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DA ARTE À REFLEXÃO ANA SOARES ANABELA ROSMANINHO.

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1 DA ARTE À REFLEXÃO ANA SOARES ANABELA ROSMANINHO

2 Saber qual o objectivo da pergunta. Formular as questões com calma. Se formular regras, deve fazê-lo no início. A disposição da sala deve ser, preferencialmente, em U. As questões podem ser formuladas por grupos, formular uma por cada grupo. Neste caso deve-se controlar o tempo. Quando se formulam as questões devem ter-se em atenção os alunos que não participam e interpelá-los.

3 O professor deve dominar muito bem os materiais / recursos que utiliza. Não fazer perguntas de carácter pessoal. O professor deve procurar a sistematização. Como fazer para evitar que sejam sempre os mesmos a intervir: a) Dizer o nome do aluno depois de formular a questão. b) Fazer ricochete para o aluno ou para toda a turma. c)Tentar fomentar o diálogo entre os alunos, questionando-os sobre as intervenções uns dos outros. d) O professor / mediador só dá a palavra.

4 Encorajar os jovens a darem boas razões para as suas afirmações: Porque pensas isso? Como é que sabes isso? Podes dar-nos uma boa razão para acreditares nisso? Encorajar os jovens a identificar os pressupostos das suas afirmações: Estás a partir do princípio que … O que dizes pressupõe que… Encorajar os jovens a identificar implicações e consequências do seu pensamento: Se o que dizes é correcto, o que é que isso implica? Tendo em conta essa ideia, não pensas que…

5 Para mostrar pontos de vista alternativos: Alguém pensa de modo diferente? O que é que era preciso para mudares de ideias? Para encorajar contra – exemplos: Se alguém quisesse contradizer-te o que é que te diria? Consegues pensar nalgum exemplo que te fizesse mudar de opinião? Perguntas que ajudem a discussão a crescer e a obter maior generalidade: Se aceitarmos isso, que implicações tem? Alguém vê uma implicação mais geral desta ideia?

6 Para comparar ideias e pontos de vista: Quais as diferenças entre estas várias posições? Quais as semelhanças entre estas várias posições? Para pedir definições apropriadas e clarificações sobre o modo como as palavras e os conceitos estão a ser utilizados: O que entendes por…? Em que é que baseias a tua ideia? O que queres dizer com essa expressão?

7 Para a tomada de consciência da consistência dos pontos de vista expressos: O que estás a dizer contradiz o que disseste antes? Estás a usar esse termo do mesmo modo que o usaste antes? Será que estamos a dizer o mesmo de modo diferente? Para fazer sumários e pontos de situação de diálogo: Quem é que é capaz de me dizer alguns dos passos que fizemos nesta discussão? Quais os pontos que estabelecemos? Aprendemos alguma coisa com esta discussão?

8 Auto-avaliação do professor Encorajei a discussão? Ouvi os alunos? Reagi significativamente às ideias apresentadas pelos alunos? Incentivei o diálogo? A tónica da discussão recaiu sobre um assunto importante ou trivial? Falei demais? Permiti demasiados diálogos irrelevantes? Manipulei as conversas?

9 Dei sermões de moral? Encorajei os alunos? Incentivei a ter em conta outros pontos de vista? Encorajei os alunos a fundamentarem as suas opiniões? Mostrei o meu empenho na discussão? Encorajei os alunos a pensarem por si próprios? Encorajei os alunos a serem responsáveis pela sua educação? Encorajei os alunos a realizarem pesquisas posteriores sobre tópicos da discussão?

10 Critérios para a avaliação do aluno Fazer perguntas. Evitar generalizações. Pedir provas para as afirmações que se fazem. Desenvolver hipóteses explanatórias. Reconhecer, identificar diferenças de contexto. Elaborar prontamente sobre as ideias dos outros. Aceitar críticas bem fundamentadas. Estar aberto a ouvir o outro lado da história.

11 Respeitar os outros e os seus direitos. Construir analogias apropriadas. Procurar clarificar conceitos mal definidos. Fazer distinções e estabelecer relações importantes. Fazer acompanhar as suas afirmações de razões convincentes. Fornecer exemplos e contra-exemplos. Descobrir inferências subjacentes (fundamentos). Estabelecer inferências apropriadas (ilações). Emitir juízos de valor equilibrados.

12 DA ARTE À REFLEXÃO CAIXA DE PENSAR Esta é uma caixa de pensar. Ela ajuda-nos a descobrir coisas que nós não sabemos que sabemos. E vocês vão experimentar! A caixa tem vários espaços. Dois espaços exteriores – um em cima e outro em baixo – e um espaço interior. A caixa dá-nos ideias para contar muitas histórias. Devem brincar com a caixa, inventar uma história e partilhá-la connosco. Na caixa vivem cinco lagartas. A lagarta verde chama-se Chico. E o Chico vai transformar-se em borboleta.

13 DA ARTE À REFLEXÃO RODA DE SENTIR Os jovens são colocados em roda no meio de uma sala. É-lhes entregue uma venda e é-lhes pedido que a coloquem. A professora explica que nas presentes circunstâncias eles não podem ver ninguém, mas também ninguém os pode ver e é como se estivessem sozinhos e não têm que estar envergonhados. Explica-se que se lhes vai pedir que através de gestos e da expressão corporal representem, expressem a palavra que lhes vais ser dita, no entanto, não podem sair do seu lugar nem dizer qualquer palavra. Diz-se a palavra e bate-se uma palma para darem início à expressão. Passado cerca de 1 minuto bate-se novamente palmas para terminar a expressão.


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