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Política de Atenção Integral à Saúde da Mulher.. Histórico 1808 – Primeiras escolas médicas 1832 – Institucionalização do ensino da medicina 1930 – Criação.

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1 Política de Atenção Integral à Saúde da Mulher.

2 Histórico 1808 – Primeiras escolas médicas 1832 – Institucionalização do ensino da medicina 1930 – Criação do ministério de educação e saúde A saúde da mulher é incorporada ás políticas nacionais, limitando-se às demandas relativas á gravidez e parto (programas materno-infantis elaborados nas décadas de 30,50,70)

3 Resultados desta prática: Fragmentação da assistência Baixo impacto dos indicadores de saúde da mulher. Mulheres assistidas apenas no ciclo gravidico puerperal revelando as desigualdades nas condições de vida e nas relações entre homens e mulheres

4 Implantação do PAISM 1984 – Implantação do Programa Integral de Saúde da Mulher - (PAISM) tendo incorporado como princípios norteadores: Critérios para eleição de prioridades a partir do perfil populacional Integralidade e equidade da atenção Inclusão de ações educativas e preventivas á assistência.

5 Avanços – Constituição brasileira, Lei O estado passa a ter como obrigação a garantia da redução do risco de doenças e outros agravos, mediante a construção de políticas sociais e econômicas e uma política setorial de saúde capaz de garantir acesso universal e igualitário as ações e serviços para promoção, proteção e recuperação da saúde da população.

6 CAIRO – 1994 Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento Simultâneo Fórum de ONGs: participantes; + de 1500 ONGs; 133 países. 179 paises + de 10 mil participantes

7 Consagração dos direitos sexuais e reprodutivos; Normas dos direitos humanos aplicáveis aos programas de população; Pessoa humana como centro do desenvolvimento; Mulheres: direitos sexuais e reprodutivos: parte integrante e indivisível dos direitos humanos; Participação masculina nas decisões sexuais e reprodutivas; Incentivo à atenção ao adolescente. CAIRO CAIRO

8 Objetivo: acompanhar e garantir internacionalmente o plano de ação de Cairo. Fórum Mundial de ONGs – evento paralelo. 30 mil mulheres. IV Conferência Internacional da Mulher Pequim - China BEIJING BEIJING

9 A Evolução dos Conceitos Saúde (ausência de doença e enfermidade) Saúde Materna ( promoção uma boa saúde/ qualidade de vida durante e após o período reprodutivo) Saúde Sexual (desenvolvimento sexual saudável/ relacionamentos responsáveis/ ausência de enfermidades) Saúde Reprodutiva (aborto e sexualidade) SAÚDE DA MULHER

10 Saúde Sexual e Reprodutiva A capacidade de desfrutar de uma vida sexual satisfatória e sem riscos de procriar, bem como implica a liberdade para escolher entre fazê-lo ou não,no período e na freqüência desejada CIPD, 1994

11 Atenção em Saúde Sexual e Reprodutiva. Conjunto de métodos, técnicas e serviços que contribuam para a saúde para o bem estar reprodutivo mediante a prevenção e solução de problemas de saúde reprodutiva. Inclui também a saúde sexual,cujo objetivo é a melhoria da vida e das relações pessoais, e não somente o aconselhamento e a atenção referentes à reprodução e às doenças sexualmente transmissíveis (CIPD,1994)

12 Mais avanços – Lei Implantação pelo ministério da Saúde da Norma Operacional Básicas (NOB) Implantação das Normas Operacionais de Assistência à Saúde (NOAS)

13 Atual Política de Integralidade na Saúde da Mulher Saúde como fenômeno social. Envolve aspectos biológicos psicológicos e culturais. Inclui a dimensão da sexualidade e da reprodução numa perspectiva de direitos

14 POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DA MULHER (PNAISM) COMPROMISSO : Implementação de ações de saúde que contribuam para a garantia dos direitos humanos das mulheres e reduzam a morbimortalidade por causas preveníveis e evitáveis.

15 PNAISM Esta Política incorpora, num enfoque de gênero, a integralidade e a promoção da saúde como princípios norteadores e busca consolidar os avanços no campo dos direitos sexuais e reprodutivos. Agrega a prevenção e o tratamento de mulheres vivendo com HIV/aids e as portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e de câncer ginecológico ampliando suas ações para grupos historicamente alijados das políticas públicas, nas suas especificidades e necessidades.

16 Objetivos Gerais da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher - Promover a melhoria das condições de vida e saúde das mulheres brasileiras, mediante a garantia de direitos legalmente constituídos e ampliação do acesso aos meios e serviços de promoção, prevenção, assistência e recuperação da saúde em todo território brasileiro – Contribuir para a redução da morbidade e mortalidade feminina no Brasil, especialmente por causas evitáveis, em todos os ciclos de vida e nos diversos grupos populacionais, sem discriminação de qualquer espécie.

17 Ampliar, qualificar e humanizar a atenção integral à saúde da mulher no Sistema Único de Saúde.

18 Considerações finais.... O Brasil está longe de alcançar um patamar de bem estar social compatível com o seu nível de riquezas e desenvolvimento, apesar de possuir recursos naturais e tecnológicos suficientes para possibilitar vida digna a sua população. A fronteira das desigualdades se deve sobretudo ao desequilíbrio histórico de acumulação de riquezas e injustiça social.


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