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Módulo de Hospitalar e Agroindústria – AULA 6 FTST Formação Técnica em Segurança do Trabalho.

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Apresentação em tema: "Módulo de Hospitalar e Agroindústria – AULA 6 FTST Formação Técnica em Segurança do Trabalho."— Transcrição da apresentação:

1 Módulo de Hospitalar e Agroindústria – AULA 6 FTST Formação Técnica em Segurança do Trabalho

2 Competências a serem trabalhadas nesta aula Co nhecer os tipos de atividades de risco peculiares à ambiência agroindustrial com o objetivo de prevenir acidentes e doenças do trabalho. Aplicar as técnicas de prevenção de Saúde e Segurança do Trabalho na agroindústria.

3 Principais segmentos da Agroindústria Abate e preparação de carnes Fabricação e refino de açúcar Laticínios Óleo vegetais (Soja, Milho, Girassol, etc.) Panificação e Fabricação de Massas Cultivo e Refino de Café Indústria de Sucos e Poupas Setor Têxtil de Calçados e Papel Celulose Agroindústria de Produção de Energia a partir de Biomassa.

4 NR SILOS - Dimensionados e construídos em solo com resistência compatível às cargas de trabalho. - Revestimento interno com características que impeçam o acumulo de grãos, poeiras e a formação de barreiras. - É obrigatória a prevenção dos riscos de explosões, incêndios, acidentes mecânicos, asfixia.

5 NR SILOS Entretanto, por sua dimensão e complexidade, podem ser fonte de vários e graves acidentes do trabalho. Por serem os silos locais fechados, enclausurados, perigosos e traiçoeiros, são conhecidos como espaços confinados e são objeto da NR33 - Espaços Confinados, da NBR da ABNT e de alguns itens da NR 18 - Construção Civil do MTE.

6 NR SILOS -Explosões ocorrem frequentemente em instalações agrícolas ou industriais: a) farinhas = de trigo, milho, soja, cereais, etc.; e b) particulados = açúcar, arroz, chá, cacau, couro, carvão, madeira, enxofre, magnésio, eletrometal (ligas), etc.

7 NR SILOS - O milho é considerado um dos grãos mais voláteis e perigosos, embora toda poeira de grãos pode ser tida como MUITO PERIGOSA. Na Agricultura, existem ainda os chamados espaços confinados móveis: os tanques que são levados para o campo, onde são armazenados os agrotóxicos usados na lavoura; e os caminhões-tanque transportadores de combustível ou de água (carros- pipa).

8 NR SILOS Exemplos de espaços confinados que podem ser encontrados nas diversas atividades ligadas à agroindústria são: tonéis (de vinho/aguardente, p.ex.), reatores, colunas de destilação, vasos, cubas, tinas, misturadores, secadores, moinhos, depósitos e outros. Um espaço confinado apresenta sérios riscos com danos à saúde, sequelas e morte. São riscos físicos, químicos, ergonômicos, biológicos e mecânicos e são uma triste realidade no Brasil inteiro.

9 NR SILOS Vejamos alguns dos riscos dos acidentes em Silos e Armazéns agrícolas: 1 - explosões; 2 - problemas ergonômicos; 3 - lesões do trato respiratório (poeiras) e do globo ocular; 4 - riscos físicos (ruído, umidade, vibrações, etc.); e 5 - acidentes em geral (quedas, sufocamento, etc.).

10 NR SILOS Riscos de explosões As indústrias que processam produtos alimentícios e as unidades armazenadoras de grãos, apresentam alto potencial de risco de incêndios e explosões, pois o trabalho nessas unidades consiste basicamente em receber os produtos, armazenar, transportar e descarregar.

11 NR SILOS Riscos de explosões Quando, uma superfície de poeira de grãos é aquecida até o ponto de liberação de gases de combustão que, com o auxílio de uma fonte de ignição com energia, dá início ao incêndio. Além disso, a decomposição de grãos pode gerar vapores inflamáveis; se a umidade do grão for superior a 20%, poderá gerar metanol, propanol ou butanol. Os gases metano e etano, também produzidos pela decomposição de grãos, são igualmente inflamáveis e podem gerar explosões.

12 NR SILOS PARÂMETROS CRÍTICOS PARA A EXPLOSÃO DE POEIRAS tamanho da partícula: < 0,1 mm; concentração da poeira: 40 a g/m3; teor de umidade do grão: <11 %; índice de oxigênio no ar: > 12%; energia de ignição: > 10 a 100 mJ (mega Joule); e temperatura de ignição: 410 a 600ºC.

13 NR SILOS Outras temperaturas de ignição da nuvem, adotadas nos EUA (NFPA, Revista Proteção N.181) para poeiras agrícolas, em graus centígrados (ºC) são: > açúcar em pó = 400 > amido de milho = 350 > arroz = 450 > cacau 19% gordura = 240 > café instantâneo = 350 > café torrado = 270 > canela = 230 > casca de amêndoa = 210 > casca de amendoim = 210 > casca de arroz = 220 > casca de coco = 220 > casca de noz de cacau = 370 > casca de semente de pêssego = 210 > casca de noz preta = 220 > celulose = 270; e > celulose alfa = 300

14 NR SILOS Para diminuir o risco de explosões, deve-se: 1 - proceder à limpeza frequente do local; 2 - evitar fontes de ignição (solda, fumo, etc.); 3 - manutenção periódica dos equipamentos; 4 - peças girantes devem trabalhar sem pó; 5 - instalar bom sistema de aterramento (eletricidade estática); 6 - nunca varrer o armazém; usar o aspirador de pó; 7 - equipar elevadores, balanças e coletores de alívios contra pressões; 8 - usar sistemas corta-fogo em dutos de transporte, e outros; 9 - cuidados com ventiladores e peças girantes (faíscas); e 10 - manter umidade do local = > 50% (ambiente seco é explosivo).

15 NR SILOS Acidente com Silo de Soja (2013) O acidente ocorreu em 21 de abril de 2013 em um silo de soja da empresa Cargill, em Canarana (região Araguaia –Mato Grosso). Haviam dezenas de toneladas de soja no silo, que acabou se rompendo e soterrando quatros trabalhadores que morreram no local.

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18 NR SILOS - Nos silos hermeticamente fechados permitir a entrada de trabalhadores após renovação do ar ou com proteção respiratória adequada; - Medir a concentração de oxigênio e o limite de explosividade relacionado ao tipo de material estocado; - Serviços de manutenção (soldagem, operações de corte ou que gerem eletricidade estática) devem ser precedidas de uma permissão especial (NR-33)

19 NR TRANSPORTE DE TRABALHADORES a) Possuir autorização emitida pela autoridade de trânsito competente; b) Transportar todos os passageiros sentados; c) ser conduzido por motorista habilitado e devidamente identificado; d) Possuir compartimento resistente e fixo para a guarda das ferramentas e materiais, separado dos passageiros.

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22 NR TRANSPORTE DE TRABALHADORES - ADAPTADO Autorizados em situações excepcionais; Escada para acesso, com corrimão, facilmente visualizada pelo motorista; Carroceria com cobertura, barras de apoio para as mãos, proteção lateral rígida;

23 TRANSPORTE DE TRABALHADORES – VEÍCULOS ADAPTADOS Proteções em material de boa qualidade e resistência; Cabina e carroceria com sistemas de ventilação, garantida a comunicação entre o motorista e os passageiros; Assentos revestidos de espuma, com encosto e cinto de segurança; Compartimento para materiais e ferramentas, mantido fechado e separado dos passageiros.

24 NR TRANSPORTE DE CARGAS As escadas ou rampas para acesso em cima do caminhão mas, é proibido em caminhões graneleiros abertos.

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26 NR TRABALHO COM ANIMAIS O empregador rural ou equiparado deve garantir: Imunizar, quando necessária, os trabalhadores em contato com os animais; Segurança na manipulação e eliminação de secreções, excreções e restos de animais;

27 NR TRABALHO COM ANIMAIS Fornecer desinfetantes e água suficientes para a adequada higienização dos locais de trabalho. Não reutilizar a água no trato de animais para uso humano

28 NR PROTEÇÃO INDIVIDUAL (NR-06) a) sempre que as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente comprovadas inviáveis ou quando não oferecerem completa proteção contra os riscos; b) enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas; c) para atender situações de emergência.

29 RECOMENDAÇÕES GERAIS DA NR Acessos e Vias de Circulação Fatores Climáticos e Topográficos Edificações Rurais Instalações Elétricas Áreas de Vivência Moradias

30 O QUE SÃO ANIMAIS PEÇONHENTOS? São aqueles que produzem substância tóxica e apresentam um aparelho especializado para inoculação desta substância que é o veneno. Possuem glândulas que se comunicam com dentes ocos, ou ferrões, ou aguilhões, por onde o veneno passa ativamente.

31 TIPOS DE ANIMAIS PEÇONHENTOS Lagartas Aranhas Escorpiões Serpentes

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33 TIPO DE SERPENTES NO BRASIL Bothrops (jararaca, jararacuçu, urutu, cotiara, caiçaca), Crotalus (cascavel), Lachesis (surucucu-pico-de- jaca) Micrurus (corais-verdadeiras).

34 TIPO DE ESCORPIÕES No mundo todo, existem aproximadamente espécies de escorpiões até hoje descritas. No Brasil há cerca de 75 espécies amplamente distribuídas pelo país. No Brasil o gênero Tityus é o mais rico em espécies, representando cerca de 60% da fauna escorpiônica neotropical.

35 TIPO DE ESCORPIÕES As principais espécies são: Tityus serrulatus (Escorpião amarelo), responsável por acidentes de maior gravidade, Tityus bahiensis e Tityus stigmurus. As diversas espécies do gênero Tityus apresentam um tamanho de cerca de 6 a 7 cm.

36 TIPO DE ESCORPIÕES As principais espécies são: Tityus serrulatus (Escorpião amarelo), responsável por acidentes de maior gravidade, Tityus bahiensis Tityus stigmurus.

37 TIPOS DE ARANHA No Brasil: - Phneutria (Armadeira); - Loxosceles (aranha-marrom); - Latrodectus (viúva-negra);

38 TIPOS DE ARANHA - Lycosa (aranha-da-grama); - Caranguejeiras.

39 TIPOS DE LAGARTAS As lagartas venenosas são a fase larval das borboletas ou mariposas. Possuem pelos ou espículos simples ou arborecentes por onde secretam veneno que causa coceira, provoca queimaduras e dor.

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41 ATIVIDADE 1ª Parte: Faça o dimensionamento da área de vivência para uma empresa com 50 funcionários e descreva as condições exigidas pela NR-31 para cada ambiente que compõe a área de vivência.

42 ATIVIDADE 2ª Parte: Dentre os animais peçonhentos que comentamos nessa aula pesquise sobre 2 tipos e explique quais os danos a saúde, como evitar a exposição a esses animais e os atendimentos de emergência para cada situação.

43 3ª Parte: Pesquise sobre 3 (três) doenças ocupacionais que podem ocorrer nos trabalhadores por causa da exposição a agentes biológicos e descreva sobre cada doença e os cuidados para evitar o contato com esses agentes.ATIVIDADE


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