir às vitimas de acidente de trânsito, ou portadora de mal súbito na viagem, durante as 24 horas. Foram transportadas para os hospitais de retaguarda: SAI ; SAB e SIT , total de vítimas. UNIDADES FIXAS Tem o apoio de: Pedágios; Balanças fixas e móveis; Postos de recolhimento de veículos acidentados ou autuados por infração; Fones de emergência (call-box), situados a cada 1 Km. das rodovias (nas pistas da serra, a cada 500 metros, tendo as três primeiras unidades, telefone e radio transmissor - receptor, para comunicação com o Centro de Controle Operacional (CCO). S.A.U. SERVIÇO DE AJUDA AOS USUARIOS O ineditismo consistiu em colocar em funcionamento: O Centro de Controle Operacional (CODE); Serviço de Inspeção de Tráfego; Socorro Mecânico; Guincho; Serviço de Atendimento de Primeiros Socorros. 1- O CENTRO DE CONTROLE OPE RA CIONAL (C.C.O.) Comanda e coordena o SAU, recebendo as solicitações de auxílio, selecionando, controlando e acionando os recursos disponíveis. Está equipado com: Mesa de controle do SAU; Mesa de controle dos fones de emergências (call box); Rede de radio VHF que se comunica com todos os veículos da rede SAU e com o médico responsável pelo Serviço de Atendimento de Primeiros Socorros; Rede UHF, que se comunica com: a) Estações fixas dos postos de pedágios; b) Postos de pesagem de veículos de carga e ônibus; c) Pátio de recolhimento de veículos apreendidos; d) A Diretoria Administrativa; e) O médico da estrada; Rede privativa das Polícias Militar e Rodoviária e do Exercito; Fones da TELESP para contatos com o Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, hospitais de retaguarda, além da imprensa escrita, falada e televisionada e do atendimento público, informando as condições de tempo, visibilidade, tráfego e mensagens para as empresas comunicando avarias em seus veículos, e para os familiares dos usuários. Decidiu-se que as vítimas fatais (com exceção das mortes óbvias) - deveriam ser transportadas para os hospitais, para serem verificadas pelo médico plantonista, porque atendentes, enfermeiros, bombeiros e para - médicos não sendo médicos, não têm condições de atestar o óbito. Essa conduta foi adotada também pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP), em reunião realizada em sua sede social, a 2 de junho de Essa orientação, associada à rapidez com que as vítimas de acidentes estão sendo transportadas para os hospitais (em geral ao redor de 10 minutos) tem aumentado a estatística dos óbitos hospitalares, porque já não constariam como ocorridos nas estradas. EQUIPE DE SOCORRO Constituída por um motorista e um atendente de primeiros socorros, ou enfermeiro, e um médico responsável pelo serviço, que fica à disposição do sistema durante as 24 horas. Nota-se que utilizamos apenas duas pessoas, devido à utilização da maca portátil, mesmo quando destinada a atender vítimas com suspeita de fratura ou luxação da coluna vertebral, que necessitaria de pelo menos três pessoas para o transporte, sem flexioná-las. Enquanto que todas as macas conhecidas e utilizadas atualmente, com exceção da marca Ferno Washington Inc., Ohio, como a similar nacional por nós adaptada (com registro de patente no Brasil), necessitam que a vítima seja manuseada por três pessoas, isto é, enquanto uma apóia a cabeça, a segunda os pés e a terceira a bacia, para que a vítima seja elevada e colocada na maca na posição horizontal, não podendo ser fletida para evitar a lesão medular. A maca portátil tem a vantagem de ser desmontada na longitudinal, transformando-se em duas pás e a vitima é resgatada estendida, sem flexão, porque uma das partes da pá é colocada longitudinalmente ao longo e sob o corpo, pela elevação de cerca de 5 cm. da lateral; repete-se a manobra para o outro lado e articulam-se as extremidades. Com essa manobra, a vítima é colocada na maca sem o perigo da flexão do tronco, e, ao chegar ao pronto socorro, ela é retirada, destravando-se apenas as extremidades e afastando as pás sem movimenta-la. No Sistema utilizamos atendentes de primeiros socorros em lugar de bombeiros, como é utilizado mundialmente, porque, num estudo realizado de janeiro a março de 1990 em 787 eventos, apenas 25 vezes (3,18%) os bombeiros foram acionados para atenderem incêndios nos veículos ou por haver vítimas presas nas ferragens, liberando-os para exercerem a sua nobre e honrosa missão. O único requisito para a contratação do atendente era o de estar registrado no Conselho Regional de Enfermagem (COREN), depois de três meses de curso de primeiros socorros, ministrado pela Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn), treinamento em serviço e reciclagem periódica. O médico era Professor Associado de Clínica Cirúrgica do Hospital das Clínicas e Vice Diretor do Pronto Socorro do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de S.Paulo, permanecendo à disposição do Sistema durante as 24 horas do dia. AMBULÂNCIAS Utilizamos veículos simples, cujo projeto desenvolvemos inicialmente junto à Carbruno, e posteriormente à Sulamericana, Rontan, ABNT - Envemo, apenas para a remoção de vítimas, equipadas com: 1.Duas macas convencionais e uma portátil desmontável; 2.Aparelho para aspiração e oxigenação. Transportava, ainda, para utilização imediata: Talas gessadas descartáveis; Colar cervical; Material para imobilização de coluna vertebral; Respirador manual tipo ambú; Materiais para pequenos curativos; Maleta de emergência contendo: momanômetro (aparelho para medir a pressão arterial), estetoscópio, faixa de Esmarch e cânula de Guedel. O médico tinha à sua disposição, duas ambulâncias, durante 24 horas, equipadas como as demais do Sistema, porém, providas de materiais para: Entubação endotraqueal; Material para pequena cirurgia, para a eventual pratica de traqueostomia, drenagem de tórax e amputação de membros (já realizada duas vezes) quando, estando a vítima presa nas ferragens, impede-se a retirada e comprometa a vida do acidentado. Frascos contendo soluções salinas, glicosadas, expansores de volume sanguíneo e solução hipertônica de cloreto de sódio, para serem utilizadas em resgate demorado. Sedativos, inclusive aqueles potentes, como a morfina ou derivados ( Meperidina). Medicamentos para estado de emergência. O Estado de São Paulo conta com o Serviço de Resgate, operado por 2 enfermeiros e um motorista do Corpo de Bombeiros (fig.18). Na Via Dutra, os Anjos do Asfalto, utiliza uma mini UTI, tendo na equipe, um médico, dois enfermeiros e o motorista. Nos hospitais de retaguarda, todos os contatos foram realizados em alto nível, do ponto de vista ético, moral e profissional. Os convênios, sem contratos formais, simplesmente foram mantidos através de acordo de cavalheiros. OPERAÇÃO MULTIDISCIPLINAR Para atender as vítimas presas nas ferragens e veículos acidentados nos precipícios, foi organizada uma Equipe Multidisciplinar, constituída por: Batalhões da Polícia Militar Rodoviária do Estado de S. Paulo, sob o comando do Cel. PM. Clodomiro José Paschoal, e dos Grupamentos de Incêndio, sob o(fig.23)(fig.23)(fig.23)(fig.22)(fig.20) comando do Cel. PM. Milton de Almeida Pupo, e da Defesa Civil dos Municípios, CETESB, SABESP e ELETROPAULO, do Eng. José Carlos da Rocha Secchi (DERSA) e do Médico responsável pelo Serviço de Atendimento de Primeiros Socorros, que praticamente se constituiu no embrião do atual Sistema de Resgate do Estado de S.Paulo. (fig.20 a 24). (fig.23) (fig.22) (fig.20) Fig. 1 Fig. 2 Fig. 3 Fig. 4 Fig. 5 Fig. 6 Fig. 7 Fig. 8 Fig. 9 Fig. 10 Fig. 11 Fig. 12 Fig. 13 Fig. 14 Fig. 15 Fig. 16 Fig. 17 Fig. 18 Fig. 19


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