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A Importância do CEPRAM na Preservação da Qualidade Ambiental Prof. Marcio Gomes Barboza Coordenador do Curso de Engenharia Ambiental UFAL V Festival Litero-Musical:

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1 A Importância do CEPRAM na Preservação da Qualidade Ambiental Prof. Marcio Gomes Barboza Coordenador do Curso de Engenharia Ambiental UFAL V Festival Litero-Musical: Arriete Vilela, Almir Medeiros e Nelson da Rabeca Promoção: CEFET – Marechal Deodoro - AL

2 Apresentação Introdução Introdução LEI Nº Política Nacional do Meio Ambiente Considerações Finais CEPRAM Conselho Estadual de Proteção Ambiental do Estado de Alagoas - CEPRAM Licenciamento Ambiental em Alagoas Alguns atores responsáveis Conflitos de Competências

3 Introdução Crescimento Populacional Em 1950: População aprox. 1bi de habitantes Figura 1: Crescimento Populacional no Planeta

4 População mundial 7 bilhões Uso dos recursos naturais Geração de resíduos Impactos Ambientais Problemática Problemática Recursos naturais finitos Recursos naturais finitos Introdução

5 Introdução Início dos processos de Licenciamento Ambiental: Final da década de 60 nos EUA com a aprovação da National Environmental Protection Act (Lei da Política Nacional do Meio Ambiente); No Brasil: LEI Nº 6.938, DE 31 DE AGOSTO DE 1981 Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências.

6 LEI Nº Política Nacional do Meio Ambiente Art 2º - A Política Nacional do Meio Ambiente tem por objetivo a preservação, melhoria e recuperação da qualidade ambiental propícia à vida, visando assegurar, no País, condições ao desenvolvimento sócio-econômico, aos interesses da segurança nacional e à proteção da dignidade da vida humana(...)

7 LEI Nº Política Nacional do Meio Ambiente Art 4º - A Política Nacional do Meio Ambiente visará: I - à compatibilização do desenvolvimento econômico-social com a preservação da qualidade do meio ambiente e do equilíbrio ecológico; Dos Objetivos

8 LEI Nº Política Nacional do Meio Ambiente Art 6º - Os órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Municípios, bem como as fundações instituídas pelo Poder Público, responsáveis pela proteção e melhoria da qualidade ambiental, constituirão o Sistema Nacional do Meio Ambiente - SISNAMA, assim estruturado: Do Sistema Nacional de Meio Ambiente

9 LEI Nº Política Nacional do Meio Ambiente I - Órgão superior: o Conselho de Governo. II - Órgão consultivo e deliberativo: o Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) III - Órgão central: Secretaria do Meio Ambiente da Presidência da República IV - Órgão executor: o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis(IBAMA) Do Sistema Nacional de Meio Ambiente

10 LEI Nº Política Nacional do Meio Ambiente V - Órgãos Seccionais: órgãos ou entidades estaduais responsáveis pela execução de programas, projetos e pelo controle e fiscalização de atividades capazes de provocar a degradação ambiental; VI - Órgãos Locais: os órgãos ou entidades municipais, responsáveis pelo controle e fiscalização dessas atividades, nas suas respectivas jurisdições; Do Sistema Nacional de Meio Ambiente

11 LEI Nº Política Nacional do Meio Ambiente Art 9º - São instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente: III - a avaliação de impactos ambientais IV - o licenciamento e a revisão de atividades efetiva ou potencialmente poluidoras; Dos Instrumentos

12 LEI Nº Política Nacional do Meio Ambiente Art A construção, instalação, ampliação e funcionamento de estabelecimentos e atividades utilizadoras de recursos ambientais, considerados efetiva e potencialmente poluidores, bem como os capazes, sob qualquer forma, de causar degradação ambiental, dependerão de prévio licenciamento de órgão estadual competente, integrante do SISNAMA, e do IBAMA, em caráter supletivo, sem prejuízo de outras licenças exigíveis. Dos Instrumentos

13 Conselho Estadual de Proteção Ambiental do Estado de Alagoas- CEPRAM Órgão proponente, promotor, consultivo, deliberativo e normativo da Política Estadual de Proteção Ambiental e das atividades de proteção ambiental no Estado de Alagoas. O que é o CEPRAM

14 Conselho Estadual de Proteção Ambiental do Estado de Alagoas- CEPRAM O que é o CEPRAM Colegiado de representatividade paritária, 50% dos Conselheiros representam Órgãos Estaduais e os outros 50%, representam a Sociedade Civil.

15 Conselho Estadual de Proteção Ambiental do Estado de Alagoas- CEPRAM órgão de consulta do Governador do Estado; Fornece subsídios ao Poder Executivo para a elaboração do Plano Estadual de preservação ambiental, acompanhar a sua implementação e avaliar periodicamente os seus resultados; Apreciar propostas, avaliações, pareceres, e revisões do Plano Estadual de Proteção Ambiental; Como atua o CEPRAM

16 Conselho Estadual de Proteção Ambiental do Estado de Alagoas- CEPRAM Promover a compatibilização dos Planos e Programas Ambientais e de Manejo dos Recursos naturais com os Planos e Programas Gerais de desenvolvimento econômico; Supervisionar através do IMA a atuação dos diferentes órgãos e entidades envolvidas com os manejos dos recursos naturais e com o controle da poluição, com o fim de obter uma ação coordenada e conjunta; Como atua o CEPRAM

17 Conselho Estadual de Proteção Ambiental do Estado de Alagoas- CEPRAM Apreciar denúncias formuladas pelo Instituto do Meio Ambiente, se for o caso, suspender as licenças concedidas ou em fase de concessão às indústrias na hipótese da ocorrência de fatos que possam comprometer a qualidade do Meio Ambiente; Fixar prazo para instalação e funcionamento nas indústrias em operação, dos sistemas e/ou equipamentos de tratamento de resíduos e efluentes; Como atua o CEPRAM

18 Conselho Estadual de Proteção Ambiental do Estado de Alagoas- CEPRAM Baixar resoluções Normativas referentes à Proteção Ambiental; Decidir sobre a emissão ou revalidação, pelo Instituto do Meio Ambiente, de licenças para Implantação e/ou expansão de atividade industrias; Incentivar aos municípios e outras instituições, incluírem em suas normas, dispositivos de Proteção ambiental. Como atua o CEPRAM

19 Conselho Estadual de Proteção Ambiental do Estado de Alagoas- CEPRAM 1 - Governador do Estado 2 - Secretaria de Estado do Desenv. Econômico 3 - Secretaria de Estado da Infra-Estrutura 4 - Secretaria de Estado da Educação e do Esporte 5 - Secretaria de Estado do Planej. e do Orçamento 6 - Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos 7-Secretaria de Estado do Turismo 8-Secretaria de Estado da Saúde: 9-Presidente do Instituto de Meio Ambiente-IMA Composição do CEPRAM

20 Conselho Estadual de Proteção Ambiental do Estado de Alagoas- CEPRAM 10-Presidente da ABES 11-Coordenador Estadual de Defesa Civil 12-Um representante da Univ. Federal de Alagoas – UFAL 13-Um representante do CREA 14-Um representante da Federação da Agricultura do Estado de Alagoas 15-Um representante da Federação das Indústrias 16-Um representante da Federação dos Pescadores 17-Um representante do Sindicato dos Jornalistas 18-Um representante das entidades não governamentais de âmbito estadual (atualmente é o F.D.A.) 19-Um representante do Conselho Regional de Medicina Composição do CEPRAM

21 Licenciamento Ambiental em Alagoas LEI Nº 6.787, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2006 DISPÕE SOBRE A CONSOLIDAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS ADOTADOS QUANTO AO LICENCIAMENTO AMBIENTAL, DAS INFRAÇÕES ADMINISTRATIVAS, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. DISPÕE SOBRE A CONSOLIDAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS ADOTADOS QUANTO AO LICENCIAMENTO AMBIENTAL, DAS INFRAÇÕES ADMINISTRATIVAS, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

22 Licenciamento Ambiental em Alagoas LEI Nº 6.787, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2006 Licença Prévia (LP): Fase Preliminar Licença de Instalação (LI): Autoriza o início da instalação Licença de Operação (LO): Autoriza o início da atividade Art. 5º O IMA/AL, no exercício de sua competência de controle e fiscalização,expedirá os seguintes instrumentos de licenciamento ambiental:

23 Licenciamento Ambiental em Alagoas LEI Nº 6.787, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2006 Autorização: autoriza, precária e discricionamente, a execução de atividades que possam acarretar alterações ao meio ambiente, por curto e certo espaço de tempo, que não impliquem impactos significativos, sem prejuízo da exigência de estudos ambientais que se fizerem necessários; Licença Ambiental Simplificada (LAS): concedida para localização, instalação e operação de empreendimentos ou atividades de micro e pequeno porte que possuam baixo potencial poluidor/degradador com especificações e prazos regulamentados pelo Conselho Estadual de Proteção Ambiental - CEPRAM.

24 Licenciamento Ambiental em Alagoas LEI Nº 6.787, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2006 Art. 8º Poderá ser promovido pelos municípios o licenciamento ambiental dos empreendimentos que lhe forem delegados pelo Estado por instrumento legal ou convênio.

25 Conflitos de Competências O caso do aterro sanitário de Maceió A Prefeitura Municipal de Maceió através do Conselho Municipal de Proteção Ambiental – COMPRAM está realizado o licenciamento ambiental a despeito do CEPRAM.

26 Conflitos de Competências O caso do Condomínio Ilha Bela na APA de Santa Rita Condomínio residencial com marina e canal artificial de 700m de extensão. Justiça Federal suspende licença para construção de canal privativo na lagoa(Gazeta de Alagoas, 19/12/2006)

27 Conflitos de Competências O caso da SERQUIP Incineração de resíduos hospitalares; Início do licenciamento pelo Município de Maceió tendo refazer o processo para solicitar ao IMA que tem a competência para licenciamento da atividade.

28 Alguns atores responsáveis CEPRAM

29 Consideração Finais O CEPRAM com sua composição tem contribuído fortemente para o desenvolvimento sócio-econômico e ambiental do Estado de Alagoas, juntamente com o Conselho Estadual de Recursos Hídricos(CERH) e os Comitês de Bacias Hidrográficas.


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