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O cientificismo e o darwinismo social Ao defender a propriedade privada, o liberalismo postula que todo homem compete em igualdade no acesso à propriedade.

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1 O cientificismo e o darwinismo social Ao defender a propriedade privada, o liberalismo postula que todo homem compete em igualdade no acesso à propriedade privada. Aquele que não a conquista, não o faz porque é vicioso ou preguiçoso. Darwinismo Social: as sociedades se modificam e se desenvolvem como os seres vivos. As transformações nas sociedades representam a passagem de um estágio inferior para outro superior, onde o organismo social se mostra mais evoluído, adaptado e complexo.

2 Se na natureza a competição gera a sobrevivência do mais forte, também na sociedade favorece a sobrevivência de sociedades e indivíduos mais fortes e evoluídos. As expressões: luta pela existência e sobrevivência do mais capaz, tomadas de Darwin, apoiaram o individualismo liberal e justificaram o lugar ocupado pelos bem sucedidos nos negócios.

3 Por outro lado, as sociedades foram divididas em raças superiores e inferiores, cabendo aos mais fortes dominar os mais fracos e, consequentemente, aos mais desenvolvidos levar o desenvolvimento aos primitivos. Imperialismo.

4 Evolucionismo social Os evolucionistas formaram a primeira escola antropológica. Tendo como paradigma principal a sistematização do conhecimento acumulado sobre os povos primitivos e o predomínio do trabalho de gabinete. A análise desses antropólogos era feita a partir dos relatos de viajantes e dos colonizadores que lhes chegavam às mãos.

5 Defendiam a ideia de que a história da Humanidade se dava através de um processo evolutivo que ia da selvageria à civilização, passando pela barbárie. Utilizavam o chamado método comparativo, em que tomavam como parâmetro a sociedade europeia do século XIX.

6 O Positivismo de Augusto Comte O tema central de sua obra é a Lei dos Três Estados, na qual divide a evolução histórica e cultural da humanidade em três fases, de acordo com seu desenvolvimento ; a classificação e a hierarquização das ciências, da mais simples à mais complexa, já que para ele a ordem é necessária ao progresso ; e a reforma da sociedade, com mudanças intelectuais, morais e políticas destinadas principalmente a restabelecer a ordem na sociedade capitalista industrial.

7 A hostilidade dirigida ao pensamento tradicional foi especialmente forte em Comte, que negava a possibilidade do conhecimento metafísico. Ele exigia uma sociocracia, dirigida por cientistas para a unificação, conformidade e progresso de toda a humanidade. O Positivismo redefiniu o propósito da filosofia, limitando-a à análise e definição da linguagem científica.

8 Positivismo Comte devotou-se a Sociologia, uma palavra que ele elaborou para descrever a ciência da sociedade. Ele acreditava que sua principal contribuição foi a teoria de que a humanidade passou por três estágios de desenvolvimento intelectual: o teológico, o metafísico e o positivo.

9 No primeiro estágio, o universo era explicado em termos de deuses, demônios e seres mitológicos. No segundo estágio, a realidade era explicada em termos de abstrações como a essência, existência, substância e acidente. De acordo com Comte, o estágio metafísico estava só terminando, dando lugar ao científico ou estágio positivo. Neste estágio final, explicações somente poderiam ser baseadas em leis científicas descobertas através da experimentação, observação ou lógica.

10 O Positivismo Os traços mais marcantes do Positivismo são certamente a excessiva valorização das ciências e dos métodos científicos, a exaltação do homem e suas capacidades e o otimismo em relação ao desenvolvimento e progresso da humanidade.

11 Para reformar a sociedade, Comte propôs: (i) Reconhecer a existência de princípios reguladores ; (ii) Estudar os processos e estrutura social; (iii) Reconhecer a existência de dois movimentos: estático (fator de permanência e harmonia) e dinâmico (fator de progresso). Desta forma a análise comtiana propõe: (i) a negação da luta de classes – harmonia entre as classes sociais. (ii) a necessidade de um Estado forte, centralizador, mantenedor da ordem.

12 Essa corrente filosófica foi muito influente no pensamento da época. Prova disso é o lema da bandeira brasileira - "ordem e progresso" -, um dos principais preceitos do Positivismo, que afirma que, para que haja progresso, é preciso que a sociedade esteja organizada.

13 EXERCÍCIOS

14 QUESTÃO DE MÚLTIPLA ESCOLHA Muitos antropólogos do século XIX, da tendência evolucionista, interpretavam as transformações das sociedades humanas dentro de uma visão linear: A)Do exótico para o familiar B)Do social para o individual C)Do primitivo para o civilizado D)Do social para o cultural E)Do natural para o cultural

15 Leia o caso concreto e responda as perguntas apresentadas: O ganhador do prêmio Nobel de Medicina James Watson, pioneiro no trabalho de deciframento do genoma humano, causou espanto ao reacender com força total uma polêmica que parecia definitivamente superada pelos próprios geneticistas. O pesquisador americano, de 79 anos, declarou ao jornal "The Sunday Times" ser pessimista sobre a África porque as políticas ocidentais para os países africanos eram, erroneamente, baseadas na presunção de que os negros seriam tão inteligentes quanto os brancos quando, na verdade "testes" sugerem o contrário. Watson não apresentou argumentos científicos para embasar suas idéias nem especificou que "testes" seriam esses. QUESTÃO DISCURSIVA

16 Afirmou apenas que os genes responsáveis pelas diferenças na inteligência humana devem ser descobertos dentro de 10 a 15 anos. Essas afirmações constam em um livro no qual Watson escreve que não há motivo algum para crer que "as capacidades intelectuais de povos separados em sua evolução tiveram que evoluir de modo idêntico". Para o geneticista Sergio Pena, professor titular do Departamento de Bioquímica e Imunologia da UFMG, há uma relação genealógica entre todas as populações do mundo, incluindo a Europa, e a África.

17 A Humanidade moderna emergiu na África há menos de 200 mil anos e só nos últimos 60 mil anos saiu deste continente para habitar os outros: - Do ponto de vista evolucionário, somos todos africanos, vivendo na África ou em exílio recente de lá. Não faz sentido haver diferenças biológicas entre africanos e povos de outros continentes. Na opinião do geneticista, nos últimos 500 anos a África tem sido vítima de um imperialismo europeu impiedoso e selvagem, que criou dissensões entre grupos étnicos e manteve o continente economicamente de joelhos. (O Globo, 19/10/2007).

18 1. O cientista James Watson estaria inspirado nas concepções positivistas (neste caso o Darwinismo Social) para explicar as diferenças de evolução entre os povos e raças? Justifique. 2. É correto, do ponto de vista socioantropológico, afirmar que as características biológicas determinariam a superioridade de alguns povos e inferioridade de outros? Explique.

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