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Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings Human Anatomy & Physiology, Sixth Edition Elaine N. Marieb PowerPoint ® Lecture.

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1 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings Human Anatomy & Physiology, Sixth Edition Elaine N. Marieb PowerPoint ® Lecture Slides prepared by Vince Austin, University of Kentucky 1 16 O sistema endócrino Part B

2 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 2 Ocitocina é forte estimulante da contração uterina Regulada por mecanismo de feedback positivo, pela ocitocina no sangue Isto leva a aumento da intensidade das contrações uterinas, culminando no nascimento Ocitocina desencadeia a ejeção do leite, na mulher que amamenta Ocitocina

3 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 3 Ocitocina natural ou sintética pode ser usada para induzir ou acelerar parto Tem função no desejo sexual em homens e nas mulheres não lactantes Ocitocina

4 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 4 ADH evita desidratação ou hiperhidratação Participa da formação da urina Osmoreceptores monitoram a concentração de solutos no sangue Com muitos solutos, o ADH é sintetizado e liberado, preservando água Com poucos solutos, o ADH não é liberado, causando perda de água O álcool inibe a liberação de ADH, causando diurese copiosa Hormônio anti-diurético (ADH)

5 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 5 É a maior glândula endócrina, localizada anteriormente na região cervical, consiste de 2 lobos laterais, conectados pelo ístimo Composta de folículos que produzem a glicoproteína tireoglobulina O colóide (tireoglobulina + iodo) preenche o lúme dos folículos, e é o precursor dos hormônios tireoideanos Outras células endócrinas, as células parafoliculares, produzem o hormônio calcitonina Glândula tireóide

6 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 6 Figure 16.7 Glândula tireóide

7 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 7 Hormônios tireoideanos – são os principais hormônios metabólicos do corpo Consistem de 2 compostos iodados T 4 – tiroxina; que contém duas tirosinas e 4 ágomos de iodo T 3 – triiodotironina; que contém duas tirosinas e 3 átomos de iodo Hormônios tireoideanos

8 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 8 TH causam: Oxidação de glicose Aumento da taxa metabólica Produção de calor TH participam de: Manutenção da pressão arterial Regulação do crescimento tecidual Desenvolvimento do esqueleto e sistema nervoso Maturação e capacidade reprodutiva Efeitos dos hormônios tireoideanos (TH)

9 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 9 A tireoglobulina é sintetizada e descarregada no lúmem folicular Íons (I – ) penetram ativamente na célula, são oxidados a (I 2 ), e liberados para o lumem O iodo se liga na tirosina, sob mediação da enzima peroxidase, formando T1 (monoiodotirosina), ou MIT), e T2 (diiodotirosina ou DIT) As tirosinas iodadas se ligam para formar T 3 e T 4 O colóide entra na célula por endocitose, se combina com o lisossomo, onde o T3 e T4 são clivados e se difundem para a corrente circulatória Síntese dos hormônios tireoideanos

10 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 10 Figure 16.8 Síntese do hormônio tireoideano

11 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 11 T 4 e T 3 se ligam em globulinas produzidas pelo fígado (TBGs) Ambos se ligam nos receptores alvo, contudo o T3 é dez vezes mais ativo que o T4 Os tecidos periféridos convertem T4 em T3 Os mecanismos de ação são semelhantes ao dos esteróides A regulação é por feedback negativo O hormônio liberador de tireotrofina (TRH) pode se sobrepor ao mecanismo de feedback negativo Transporte e regulação de TH

12 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 12 É um hormônio peptídeo produzido pelas células parafoliculares, ou células C Diminuem os níveis de cálcio É antagonista do hormônio paratireóideo (PTH) Calcitonina

13 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 13 O tecido alvo é o esqueleto, onde: Inibe os osteoclastos (reabsorção óssea) Estimula a incorporação e fixação de cálcio na matrix óssea Regulados por mecanismo de feedback negativo, pela concentração de íon cálcio no sangue Calcitonina

14 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 14 Glândulas paratireóides Pequenas glândulas localizadas posteriormente à tireóide As células são dispostas em cordões, contendo células oxifílicas e células principais As células principais secretam PTH O PTH (paratormônio) regula o balanço de cálcio no sangue

15 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 15 Glândulas paratireóides Figure 16.10a

16 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 16 O PTH aumenta o Ca 2+ no sangue por: Estimula os osteoclastos a digerir a matrix óssea Melhora a reabsorção de Ca 2+ e a secreção de fosfato pelos rins Aumenta a reabsorção de Ca 2+ pela mucosa intestinal O aumento do Ca 2+ no sangue, inibe a liberação de PTH Efeitos do hormônio paratireóideo

17 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 17 Figure Efeitos do hormônio paratirepóideo

18 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 18 Glândulas adrenais – um par de glândulas em forma de pirâmide, localizadas no polo superior dos rins Estruturalmente e funcionalmente, são duas glândulas em uma Medula adrenal – tecido nervoso que age como parte do SNS Córtex adrenal – tecido glandular derivado do mesoderma embrionário Glândulas adrenais (Suprarenal)

19 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 19 Sinterizam e liberam hormônios esteróides, chamados corticosteróides Diferentes corticosteróides são produzidos em cada parte de três camadas Zona glomerular – mineralocorticoides (Principalmente aldosterona) Zona fascicular – glicocorticóides (Principalmente cortisol) Zona reticular – gonadocorticóides (principalmente androgênios) Córtex adrenal

20 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 20 Figure 16.12a Córtex adrenal

21 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 21 Regulam a concentração de eletrólicos no LEC Aldosterona – é o mineralocorticóide mais importante Mantém o balanço de Na + reduzindo a excreção de sódio do corpo Estimula a reabsorção de Na + pelos rins Mineralocorticoides

22 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 22 A secreção de aldosterona é estimulada por: Elevação dos níveis sanguíneos de K + Diminuição do Na + no sangue Diminuição do volume sanguíneo ou da pressão arterial Mineralocorticoides

23 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 23 Mecanismo renina/angiotensina – os rins liberam renina, que culmina com a formação de angiotensina II, que estimula a liberação de aldosterona A concentração de sódio e potássio no plasma – influenciam diretamente a zona glomerular ACTH – causa pequeno aumento de aldosterona durante o estresse Peptídeo natriurético atrial (ANP) – inibe a atividade da zona glomerular Os 4 mecanismos para secreção de Aldosterona

24 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 24 Figure Os 4 mecanismos para secreção de aldosterona

25 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 25 Ajuda na resistência ao estresse por: Mantem os níveis de açúcar relativamente constantes Mantem o volume sanguíneo, impedindo a saída de água para os tecidos O cortisol provoca: Gliconeogênese (formação de glicose a partir de outras substâncias) Aumento da glicose, ácidos graxos e AA no sangue Glicocorticóides (Cortisol)

26 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 26 Produz: Deprime a cargilagem e formação óssea Inibe a inflamação Deprime o sistema imune Modifica a função cardiovascular, neural e gastrintestinal Níveis excessivos de glicocorticóides

27 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 27 A maioria androgênios, o mais importante a testosterona Contribuem: Para o início da puberdade O aparecimento de caracteres sexuais secundários Desejo sexual nas mulheres Androgênios pode se converter em estrogênios após a menopausa Gonadocorticóides (Hormônios Sexuais)

28 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 28 Constituída de células cromafins que secretam epinefrina e norepinefrina Causam: Elevação da glicose Vasoconstrição Taquicardia Desvio de sangue para cérebro, coração e músculatura esquelética Medula adrenal

29 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 29 Epinefrina Mais potente como estimulante cardíaco e metabólico Norepinefrina Influencia mais como vasoconstritor e na pressão arterial Medula adrenal

30 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 30 Figure Estresse e adrenal

31 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 31 Formato triangular, endócrina e exócrina, localização retrogástrica Células acinares, produzem suco digestivo (secreção exócrina) Ilhas pancreáticas (Langerhans) produzem hormônios (secreção endócrina) Células ( ) produzem glucagon Células ( ) produzem insulina Pâncreas

32 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 32 Contém 29 AA, e é hiperglicemiante O fígado é o alvo maior, onde produz: Glicogenólise – quebra do glicogênio em glicose Gliconeogênese – síntese de glicose a partir do ácido lático substâncias não carbohidratos Liberação de glicose no sangue Glucagon

33 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 33 Contém 51 AA, com duas cadeias ligadas por pontes disulfídicas Sintetizada a partir de uma proinsulina, que é quebrada por enzimas, e ativada a insulina Causa: Diminuição da glicemia Melhora a entrada de glicose nas células Atividade metabólica Insulina

34 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 34 O receptor de insulina é a enzima tirosino quinase Apos a entrada na célula, a ligação da insulina desencadeia uma atividade enzimática que: Catalisa a oxidação de glicose para formação de ATP Polimeriza a glicose e forma glicogênio Converte glicose em gordura (principalmente no tecido gorduroso) Efeitos da ligação da insulina

35 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 35 Regulação dos níveis de glicose no sangue Efeito hiperglicemiante do glucagon e hipoglicemiante da insulina Figure 16.17

36 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 36 Resulta da hiposecreção ou hipoatividade da insulina Três sinais clássicos: Poliúria – aumento da diurese Polidipsia – aumento da sede Polifagia – aumento da fome Hiperinsulinismo – excessiva secreção de insulina causa hipoglicemia Diabetes Mellitus (DM)

37 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 37 Figure Diabetes Mellitus (DM)

38 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 38 Par de ovários na cavidade abdominal que produzem estrogênio e progesterona Responsáveis por: Maturação dos órgãos reprodutores Caracteres sexuais secundários Desenvolvimento das mamas e mudanças cíclinas na mucosa uterina Gônadas: Femininas

39 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 39 Testículos extra-abdominais, produzem testostrona Testosterona: Inicia a maturação dos órgãos reprodutivos masculinos Causa aparecimento de caracteres sexuais secundários, e desejo sexual É necessária para a produção do esperma Mantém os órgãos sexuais em estado funcional Gônadas: Masculinas

40 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 40 Pequena glândulas abaixo do assoalho do quarto ventrículo do cérebro Produz melatonina A melatonina está envolvida: No ciclo claro/escuro Nos processos fisiológicos que envolvem variações rítmicas (temperatura corporal, sono, apetite) Glândula Pineal

41 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 41 Glândulas lobulada posterior ao esterno Produz timosinas e timopoetinas Essenciais para o desenvolvimento dos linfócitos T (cel. T), do sistema imune Timo

42 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 42 Coração – peptídio natriurético atrial (ANP), que reduz a pressão arterial, volume sanguíneo, e sódio sanguíneo Trato gastrintestinal – células neuroendócrinas produzem hormônios digestivos Placenta – libera hormônios que influenciam durante a gestação Outras estruturas produtoras de hormônios

43 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 43 Rins – produzem erotropoetina, que regula a produção de hemácias Pele – produz calciferol, precursor da vitamina D Tecido adiposo – produz leptina, que produz saciedade, e estimula o gasto de energia Outras estruturas produtoras de hormônios

44 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 44 As glândulas produtoras de hermônios se originam das três camadas germinativas As derivadas do mesoderma produzem esteróides A maioria das glândulas sofrem alterações estruturais com a idade, mas a produção de hormônios pode ou não ser afetada Aspectos desenvolvimentais

45 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 45 Exposição a pesticidas, químicos industriais, arsênico, dioxina e poluentes da água e solo, podem alterar a funçõa de hormônios Os hormônios sexuais, o hormônio tireoideano, e os glicocorticóides são vulneráveis aos efeitos de poluentes A interferência com glicocorticóides pode explicar a alta incidência de câncer em algumas áreas Aspectos desenvolvimentais

46 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 46 Os ovários sofrem mudanças significativas com a idade e podem se tornar não responsivos às gonadotrofinas Os hormônios femininos diminuem com a idade, levando a infertilidade e aos problemas associados com a deficiência de estrogênio (Ex. Osteoporose) A testosterona também diminui com a idade, contudo o efeito só é notado no muito velho Aspectos desenvolvimentais

47 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 47 GH diminui com a idade e leva à atrofia muscular Suplemento de GH causa crescimento muscular, reduz gordura corporal e ajuda no psiquismo TH diminui com a idade, diminuindo o metabolismo basal PTH permanece constante com a idade, e a falta de estrogênios torna a mulher mais vulnerável à desmineralização óssea causada pelo PTH Aspectos desenvolvimentais

48 Copyright © 2004 Pearson Education, Inc., publishing as Benjamin Cummings 48 FIM


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