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1. NARRATIVA l D. Epston TEORIA SISTÊMICA de FAMÍLIA HOJE (a partir do final da dec. de 90) Proposta de mais bem estar como pessoa e como psicólogo!

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Apresentação em tema: "1. NARRATIVA l D. Epston TEORIA SISTÊMICA de FAMÍLIA HOJE (a partir do final da dec. de 90) Proposta de mais bem estar como pessoa e como psicólogo!"— Transcrição da apresentação:

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2 NARRATIVA l D. Epston

3 TEORIA SISTÊMICA de FAMÍLIA HOJE (a partir do final da dec. de 90) Proposta de mais bem estar como pessoa e como psicólogo! TERAPIA NARRATIVA BASE SISTÊMICA ABORDAGEM COLABORATIVA E REFLEXIVA VERTENTES CONSTRUTIVISTAS E CONSTRUCIONISTA SOCIAL 3

4 Terapia não é uma técnica... É uma forma pela qual o terapeuta engaja-se nas relações com seus clientes. Foi um alívio abandonar as relações hierárquicas que tentava conduzir o processo e, estabelecer relações mais igualitárias em que o cliente e o terapeuta conversam juntos e trabalham juntos como dois parceiros igualmente importantes. T. Andersen 4

5 1.AUTOCONHECIMENTO Conhecer a sí mesmo - Quem eu sou? Temos sensações, idéias e emoções, mas não somos elas. Nossas sensações, idéias e emoções podem mudar, oscilar, acabar. Se tivermos apego a elas, vamos sentir carência, solidão, angústia. Trabalho pessoal: é ir além destas sensações, idéias e emoções... C ontemplar nosso próprio EU.

6 AUTOCONHECIMENTO Conhecer a sí, liberta, aumenta o bem estar. O que sou é o que penso de mim – CRENÇAS. O que penso que sou, acredito e sinto como tal. Posso então mudar o que penso de mim! A mudança vai acontecer na conversa interna (dialética), consigo mesmo (PERSONAGENS INTERNOS) e com o outro, nas relações e repetições reflexiva. Com qual personagens encaro minha vida?

7 2.COMUNICAÇÃO Somos diferentes um do outro e somos seres relacionais! Então a comunicação serve para: Possibilidade de harmonizar as diferenças nas relações humanas. Possibilidade de desarmar bombas de mau humor e agressividade. Treino... RETÓRICA Saber falar de sí e do outro, para o outro. DIALÉTICA Saber escutar o outro e a sí quando outro fala, dialogando independente da concordância ou discordância.

8 COMUNICAÇÃO Dialogar começa consigo mesmo, ajustando idéias, valores, priorizando necessidades e segurando os desejos. Há pelo menos dois dentro de nós. Dialogar entre dois ou mais, é a oportunidade de ver de um outro jeito, compartilhar, treinar a aceitação e a humildade.

9 Exercício para manter a mente sistêmica o Falar sem buscar a concordância ou discordância. o Manter a mente no presente, no aqui e agora. o Não se apegar demais no positivo e negativo das emoções...Elas passam. o Viver sem julgar o que sente, e sem julgar os outros. o Ser ecológico e não jogar lixo emocional (medo e culpa) nos outros e no mundo. o Ver o mundo como construção, possibilidade e não como verdade absoluta.

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11 NARRATIVA l O máximo que podemos fazer é identificar nossa própria experiência da experiência como ela é expressa pelos outros. D. Epston

12 As histórias... A experiencia... A linguagem e seus significados A construção da realidade

13 PRATICA NARRATIVA 1.Máxima importância as vivencias das pessoas 2.Favorece a percepção de mundo como mutável, diante das experiências vividas e da dimensão temporal. 3.Modo subjuntivo de pensar ao levantar suposições, estabelecer significados implícitos e gerar perspectivas múltiplas. 4.Estimula a polifonia, o uso da linguagem coloquial, poética e pitoresca nas descrições de vivencias e na intenção de construir novos relatos. 5.Convida a adotar uma postura reflexiva e a apreciar a participação de cada um nos atos interpretativos. 6.Estimula o sentido da autoria e da re-autoria da própria vida e das relações de cada pessoa ao contar e recontar a própria história. 7.Reconhece que as histórias se co- constroem e busca condições para que a pessoa se converta em autor privilegiado. 8.Introduz consistentemente o uso dos pronomes EU e TU nas descrições dos eventos privilegiado.

14 A vida de uma pessoa não é o que aconteceu, mas o que ela recorda e como recorda. Gabriel Garcia Marques

15 EXERCÍCIO Identificar nossa própria experiência da experiência como ela é expressa pelos outros. o que vivencio, vendo a colega expressar o que ela esta vivenciando?

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19 Eu conto a história... Eu experimento contar a história... Tu experimenta a minha experiência do meu contar... O que é meu... O que é do outro?

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25 PERCEBER A CONSTRUÇÃO QUE FAÇO PARA A SEQÜÊNCIA DA HISTORIA! As historias, os filmes, livros e pessoas, tem lacunas e nos preenchemos com o nosso mundo interno.

26 Satânico é meu pensamento a teu respeito, e ardente é o meu desejo de apertar-te em minha mão, numa sede de vingan ç a incontest á vel pelo que me fizeste ontem. A noite era quente e calma, e eu estava em minha cama, quando, sorrateiramente, te aproximaste. Encostaste o teu corpo sem roupa no meu corpo nu, sem o m í nimo pudor! Percebendo minha aparente indiferen ç a,aconchegaste-te a mim e mordeste-me sem escr ú pulos. At é nos mais í ntimos lugares. Eu adormeci. Hoje quando acordei, procurei-te numa ânsia ardente, mas em vão. Deixaste em meu corpo e no len ç ol provas irrefut á veis do que entre n ó s ocorreu durante a noite. Esta noite recolho-me mais cedo, para na mesma cama, te esperar. Quando chegares, quero te agarrar com avidez e for ç a. Quero te apertar com todas as for ç as de minhas mãos. S ó descansarei quando vir sair o sangue quente do seu corpo.

27 S ó assim, livrar-me-ei de ti, pernilongo Filho da Puta!!!! Carlos Drummond de Andrade

28 SE OS MEUS PROBLEMAS FALASSEM...

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