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Enfermagem da Família. A enfermagem se originou nas casas dos pacientes, nada mais natural que envolvesse os membros da família e que prestasse serviços.

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Apresentação em tema: "Enfermagem da Família. A enfermagem se originou nas casas dos pacientes, nada mais natural que envolvesse os membros da família e que prestasse serviços."— Transcrição da apresentação:

1 Enfermagem da Família

2 A enfermagem se originou nas casas dos pacientes, nada mais natural que envolvesse os membros da família e que prestasse serviços centrados na família.

3 Modelo Calgary de Avaliação da Família O MCAF baseia-se em um fundamento teórico que envolve sistemas, cibernética, comunicação e mudança

4 Indicações para Avaliação da Família 1- A família está vivenciando um sofrimento físico e/ ou espiritual ou ruptura causados por uma crise familiar (por exemplo doença aguda, lesão ou óbito). 2- A família está vivenciando um sofrimento físico e/ou espiritual ou ruptura causados por um marco de desenvolvimento (por exemplo, nascimento, casamento ou saída do filho mais novo de casa). 3- A família define o problema como uma questão familiar e existe motivação para sua avaliação (por exemplo, impacto da doença crônica na família).

5 Indicações para Avaliação da Família 4- A família identifica uma criança ou adolescente como tendo dificuldades (por exemplo, fobia da escola, medo do tratamento de câncer). 5- A família está enfrentando situações sérias o suficiente para ameaçar a relação de seus membros. 6- Um membro da família está para ser hospitalizado para tratamento psiquiátrico. 7- Uma criança está para ser hospitalizada.

6 A Enfermagem da Família... Não é ainda uma prática comum em nossa sociedade fazer com que as famílias se apresentem para assistência como unidade familiar, com problemas de saúde, doença. A doença na família é um caso muitas vezes isolado a determinados membros da família. A condução e a conclusão de uma avaliação da família não livra os enfermeiros de avaliar sérios riscos, como suicídio e homicídio, nem doenças graves em cada membro da família.

7 Contra-Indicações para a Avaliação da família são: A individualização de um membro estaria comprometida pela avaliação da família. Por exemplo, se um jovem adulto saiu de casa recentemente pela primeira vez, uma entrevista com a família pode não ser desejável. O contexto de uma situação familiar que permita pouca ou nenhum influência. Obs: A família pode acreditar firmemente que a enfermeira está atuando como agente de alguma outra instituição (por exemplo, de um tribunal).

8 Modelo Calgary de Avaliação da Família O MCAF é uma estrutura multidimensional que consiste em três categorias principais: Estrutural Desenvolvimento Funcional

9 Diagrama Ramificado do MCAF

10 Modelo Calgary de Avaliação da Família A categoria de Avaliação estrutural Interna presente no MCAF subdivide-se em: Composição Familiar Gênero Orientação sexual Ordem de nascimento Limites

11 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Interna Na avaliação estrutural interna existem cinco tributos críticos para o conceito de família: 1- A família é sistema ou unidade; 2- Seus membros podem ou não estar relacionados, viver ou não juntos; 3- Existe um compromisso e vínculo afetivo entre outros membros da unidade que abrangem obrigações futuras; 4- As funções de responsabilidade da unidade consistem em proteção, nutrição e socialização de seus membros.

12 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Interna Na avaliação estrutural Interna devemos avaliar: Composição Familiar: Definem um grupo de indivíduos ligados por fortes vínculos emocionais, com o sentido de posse e inclinação a participar da vida dos outros. Pergunta-se: Quantos filhos vocês têm? Quem é o mais velho? Quantos anos ele (ela) tem? Qual é o próximo depois dele? Ocorreu algum aborto?

13 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Interna Na composição familiar: É preciso que as enfermeiras encontrem uma definição de família que ultrapasse as limitações tradicionais de membro restrito, utilizando critérios de consangüinidade, adoção e matrimônio.

14 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Interna Na avaliação da composição da família devemos considerar: A definição de família mais aplicável em nosso trabalho clínico: A família é quem seus membros dizem que são. Esta definição faz com que o enfermeiro respeite as idéias dos membros individuais da família no que diz respeito a relacionamentos significativos e experiências de saúde e doença.

15 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Interna Na avaliação da composição da família devemos considerar: A definição dada pela enfermeira de família pois permite orientar relacionamentos emocionais passados, presentes e antecipar os futuros no âmbito do sistema familiar. Sabemos que gays e lésbicas geralmente referem-se aos amigos como família. È importante observar as alterações na composição familiar. Estas alterações podem ser permanentes, como resultado da perda ou acréscimo de um novo membro. Ex. Filhos de relacionamentos anteriores, casais separados formando uma nova família.

16 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Interna Na avaliação da composição da família devemos considerar: Grandes perdas, doença grave e óbito podem levar a família ao desequilíbrio. O grau de impacto do óbito sobre a família depende de seu significado social e étnico, da história de perdas anteriores, momento do ciclo vital em que ocorreu e a respectiva natureza.

17 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Interna Gênero - sexo como uma realidade operacional dentro da hierarquia e do poder da realidade construída por nós mesmos e decorrente de uma estrutura particular de referência.

18 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Interna No que diz respeito a subcategoria Gênero: As enfermeiras devem considerar o sexo, tendo em vista situar-se no âmago da conversação a forma diferente de homens e mulheres terem experiência do mundo.

19 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Interna No que diz respeito a subcategoria Gênero: Geralmente nos relacionamentos de casais, os problemas descritos por homens e mulheres englobam conflitos não verbalizados entre as respectivas percepções de sexo – ou seja, o que suas famílias e a sociedade ou cultura lhes disseram sobre o modo de sentir de homens e mulheres.

20 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Interna No que diz respeito a subcategoria Gênero: O sexo é um conjunto de crenças sobre as expectativas de conduta e experiências femininas e masculinas. Estas crenças foram desenvolvidas por influências culturais, religiosas e familiares, assim como pela orientação sexual e de classe.

21 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Interna No que diz respeito a subcategoria Gênero: O sexo desempenha um papel importante no cuidado de saúde da família, especialmente nas crianças. As diferenças nos papéis dos pais em cuidar de seu filho doente podem ser fonte significativas de estresse.

22 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Interna Perguntas a serem feitas à família no que diz respeito a subcategoria gênero: Na sua opinião como os homens deveriam se comportar em relação aos membros doentes da família? De que modo os homens expressam suas emoções? Quais são os efeitos que as idéias de seus pais têm sobre a masculinidade e a feminilidade ?

23 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Interna Perguntas a serem feitas à família no que diz respeito a subcategoria gênero: Caso seus pais tenham idéias diferentes sobre os comportamentos masculino e femininos, isto poderia mudar de alguma forma o seu relacionamento com eles e com seu parceiro? Você gostaria que seu filho se sentisse diferente do que do que você se sente em relação a masculinidade e a feminilidade?

24 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Interna Perguntas a serem feitas à família no que diz respeito a subcategoria gênero: Se você demonstrasse os sentimentos que conserva escondidos, sua esposa pensaria bem ou mal de você?

25 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Interna Orientação Sexual O tópico da orientação sexual é aquele que as enfermeiras abordam com vários níveis de aceitação, bem– estar e conhecimento. Lésbicas, homens gays, e homens e mulheres heterossexuais e bissexuais.

26 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Interna Perguntas a serem feitas à família no que diz respeito a subcategoria orientação sexual: Com que idade você participou pela primeira vez de uma atividade sexual (e não com que idade você teve uma relação sexual?) Quando Sara contou à sua mãe que era lésbica, qual o efeito que isto causou sobre a responsabilidade da mãe por ela? Quando seu irmão anunciou que era homossexual e desistiu do casamento, qual foi a reação de seus pais?

27 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Interna Ordem de nascimento: Refere-se a posição dos filhos, na família, em relação à idade e ao sexo. Na ordem de nascimento o sexo e as diferenças de idade entre irmãos são fatores importantes na realização de uma avaliação.

28 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Interna No que se refere a ordem de nascimento é importante ponderar: Um indivíduo transfere ou generaliza as experiências familiares para os ambientes sociais, externos à família, tais como jardim de infância, escolas e clubes. Quando um indivíduo é influenciado pelo ambiente, seus relacionamentos com colegas, amigos e cônjuges, em geral, também são afetados. Com o tempo, ocorrem muitas influências sobre a organização da personalidade fora do grupo de irmãos. Ex: O filho mais novo está sofrendo pressão para ter sucesso acadêmico.

29 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Interna Perguntas a serem feitas à família no que diz respeito a subcategoria ordem de nascimento: Quantos filhos vocês têm? Quem é o mais velho? Quantos anos ele (ela) tem? Qual é o próximo depois dele (a)? Ocorreu algum aborto?

30 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Interna Subsistemas A família é um sistema, ou seja, é formada por um conjunto de elementos interconectados, de modo a formar um todo organizado. Todos estão unidos para atingir um objetivo. Os Subsistemas podem ser delineados pela geração, sexo, interesse, função ou história. Ex. Uma mulher de 65 anos de idade pode ser avó, mãe, esposa e filha dentro da mesma família ou sistema.

31 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Interna No que se refere ao subsistema é necessário reaver: A capacidade de adaptação às demandas dos diferentes níveis de subsistemas constitui uma habilidade necessária para cada membro da família. Ex. Filha que mora com pai solteiro e passa finais de semana alternados com a namorada do pai e os filhos de um outro relacionamento.

32 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Interna Perguntas a serem feitas à família no que diz respeito a aos subsistemas: Algumas famílias têm subgrupos especiais; por exemplo, as mulheres fazem certas coisas, enquanto os homens fazem outras. Existem diferentes subgrupos em sua família? Qual o efeito que eles causam sobre o nível de estresse familiar? Quando a mamãe e Ana ficam à noite falando do vício de crack do papai, o que os meninos fazem? Qual é o subgrupo da família mais afetado por este problema e como?

33 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Interna Limites Refere-se as regras para definir quem participa. Ex. O pai diz a sua filha adolescente que seu namorado não deve freqüentar a casa. Os sistemas e subsistemas familiares têm limites, cuja função é proteger a diferenciação entre si.

34 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Interna Limites Os estilos de limites podem facilitar ou restringir o funcionamento familiar. Ex. uma família de imigrantes que se transfere para uma nova cultura pode, de início, ser muito protetora com seus membros até se adaptar igualmente ao meio cultural.

35 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Interna Perguntas a serem feitas à família no que diz respeito a subcategoria ordem de nascimento: A enfermeira pode interferir nos limites perguntando ao marido se existe alguém com quem ele possa conversar ao se sentir estressado devido à aposentadoria. A enfermeira pode fazer a mesma pergunta a esposa. Quem você procuraria, caso se sentisse feliz? E se estivesse triste? Há alguém na família que se oporia se você falasse com determinada pessoa? Qual seria o impacto na capacidade de sua mãe lidar com a doença de seu pai, se ela tivesse mais apoio dos seus avós?

36 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Externa Este Aspecto inclui duas subcategorias: 1- Família extensa 2- Sistemas mais Amplos

37 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Externa Família Extensa Esta subcategoria inclui a família de origem e a família de procriação, assim como a atual geração e membros da família adotiva. Os múltiplos vínculos de lealdade da família podem ser invisíveis, mas são forças muito influentes na estrutura familiar. Relacionamentos e apoios especiais podem existir a grandes distâncias geográficas.

38 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Externa Perguntas a serem feitas à família no que diz respeito a subcategoria família extensa. Onde moram seus pais? Com freqüência você tem contato com eles? Como são seus irmãos e irmãs? Qual o membro da família que você nunca vê?

39 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Externa Perguntas a serem feitas à família no que diz respeito a subcategoria família extensa. Qual dos seus parentes é o mais próximo a você? Quem telefona para quem? Com que freqüência? A quem você pede ajuda quando surgem problemas em sua família? Que tipo de ajuda você pede? Você estaria disponível se eles precisassem de você?

40 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Externa Sistemas Mais Amplos Refere-se a instituições sociais mais amplas e pessoas com as quais a família tem contato significativo. Várias pessoas externas a família representam um apoio legítimo aos resultados das decisões de tratamento, decisões políticas, conduta clínica e comportamento paciente-família.

41 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Externa Sistemas Mais Amplos Estes depositários éticos incluem paciente e família, médico e equipe clínica, administrador clínico, organização de cuidados orientados, empregador/pagador, governo e sociedade ou comunidade mais ampla, cada um tem reivindicação moral a ser devidamente considerada nas decisões de cuidado da saúde.

42 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Externa Perguntas a serem feitas à família no que diz respeito a subcategoria Sistemas Mais Amplos. Quais são os profissionais da instituição envolvidos com sua família? Quantas instituições interagem regularmente com você? Sua família mudou de um sistema de um sistema de cuidado da saúde para outro?

43 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Externa Perguntas a serem feitas à família no que diz respeito a subcategoria Sistemas Mais Amplos. Quem considera necessário a participação de sua família nestes sistemas? Quem considera o contrário? Como está indo nosso relacionamento de trabalho até agora?

44 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Contexto O contexto é explicado como a situação total ou as informações básicas relevantes a algum fato ou personalidade. O contexto inclui cinco subcategorias: Etnia; Raça; Classe Social; Religião e espiritualidade; Ambiente

45 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Contexto Etnia Grupo de pessoas que se identificam umas com as outras, ou são identificadas por terceiros, com base em semelhanças culturais ou biológicas, ou ambas, reais ou presumidas. Para algumas famílias de imigrantes, o impacto do ajuste cultural pode ser visto como uma dificuldade temporária, sendo necessário chamar atenção para questões, tais como sobrevivência econômica, racismo, e mudanças na família extensa e sistema de apoio.

46 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Contexto Perguntas a serem feitas à família no que diz respeito a subcategoria etnia: Você pode me falar sobre as práticas japonesas referente à doença? O fato de você ser imigrante japonês influencia de alguma maneira sua opinião em relação a consultar um profissional de saúde? O que significa saúde para você? Como você sabe que é saudável? Sendo membro de uma família chilena, suas práticas de cuidados da saúde assemelham-se ou diferem de alguma maneira das práticas de seus avós? O que lhe parece mais vantajoso neste ponto de sua vida em família?

47 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Contexto Raça Conjunto de indivíduos que conservam, entre si, caracteres somáticos semelhantes, estas características são transmitidas por hereditariedade. Atitudes raciais, estereótipos e discriminação são influências poderosas sobre a interação familiar e, se não orientadas, podem representar restrições negativas nos relacionamentos entre família e enfermeira.

48 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Contexto Perguntas a serem feitas à família no que diz respeito a subcategoria Raça: Se eu e você fôssemos da mesma raça, nossa conversação seria diferente? Como? Será que um tipo diferente de conversação teria maior ou menor probabilidade de ajudá-lo a recuperar sua saúde? Você pode me ajudar a entender o que eu preciso saber para melhor ajudá-lo?

49 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Contexto Classe Social Grupo de pessoas que tem status social similar segundo critérios diversos, especialmente o econômico. Esta subcategoria molda os resultados educacionais, de renda e ocupacionais. Cada classe, seja ela baixa, média ou alta, tem seu próprio conjunto de valores, estilos de vida e comportamento a influenciar a interação da família e as práticas de cuidado da saúde.

50 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Contexto A avaliação da classe social ajuda a enfermeira a entender de modo novo os fatores de estresse e recursos da família. A classe social da família pode influenciar suas opiniões, valores e utilização de serviços de saúde, bem como na interação conosco. A doença grave pode intensificar os problemas financeiros, diminuir a capacidade de enfrentá-los e exigir soluções em desacordo com o consenso financeiro convencional.

51 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Contexto Perguntas a serem feitas à família no que diz respeito a subcategoria classe social: Quantas vezes você mudou de casa nos últimos cinco anos? As mudanças tiveram influências positivas ou negativas sobre, por exemplo, sua capacidade de lidar com o problema de AIDS de seu filho? Em quantas escolas sua filha Bárbara estudou? Sua situação financeira influencia de algum modo a utilização de recursos de saúde? Qual impacto que o trabalho em turnos causa no nível de estresse da família?

52 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Contexto Religião e Espiritualidade Esta subcategoria influencia os valores, tamanho, cuidados de saúde, hábitos sociais e família. A religião influencia as crenças sobre as doenças e adaptação. As emoções como paz. Medo, culpa e esperança podem ser incentivadas ou contrabalançadas pelas crenças religiosas. A espiritualidade se relaciona com a maneira pela qual as pessoas orientam suas vidas à luz de uma percepção interna. Um anseio, um desejo ardente de contato além da experiência da vida comum.

53 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Contexto Perguntas a serem feitas à família no que diz respeito a subcategoria Religião e Espiritualidade: Você participa de uma igreja, templo ou sinagoga? Conversar com alguém de sua igreja ou templo ajudaria a enfrentar a doença de seu filho? Suas crenças religiosas são um recurso para você e os outros membros da família? Quem, dentre os membros de sua família, incentivaria mais a utilização das crenças espirituais para enfrentar o câncer? Você descobriu que sua prece ou outras praticas religiosas ajudaram-no a enfrentar a esquizofrenia de seu filho?

54 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Contexto Ambiente Abrange aspectos da comunidade mais ampla, vizinhança e lar. Os fatores ambientais, tais como adequação de espaço, privacidade e acesso a escolas, creche, recreação e transporte público, influenciam o funcionamento da família. O enfermeiro deve considerar o número de pessoas que residem na casa e ainda se os serviços de saúde estão disponíveis na casa.

55 Modelo Calgary de Avaliação da Família Avaliação Estrutural Contexto Perguntas a serem feitas à família no que diz respeito a subcategoria Ambiente: Quais serviços comunitários sua família utiliza? Existem serviços comunitários que você gostaria de conhecer, mas não sabe como entrar em contato? Como você classifica, em uma escala de 1 a 10, o bem estar em sua vizinhança? O que deixaria mais confortável para lhe ser possível continuar a agir de modo independente em casa?

56 Instrumentos para Avaliação Estrutural Genograma = diagrama do grupo familiar – árvore familiar representando a estrutura familiar interna. É um instrumento que permite a enfermeira delinear as estruturas internas e externas da família. Podem ser utilizados para reestruturar comportamentos, relacionamentos e vínculos no tempo com as famílias, assim como remover e normalizar as percepções das famílias sobre elas mesmas.

57 Instrumentos para Avaliação Estrutural Genograma O genograma consiste na representação gráfica de informações sobre a família, e à medida que vai sendo construído, evidencia a dinâmica familiar e as relações entre seus membros. Propicia dados ricos sobre relacionamentos, ao longo do tempo, podendo também incluir dados sobre saúde, ocupação, religião, etnia e migrações.

58 Instrumentos para Avaliação Estrutural- Genograma O genograma é prática usual e deve incluir pelo menos três gerações. Os membros da família são colocados em séries horizontais que significam linhagens de geração. Ex: um casamento ou relacionamento consensual são denotados por uma linha horizontal. As crianças são denotadas por linhas verticais. São ordenadas em uma classificação da esquerda para direita, começando pela mais velha.

59 Instrumentos para Avaliação Estrutural- Genograma No genograma cada indivíduo é representado. O nome e idade da pessoa devem ser anotados do lado de dentro do quadrado ou círculo. Do lado de fora do símbolo, dados significativos devem ser anotados. Ex: viaja muito, deprimido, excessivamente envolvido com o trabalho, etc).

60 Instrumentos para Avaliação Estrutural- Genograma Se um membro da família morreu, o ano de sua morte é indicado acima do quadrado ou círculo. Quando é utilizado o símbolo de aborto, o sexo da criança deve ser identificado, caso seja conhecido. É útil desenhar um círculo ao redor dos atuais membros da família para fazer a distinção entre os vários familiares. Em geral, é mais fácil indicar o ano em que ocorreu o divórcio do que o número de anos a partir de sua efetivação

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62 Instrumentos para Avaliação Estrutural- Genograma Mike R., 47 anos, casou-se com Karen, 35 anos, em Eles têm duas crianças Ashley, 14 anos, que está na 8 ª série, e Jack, 7 anos, repetente da 1ª série. Mike está empregado como chefe do departamento de estacionamento e Karen se refere a ele como alcoólatra. Karen é a dona de casa e diz que tem estado deprimida há anos. Os pais de Mike são falecidos. Seu pai faleceu em 1994 e sua mãe em 1992 de Acidente Vascular cerebral. A mãe de Karen, Susan, com 54 anos, tem artrite, que tem piorado progressivamente desde que o marido morreu, em Karen tem duas irmãs e um irmão mais velho.

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64 Instrumentos para Avaliação Estrutural- Genograma Nesta família adotiva, Bill 35 anos, vive em regime de casamento consensual com Lou, 33 anos, desde 1998, que trabalha meio-período como garçonete. Lou também é dona de casa, com duas crianças, Joyce, 11 anos, e Frank, 9 anos, que é hiperativo e freqüenta uma classe especial da 3 ª série. Bill era casado, em 1988, com a primeira esposa, Jean. Eles se divorciaram em Bill e Jean tiveram um filho, atualmente com 8 anos. Bill era filho único. Seu pai cometeu suicídio em Sua mãe ainda é viva. Lou é a filha mais nova das três irmãs e os pais são vivos. Lou era casada, em 1987, com John, separaram-se em 1995 e divorciaram-se em John, 36 anos, é um mecânico que mora atualmente com Fran, em regime consensual, e ela tem três filhos.

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66 Instrumentos para Avaliação Estrutural- Genograma Apesar de similar à árvore genealógica, vai além da representação visual da origem dos indivíduos. È uma ferramenta que possibilita o levantamento de dados, coletar informações qualitativas da dinâmica familiar, como processos de comunicação, relações estabelecidas equilíbrio ou desequilíbrios familiares. Possibilita a representação visual da estrutura e dinâmica familiar, bem como, eventos importantes em sua história, como separação, nascimento e morte.

67 Instrumentos para Avaliação Estrutural- Genograma O genograma é um instrumento elaborado por terapêutas familiares e tem sido amplamente adotado por profissionais de diversas áreas, como medicina, recentemente pela enfermagem psicologia, serviço social e mais È possível com o uso do genograma retratar processos emocionais e comportamentais dos membros das famílias em pelo menos três gerações.

68 Instrumentos para Avaliação Estrutural- Genograma O genograma, destaca-se pela possibilidade de: observar e analisar barreiras e padrões de comunicação entre as pessoas; explorar aspectos emocionais e comportamentais em um contexto de várias gerações; auxiliar os membros da família a identificar aspectos comuns e únicos de cada um deles, discutir e evidenciar opções de mudanças na família e prevenir o isolamento de um membro da família, independente da estrutura familiar.

69 Ecomapa É um diagrama das relações entre a família e a comunidade que ajuda a avaliar os apoios e suportes disponíveis e a sua utilização pela família com pessoas. É essencialmente, um diagrama dos contatos com pessoas, grupos ou instituições, como escolas, serviços de saúde e comunidades religiosas. Pode representar a presença ou ausência de recursos sociais, culturais e econômicos, sendo, eminentemente um retrato de um determinado momento na vida dos membros da família e, portanto, dinâmico.

70 Ecomapa No ecomapa, os membros da família aparecem no centro do círculo. Já os contatos da família com a comunidade ou com pessoas e grupos significativos são representados nos círculos externos. As linhas indicam o tipo de conexão: linhas contínuas representam ligações fortes; as pontilhadas, ligações frágeis; linhas com barras, aspectos estressantes, enquanto as setas significam energias e fluxo de recursos. Podem ser desenhadas.

71 Ecomapa Ausência de linhas significa ausência de conexão. Uma família que tem poucas conexões com a comunidade, e também entre seus membros, necessita de maior investimento da enfermagem para melhorar seu bem-estar. Pode-se usar de forma combinada o genograma com o ecomapa e a construção conjunta destes instrumentos com a família, possibilita os familiares repensarem suas próprias relações, de aquisição de confiança entre pesquisador e familiares e busca de suporte para família, dentro e fora da mesma.

72 Modelo de Ecomapa Os vínculos afetivos entre os membros da família se referem a laços emocionais exclusivos e resistentes entre duas pessoas específicas e são representados no diagrama abaixo:

73 Modelo de Ecomapa Nesta família, Mike, Karen, Ashley e Jack são colocados no círculo central. Mike Tem fortes vínculos com seu local de trabalho, onde é o chefe e representante do sindicato. Mantém laços relativamente fortes com seus companheiros alcoólicos. Estes relacionamentos, entretanto, são estressantes para ele. Os vínculos de Karen são principalmente com sua mãe e o sistema de cuidados da saúde. Ela tem consultas para os nervos, uma vez por semana, com o médico da família, e também com a enfermeira de saúde comunitária.

74 Modelo de Ecomapa A mãe de Karen, Susan, visita-a todos os dias das 11 às 22 horas. Existe um forte vínculo afetivo entre Karen e a mãe, mas esta diz que realmente não gosta que a mãe a visite com tanta freqüência. Jack tem poucos amigos, a maioria deles são arruaceiros. Ele está em uma especial de deficientes de aprendizagem e gosta da professora e da escola. Ashley está na escola intermediária, onde mantém uma média de notas do nível D. Ela falta com freqüência, e quando vai à escola, participa pouco. Ela passa quase 6 horas por dia com o namorado.

75 Modelo de Ecomapa Quando a enfermeira da saúde comunitária concluiu o ecomapa da família R., a Sra. R. (Karen) comentou: Parece que eu passo o tempo todo com médicos ou profissionais da saúde.. O Sr. R (Mike) disse então: Também, você está sempre tão ocupada com sua mãe que não tem tempo pra mais ninguém.. A enfermeira pode utilizar a informação do ecomapa para discutir posteriormente, com a família, quais os tipos de relacionamento desejáveis que seus membros e parentes e pessoas da família imediata gostariam de ter.

76 Modelo de Ecomapa

77 Avaliação do Desenvolvimento As famílias compreendem pessoas que compartilham uma história e um futuro. O desenvolvimento familiar é um conceito abrangente, que se refere a todos processos de crescimento da família. Cada família é diferente precisamente porque pode-se dizer que cada uma tem seu próprio curso, que evolui a partir de várias situações em que este se dá, abrangendo a construção familiar de passado e presente.

78 Avaliação do Desenvolvimento O desenvolvimento da família enfatiza a trajetória exclusiva construída por uma família. O desenvolvimento da família é modelado por eventos previsíveis e imprevisíveis, tais como doenças, catástrofes (por exemplo: incêndios, terremotos, inundações) e tendências sociais (por exemplo, vias de comunicação, flutuações de ações no mercado, fusão de empresas, alterações nos índices de criminalidade e nascimento).

79 Avaliação do Desenvolvimento O ciclo vital da família refere-se a trajetória típica que a maioria das famílias percorre. Os eventos típicos do ciclo vital associam-se às entradas e saídas dos membros da família. Exemplo: eventos de nascimento, educação das crianças, saída dos filhos de casa, aposentadoria e morte. Tais eventos geram mudanças que necessitam de reorganização dos papéis e regras familiares. O curso do ciclo vital das famílias evolui em seqüências, geralmente previsíveis, de estágios, a despeito das variações culturais e étnicas.

80 Avaliação do Desenvolvimento Na atualidade alguns ciclos de vida foram inclusos e entre eles podemos citar: divórcio, novo casamento, doenças crônicas, aumento da expectativa de vida, alterações no papéis da mulher e do homem. Todas mudanças exigiram uma reflexão crítica das hipóteses sobre normalidade e noção de desenvolvimento da família. A vida familiar raramente é regular ou imperturbável, mas ao contrário é prazerosa e ativa. Incentivamos as enfermeiras a discutir as alegrias, satisfações, tensões e também estresses.

81 Programa Saúde da Família

82 O que é o PSF? O Ministério da Saúde criou, em 1994, o Programa Saúde da Família (PSF). Seu principal propósito: reorganizar a prática da atenção à saúde em novas bases e substituir o modelo tradicional, levando a saúde para mais perto da família e, com isso, melhorar a qualidade de vida dos brasileiros.

83 Como Começou o PSF A estratégia do PSF foi iniciada em junho de 1991, com a implantação do Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS).

84 Como Começou o PSF Em janeiro de 1994, foram formadas as primeiras equipes de Saúde da Família, incorporando e ampliando a atuação dos agentes comunitários (cada equipe do PSF tem de quatro a seis ACS; este número varia de acordo com o tamanho do grupo sob a responsabilidade da equipe, numa proporção média de um agente para 150 a 200 famílias). Funcionando adequadamente, as unidades básicas do programa são capazes de resolver 85% dos problemas de saúde em sua comunidade, prestando um atendimento de bom nível, prevenindo doenças, evitando internações desnecessárias e melhorando a qualidade de vida da população. Em janeiro de 1994, foram formadas as primeiras equipes de Saúde da Família, incorporando e ampliando a atuação dos agentes comunitários (cada equipe do PSF tem de quatro a seis ACS; este número varia de acordo com o tamanho do grupo sob a responsabilidade da equipe, numa proporção média de um agente para 150 a 200 famílias). Funcionando adequadamente, as unidades básicas do programa são capazes de resolver 85% dos problemas de saúde em sua comunidade, prestando um atendimento de bom nível, prevenindo doenças, evitando internações desnecessárias e melhorando a qualidade de vida da população.

85 COMPOSIÇÃO DA EQUIPE PSF 1- médico, 1- enfermeiro, 1- Auxiliar de enfermagem ou Técnico de enfermagem, Agentes comunitários de Saúde - suficiente para cobrir 100% da população cadastrada, com um máximo de 750 pessoas por ACS e de 12 ACS por equipe de Saúde da Família; Essa equipe pode ser ampliada com a incorporação de profissionais de Odontologia: 1cirurgião-dentista,1auxiliar de saúde bucal e/ou técnico em saúde bucal. Cabe ao gestor municipal a decisão de incluir ou não outros profissionais às equipes. 1- médico, 1- enfermeiro, 1- Auxiliar de enfermagem ou Técnico de enfermagem, Agentes comunitários de Saúde - suficiente para cobrir 100% da população cadastrada, com um máximo de 750 pessoas por ACS e de 12 ACS por equipe de Saúde da Família; Essa equipe pode ser ampliada com a incorporação de profissionais de Odontologia: 1cirurgião-dentista,1auxiliar de saúde bucal e/ou técnico em saúde bucal. Cabe ao gestor municipal a decisão de incluir ou não outros profissionais às equipes.

86 Objetivos do PSF A estratégia do PSF prioriza as ações de prevenção, promoção e recuperação da saúde das pessoas, de forma integral e contínua. Promover, restaurar e manter o conforto, função e saúde das pessoas num nível máximo, incluindo cuidados para uma morte digna. Prestar serviços de assistência domiciliar e classificá-los nas categorias: Preventivos, Terapêuticos, Reabilitadores, Acompanhamento por longo tempo Cuidados paliativos A estratégia do PSF prioriza as ações de prevenção, promoção e recuperação da saúde das pessoas, de forma integral e contínua. Promover, restaurar e manter o conforto, função e saúde das pessoas num nível máximo, incluindo cuidados para uma morte digna. Prestar serviços de assistência domiciliar e classificá-los nas categorias: Preventivos, Terapêuticos, Reabilitadores, Acompanhamento por longo tempo Cuidados paliativos

87 Para Implementar o PSF é preciso... Para implementar um programa de saúde dirigido à família torna necessário conhecer: Modo de vida da família, A comunidade em que vive, Sua cultura, Crenças; Padrões de comportamento. Conhecer o território onde a família está inserida, Modo de vida - (visita domiciliar) Para implementar um programa de saúde dirigido à família torna necessário conhecer: Modo de vida da família, A comunidade em que vive, Sua cultura, Crenças; Padrões de comportamento. Conhecer o território onde a família está inserida, Modo de vida - (visita domiciliar)

88 Ações Desenvolvidas pelo PSF Conhecer a realidade das famílias pelas quais é responsável, por meio de cadastramento e diagnóstico de suas características sociais; demográficas e epidemiológicas; Identificar os principais problemas de saúde e situações de risco aos quais a população que ela atende está exposta; O elaborar, com a participação da comunidade, um plano local para enfrentar os determinantes do processo saúde/doença; O prestar assistência integral, respondendo de forma contínua e racionalizada à demanda, organizada ou espontânea, na Unidade de Saúde da Família, na comunidade, no domicílio e no acompanhamento ao atendimento nos serviços de referência ambulatorial ou hospitalar; O desenvolver ações educativas e intersetoriais para enfrentar os problemas de saúde identificados. Conhecer a realidade das famílias pelas quais é responsável, por meio de cadastramento e diagnóstico de suas características sociais; demográficas e epidemiológicas; Identificar os principais problemas de saúde e situações de risco aos quais a população que ela atende está exposta; O elaborar, com a participação da comunidade, um plano local para enfrentar os determinantes do processo saúde/doença; O prestar assistência integral, respondendo de forma contínua e racionalizada à demanda, organizada ou espontânea, na Unidade de Saúde da Família, na comunidade, no domicílio e no acompanhamento ao atendimento nos serviços de referência ambulatorial ou hospitalar; O desenvolver ações educativas e intersetoriais para enfrentar os problemas de saúde identificados.

89 Médico: Atende a todos os integrantes de cada família, independente de sexo e idade, desenvolve com os demais integrantes da equipe, ações preventivas e de promoção da qualidade de vida da população.

90 Enfermeiro: Supervisiona o trabalho do ACS e do Auxiliar de Enfermagem, realiza consultas na unidade de saúde, bem como assiste às pessoas que necessitam de cuidados de enfermagem, no domicílio.

91 Auxiliar de enfermagem/ Técnico de Enfermagem: Realiza procedimentos de enfermagem na unidade básica de saúde, no domicílio e executa ações de orientação sanitária.

92 Agente Comunitário de Saúde: Faz a ligação entre as famílias e o serviço de saúde, visitando cada domicílio pelo menos uma vez por mês; realiza o mapeamento de cada área, o cadastramento das famílias e estimula a comunidade.

93 Atribuições do Médico I- Realizar consultas clínicas aos usuários de sua área adstrita; II- Participar das atividades de grupos de controle de patologias como hipertensos, diabéticos, de saúde mental, e outros; III- Executar ações de assistência integral em todas as fases do ciclo de vida: criança, adolescente, mulher, adulto e idoso; IV- Realizar consultas e procedimentos na Unidade de Saúde da Família- USF e, quando necessário, no domicílio; V- Realizar atividades clínicas correspondentes às áreas prioritárias na intervenção na Atenção Básica, definidas na Norma Operacional da Assistência à Saúde- NOAS 2001; I- Realizar consultas clínicas aos usuários de sua área adstrita; II- Participar das atividades de grupos de controle de patologias como hipertensos, diabéticos, de saúde mental, e outros; III- Executar ações de assistência integral em todas as fases do ciclo de vida: criança, adolescente, mulher, adulto e idoso; IV- Realizar consultas e procedimentos na Unidade de Saúde da Família- USF e, quando necessário, no domicílio; V- Realizar atividades clínicas correspondentes às áreas prioritárias na intervenção na Atenção Básica, definidas na Norma Operacional da Assistência à Saúde- NOAS 2001;

94 Atribuições do Médico VI- Realizar busca ativa das doenças infecto-contagiosas; VII- Aliar a atuação clínica à pratica da saúde coletiva; VIII- Realizar primeiros cuidados nas urgências e emergências clínicas, fazendo a indicação para a continuidade da assistência prestada, acionando o serviço destinado para este fim; IX- Garantir acesso a continuidade do tratamento dentro de um sistema de referência e contra-referência para os casos de maior complexidade ou que necessitem de internação hospitalar; X- Realizar pequenas cirurgias ambulatoriais; XI- Promover a imunização de rotina, das crianças e gestantes encaminhando- as ao serviço de referência; VI- Realizar busca ativa das doenças infecto-contagiosas; VII- Aliar a atuação clínica à pratica da saúde coletiva; VIII- Realizar primeiros cuidados nas urgências e emergências clínicas, fazendo a indicação para a continuidade da assistência prestada, acionando o serviço destinado para este fim; IX- Garantir acesso a continuidade do tratamento dentro de um sistema de referência e contra-referência para os casos de maior complexidade ou que necessitem de internação hospitalar; X- Realizar pequenas cirurgias ambulatoriais; XI- Promover a imunização de rotina, das crianças e gestantes encaminhando- as ao serviço de referência;

95 Atribuições do Médico XII- Verificar e atestar óbito; XIII- Emitir laudos, pareceres e atestados sobre assuntos de sua competência; XIV- Supervisionar os eventuais componentes da família em tratamento domiciliar e dos pacientes com tuberculose, hanseníase, hipertensão, diabetes e outras doenças crônicas; XV- Acompanhar o crescimento e desenvolvimento das crianças de 0 (zero) a 5 (cinco) anos, especialmente crianças menores de 01 (um) ano, consideradas em situação de risco; XII- Verificar e atestar óbito; XIII- Emitir laudos, pareceres e atestados sobre assuntos de sua competência; XIV- Supervisionar os eventuais componentes da família em tratamento domiciliar e dos pacientes com tuberculose, hanseníase, hipertensão, diabetes e outras doenças crônicas; XV- Acompanhar o crescimento e desenvolvimento das crianças de 0 (zero) a 5 (cinco) anos, especialmente crianças menores de 01 (um) ano, consideradas em situação de risco;

96 Atribuições do Médico XVI- Identificar e encaminhar gestantes para o serviço de pré-natal na Unidade de Saúde da Família; XVII- Realizar ações educativas para prevenção do câncer cérvico- uterino e de mama encaminhando as mulheres em idade fértil para a realização de exames periódicos nas unidades de referência; XVIII- Outras ações e atividades a serem definidas de acordo com prioridades locais durante o desenvolvimento do Programa. XVI- Identificar e encaminhar gestantes para o serviço de pré-natal na Unidade de Saúde da Família; XVII- Realizar ações educativas para prevenção do câncer cérvico- uterino e de mama encaminhando as mulheres em idade fértil para a realização de exames periódicos nas unidades de referência; XVIII- Outras ações e atividades a serem definidas de acordo com prioridades locais durante o desenvolvimento do Programa.

97 Atribuições do Enfermeiro I- Realizar cuidados diretos de enfermagem nas urgências e emergências clínicas, fazendo a indicação para a continuidade da assistência prestada, acionando o serviço destinado para este fim; II- Realizar consultas de enfermagem, solicitar exames complementares, reescrever/transcrever medicações, conforme protocolo, estabelecidos nos Programas do Ministério da Saúde e as disposições legais da profissão; III- Executar ações de assistência integral em todas as fases do ciclo de vida: criança, adolescente, mulher, adulto e idoso; IV- Executar assistência básicas e ações de vigilância epidemiológica e sanitária, no âmbito de sua competência; I- Realizar cuidados diretos de enfermagem nas urgências e emergências clínicas, fazendo a indicação para a continuidade da assistência prestada, acionando o serviço destinado para este fim; II- Realizar consultas de enfermagem, solicitar exames complementares, reescrever/transcrever medicações, conforme protocolo, estabelecidos nos Programas do Ministério da Saúde e as disposições legais da profissão; III- Executar ações de assistência integral em todas as fases do ciclo de vida: criança, adolescente, mulher, adulto e idoso; IV- Executar assistência básicas e ações de vigilância epidemiológica e sanitária, no âmbito de sua competência;

98 Atribuições do Enfermeiro V- Realizar ações de saúde em diferentes ambientes, na Unidade de Saúde da Família, e quando necessário, no domicílio; VI- Realizar as atividades correspondentes às áreas prioritárias de intervenção na Atenção Básica, definidas na NOAS/ 2001; VII- Aliar a atuação clinica à pratica da saúde coletiva; VIII- Organizar e coordenar as criação de grupos de controle de patologias, como hipertenso, diabéticos, de saúde mental, e outros; IX- Realizar, com os profissionais da unidade de saúde, o diagnóstico e a definição do perfil sócio econômico da comunidade, a descrição do perfil do meio ambiente da área de abrangência, a realização do levantamento das condições de saneamento básico e do mapeamento da área de abrangência dos Agentes Comunitário de Saúde sob sua responsabilidade; V- Realizar ações de saúde em diferentes ambientes, na Unidade de Saúde da Família, e quando necessário, no domicílio; VI- Realizar as atividades correspondentes às áreas prioritárias de intervenção na Atenção Básica, definidas na NOAS/ 2001; VII- Aliar a atuação clinica à pratica da saúde coletiva; VIII- Organizar e coordenar as criação de grupos de controle de patologias, como hipertenso, diabéticos, de saúde mental, e outros; IX- Realizar, com os profissionais da unidade de saúde, o diagnóstico e a definição do perfil sócio econômico da comunidade, a descrição do perfil do meio ambiente da área de abrangência, a realização do levantamento das condições de saneamento básico e do mapeamento da área de abrangência dos Agentes Comunitário de Saúde sob sua responsabilidade;

99 Atribuições do Enfermeiro X- Supervisionar e coordenar as ações para capacitação dos Agentes Comunitários de Saúde e de Auxiliares de Enfermagem, com vistas ao desempenho de suas funções; XI- Coordenar, acompanhar, supervisionar e avaliar sistematicamente o trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde; XII- Coordenar a programação das visitas domiciliares a serem realizadas pelos Agentes Comunitários de Saúde; XIII- Realizar busca ativa das doenças infecto contagiosas; XV- Outras ações e atividades a serem definidas de acordo com prioridades locais durante o desenvolvimento do Programa. X- Supervisionar e coordenar as ações para capacitação dos Agentes Comunitários de Saúde e de Auxiliares de Enfermagem, com vistas ao desempenho de suas funções; XI- Coordenar, acompanhar, supervisionar e avaliar sistematicamente o trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde; XII- Coordenar a programação das visitas domiciliares a serem realizadas pelos Agentes Comunitários de Saúde; XIII- Realizar busca ativa das doenças infecto contagiosas; XV- Outras ações e atividades a serem definidas de acordo com prioridades locais durante o desenvolvimento do Programa.

100 Atribuições do Auxiliar de Enfermagem I- Realizar procedimentos de enfermagem, dentro de suas competências técnicas e legais; II- Realizar procedimentos de enfermagem nos diferentes ambientes, Unidades de Saúde da Família e nos domicílios, dentro do planejamento de ações traçadas pela equipe; III- Preparar o usuário para consultas médicas e de enfermagem, exames e tratamento na Unidade de Saúde da Família; Zelar pela limpeza e ordem do material, do equipamento e das dependências da Unidade de Saúde da Família, garantindo o controle de infecção; V- Realizar busca ativa de casos como tuberculose, hanseníase e todas demais doenças de cunho epidemiológico; I- Realizar procedimentos de enfermagem, dentro de suas competências técnicas e legais; II- Realizar procedimentos de enfermagem nos diferentes ambientes, Unidades de Saúde da Família e nos domicílios, dentro do planejamento de ações traçadas pela equipe; III- Preparar o usuário para consultas médicas e de enfermagem, exames e tratamento na Unidade de Saúde da Família; Zelar pela limpeza e ordem do material, do equipamento e das dependências da Unidade de Saúde da Família, garantindo o controle de infecção; V- Realizar busca ativa de casos como tuberculose, hanseníase e todas demais doenças de cunho epidemiológico;

101 Atribuições do Auxiliar de Enfermagem VI- Executar assistência básica e ações de vigilância epidemiológica e sanitária, no âmbito de sua competência; VII- Realizar ações de educação em saúde aos grupos de patologias específicas e às famílias de risco, conforme planejamento da Unidades de Saúde da Família; VIII- Realizar atividades de enfermagem, conforme competência legal, correspondentes ás áreas prioritárias na intervenção na Atenção Básica, definidas na Norma Operacional da Assistência á Saúde- NOAS 2001; IX- Outras ações e atividades a serem definidas de acordo com prioridades locais durante o desenvolvimento do Programa. VI- Executar assistência básica e ações de vigilância epidemiológica e sanitária, no âmbito de sua competência; VII- Realizar ações de educação em saúde aos grupos de patologias específicas e às famílias de risco, conforme planejamento da Unidades de Saúde da Família; VIII- Realizar atividades de enfermagem, conforme competência legal, correspondentes ás áreas prioritárias na intervenção na Atenção Básica, definidas na Norma Operacional da Assistência á Saúde- NOAS 2001; IX- Outras ações e atividades a serem definidas de acordo com prioridades locais durante o desenvolvimento do Programa.

102 Atribuições do ACS I- Realizar mapeamento de suas área; II- Cadastrar as famílias que estão em sua área de atuação e atualizar permanentemente o cadastro; III- Identificar indivíduos e famílias expostas à situação de risco; IV- Identificar áreas de risco; V- Orientar as famílias para utilização adequada dos serviços de saúde, encaminhando-as serviços, conforme orientação de sua coordenação local; VI- Realizar ações e atividades, no nível de sua competência, nas áreas prioritárias da Atenção Básica; I- Realizar mapeamento de suas área; II- Cadastrar as famílias que estão em sua área de atuação e atualizar permanentemente o cadastro; III- Identificar indivíduos e famílias expostas à situação de risco; IV- Identificar áreas de risco; V- Orientar as famílias para utilização adequada dos serviços de saúde, encaminhando-as serviços, conforme orientação de sua coordenação local; VI- Realizar ações e atividades, no nível de sua competência, nas áreas prioritárias da Atenção Básica;

103 Atribuições do ACS VII- Realizar, por meio de visita domiciliar, acompanhamento mensal de todas as famílias sob sua responsabilidade; VIII- Realizar busca ativa de casos como tuberculose, hanseníase e todas demais doenças de cunho epidemiológico; IX- Estar sempre bem informado e informar aos demais membros das equipes, sobre a situação das famílias acompanhadas, particularmente aquelas em situação de risco. X- Desenvolver ações de educação e vigilância à saúde, com ênfase na promoção da saúde e na prevenção de doenças; VII- Realizar, por meio de visita domiciliar, acompanhamento mensal de todas as famílias sob sua responsabilidade; VIII- Realizar busca ativa de casos como tuberculose, hanseníase e todas demais doenças de cunho epidemiológico; IX- Estar sempre bem informado e informar aos demais membros das equipes, sobre a situação das famílias acompanhadas, particularmente aquelas em situação de risco. X- Desenvolver ações de educação e vigilância à saúde, com ênfase na promoção da saúde e na prevenção de doenças;

104 Atribuições do ACS XI- Monitorar as famílias com crianças menores de 01 (um) ano, consideradas em situação de risco; XII- Acompanhar o crescimento e desenvolvimento das crianças de 0 (zero) a 5 (cinco) anos; XIII- Identificar e encaminhar gestantes para o serviço de pré-natal na Unidade de Saúde da Família; XIV- Realizar ações educativas para prevenção do câncer cérvico-uterino e de mama encaminhando as mulheres em idade fértil para a realização de exames periódicos nas unidades de referência; XI- Monitorar as famílias com crianças menores de 01 (um) ano, consideradas em situação de risco; XII- Acompanhar o crescimento e desenvolvimento das crianças de 0 (zero) a 5 (cinco) anos; XIII- Identificar e encaminhar gestantes para o serviço de pré-natal na Unidade de Saúde da Família; XIV- Realizar ações educativas para prevenção do câncer cérvico-uterino e de mama encaminhando as mulheres em idade fértil para a realização de exames periódicos nas unidades de referência;

105 Atribuições do ACS XV- Promover a educação e a mobilização comunitária, visando desenvolver ações coletivas de saneamento e melhoria do meio ambiente, entre outras dentro do planejamento da equipe, sob a coordenação do profissional enfermeiro; XVI- Traduzir para a Equipe de Saúde da Família a dinâmica social da comunidade, suas necessidades potencialidades e limites; XVII- Identificar parceiros e recursos existentes na comunidade que possam ser potencializadas pela equipes; XVIII- Outras ações e atividades a serem definidas de acordo com prioridades locais durante o desenvolvimento do Programa. XV- Promover a educação e a mobilização comunitária, visando desenvolver ações coletivas de saneamento e melhoria do meio ambiente, entre outras dentro do planejamento da equipe, sob a coordenação do profissional enfermeiro; XVI- Traduzir para a Equipe de Saúde da Família a dinâmica social da comunidade, suas necessidades potencialidades e limites; XVII- Identificar parceiros e recursos existentes na comunidade que possam ser potencializadas pela equipes; XVIII- Outras ações e atividades a serem definidas de acordo com prioridades locais durante o desenvolvimento do Programa.

106 ATRIBUIÇÕES COMUNS A TODOS OS PROFISSIONAIS QUE INTEGRAM AS EQUIPES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA II- Conhecer as realidades das famílias pelas quais são responsáveis, com ênfase nas suas características sociais, econômicas, culturais, demográficas e epidemiológica; III- Identificar os problemas de saúde e situações de risco mais comuns aos quais aquela população está exposta; IV- Promover a interação e integração com todas as ações executadas pelo Programa de Saúde da Família com os demais integrantes da Equipe da Unidade de Saúde da Família; II- Conhecer as realidades das famílias pelas quais são responsáveis, com ênfase nas suas características sociais, econômicas, culturais, demográficas e epidemiológica; III- Identificar os problemas de saúde e situações de risco mais comuns aos quais aquela população está exposta; IV- Promover a interação e integração com todas as ações executadas pelo Programa de Saúde da Família com os demais integrantes da Equipe da Unidade de Saúde da Família;

107 ATRIBUIÇÕES COMUNS A TODOS OS PROFISSIONAIS QUE INTEGRAM AS EQUIPES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA V- Elaborar, com a participação da comunidade, um plano local para o enfrentamento dos problemas de saúde e fatores que colocam em risco à saúde; VI- Executar, de acordo com a sua atribuição profissional, os procedimentos de vigilância epidemiológica, nas diferentes fases do ciclo da vida; VII- Valorizar a relação com o usuário e com a família, para a criação de vinculo de confiança, de afeto de respeito; VIII- Resolver 85% dos problemas de saúde bucal no nível de atenção básica; IX- Garantir acesso a continuidade do tratamento dentro de um sistema de referência e contra-referência para os casos de maior complexidade; V- Elaborar, com a participação da comunidade, um plano local para o enfrentamento dos problemas de saúde e fatores que colocam em risco à saúde; VI- Executar, de acordo com a sua atribuição profissional, os procedimentos de vigilância epidemiológica, nas diferentes fases do ciclo da vida; VII- Valorizar a relação com o usuário e com a família, para a criação de vinculo de confiança, de afeto de respeito; VIII- Resolver 85% dos problemas de saúde bucal no nível de atenção básica; IX- Garantir acesso a continuidade do tratamento dentro de um sistema de referência e contra-referência para os casos de maior complexidade;

108 ATRIBUIÇÕES COMUNS A TODOS OS PROFISSIONAIS QUE INTEGRAM AS EQUIPES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA XI- Coordenar, participar de e/ou organizar grupos de educação para saúde; XII- Promover ações intersetoriais e parcerias com organizações formais e informais existentes na comunidade para o enfrentamento dos problemas identificados; XIII- Fomentar a participação popular, discutindo com a comunidade conceitos de cidadania, de direito á saúde e suas bases legais; XIV- Incentivar a formação e/ou participação ativa da comunidade nos Conselhos Locais de Saúde e no Conselho Municipal de Saúde; XI- Coordenar, participar de e/ou organizar grupos de educação para saúde; XII- Promover ações intersetoriais e parcerias com organizações formais e informais existentes na comunidade para o enfrentamento dos problemas identificados; XIII- Fomentar a participação popular, discutindo com a comunidade conceitos de cidadania, de direito á saúde e suas bases legais; XIV- Incentivar a formação e/ou participação ativa da comunidade nos Conselhos Locais de Saúde e no Conselho Municipal de Saúde;

109 ATRIBUIÇÕES COMUNS A TODOS OS PROFISSIONAIS QUE INTEGRAM AS EQUIPES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA XV- Auxiliar na implantação do Cartão Nacional de Saúde; XVI- Executar assistência básica e ações de vigilância epidemiológica e sanitária, no âmbito de sua competência; XVII- Participar das atividades de grupos de controle de patologias como hipertensos, diabéticos, de saúde mental, e outros; XVIII- Executar ações de assistência integral em todas as fases do ciclo de vida: criança, adolescente, mulher, adulto e idoso; XV- Auxiliar na implantação do Cartão Nacional de Saúde; XVI- Executar assistência básica e ações de vigilância epidemiológica e sanitária, no âmbito de sua competência; XVII- Participar das atividades de grupos de controle de patologias como hipertensos, diabéticos, de saúde mental, e outros; XVIII- Executar ações de assistência integral em todas as fases do ciclo de vida: criança, adolescente, mulher, adulto e idoso;

110 ATRIBUIÇÕES COMUNS A TODOS OS PROFISSIONAIS QUE INTEGRAM AS EQUIPES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA XIX- Realizar as atividades correspondentes às áreas prioritárias de intervenção na Atenção Básica, definidas na NOAS/2001, no âmbito da competência de cada profissional; XX- Participar da realização do cadastramento das famílias; XXI- Participar da identificação das micro-áreas de risco para priorização das ações dos Agentes Comunitários de Saúde; XXII- Executar em nível de suas competências, ações de assistência básica na unidade de saúde, no domicilio e na comunidade; XIX- Realizar as atividades correspondentes às áreas prioritárias de intervenção na Atenção Básica, definidas na NOAS/2001, no âmbito da competência de cada profissional; XX- Participar da realização do cadastramento das famílias; XXI- Participar da identificação das micro-áreas de risco para priorização das ações dos Agentes Comunitários de Saúde; XXII- Executar em nível de suas competências, ações de assistência básica na unidade de saúde, no domicilio e na comunidade;

111 ATRIBUIÇÕES COMUNS A TODOS OS PROFISSIONAIS QUE INTEGRAM AS EQUIPES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA XXVIII- Orientar dos adolescentes e familiares na prevenção de Doenças Sexualmente Transmissíveis- DST/AIDS, gravidez precoce e uso de drogas. XXIX- Realizar o monitoramento, dos casos de diarréia, das infecções respiratórias agudas, dos casos suspeitos de pneumonia, de dermatoses e parasitoses em criança; XXX- Realizar o monitoramento dos recém nascidos e das puérperas; XXXI- Realizar visitas domiciliares periódicas para monitoramento das gestantes, priorizando atenção ao desenvolvimento da gestação; XXXII- Colaborar nos inquéritos epidemiológicos ou na investigação de surtos ou ocorrência de doenças ou de outros casos de notificação compulsória; XXVIII- Orientar dos adolescentes e familiares na prevenção de Doenças Sexualmente Transmissíveis- DST/AIDS, gravidez precoce e uso de drogas. XXIX- Realizar o monitoramento, dos casos de diarréia, das infecções respiratórias agudas, dos casos suspeitos de pneumonia, de dermatoses e parasitoses em criança; XXX- Realizar o monitoramento dos recém nascidos e das puérperas; XXXI- Realizar visitas domiciliares periódicas para monitoramento das gestantes, priorizando atenção ao desenvolvimento da gestação; XXXII- Colaborar nos inquéritos epidemiológicos ou na investigação de surtos ou ocorrência de doenças ou de outros casos de notificação compulsória;

112 ATRIBUIÇÕES COMUNS A TODOS OS PROFISSIONAIS QUE INTEGRAM AS EQUIPES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA XXXIII- Incentivar a comunidade na aceitação e inserção social dos portadores de deficiência psicofísica; XXXIV- Orientar às famílias e à comunidade na prevenção e no controle das doenças endêmicas; XXXV- Realizar ações para a sensibilização das famílias e da comunidade para abordagem dos direitos humanos; XXXVI- Estimular a participação comunitária para ações que visem a melhoria da qualidade de vida da comunidade; XXXIII- Incentivar a comunidade na aceitação e inserção social dos portadores de deficiência psicofísica; XXXIV- Orientar às famílias e à comunidade na prevenção e no controle das doenças endêmicas; XXXV- Realizar ações para a sensibilização das famílias e da comunidade para abordagem dos direitos humanos; XXXVI- Estimular a participação comunitária para ações que visem a melhoria da qualidade de vida da comunidade;

113 ATRIBUIÇÕES COMUNS A TODOS OS PROFISSIONAIS QUE INTEGRAM AS EQUIPES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA XXXVII- Realizar ações educativas: a) Sobre métodos de planejamento familiar; b) Sobre climatério; c) Nutrição; d) Saúde bucal; e) Preservação do ambiental; f) Prevenção do câncer cérvico-uterino e de mamário; Encaminhamento de mulheres em idade fértil para a realização de exames periódicos nas unidades de referência; XXXVIII- Outras ações e atividades a serem definidas de acordo com prioridades locais durante o desenvolvimento do Programa. XXXVII- Realizar ações educativas: a) Sobre métodos de planejamento familiar; b) Sobre climatério; c) Nutrição; d) Saúde bucal; e) Preservação do ambiental; f) Prevenção do câncer cérvico-uterino e de mamário; Encaminhamento de mulheres em idade fértil para a realização de exames periódicos nas unidades de referência; XXXVIII- Outras ações e atividades a serem definidas de acordo com prioridades locais durante o desenvolvimento do Programa.

114 Local de Atendimento do PSF O atendimento é prestado na unidade básica de saúde ou no domicílio, pelos profissionais (médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem e agentes comunitários de saúde) que compõem as equipes de Saúde da Família. Esses profissionais e a população acompanhada criam vínculos de co- responsabilidade, o que facilita a identificação e o atendimento aos problemas de saúde da comunidade. O atendimento é prestado na unidade básica de saúde ou no domicílio, pelos profissionais (médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem e agentes comunitários de saúde) que compõem as equipes de Saúde da Família. Esses profissionais e a população acompanhada criam vínculos de co- responsabilidade, o que facilita a identificação e o atendimento aos problemas de saúde da comunidade.

115 Vista Domiciliar no PSF A Visita Domiciliar é um dos instrumentos mais indicados à prestação de assistência à saúde, do indivíduo, família e comunidade e deve ser realizada mediante processo racional, com objetivos definidos e pautados nos princípios de eficiência. Apesar de antiga, a Visita Domiciliar traz resultados inovadores, uma vez que possibilita conhecer a realidade do cliente e sua família in loco, contribuir para a redução de gastos hospitalares, além de fortalecer os vínculos cliente – terapêutica – profissional. A Visita Domiciliar é um dos instrumentos mais indicados à prestação de assistência à saúde, do indivíduo, família e comunidade e deve ser realizada mediante processo racional, com objetivos definidos e pautados nos princípios de eficiência. Apesar de antiga, a Visita Domiciliar traz resultados inovadores, uma vez que possibilita conhecer a realidade do cliente e sua família in loco, contribuir para a redução de gastos hospitalares, além de fortalecer os vínculos cliente – terapêutica – profissional.

116 Vista Domiciliar no PSF MATTOS (1995) evidencia a amplitude da Visita Domiciliar na área da saúde, permitindo avaliar, desde as condições ambientais e físicas em que vivem o indivíduo e sua família, até assistir os membros do grupo familiar, acompanhar o seu trabalho, levantar dados sobre condições de habitação e saneamento, além de aplicar medidas de controle nas doenças transmissíveis ou parasitárias.

117 Vista Domiciliar no PSF A Visita Domiciliar também deve ser considerada no contexto de educação em saúde por contribuir para a mudança de padrões de comportamento e, conseqüentemente, promover a qualidade de vida através da prevenção de doenças e promoção da saúde. Garante atendimento holístico por parte dos profissionais, sendo, portanto, importante a compreensão dos aspectos psico- afetivo-sociais e biológicos da clientela assistida. A Visita Domiciliar também deve ser considerada no contexto de educação em saúde por contribuir para a mudança de padrões de comportamento e, conseqüentemente, promover a qualidade de vida através da prevenção de doenças e promoção da saúde. Garante atendimento holístico por parte dos profissionais, sendo, portanto, importante a compreensão dos aspectos psico- afetivo-sociais e biológicos da clientela assistida.

118 Termos Usados na Assistência Domiciliar São expostos a seguir os significados dos termos usados na assistência domiciliar apresentados no Regulamento Técnico para o Funcionamento de Serviços de Atenção Domiciliar contido na Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº11, de 26 de janeiro de Admissão em Atenção domiciliar: processo que se caracteriza pelas seguintes etapas: indicação, elaboração do Plano de Atenção Domiciliar e início da prestação da assistência ou internação domiciliar. 2 Alta da Atenção domiciliar: ato que determina o encerramento da prestação de serviços de atenção domiciliar em função de: internação hospitalar, alcance da estabilidade clínica, cura, a pedido do paciente e/ou responsável, óbito. 3 Atenção domiciliar: termo genérico que envolve ações de promoção à saúde, prevenção, tratamento de doenças e reabilitação desenvolvidas em domicílio. 4 Assistência domiciliar: conjunto de atividades de caráter ambulatorial, programadas e continuadas desenvolvidas em domicílio. São expostos a seguir os significados dos termos usados na assistência domiciliar apresentados no Regulamento Técnico para o Funcionamento de Serviços de Atenção Domiciliar contido na Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº11, de 26 de janeiro de Admissão em Atenção domiciliar: processo que se caracteriza pelas seguintes etapas: indicação, elaboração do Plano de Atenção Domiciliar e início da prestação da assistência ou internação domiciliar. 2 Alta da Atenção domiciliar: ato que determina o encerramento da prestação de serviços de atenção domiciliar em função de: internação hospitalar, alcance da estabilidade clínica, cura, a pedido do paciente e/ou responsável, óbito. 3 Atenção domiciliar: termo genérico que envolve ações de promoção à saúde, prevenção, tratamento de doenças e reabilitação desenvolvidas em domicílio. 4 Assistência domiciliar: conjunto de atividades de caráter ambulatorial, programadas e continuadas desenvolvidas em domicílio.

119 Termos Usados na Assistência Domiciliar 5 Cuidador: pessoa com ou sem vínculo familiar capacitada para auxiliar o paciente em suas necessidades e atividades da vida cotidiana. 6 Equipe Multiprofissional de Atenção Domiciliar - EMAD: profissionais que compõem a equipe técnica da atenção domiciliar, com a função de prestar assistência clínico-terapêutica e psicossocial ao paciente em seu domicílio. 7 Internação Domiciliar: conjunto de atividades prestadas no domicílio, caracterizadas pela atenção em tempo integral ao paciente com quadro clínico mais complexo e com necessidade de tecnologia especializada. 8 Plano de Atenção Domiciliar - PAD: documento que contempla um conjunto de medidas que orienta a atuação de todos os profissionais envolvidos de maneira direta e ou indireta na assistência a cada paciente em seu domicílio desde sua admissão até a alta. 9 Serviço de Atenção Domiciliar - SAD: instituição pública ou privada responsável pelo gerenciamento e operacionalização de assistência e/ou internação domiciliar. 10 Tempo de Permanência: período compreendido entre a data de admissão e a data de alta ou óbito do paciente. 5 Cuidador: pessoa com ou sem vínculo familiar capacitada para auxiliar o paciente em suas necessidades e atividades da vida cotidiana. 6 Equipe Multiprofissional de Atenção Domiciliar - EMAD: profissionais que compõem a equipe técnica da atenção domiciliar, com a função de prestar assistência clínico-terapêutica e psicossocial ao paciente em seu domicílio. 7 Internação Domiciliar: conjunto de atividades prestadas no domicílio, caracterizadas pela atenção em tempo integral ao paciente com quadro clínico mais complexo e com necessidade de tecnologia especializada. 8 Plano de Atenção Domiciliar - PAD: documento que contempla um conjunto de medidas que orienta a atuação de todos os profissionais envolvidos de maneira direta e ou indireta na assistência a cada paciente em seu domicílio desde sua admissão até a alta. 9 Serviço de Atenção Domiciliar - SAD: instituição pública ou privada responsável pelo gerenciamento e operacionalização de assistência e/ou internação domiciliar. 10 Tempo de Permanência: período compreendido entre a data de admissão e a data de alta ou óbito do paciente.

120 1- Levantamento das necessidades: nesta fase, identificam-se as necessidades sentidas pela clientela Ações de Enfermagem na Visita Domiciliar

121 2. Planejamento: esta fase do trabalho já mostra o desenvolvimento da visita. Durante o planejamento, leva-se em consideração a seleção de vistas, coleta de dados, plano de visita e preparo do material. Ao selecionar as visitas, deve-se levar em consideração: 1- O tempo disponível; 2- O horário mais adequado para a família, a fim de que não perturbe os afazeres domésticos; 3- As doenças de maior relevância e por isso, de maior prioridade; 4- O estabelecimento de um itinerário que otimize tempo e meios de transporte utilizados nestas visitas.

122 Coleta de dados: Realiza-se um levantamento prévio por meio de fichas das famílias que foram visitadas. Plano de visita domiciliária: Procede-se à identificação da família: endereço completo, condições sócio-sanitárias, diagnóstico, tratamento médico e assistência de enfermagem.

123 3. Execução: Nessa etapa priorizam-se algumas regras: atendimento, na medida do possível, às prioridades; uso de uma linguagem clara, de acordo com o nível da família, a fim de que as famílias falem claramente dos problemas que as afligem no seu viver diário, prestando assistência de enfermagem respaldada nos meios científicos; observar o meio ambiente e as reações das pessoas frente aos problemas, mantendo contato discreto e amável. Ao término, realiza-se de maneira clara e global uma avaliação de como se deu a visita, anotando suas vantagens e limitações.

124 4. Registro dos dados: Descreve-se aqui as observações de enfermagem verificadas durante a visita, de maneira legível, sucinta e objetiva, no prontuário para que possamos dar, posteriormente, continuidade ao atendimento.

125 5. Avaliação: Nesta fase avalia-se o plano de visitas, as observações e as ações educativas ou curativas e também os pontos positivos e negativos, se as soluções das prioridades foram realmente atingidas e se a família progrediu na resolução dos problemas.

126 Durante a execução da Visita Domiciliar, de acordo com a problemática do cliente e/ou família, a enfermagem poderá solicitar o auxílio dos demais profissionais de saúde. Para que se desenvolva essa atividade, é necessária a polivalência do pessoal de enfermagem, pois a família e/ou cliente possuem os mais variados diagnósticos, necessidades e problemas. Portanto, é necessário o conhecimento prévio dessas necessidades antes de se executar uma Visita Domiciliar para que os objetivos propostos para esse fim sejam atingidos.

127 Deve fazer parte da rotina de trabalho do profissional: o planejamento, a estruturação dos níveis de necessidade, execução ou direcionamento para efetivação do alcance parcial ou total dessas necessidades e avaliação, que deverá ser contínua nesse processo, como forma de analisar criteriosamente as ações desenvolvidas e re-planejar, se for o caso

128 Facilidades constatadas durante a Visita Familiar A efetiva interação entre o profissional, a unidade de saúde e a população que favorecem o trabalho. A aproximação com as famílias, que permite um conhecimento mais sólido das condições de saúde da comunidade, da prevalência das doenças, das práticas populares, do conhecimento popular sobre as doenças, permitindo a resolução de muitos problemas in loco, o que promove o descongestionamento das unidades de saúde. A interação família & profissional, que permite uma maior confiança para expor os mais variados problemas, permitindo ao profissional de saúde uma imersão sobre a problemática social e de saúde no interior do ambiente familiar. A efetiva interação entre o profissional, a unidade de saúde e a população que favorecem o trabalho. A aproximação com as famílias, que permite um conhecimento mais sólido das condições de saúde da comunidade, da prevalência das doenças, das práticas populares, do conhecimento popular sobre as doenças, permitindo a resolução de muitos problemas in loco, o que promove o descongestionamento das unidades de saúde. A interação família & profissional, que permite uma maior confiança para expor os mais variados problemas, permitindo ao profissional de saúde uma imersão sobre a problemática social e de saúde no interior do ambiente familiar.

129 Facilidades constatadas durante a Visita Familiar O contato estreito entre o profissional e a população fora da UBS que permite uma troca de saberes entre o profissional e as famílias. A possibilidade de reforço das ações de saúde propostas nos diferentes programas desenvolvidos pela saúde municipal. O vinculo entre profissional e família, que permite hierarquizar e atender de forma diferenciada segundo situações de risco individual e ou coletivo. A reflexão junto às famílias sobre os determinantes do processo saúde doença. O contato estreito entre o profissional e a população fora da UBS que permite uma troca de saberes entre o profissional e as famílias. A possibilidade de reforço das ações de saúde propostas nos diferentes programas desenvolvidos pela saúde municipal. O vinculo entre profissional e família, que permite hierarquizar e atender de forma diferenciada segundo situações de risco individual e ou coletivo. A reflexão junto às famílias sobre os determinantes do processo saúde doença.

130 Facilidades constatadas durante a Visita Familiar O conhecimento das percepções da população sobre temas tais como qualidade de vida e saúde, ao mesmo tempo que avalia a eficácia e resolutividade dos serviços de saúde.

131 Dificuldades constatadas durante a Visita Familiar O horário de trabalho e afazeres domésticos das famílias podem impossibilitar ou dificultar a realização da Visita Domiciliar. Gasto de tempo, entre a locomoção e execução da visita. A estratégia demanda um alto custo com pessoal qualificado e com a sua locomoção. A falta de disponibilidade e/ou a ausência de pessoas vinculadas às famílias agendadas para ser visitadas. O horário de trabalho e afazeres domésticos das famílias podem impossibilitar ou dificultar a realização da Visita Domiciliar. Gasto de tempo, entre a locomoção e execução da visita. A estratégia demanda um alto custo com pessoal qualificado e com a sua locomoção. A falta de disponibilidade e/ou a ausência de pessoas vinculadas às famílias agendadas para ser visitadas.

132 Dificuldades constatadas durante a Visita Familiar A falta de integração entre as ações realizadas nas visitas e a referência à unidade de saúde para atenção em saúde vinculada a uma especialidade médica. A falta de capacitação em assistência domiciliar dos profissionais de saúde. Vale ressaltar que, para proporcionarmos uma assistência à saúde com qualidade, é necessário entender cada indivíduo como um ser único, pertencente a um contexto social e familiar que condiciona diferentes formas de viver e adoecer. A falta de integração entre as ações realizadas nas visitas e a referência à unidade de saúde para atenção em saúde vinculada a uma especialidade médica. A falta de capacitação em assistência domiciliar dos profissionais de saúde. Vale ressaltar que, para proporcionarmos uma assistência à saúde com qualidade, é necessário entender cada indivíduo como um ser único, pertencente a um contexto social e familiar que condiciona diferentes formas de viver e adoecer.

133 Considerações Finais a Visita Domiciliar deve estar direcionada para a educação e saúde e à conscientização dos indivíduos com relação aos aspectos de saúde no seu próprio contexto. Portanto, esses conceitos deverão ser lembrados, uma vez que o resultado desejado referente à Visita Domiciliar deverá ser a mudança de comportamentos realizada a partir de novas convicções que forem sendo adquiridas pelas famílias e comunidade.


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