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Cristiane Silvestre de Paula 2012 EPIDEMIOLOGIA, AVALIAÇÃO E EVIDENCIAS CIENTÍFICAS SOBRE TRANSTORNOS DO ESPECTRO AUTISTA 1.

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1 Cristiane Silvestre de Paula 2012 EPIDEMIOLOGIA, AVALIAÇÃO E EVIDENCIAS CIENTÍFICAS SOBRE TRANSTORNOS DO ESPECTRO AUTISTA 1

2 INTRODUÇÃO - TEA - Sintomas 3 domínios: Interação social recíproca, Comunicação/linguagem, Comportamentos repetitivos/limitados/estereotipados. (gravidade diversa, início sintomas antes 3 anos). - Diagnóstico clínico (18 meses) aos 36 meses CID 10/ DSM IV. - Não há cura conhecida, mas intervenções precoces/adequadas levam ao melhor prognóstico. (Zwaigenbaum,2009) 2

3 3 Inviabilidade fetal Retardo grave + autismo Autismo Asperger TID SOE Dificuldades linguagem e aprendizagem Do Kanner a TEA Continuum de desordens autísticas

4 EPIDEMIOLOGIA Freqüência de AUTISMO 1o estudo epidemiológico em 1966 na Inglaterra (Vitor Lotter): 4,5 autistas para (0,045%). Estudos atuais: AUTISMO: 1 Autista/1.000 (0,1%) (Fombonne, 2009; willians 2006) (Fombonne, 2006; willians, 2006) 4

5 - Dezenas de pesquisas concluídas EUA, Canadá, Inglaterra, Suécia, Japão: 0,6 - 1%. Coréia: 2%. (Willians 2005; Fombonne 2009; Kim 2011) PREVALÊNCIA DE TEA 5

6 - Pouco se sabe sobre países em desenvolvimento. Iniciativa internacional - America Latina, África, Oriente Médio, Ásia – China, Índia : (1) Presentes nas diversas regiões do globo, faltam dados mais robustos; (2) Falta de serviços; (3) Barreiras para pesquisas: falta de instrumentos padronizados na e de profissionais especializados. (Elsabbagh et al 2012) PREVALÊNCIA DE TEA 6

7 - Não existem estudos completos de prevalência na América Latina (TEA ou autismo). - 5 estudos pilotos - BRASIL, Venezuela, Argentina, Aruba e México : PREVALÊNCIA 7

8 8 PREVALÊNCIA no BRASIL Típica (127 mil habitantes), sendo entre 7-12 anos na região

9 - Um bairro (1.470 entre 7-12 anos); Todos os serviços de saúde/educação do bairro + todos especializados da cidade. - Treinamento dos profissionais – encaminhar TEA - Definição de casos: instrumentos padronizados/validados (ASQ e ADI-R), avaliação clínica por especialistas. - RESULTADOS: - (1) prevalência de 0,3%; - (2) somente 1 dos 4 TEA já sabia previamente o diagnóstico (recebido aos 6 anos); - (3) os outros 3 casos não recebia nenhum atendimento especializado. - (Paula et al, 2011) PREVALÊNCIA NO BRASIL 9

10 CONCLUSÕES GERAIS SOBRE TAXAS Aumento das taxas ocorre simultaneamente no mundo porque: 1) a adoção do conceito mais amplo do autismo para um espectro de condições; 2) melhor detecção com maior conscientização de clínicos e da comunidade de casos sem deficiência intelectual e substituição do diagnóstico; 3) Melhoria nas políticas de educacionais e disponibilidade de serviços. 4) Aumento real? 10

11 11 EPIDEMIOLOGIA Gênero: 4 meninos: 1 menina. 60 a 70% tem deficiência intelectual ( 1 / 2 leve); 20-30% dos autistas nunca falam (intervenção precoce muito importante). Aproxim. 10% Savant (Mercadante 2006; Klim 2006)

12 EPIDEMIOLOGIA 12 TEA utilizam mais os serviços de saúde que a média da população. Nao há evidências sólidas, sobre diferenças decorrentes de aspectos culturais, sociais ou econômicos. Grupos de risco: Maior incidência entre irmãos; Decorrentes de partos complicados: hipóxia, < tempo de gestação e BPN. Pais mais velhos. (kolezov, 2008)

13 Evidências Científicas mitos descartados 13 Mãe geladeira; Falta de afetividade x expressão da afetividade: reconhecimento, entendimento e compartilhamento de emoções (Klin, 2009); Vacina MMR (Fombonne, 2006); Um único gene (Martinho 2009).

14 14 AVALIAÇÃO CLÍNICO baseado nas Classificações Internacionais de Doenças Instrumentos padronizado de identificação Questionários Roteiros de Observação Entrevistas com informantes

15 MEDIDAS DE AVALIAÇÃO 15 SINTOMAS/Diagnóstico INSTRUMENTOS DE RASTREAMENTO INSTRUMENTOS DIAGNÓSTICOS

16 AVALIAÇÃO 16 INSTRUMENTOS DE RASTREAMENTO Modified Checklist for Autism in Toddlers - MCHAT Autism Screening Questionnaire - ASQ Childhood Autism Rating Scale - CARS Autism Behavior Checklist - ABC Scale of autistic traits – ATA Todos baseados em ENTREVISTA COM RESPONSÁVEIS

17 AVALIAÇÃO 17 INSTRUMENTOS DIAGNÓSTICOS - Autism Diagnostic Interview-Revised - ADI-R - Autism Diagnostic Observation Scale – ADOS-G

18 ADI-R 18 VERSÃO BRASILEIRA - Autorizada para uso no Brasil - Tradução/adaptação cultural; - Validação: N= 40 (20 TEA, 20 com def mental); 100 % sensibilidade e especificidade Consistência interna: 0,97. Confiabilidade entre observadores: Kappa 0,84. - (Becker e et al 2012)

19 ADOS-G ( Lord 1999; 2000) 19 VERSÃO BRASILEIRA Tradução/Adaptação cultural (2011) (Pacifico MC, Paula CS, Oliveira G) Mas não autorização de treinamento no Brasil.

20 Modelo de Observação Estruturada - 20 Estudo de validação em andamento baseado nos principais sinais precoces e instrumentos internacionais minutos de aplicação e custos baixos do material. Prova 1 - Resposta ao nome. Prova 2 - Atenção Compartilhada (brinquedo de corda) Prova 3 - Resposta da Atenção Compartilhada (apontar) Outras... (financiamento CNPQ)

21 OUTRAS MEDIDAS DE AVALIAÇÃO 21 COGINIÇÃO LINGUAGEM COMPORTAMENTO ADAPTATIVO PERFIL PSICOEDUCACIONAL TEORIA DA MENTE

22 22 EFICÁCIA DE INTERVENÇÕES PRECOCES PARA CRIANÇAS COM TRANSTORNOS DO ESPECTRO AUTISTA: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA Aluno: Ivens Hira Pires Orientadora: Dr a Cristiane Silvestre de Paula

23 23 Busca sistemática nas principais bases de dados científicas (Scielo, Cochrane Library e PUBMED) sobre EIBI no período de ; Foram encontradas três meta-análises relacionadas ao EIBI: Reichow & Wolery (2009); Eldevik et. al. (2009) e Virués-Ortega (2010).

24 /24 estudos relataram mudanças estatisticamente significantes na pontuação média de QI; A média de ganho de QI foi de 15,4 pontos ( de 27,5); De um modo geral, intervenções mais longas (> 27 h/semana e > 24 meses), levaram ao maior aumento do QI. Principais resultados: QI 24

25 25 Melhora, estatisticamente significante, na linguagem em 7 dos 16 estudos analisados; Melhora, estatisticamente significante, no comportamento adaptativo em12 dos 18 estudos analisados); 8 estudos analisaram a inclusão de 146 crianças em salas regulares: 50,7% foram incluídas em salas regulares, sendo 50% s/suporte pedagógico e 50% c/. Outros resultados

26 Apesar das limitações, os dados são promissores quanto a intervenções comportamentais precoces e intensivas. Novos estudos experimentais com maiores amostras e maior controle de variáveis, incluindo novos domínios; Estudos de intervenção aplicáveis ao sistema público de saúde são essenciais para identificar aquelas custo- efetivas. Conclusões 26

27 ONDE TRATAR: CAPSi - É o principal equipamento especializado p/o atendimento de crianças/adolescentes com problemas de saúde mental severos e persistentes - (Portaria 336) 27

28 CAPSi (dados de 2011) - Há 136 CAPSi certificados no Brasil, sendo 30 no Estado de SP e várias regiões brasileiras sem nenhum. - Os CAPSi correspondem a apenas 7,5% do total de CAPS do Brasil. Expressivo aumento de unidades: 32 in 2002 to 136 em

29 29 TEA – prevalência de 0,3%. População de jovens e crianças no Estado de São Paulo = 12 milhões = casos de TEA. Se cada CAPSi atender 155 casos, seriam necessários 258 no Estado exclusivamente para atender os TEA. TEA e CAPSi

30 CONCLUSÕES GERAIS 30 Os TEA são muito mais prevalentes do que se pensava décadas atrás. Importância da utilização de medidas de avaliação para melhor compreensão dos quadros de TEA. Urgência da ampliação no número de CAPSi existentes.

31 Existem modelos de intervenção com evidência de eficácia para os TEA. Demanda de evidências que contribuam p/ identificação e o estabelecimento de programas de intervenção dos TEA no Brasil. Importância da capacitação continuada e maior conscientização, contribuindo para estabelecimento de melhores políticas públicas. RECOMENDAÇÕES FINAIS 31

32 Obrigada 32


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