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Avaliação da produção científica brasileira: contextualização e indicadores Rogério Mugnaini Workshop Fiocruz, 16 de nov. de 2010.

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1 Avaliação da produção científica brasileira: contextualização e indicadores Rogério Mugnaini Workshop Fiocruz, 16 de nov. de 2010

2 Sumário Contexto – Fluxo da Comunicação Científica divulgação > publicação > avaliação Workshop Fiocruz, 16 de nov. de 2010 Caminhos... (indicadores são suficientes?) – Artigo científico prioridade > evolução do processo de avaliação – Periódico científico funções > categorias > níveis > avaliação – Bases de dados critérios > características > usos > repercussões – Indicadores limitações (bases de dados, periódicos, audiência) > diversidade das áreas

3 Novo conhecimento Divulgação Aceitação pela comunidade científica Aceitação Fluxo da Comunicação Científica: divulgação (Noronha, 2010)

4 NOVO CONHECIMENTO COMUNICAÇÃO INFORMAL e FORMAL INDEXAÇÃO RECUPERAÇÃO DIVULGAÇÃO PESQUISADOR CONHECIMENTO INTERESSE ESCOLHA/ DELIMITAÇÃO TEMA BUSCA REDAÇÃO correspondências contatos pessoais colégio invisível reuniões comun. em congressos grupo de discussão chat teleconferência open archivesBibliotecas Sistemas de Informações Impressa eletrônica livros periódicos anais de congressos relatórios técnicos revisões de literatura bibliografias teses e dissertaçãoes documentos (artigos, livros, teses etc.) eletrônicos-textos integrais na Internet bases de dados (referenciais, bibliográficas, texto completo... open access bibliotecas virtuais adequado/capacitado tempo/recurso material disponível assuntos não esgotados BRAINSTORM Para quem? O quê? Como? seleção de fontes (prim. sec.) base de dados refer./textuais localização/obtenção doc. apontamentos INPUT OUTPUT (Noronha, 2010) Fluxo da Comunicação Científica: publicação

5 Progs. Pós-Grad Periódicos Artigos Fluxo da Comunicação Científica : avaliação Workshop Fiocruz, 16 de nov. de 2010

6 Caminhos....? Workshop Fiocruz, 16 de nov. de 2010 O fluxo da comunicação científica está conformado pela PCT! O sistema de avaliação top-down precisa de uma reação botton-up!!! Os indicadores precisam ser contextualizados, ou até mesmo substituídos!!!

7 Progs. Pós-Grad Periódicos Artigos Fluxo da Comunicação Científica : avaliação Workshop Fiocruz, 16 de nov. de 2010

8 Caminhos....? Workshop Fiocruz, 16 de nov. de 2010 Se a PCT precisa de orientação, estamos falando de orientar pessoas! Pessoas que compõem as comissões de área. As revistas têm história, são instituições estabelecidas do sistema de C&T. Mas, e os indicadores? São sensíveis às especificidades das áreas e à história das revistas? De que maneira as bases de dados contribuem com os periódicos?

9 Artigo científico: prioridade Workshop Fiocruz, 16 de nov. de 2010 A adoção do artigo como principal veículo para comunicação científica se apóia na certificação dos pares, que acompanhou as primeiras publicações desde sua instituição. Os árbitros por pertencerem à mesma área de conhecimento são tidos como hábeis no julgamento, conforme critérios estabelecidos pela própria comunidade. Spagnolo (apud DAVYT; VELHO, 2000) afirma que esse processo se adequou perfeitamente à estrutura de autoridades científicas por ter sido formado por ela mesma, mas que realiza a difícil tarefa de ligar a descoberta científica ao programa de recompensa e recursos (CHUBIN; HACKETT apud DAVYT; VELHO, 2000).

10 Análise por pares Desde 1945 Micro análises Custo elevado Informação dispendiosa Subjetividade (influência pessoal) Análise quantitativa Década de 70 Macro análises Bases de dados Informação disponível Redução (perda de informação) (Martin, 1996; Holbrook, 1992; Bordons e Zulueta, 1999; Davyt e Velho, 2000 ) Artigo científico: evolução do processo de avaliação Workshop Fiocruz, 16 de nov. de 2010

11 Periódico científico: funções Funções do periódico científico (MULLER, 1999): estabelecimento da ciência "certificada"; canal de comunicação entre os cientistas e de divulgação mais ampla da ciência; arquivo ou memória científica, e; registro da autoria da descoberta científica. El desempeño de estas funciones permiten la construcción, difusión y depuración del conocimiento científico, con lo cual las publicaciones periódicas se convierten en el ejemplo más representativo de que la "ciencia se nutre de la ciencia" (Ríos, 2000 apud LÓPEZ ORNELAS; CORDERO ARROYO, 2005) Workshop Fiocruz, 16 de nov. de 2010

12 Periódico científico: categorias Workshop Fiocruz, 16 de nov. de 2010 Limitação geográfica e suas categorias (BARBALHO, 2005): Internacionais: publicações que disseminam resultados de pesquisas de interesse da comunidade científica internacional; Nacionais: títulos que divulgam resultados de pesquisa de interesse nacional e regional; Locais: publicações que atendem e divulgam resultados de pesquisas de determinadas instituições ou comunidades científicas, objetivando assegurar a memória institucional.

13 Periódico científico: níveis Workshop Fiocruz, 16 de nov. de 2010 Day ( 1998) divide os periódicos em três níveis: (apud LÓPEZ ORNELAS; CORDERO ARROYO, 2005) Publicações sob responsabilidade de associações científicas reconhecidas pela comunidade internacional. Estas publicações normalmente contam com cotas de seus sócios, deste modo os seus custos são menores (inclusive para assinaturas) e as mesmas têm maior presença; Publicações editadas e comercializas por grandes editores internacionais. Este respaldo eleva seus custos, inclusive para submissão de textos, mas apresentam como principal vantagem a grande circulação, e conseqüentemente impacto; Publicações sob responsabilidade de instituições públicas, e o maior exemplo deste caso são as publicações vinculadas as universidades. Estas, devido a sua dependência lógica a estrutura administrativa das instituições a que pertencem são as que apresentam os maiores problemas, como dependência e restrições a verbas, trocas de funcionários, problemas de divulgação e distribuição, entre outros que afetam principalmente a periodicidade destes periódicos.

14 Periódico científico: avaliação Workshop Fiocruz, 16 de nov. de 2010 O modo pelo qual a natureza gradual da classificação de periódicos foi substituída por um discurso baseado em uma divisão faz parte da transformação da natureza do poder científico. Devido à distinção entre nacional e internacional, a estrutura hierárquica dos periódicos científicos é uma hierarquia de dois níveis. No topo impera um único conjunto de periódicos; abaixo da divisão estão conjuntos de periódicos que desfrutam de diversos graus de visibilidade ou, devo dizer, invisibilidade (GUÉDON, 2010, p.5)

15 Bases de dados: critérios Workshop Fiocruz, 16 de nov. de 2010 A constituição de uma base de dados de revistas, considerando o crescimento contínuo do número de revistas científicas, implica, por sua vez, não apenas a reunião, mas seleção de um determinado grupo de revistas. Tal seleção deverá considerar características de: Qualidade científica, Qualidade editorial, Periodicidade, Normalização. Estes e outros critérios são considerados para definição de uma coleção, que traz em si mesma um objetivo específico.

16 Concepção – Bases bibliográficas - recuperação da informação Seleção – Temáticas - multidisciplinares - internacionais / locais Avaliação – Ingresso - permanência Cobertura Bases de dados: características Workshop Fiocruz, 16 de nov. de 2010

17 Indicadores: limitações das bases de dados Posições das formas citadas referentes ao título da revista Memórias do Instituto Oswaldo Cruz no ranking da base SciELO Brasil, considerando todos os anos Mugnaini (2006) Posição no ranking de títulos corrigidosTítulo padronizadoNº de citações 1 MEMORIAS DO INSTITUTO OSWALDO CRUZ Posição no ranking sem correçãoTítulo citadoNº de citações 6 MEM INST OSWALDO CRUZ MEMORIAS DO INSTITUTO OSWALDO CRUZ MEM. INST. OSWALDO CRUZ MEM. INST. OSWALDO CRUZ MEMS INST. OSWALDO CRUZ MEM INST OSWALDO CRUZ 94 (SUPPL MEMORIAS INSTITUTO OSWALDO CRUZ MEMORIAS DO INSTITUTO OSWALDO MEMORIAS DO INSTITUTO OSVALDO CRUZ MEMORIAS DO INSTITUTO OSWALDO CRUZ, MEM.INST. OSWALDO CRUZ MEM. I. OSWALDO CRUZ MEM INS OSWALDO CRUZ MEM INST OSWALDO CRUZ 93 (SUPPL MEMORIAS DO INSTITUTO OSWALDO CRUZ, RIO DE JANEIRO MEMORIAS DO INSTITUTO OSWALDO CRUZ 94 (SUPL MEM INST OSWALDO CRUZ MEM INSTITUTO OSWALDO CRUZ MEM INST OSW CRUZ MEM INST OSWALDO CRUZ INST OSWALDO CRUZ MEM. DO INST. OSWALDO CRUZ MEM INST. OSWALDO CRUZ MEM INST OSWALDO – variações com freqüência – variações com freqüência – variações com freqüência 152 Total4.654

18 Indicadores: limitações dos periódicos Workshop Fiocruz, 16 de nov. de 2010 Núcleo de Bradford no tema epidemiologia na base Medline. (Mugnaini et al., 2009) Total de artigosAutores AL&C a zona Total 3,8223,9554, # of journals

19 Indicadores: limitações dos periódicos Workshop Fiocruz, 16 de nov. de 2010 País de afiliação e país de publicação no tema epidemiologia na base Medline (Mundo, AL&C e 10 países mais produtivos AL&C). (Mugnaini et al., 2009)

20 Indicadores: história dos periódicos Workshop Fiocruz, 16 de nov. de 2010 Consumo de informação, pela Revista de Saúdo Pública – período de (Mugnaini et al., 2009) (Mugnaini & Población; 2007)

21 SciELO Brasil: Coleção com 100% de revistas Brasileiras (150) ? 6 mil Tamanho da audiência potencial MacRoberts; MacRoberts, 1996 Indicadores: limitações da audiência

22 Mugnaini (2006)

23 Indicadores: limitações da audiência Citações internacionais a revistas SciELO, segundo país de afiliação dos autores citantes e tipo de colaboração do artigo citado Mugnaini (2006)

24 Indicadores: diversidade das áreas Citações internacionais a revistas SciELO, segundo país de afiliação dos autores citantes e tipo de colaboração do artigo citado (Mugnaini, Meneghini & Packer, 2007)

25 Indicadores: diversidade das áreas Distribuição dos pesquisadores brasileiros, segundo tendência de publicação nacional/internacional (fonte: Plataforma Lattes) (Leite, Mugnaini & Leta; 2009)

26 Indicadores: diversidade das áreas Comparação do índice h dos pesquisadores das academias de ciência do Brasil e EUA, segundo área (Mugnaini, R.; Packer, A.L.; Meneghini, R., 2008)

27 Caminhos....!!! Workshop Fiocruz, 16 de nov. de 2010 Se a PCT precisa de orientação, estamos falando de orientar pessoas! Pessoas que compõem as comissões de área. As revistas têm história, são instituições estabelecidas do sistema de C&T. Mas, e os indicadores? São sensíveis às especificidades das áreas e à história das revistas? De que maneira as bases de dados contribuem com os periódicos?

28 Obrigado !!! Rogério Mugnaini


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