A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Parte 3 - Desempenho de Pisos. Equipe Luiz Henrique Ceotto (Thisman Speyer) Luiz Fernando C Bueno (Gafisa) Vanderley John (Poli USP) Luis Carlos Bonin.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Parte 3 - Desempenho de Pisos. Equipe Luiz Henrique Ceotto (Thisman Speyer) Luiz Fernando C Bueno (Gafisa) Vanderley John (Poli USP) Luis Carlos Bonin."— Transcrição da apresentação:

1 Parte 3 - Desempenho de Pisos

2 Equipe Luiz Henrique Ceotto (Thisman Speyer) Luiz Fernando C Bueno (Gafisa) Vanderley John (Poli USP) Luis Carlos Bonin (UFRGS) Peter Bary (IPT; acústica) Paulo Flaquer (Tarjab) Neide M. N.Sato (Uninove) Ewerton Bonetti (Gafisa)

3 Pontos relevantes discutidos e a posição assumida pelo GT 3 Reformulação do texto julho 2004 visando estabelecer requisitos do ponto de vista dos usuários, com forte ênfase aos acabamentos, remetendo os aspectos estruturais para a parte 2. Definiu-se piso como um sistema constituído pela estrutura, revestimentos e camadas adesivas. Desenvolvimento de quatro métodos de ensaios, sendo dois para estanqueidade e infiltração de água, um para cargas verticais concentradas e um outro para aspectos de planeza e regularização. Para edificação de até cinco pavimentos, podendo ser usada para outras quantidades de pavimentos, sempre que tecnicamente justificável. A norma deve focar o desempenho do ponto de vista do uso, independente do material constitutivo e do produto. Não adotar prescrições para procedimentos executivos. Referir-se à Vida Útil de Projeto como fator de durabilidade Tter caráter indutor da qualidade, bem como tem o intuito de servir de base para o desenvolvimento de produtos, e com a conseqüente elaboração de normas para componentes.

4 Mantido como no original Desempenho estrutural Segurança ao fogo

5 Desempenho Estrutural 7.2 Estabilidade e resistência estrutural – não apresentar ruina 7.3 Deformações verticais –Funcionalidade –Estética 7.4 Resistência a impactos de corpo mole e de corpo duro –Não apresentar ruina –Não apresentar desconforto –Funcionalidade 7.5 Cargas verticais concentradas –Idem

6 8 Segurança Contra Incêndio 8.2 Propagação superficial de chamas –NBR 9442 –Áreas privativas (inclui cozinha): ipsc < 150 – Áreas comuns: ipsc < Resistência ao fogo –NBR –½ hora (para edifícios de maior número de andares esse valor poderá chegar a 2 hs dependendo de sua altura). 8.4 Facilidade de fuga –8.4.1 Limitação da densidade ótica de fumaça ASTM E

7 9 Segurança em uso Acidentes domésticos são importantes Afetam principalmente terceira idade

8 9 Segurança em uso 9.2 Resistência ao escorregamento –Coeficiente de atrito dinâmico –NBR

9 9 Segurança em uso 9.3 Segurança na circulação –Prevenir lesões em seus usuários, provocadas por quedas decorrentes de irregularidades localizadas –9.3.1 Desníveis abruptos desníveis abruptos superiores a 5 mm –9.3.2 Frestas Frestas < 4mm Exceto juntas sinalização

10 9 Segurança em uso 9.4 Segurança no contato direto –9.4.1 Rugosidade Conforto ao caminhar descalço Análise de projeto

11 10 Estanqueidade 10.2 Estanqueidade de pisos em contato com a umidade do solo –Resistir a umidade ascencional –Análise de projeto (NBR 9575; NBR 9574) –Premissas de projeto: Estanqueidade Drenagem Resistência à água

12 10 Estanqueidade 10.3 Estanqueidade de pisos de áreas molháveis da habitação –Retardar a infiltração de água, ou ao receberem respingos dágua ou durante os procedimentos de limpeza –Critério: método de ensaio específico Lâminas de água de 30 mm, na cota mais alta, e de 100 mm, na cota mais baixa, por 72 horas NBR 9574

13 10 Estanqueidade 10.4 Estanqueidade de pisos de áreas molhadas da habitação –Impedir a passagem da umidade para outros elementos construtivos da habitação. –Critério: método de ensaio específico Lâminas de água de 100 mm, na cota mais alta por 72 horas NBR 9574

14 11 Desempenho Térmico Sem aplicação específica para pisos Estão considerados no projeto de Norma 02: /1, 02: /4 e 02: /5

15 12 Desempenho Acústico Isolamento de ruído de impacto (estrutural) – caminhamento, queda de objetos, etc. Isolamento de ruído aéreo –conversa, TV, etc.

16 12 Desempenho Acústico Ruído de impacto em piso Atenuar a passagem de som - entre unidades habitacionais - resultante de ruídos de impacto (caminhamento, queda de objetos etc) Critério: Nível de Pressão Sonora de Impacto Padronizado Ponderado máximo Norma ISO 717-2/ ISO140-7/ ISO/DIS 10052

17 Resultados em Canteiro Espessura da laje (cm)Contrapiso 10Acabada (0 cm)82 10Acabada (0 cm)79 15Acabada (0 cm)71 18Contra-piso 3 a 4 cm72 20Flutuante (5 cm)54 Medido pelo IPT. Obras da GAFISA, INPAR E CONCIMA

18 12 Desempenho Acústico Ruído aéreo dos pisos entre unidades habitacionais Atenuar a passagem de som aéreo resultante de ruídos de fala, TV conversa tc conversa, música, etc. Critério: Diferença Padronizada de Nível Ponderada entre ambientes (DnT,w) ou Índice de Redução Sonora Ponderada para pisos (Rw) Norma ISO 717-1/ ISO140-3

19 13 Desempenho IIumínico Sem aplicação específica para pisos Estão considerados no projeto de normas 02: /1, 02: /4 e 02: /5

20 14 Durabilidade e Manutenibilidade Não podem apresentar excessiva sensibilidade às condições de serviço previsíveis Alteração das suas características funcionais ou estéticas além do esperado Maior esforço e investimento dos usuários em atividades de manutenção ou impondo restrições ao uso normal

21 14 Durabilidade e Manutenibilidade Vida útil de projeto –Critério: Manutenibilidade - Os piso devem apresentar vida útil igual ou superior aos períodos especificados na tabela E.1 do anexo E –Verificação do atendimento aos prazos constantes da tabela E.1(anexo E) e verificação da realização das intervenções constantes no Manual de Operação, Uso e Manutenção

22 14 Durabilidade e Manutenibilidade Resistência à umidade dos pisos de áreas molháveis –Resistir à exposição à água sem apresentar alterações em suas propriedades que comprometam seu uso –Critério: os pisos de áreas molháveis da habitação, quando expostos a uma lâmina de água com altura mínima de 30 mm, na cota mais alta, e altura máxima de 100 mm na cota mais baixa, por um período de 72 horas não devem apresentar, após 24 horas da retirada da água, danos como bolhas, fissuras, empolamentos, destacamentos, descolamentos, delaminações, eflorescências, desagregação superficial, etc –Realização do ensaio descrito no anexo C

23 14 Durabilidade e Manutenibilidade Resistência ao ataque químico dos pisos de áreas molhadas e molháveis –Resistir à exposição aos agentes químicos normalmente utilizados na habitação ou presentes nos produtos de limpeza doméstica –Critério: o piso não deve apresentar danos visíveis, tais como amolecimento superficial, perda de aderência, bolhas, empolamento, descascamento, descolamento, manchas que não possam ser facilmente removíveis com detergente e água, etc., quando submetido à exposição aos agentes químicos definidos –devem ser ensaiados de acordo com o anexo D

24 14 Durabilidade e Manutenibilidade Resistência ao desgaste em uso –Resistir aos esforços mecânicos associados às condições normais de uso específicas para cada ambiente –Critério: os pisos da habitação devem apresentar resistência ao desgaste devido aos esforços de uso de forma a garantir a vida útil estabelecida em projeto conforme tabela E.1 do anexo E –O método de avaliação deste requisito depende do material especificado em projeto e deverá seguir as normas prescritivas aplicáveis aos diferentes materiais

25 15 Saúde, higiene e qualidade do ar Sem aplicação específica para pisos Estão considerados no projeto de Norma 02: /1

26 16 Funcionalidade e acessibilidade Requisito – Pisos para pessoas portadoras de deficiência física ou pessoa com mobilidade reduzida (pmr): Propiciar mobilidade e segurança em função das áreas de uso –Piso para área privativa/comum: o piso deve estar adaptado à moradia de pessoas portadoras de deficiência física ou pessoa com mobilidade reduzida (pmr) –Áreas comuns: NBR 9050 –Análise de projeto e inspeção in loco

27 17 Conforto táctil, visual e antropodinâmico Percepção estética Julgamento estético tem um componente subjetivo acentuado Características que podem ser objetivamente controladas: regularidade e homogeneidade das superfícies de acabamento

28 17 Conforto táctil, visual e antropodinâmico 17-2 Homogeneidade quanto à planeza –Requisito: não comprometer o efeito visual desejado ou a estética –Fator de Planeza (FP): apresentar valores iguais ou superiores aos indicados na Tabela 8 –Método específico indicados no anexo E –Não se aplica para pisos rústicos em áreas privativas internas, ou àqueles que, por motivos arquitetônicos, assim foram projetados

29 18 Adequação ambiental Sem aplicação específica para pisos Estão considerados no projeto de Norma 02: /1


Carregar ppt "Parte 3 - Desempenho de Pisos. Equipe Luiz Henrique Ceotto (Thisman Speyer) Luiz Fernando C Bueno (Gafisa) Vanderley John (Poli USP) Luis Carlos Bonin."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google