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Os dois olhos, trabalhando em conjunto, fornecem ao cérebro uma quantidade significativa de informações essenciais: ambos vêem um objeto mais ou menos.

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Apresentação em tema: "Os dois olhos, trabalhando em conjunto, fornecem ao cérebro uma quantidade significativa de informações essenciais: ambos vêem um objeto mais ou menos."— Transcrição da apresentação:

1 Os dois olhos, trabalhando em conjunto, fornecem ao cérebro uma quantidade significativa de informações essenciais: ambos vêem um objeto mais ou menos na mesma altura, mas a partir de dois pontos diferentes, em ângulos ligeiramente distintos. A perda temporária da visão em um dos olhos leva à dificuldade para avaliar a distância exata dos objetos, porém, se a perda for permanente, o cérebro pode adaptar-se após certo tempo e a visão tornar-se quase normal.

2 A visão constitui um dos cinco sentidos, nos permite enxergar as belezas e as diversidades do mundo. É uma percepção muito importante para os seres vivos em especial para o homem, pois é através dela que podemos distinguir as coisas através de imagens, podemos guardar as feições de uma pessoa na memória, entre outras. A visão humana é super complexa, pois há partes específicas para detectar a luz e partes para detectar as imagens e interpretá-las. A visão humana é composta pelos olhos, os quais possuem em seu interior a retina, essa por sua vez é composta por cones e bastonetes, locais onde são realizados os primeiros passos para o processo perceptivo. Os dados visuais são transmitidos pela retina, por meio do nervo óptico e do núcleo geniculado lateral, para o córtex cerebral. É no cérebro que ocorre o processo de análise e interpretação que nos permitirá reconstruir as distâncias, movimentos, cores e formas de objetos, animais, pessoas, entre outros.

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4 A córnea: É a parte da frente do olho, onde vemos o branco do olho e a íris. A córnea normal é transparente e esférica. O cristalino: É uma lente gelatinosa, elástica e convergente que focaliza a luz que entra no olho, formando imagens na retina. A distância focal do cristalino é modificada por movimentos de um anel de músculos, os músculos ciliares, permitindo ajustar a visão para objetos próximos ou distantes. Isso se chama de acomodação do olho à distância do objeto. A convergência correta do cristalino faz com que a imagem de um objeto, formada na retina, fique nítida e bem definida. Se for maior ou menor que a necessária, a imagem fica fora de foco, como se costuma dizer.

5 A íris: É aquela parte circular que dá a cor do olho. É opaca mas tem uma abertura central, a pupila, por onde entra a luz. O diâmetro da pupila varia automaticamente com a intensidade da luz ambiente: no claro ela é estreita e no escuro se dilata. Seu diâmetro pode passar de 2 mm a 8 mm, aproximadamente. A retina: É nela que se formam as imagens das coisas que vemos. A retina é composta de células sensíveis à luz, os cones e os bastonetes. Essas células transformam a energia luminosa das imagens em sinais nervosos que são transmitidos ao cérebro pelo nervo ótico. Nervo Óptico O nervo óptico conecta o olho ao cérebro. O nervo transporta os implusos formados pela retina até o cerebro, que interpreta as imagens.

6 A miopia: Um míope não consegue ver objetos distantes com nitidez porque as imagens desses objetos formam-se antes da retina. Isso acontece por excesso de curvatura no cristalino ou na córnea, ou nos dois, ou ainda por um excessivo alongamento do globo ocular. Para corrigir a miopia são usadas lentes divergentes que deslocam as imagens um pouco mais para trás. A hipermetropia: Um hipermétrope não consegue ver objetos próximos com nitidez porque as imagens desses objetos se formam atrás da retina. Isso acontece, geralmente, porque o cristalino não consegue se acomodar, isto é, atingir a convergência necessária para focalizar essas imagens na retina. Praticamente todo mundo fica nessa condição a partir da meia idade pois os músculos ciliares vão perdendo a elasticidade. Nesse caso, o defeito costuma ser chamado de presbiopia. Para corrigir a hipermetropia ou presbiopia usam- se lentes convergentes que deslocam as imagens um pouco mais para frente.

7 O astigmatismo:Normalmente, a córnea é uma superfície esférica, com a mesma curvatura em todas as direções. Se, no entanto, ela se achata em alguma direção as imagens na retina ficam desfocadas nessa direção. Muita gente tem astigmatismo em algum olho ou nos dois e não sabe. Para saber feche um dos olhos e olhe para uma luz distante, à noite. Pode ser uma lâmpada ao longe ou uma estrela. Se você consegue ver um ponto de luz mais ou menos circular, tudo bem. Se o que vê é uma forma alongada em alguma direção, você provavelmente tem astigmatismo.

8 O termo ilusão de óptica aplica-se a todas ilusões que enganam o sistema visual humano fazendo-nos ver qualquer coisa que não está presente ou fazendo-nos vê-la de um modo diferente. A ilusão de ótica, que, simplificadamente falando, é uma ilusão que acontece quando observamos algo e que acarreta o fato de percebermos este algo de uma maneira diversa do que realmente é.

9 Ilusões de Ótica Ambíguas. Contém mais de uma cena na mesma imagem – embora a imagem em sua retina permaneça constante, você nunca vê uma mistura estranha das duas percepções.

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11 Ilusões de Ótica Escondidas. São imagens que a primeira vista não apresentam nenhum significado, mas depois de observar você irá se surpreender;

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13 Ilusões de Óptica Impossíveis. Sensacionais imagens que inexplicavelmente parecem normais, mais se repararmos bem, são impossíveis;

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16 Qual animal enxerga melhor? Anuncia-se com certeza: as aves de rapina são quem enxergam melhor no planeta. Para elas, a precisão visual é um requisito básico para conseguir o alimento. O terceiro lugar vai para o falcão. Quando está caçando, ele enxerga presas pequenas a metros de altitude. O segundo lugar é do abutre-de-ruppel - o pássaro que voa mais alto no mundo. Em suas viagens pela África, o abutre identifica um coelho a metros de distância.

17 A visão dos animais é igual a dos humanos? Não. Os cães são capazes de formar imagens em torno de 50 cm de distância; objetos mais próximos estarão virtualmente embaçados. Já os humanos, crianças, são capazes de fazer acomodação em aproximadamente 14 células visuais, ou seja, em torno de 7 cm de distância dos olhos. O poder de acomodação dos cães é de 1 a 2 células visuais, já nos humanos varia entre 10 a 14 células. Algumas diferenças influenciam, como por exemplo, a pupila do gato que é capaz de dilatar 6 vezes mais que a dos humanos, a do cão dilata 4 vezes mais, proporcionando uma visão melhor, compensando a fraca capacidade de acomodação destes animais. Os animais domésticos são mais bem adaptados à visão de objetos em movimento com pouca luminosidade, em torno de 10 a 12 vezes mais que os humanos. Entre os animais domésticos, o gato é o mais adaptado para visão noturna, que lhe permite enxergar em condições de baixa luminosidade. A retina do gato permite refletir 130 vezes mais luz que o fundo dos olhos humanos.


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