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Alimentação de bovinos no período seco Antônio de Bastos Garcia Engº Agrônomo - UFV Mestrado em Nutrição de Ruminantes - UFV Especialização em Nutrição.

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1 Alimentação de bovinos no período seco Antônio de Bastos Garcia Engº Agrônomo - UFV Mestrado em Nutrição de Ruminantes - UFV Especialização em Nutrição Animal - UFV

2 A agricultura é a mais sã, a mais útil e a mais nobre ocupação do homem. A agricultura é a mais sã, a mais útil e a mais nobre ocupação do homem. (George Washington) (George Washington)

3 Alimentação de bovinos no período seco Ração: é a quantidade de alimentos que o animal consome em um período de 24 horas. Ração: é a quantidade de alimentos que o animal consome em um período de 24 horas. Milho Integral MoídoRação para bovinos em lactaçãoRação Premium 24%

4 Classificação dos alimentos: Classificação dos alimentos: a) Volumosos (fenos, silagens e outros) = >20% de F.B. e 20% de F.B. e <20% P.B. b) Concentrados = 20%P.B. Concentrado energético =<20%F.B. <20% P.B. Concentrado energético =<20%F.B. <20% P.B. ( milho em grãos) ( milho em grãos) Concentrado protéico = 20% P.B. Concentrado protéico = 20% P.B. (farelo de soja) (farelo de soja)

5 Condições ideais de funcionamento do rumem: ph = 5,50 a 7,00 ph = 5,50 a 7,00 Temperatura: 38 A 42 ºc Temperatura: 38 A 42 ºc Saliva matem o poder tampão do rumem, quando o animal consome concentrado, o ph tende a abaixar aproximando do limite inferior ao ph<5,5 levando a ACIDOSE METABÓLICA, podendo matar o animal dentro de 4 horas. Saliva matem o poder tampão do rumem, quando o animal consome concentrado, o ph tende a abaixar aproximando do limite inferior ao ph<5,5 levando a ACIDOSE METABÓLICA, podendo matar o animal dentro de 4 horas.

6 Características desejáveis de uma ração Ser balanceada – relação E:P = 3,0 a 3,5 Ser balanceada – relação E:P = 3,0 a 3,5 Ser palatável Ser palatável Não ser tóxica Não ser tóxica Não prejudicar a qualidade do produto Não prejudicar a qualidade do produto Boas condições de armazenamento Boas condições de armazenamento Ser economicamente viável Ser economicamente viável

7 Consumo bovino 6 a 8% P.V.(Matéria Natural) 6 a 8% P.V.(Matéria Natural) 2 a 4% P.V (Matéria Seca) 2 a 4% P.V (Matéria Seca) 5 a 5,5% P.V (M.S) algumas vacas 5 a 5,5% P.V (M.S) algumas vacas Exigências da vaca em lactação Exigências da vaca em lactação (500 kg PV e 4% gordura do leite)

8 Nutrientes para produção de leite Produção/kgNDT(kg)PB(kg)Ca(g)P(g) 106,91,265234 2010,142,168454 3013,363,1011673 5019,84,9180113

9 Composição do suplementos mineral para bovinos de leite Componentes Percentual - % Fosfato Bicálcio 45,000 Cloreto de sódio 48,655 Óxido de magnésio 2,630 Enxofre ventilado 1,650 Óxido de zinco 1,130 Sulfato de cobre 0,480 Sulfato de Manganês 0,400 Sulfato de cobalto 0,030 Iodato de potássio 0,020 Selenito de sódio 0,005 Total100,000 Fonte: SAGRI UBERABA (2010)

10 Níveis de garantia por kilograma do produto Elementos Nível de garantia Fósforo (P) 81 g Cálcio (Ca) 103 g Enxofre (S) 15,8 g Magnésio (Mg) 15,8 g Sódio (Na) 180 g Zinco (Zn) 6.800 mg Cobre (Cu) 1.020 mg Manganês (Mn) 1.300 mg Cobalto (co) 74 mg Iodo (I0 118 mg Selênio (Se) 22,8 mg Flúor (F) 630 mg Fonte: SAGRI UBERABA (2010)

11 Sais Minerais para Bovinos Sal Corte Sal Leite Mistura Multipla Micr o

12 Suplementação a pasto Mistura múltipla: Farelo de soja-------------------------------------15 kg Farelo de soja-------------------------------------15 kg Fubá de milho------------------------------------27 kg Fubá de milho------------------------------------27 kg Uréia pecuária------------------------------------10 kg Uréia pecuária------------------------------------10 kg Fonte de fósforo----------------------------------16 kg Fonte de fósforo----------------------------------16 kg Sulfato de zinco----------------------------------0,6 kg Sulfato de zinco----------------------------------0,6 kg Sulfato de cobre--------------------------------0,08 kg Sulfato de cobre--------------------------------0,08 kg Sulfato de cobalto------------------------------0,02 kg Sulfato de cobalto------------------------------0,02 kg Enxofre pecuário--------------------------------1,3 kg Enxofre pecuário--------------------------------1,3 kg Cloreto de sódio------------------------------30 kg Cloreto de sódio------------------------------30 kg Total--------------------------------------------------100 kg Consumo médio 200 a 300 g/animal/dia

13 Manejo de pastagens 1- Tamanho dos piquetes 12 ha – o animal caminha 2.600 mt 12 ha – o animal caminha 2.600 mt 40 ha – o animal caminha 4.900 mt 40 ha – o animal caminha 4.900 mt 259 ha – o animal caminha 8.850 mt 259 ha – o animal caminha 8.850 mt 2- Pressão de pisoteio Animal de 400 kg p.v.--------------------3,5 kg/cm² Animal de 400 kg p.v.--------------------3,5 kg/cm² Ovelha--------------------------------------2,1 kg/cm² Ovelha--------------------------------------2,1 kg/cm² Trator agrícola-----------------------------2,5 kg/cm² Trator agrícola-----------------------------2,5 kg/cm² Caminhão-----------------------------------5,5 kg/cm² Caminhão-----------------------------------5,5 kg/cm²

14 Composição média de forragens na base da matéria seca M.S%P.B%NDT% Cana-de-açúcar23,24,360,8 Ponta de cana 25,75,148,6

15 Variedades de cana-de-açúcar RB- 72454 – melhor manejo – flor. Ocasional RB- 72454 – melhor manejo – flor. Ocasional RB – 78514 Terra + fraca RB – 78514 Terra + fraca SP – 791011 – mais moderna SP – 791011 – mais moderna SP – 711406 – prod. 135 t/ha SP – 711406 – prod. 135 t/ha SP – 701143 – prod. 135 t/ha SP – 701143 – prod. 135 t/ha CO – 413 CO – 413 IAC – 862480* - pecuária IAC – 862480* - pecuária

16 Comportamento da composição bromatológica e digestilidade da matéria seca de cultivar de capim elefante, sob efeitos da maturidade: Cultivar Int. entre cortes (dias) M.S (%) P.B (%) D.M.S (%) Cameroun4514,4119,0656,02 9017,8310,6752,11 13524,398,9942,02 18029,117,8935,64 Fonte: Gonçalvez (1980)

17 Silagem de milho Efeito do conteúdo de grãos no valor nutritivo de silagem de milho Kg de grãos/ton % de NDT (M.S) Kg de grãos/ton % de NDT (M.S) de massa ensilada de massa ensilada 0 49 0 49 65 56 65 56 115 66 115 66 177 70 177 70 219 75 219 75 Fonte: Hilma/fox - 1976

18 Produtividade massa verde, M.S. e grãos, proporção grãos MS e por ton MV ensilada Cultivares de Milho MVt/haMST/ha Prod. Grãos Kg/ha Kg grãos t/MV ens. C-13532,1911,804.486139 AG-51034,4611,745.334155 AG-660136,5712,765.469149 PIONEER 3210 35,9512,916.751188 FO-0130,5510,503.258107 ICI-844734,9613,005.892168 BR-20538,3313,006.248163 BR-20128,339,934.285147 Média34,0111,955.215152

19 Silagem de milho Objetivos: Objetivos: Produtividade da cultura do Milho > 35 t/ha Matéria Verde (M.V.) colhida Produtividade da cultura do Milho > 35 t/ha Matéria Verde (M.V.) colhida Qualidade forragem( M.V.) Qualidade forragem( M.V.) produzida > 120 kg grãos/t de M.V. ensilada Perdas < 10% Perdas < 10% Custo de produção deve ser economicamente viável a sistema de produção ( hoje R$71,30/ha) Custo de produção deve ser economicamente viável a sistema de produção ( hoje R$71,30/ha)

20 Analise bromatológica – Silagem de milho Var. ICI – 8487 Curingão Produtividade: 22,7 t/ha M.S. Produtividade: 22,7 t/ha M.S. Apresenta alta produção de M.S. Apresenta alta produção de M.S. Boa participação de grãos Boa participação de grãos Alto teor de energia Alto teor de energia Baixo teor de lignina Baixo teor de lignina Apresenta folhas sadias > qualidade Apresenta folhas sadias > qualidade

21 Analise bromatológica – Silagem de milho amostra ideal amostra ideal Proteína bruta (%) 5,79 6 a 8 Extrato etério (%) 3,54 3 Fibra bruta (%) 14,97 22 Matéria mineral (%) 4,08 5 Matéria seca (%) 55,96 35 Extrativo não nitrogenado (%) 71,62 72 NDT (%) 71,39 65 Cálcio (%) - 0,10 Fósforo (%) - 0,06 FDN (%) - 50 FDA (%) - 30

22 Muito Obrigado!!!!!! Bons negócios e bons lucros com qualidade!!!! www.certrim.com.br 034-3319-4900


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