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ADVB ASSOC. DOS DIRIGENTES DE VENDAS E MARKETING DO BRASIL PROF. DR. SABETAI CALDERONI São Paulo, 19 de agosto de 2002 O LIXO COMO FATOR ECONÔMICO NA SOLUÇÃO.

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1 ADVB ASSOC. DOS DIRIGENTES DE VENDAS E MARKETING DO BRASIL PROF. DR. SABETAI CALDERONI São Paulo, 19 de agosto de 2002 O LIXO COMO FATOR ECONÔMICO NA SOLUÇÃO DO CONFLITO INDÚSTRIA - MEIO AMBIENTE SEMINÁRIO RESÍDUOS SÓLIDOS: GESTÃO, TENDÊNCIAS E TECNOLOGIA

2 DOUTOR EM CIÊNCIAS PELA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (USP), PÓS-GRADUADO EM PLANEJAMENTO PELA UNIVERSIDADE DE EDIMBURGO, GRÃ-BRETANHA, E BACHAREL EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS E EM DIREITO PELA USP, COM CURSOS DE PÓS- GRADUAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO NOS ESTADOS UNIDOS, NA GRÃ- BRETANHA E EM PORTUGAL. É CONSULTOR DA ONU E DE VÁRIOS ORGANISMOS E EMPRESAS INTERNACIONAIS E BRASILEIRAS NAS ÁREAS DE ECONOMIA, PLANEJAMENTO, MEIO AMBIENTE E ENERGIA. FOI MEMBRO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA CETESB E DA FUNDAÇÃO FARIA LIMA. É PROFESSOR DOS CURSOS DE PÓS- GRADUAÇÃO DO NÚCLEO DE POLÍTICAS E ESTRATÉGIAS DA USP E PROFESSOR TITULAR DE ECONOMIA DAS FACULDADES TANCREDO NEVES / SP. É AUTOR DO LIVRO OS BILHÕES PERDIDOS NO LIXO, ATUALMENTE EM SUA 4ª EDIÇÃO. PUBLICOU NUMEROSOS TRABALHOS DE PESQUISA, NAS ÁREAS DE PLANEJAMENTO, MEIO AMBIENTE E ESTUDOS SÓCIO- ECONÔMICOS, EM LIVROS E MONOGRAFIAS. SABETAI CALDERONI

3 O CONFLITO HOMEM – MEIO AMBIENTE A QUESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS

4 O CONFLITO HOMEM – MEIO AMBIENTE CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO OBSOLESCÊNCIA PROGRAMADA DESCARTABILIDADE DÉFICIT TECNOLÓGICO DÉFICIT DAS POLÍTICAS PÚBLICAS AMBIENTAIS DÉFICIT DE CULTURA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL

5 UMA TAXA DE CRESCIMENTO ECONÔMICO COMO A DA SEGUNDA METADE DO BREVE SÉCULO XX, SE MANTIDA INDEFINIDAMENTE..., DEVE TER CONSEQUÊNCIAS IRREVERSÍVEIS E CATASTRÓFICAS PARA O AMBIENTE NATURAL DESTE PLANETA,... ALÉM DISSO, O RITMO EM QUE A MODERNA TECNOLOGIA AUMENTOU A CAPACIDADE DE NOSSA ESPÉCIE DE TRANSFORMAR O AMBIENTE É TAL QUE, MESMO SUPONDO QUE NÃO VÁ ACELERAR-SE, O TEMPO DISPONÍVEL PARA TRATAR DO PROBLEMA DEVE SER MEDIDO MAIS EM DÉCADAS QUE EM SÉCULOS. Eric Hobsbawm Era dos Extremos - O Breve Século XX : São Paulo, Companhia das Letras, 1995, p. 547.

6 1. Poluição e preservação de águas Superficiais 11. Chuva Ácida 2. Poluição e preservação de águas Subterrâneas 12. Energia 3. Poluição e preservação do ar13. Adensamento urbano 4. Poluição e preservação do Solo14. Proteção de Mananciais 5. Biodiversidade15. Erosão do solo 6. Resíduos Sólidos16. Poluição Sonora 7. Mangue17. Poluição e preservação dos rios 8. Mares e Oceanos18. Extração mineral 9. Efeito Estufa19. Florestas e Matas 10. Camada de Ozônio20. Qualidade de vida PRINCIPAIS QUESTÕES AMBIENTAIS SABETAI CALDERONI / 2002

7 EFEITO ESTUFA Revista Veja 21 de agosto de p. 86

8 O LIXO NO MUNDO SÃO GERADOS 3 MILHÕES t / DIA DE LIXO DOMICILIAR NO PLANETA ATÉ O ANO 2025 A QUANTIDADE DE LIXO PRODUZIDA NO PLANETA DEVERÁ DOBRAR MORREM 5,2 MILHÕES DE PESSOAS POR ANO NO MUNDO EM CONSEQUÊNCIA DE DOENÇAS RESULTANTES DO LIXO AS CRIANÇAS SÃO O GRUPO MAIS VULNERÁVEL: MORREM 4,2 MILHÕES DE CRIANÇAS POR ANO SABETAI CALDERONI / 2002

9 1.INDISPONIBILIDADE E CUSTO CRESCENTE DE ATERROS SANITÁRIOS 2.ESCASSEZ DE ENERGIA 3.CRESCENTES PROBLEMAS SOCIAIS E SANITÁRIOS 4.EXAUSTÃO DE MATÉRIAS-PRIMAS 5.CUSTOS CRESCENTES DE OBTENÇÃO DE MATÉRIAS-PRIMAS O PROBLEMA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS NO MUNDO SABETAI CALDERONI / 2002

10 6.CUSTOS DE TRANSPORTE CRESCENTE 7.POLUIÇÃO E PREJUÍZOS À SAÚDE PÚBLICA 8.PERDAS DE RENDA E EMPREGO 9.REDUÇÃO DOS CUSTOS DE PRODUÇÃO 10. EFEITO ESTUFA AGRAVADO PELAS EMISSÕES DE METANO O PROBLEMA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS NO MUNDO II SABETAI CALDERONI / 2002

11 CAMINHOS PARA SOLUÇÃO DO CONFLITO HOMEM – MEIO AMBIENTE

12 INFORMAÇÃO INFORMAÇÃO ATITUDES ATITUDES POLÍTICAS PÚBLICAS POLÍTICAS PÚBLICAS TECNOLOGIAS TECNOLOGIAS

13 INFORMAÇÃO GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA A PARTIR DE RESÍDUOS HÁ VIABILIDADE INSTITUCIONAL ? HÁ VIABILIDADE ECONÔMICA ?

14 RACIONAMENTO DE ENERGIA INICIADO EM JUNHO DE 2001 O RACIONAMENTO DE ENERGIA I N V E S T I M E N T O O PAÍS PRECISA GASTAR R$ 8 BI ANUAIS PARA SUPRIR O CRESCIMENTO DO CONSUMO DE ELETRICIDADE

15 CONSERVAÇÃO DE ENERGIA EVITAR O CONSUMO DE ENERGIA USANDO A SUCATA COMO MATÉRIA PRIMA EM LUGAR DA MATÉRIA-PRIMA VIRGEM GERAÇÃO DE ENERGIA USAR O POTENCIAL DE GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA DOS DIVERSOS MATERIAIS PRESENTES NO LIXO COMO APROVEITAR O LIXO PARA EVITAR O RACIONAMENTO DE ENERGIA SABETAI CALDERONI / 2002

16 CONSERVAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA ATRAVÉS DA RECICLAGEM REINTRODUÇÃO DE MATERIAIS NO PROCESSO PRODUTIVO: LATA DE ALUMÍNIO – A SUCATA SUBSTITUI A BAUXITA LATA DE AÇO – A SUCATA SUBSTITUI O MINÉRIO DE FERRO VIDRO – A SUCATA SUBSTITUI A BARRILHA PLÁSTICO – A SUCATA SUBSTITUI O PETRÓLEO PAPEL – A SUCATA SUBSTITUI AS ÁRVORES SABETAI CALDERONI / 2002

17 GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA A PARTIR DO LIXO BIODIGESTÃO o APROVEITAMENTO DE RESÍDUOS ORGÂNICOS (TAMBÉM PRODUZ ADUBO) COMBUSTÃO o APROVEITAMENTO DO PLÁSTICO, PAPEL, BORRACHA, MADEIRA GÁS DE ATERRO o REQUER PLANEJAMENTO DOS ATERROS PREVENDO ESSE APROVEITAMENTO PLASMA o PRODUÇÃO DE ENERGIA PELO APROVEITAMENTO DO GÁS DE SÍNTESE RESULTANTE DA DISSOCIAÇÃO MOLECULAR DE RESÍDUOS PERIGOSOS ORGÂNICOS

18 IMPACTOS DA GERAÇÃO HÁ TECNOLOGIAS QUE PERMITEM AS QUATRO FORMAS DE GERAÇÃO DE ENERGIA SEM AGRESSÃO AO MEIO AMBIENTE E COM GRANDES BENEFÍCIOS: REDUÇÃO DA EMISSÃO DE GASES CAUSADORES DO EFEITO ESTUFA, REDUÇÃO DA UTILIZAÇÃO DE ATERROS, CRIAÇÃO DE EMPREGOS E REDUÇÃO DE CUSTOS PARA A PREFEITURA E A POPULAÇÃO IMPACTOS AMBIENTAIS DA CONSERVAÇÃO E DA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA A PARTIR DO LIXO IMPACTOS DA CONSERVAÇÃO EVITA A POLUIÇÃO DA ÁGUA E DO AR E REDUZ A NECESSIDADE DE EQUIPAMENTOS DE CONTROLE DA POLUIÇÃO SABETAI CALDERONI / 2002

19 MUDANÇAS INSTITUCIONAIS E NORMATIVAS VIABILIZAM A PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA A PARTIR DO LIXO LEI DE CONCESSÕES DE SERVIÇOS PÚBLICOS (GERAL) E LEI Nº DE 7 / 95, ESPECÍFICA PARA ENERGIA ELÉTRICA, REESTRUTUROU O SETOR CRIAÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA – ANEEL LEI Nº DE 26/12/96 INSTITUIÇÃO DO MERCADO ATACADISTA DE ENERGIA – MAE AUTORIZAÇÃO EM 05/07/2000 PARA PRODUÇÃO E VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA A PARTIR DE 3 MW DE CAPACIDADE INSTALADA CRIAÇÃO DE EMPRESAS DE TRANSMISSÃO SEPARADAS DE EMPRESAS DE GERAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO SABETAI CALDERONI / 2002

20 INFORMAÇÃO A RECICLAGEM DO LIXO É ECONOMICAMENTE VIÁVEL ?

21 OS TIPOS DE RESÍDUOS RESÍDUOS DOMICILIARES (FRAÇÃO ORGÂNICA E FRAÇÃO SECA) RESÍDUOS INDUSTRIAIS (PERIGOSOS, NÃO INERTES, INERTES) RESÍDUOS DE CENTRAIS DE ABASTECIMENTO RESÍDUOS ESPECIAIS RESÍDUOS HOSPITALARES RESÍDUOS DE ETE RESÍDUOS PERIGOSOS NÃO INDUSTRIAIS RESÍDUOS DA AGRICULTURA RESIDUOS DA PECUÁRIA RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL SABETAI CALDERONI / 2002

22 PRODUTOS GERADOS A PARTIR DE RESÍDUOS ENERGIA ELÉTRICA COMPOSTO SUCATA METANO (COMBUSTÍVEL) CARGA E ENCHIMENTO PRODUTOS QUÍMICOS ANIMAL MANURE SABETAI CALDERONI / 2002

23 O MERCADO DE RECICLAGEM USUÁRIOS DE ENERGIA AGRICULTURA PARQUES E JARDINS – PREFEITURAS (COMPOSTO) INDÚSTRIAS RECICLADORAS (SUCATA) OBRAS CIVIS (ENTULHO) FORNOS DE CIMENTO (RESÍDUOS QUÍMICOS) ATERROS SANITÁRIOS (LIXO DOMICILIAR) ATERROS CLASSE I INCINERADORES (LIXO HOSPITALAR) RESIDÊNCIAS (COMPOSTO) SABETAI CALDERONI / 2002

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26 GANHOS COM A PRODUÇÃO A PARTIR DA RECICLAGEM DO LIXO VS. A PARTIR DE MATÉRIA PRIMA VIRGEM FATORES DE ECONOMIA LATA DE ALUMÍNIO VIDROPAPELPLÁSTICO LATA DE AÇO 1 REDUÇÃO NO CONSUMO DE ENERGIA95%13%71%79%74% 2 REDUÇÃO NA POLUIÇÃO DO AR95%20%74%-85% 3 REDUÇÃO NA POLUIÇÃO DA ÁGUA97%-35%-76% 4 REDUÇÃO NO CONSUMO DE ÁGUA-50%--40% 5 REDUÇÃO NO CONSUMO DE MATÉRIA PRIMA * (BRASIL) R$ 2,7 MM R$27,3 MM R$339 MM R$ 353,7 MM R$13,2 MM 6 REDUÇÃO NO CONSUMO DE MATÉRIA PRIMA * (MSP) R$ 1,2 MM R$ 8,9 MM R$98,3 MM R$ 37,6 MM R$ 8,9 MM SABETAI CALDERONI / 2002

27 PROCESSO DE RECICLAGEM DO LIXO REDUÇÃO DA POLUIÇÃO DA ÁGUA E DO AR RECICLÁVEIS RECICLÁVEIS REDUÇÃO DA POLUIÇÃO DEVIDA À RECICLAGEM ÁGUAAR LATA DE ALUMÍNIO97%95% VIDRO50%20% PAPEL35%74% PLÁSTICO-- LATA DE AÇO76%85% Fonte: Powelson, 1992, pp. 49, 78, 108, 140 SABETAI CALDERONI / 2002

28 ORIENTAÇÃO METODOLÓGICA ATUAL PROPOSTO G = V – C + E G = (V – V) – C + E + W + M + H + A + D G = V – C + E G = (V – V) – C + E + W + M + H + A + D ONDE: G = GANHO COM A RECICLAGEM V = VALOR DA VENDA DOS MATERIAIS RECICLÁVEIS C = CUSTO DO PROCESSO DE RECICLAGEM E = CUSTO EVITADO DE DISPOSIÇÃO FINAL W = GANHOS DECORRENTES DA ECONOMIA NO CONSUMO DE ENERGIA (Wh) M = GANHOS DECORRENTES DA ECONOMIA DE MATÉRIAS PRIMAS H = GANHOS DECORRENTES DA ECONOMIA DE RECURSOS HÍDRICOS A = GANHOS COM A ECONOMIA DE CONTROLE AMBIENTAL D = DEMAIS GANHOS ECONÔMICOS (DIVISAS, SUBSÍDIOS, VIDA ÚTIL DOS EQUIPAMENTOS, ETC.) SABETAI CALDERONI / 2002

29 GANHOS DE CADA AGENTE ECONÔMICO COM O PROCESSO DE RECICLAGEM DO LIXO SABETAI CALDERONI / 2002

30 QUADRO BRASIL ECONOMIA PERDIDA PELA NÃO RECICLAGEM DO LIXO * LATA DE ALUMÍNIO VIDROPAPELPLÁSTICO LATA DE AÇO TOTAL BRASIL PRODUÇÃO t / mil RECICLAGEM t / mil ÍNDICE DE RECICLAGEM ENERGIA ELÉTRICA MATÉRIA PRIMA ÁGUA CONTROLE AMBIENTAL 3.69 CUSTOS INCORRIDOS TOTAL R$ % VENDAS DE RECICLÁVEIS Em R$ milhões de setembro de 1996 Fonte: Quadros 15.1 a do livro Os Bilhões Perdidos no Lixo / * A economia aqui considerada acha-se subestimada porque não considera custos evitados pelas Prefeituras / Vendas com base nos preços cotados no município de São Paulo SABETAI CALDERONI / 2002

31 QUADRO 17.1 BRASIL E MUNICÍPIO DE SÃO PAULO MAGNITUDE DOS GANHOS PROPORCIONADOS PELA RECICLAGEM DE LIXO GANHOSBRASILMSP ECONOMIA OBTIDA 1,192 bi0,326 bi ECONOMIA PERDIDA 4,645 bi0,791 bi ECONOMIA POSSÍVEL 5,836 bi1,118 bi Em R$ bilhões / ano, constantes de setembro / 96 Fonte: Quadros a e a do livro Os Bilhões Perdidos no Lixo SABETAI CALDERONI / 2002

32 BRASIL E MUNICÍPIO DE SÃO PAULO MAGNITUDE DOS GANHOS PROPORCIONADOS PELA RECICLAGEM DE LIXO COM GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GANHOSBRASILMSP ECONOMIA OBTIDA 1,192 bi0,326 bi ECONOMIA PERDIDA 4,645 bi0,791 bi ECONOMIA POSSÍVEL 10,000 bi1,500 bi Em R$ bilhões / ano, constantes de setembro / 96 SABETAI CALDERONI / 2002

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34 R$ MIL DE SETEMBRO DE 1996 OBTIDAPERDIDA ECONOMIA Fonte: Quadros a Figura ECONOMIA POSSÍVEL PELA RECICLAGEM DO LIXO LATA DE ALUMÍNIO VIDRO PAPEL PLÁSTICO LATA DE AÇO SABETAI CALDERONI / 2002

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36 RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL RESPONSABILIDADE DO CONSUMIDOR ORGANIZAÇÃO SOCIAL EFETIVIDADE DA ATUAÇÃO GOVERNAMENTAL PARCERIAS ATITUDES

37 0 MERCADO DE RECICLAGEM E AS PARCERIAS COM O SETOR PRIVADO DESENVOLVIMENTO DO MERCADO DE RECICLAGEM PARCERIAS COM O SETOR PRIVADO GARANTIA DE RECEBIMENTO DIRETO CONCESSÃO DE SERVIÇOS ÓRGÃO AMBIENTAL FISCALIZÇ / INFORMAÇ ATUAÇÃO DA PREFEITURA POLÍTICA DE COMPRAS DO GOVERNO PREÇO DA SUCATA SISTEMÁTICA DEPÓSITO- RETORNO COLETA SELETIVA MENOS ATERROS MAIS PRODUTOS RECICLADOS GERAÇÃO DE ENERGIA FORMAÇÃO DE COOPERATIVAS GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA SABETAI CALDERONI / 2002

38 POLÍTICAS DE GESTÃO DE RESÍDUOS DE PAÍSES SELECIONADOS POLÍTICAS PÚBLICAS

39 A EXPERIÊNCIA DE FORMULAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DE POLÍTICAS AMBIENTAIS: ABORDAGEM TRADICIONAL INSTRUMENTOS PROCESSO POLÍTICO IMPLEMENTAÇÃO RENÚNCIA FISCAL IMPOSIÇÃO DE TRIBUTOS COMPETIÇÃO POR RECURSOS CONFLITOS INTERSETORIAIS DIFICULDADES DE IMPLEMENTAÇÃO SABETAI CALDERONI / 2002

40 A EXPERIÊNCIA DE FORMULAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DE POLÍTICAS AMBIENTAIS: ABORDAGEM TRADICIONAL VS. NOVA ABORDAGEM RENÚNCIA FISCAL IMPOSIÇÃO DE TRIBUTOS INSTRUMENTOS ECONÔMICOS DE COOPERAÇÃO INTERSETORIAL INSTRUMENTOS ECONÔMICOS NÃO COMPETITIVOS INSTRUMENTOS ECONÔMICOS COM CUSTO IMEDIATO E RETORNO DIFERIDO INSTRUMENTOS ECONÔMICOS REDISTRIBUTIVOS INSTRUMENTOS ECONÔMICOS INDUTORES DE CONDUTA VIA PAGAMENTO OPCIONAL

41 INSTRUMENTOS ECONÔMICOS DE COOPERAÇÃO INTERSETORIAL NÃO CUSTA, GERA INSTRUMENTOS ECONÔMICOS NÃO COMPETITIVOS CONFLICT FREE OU SEM CUSTO INSTRUMENTOS ECONÔMICOS INDUTORES DE CONDUTA VIA PAGAMENTO OPCIONAL EXTRAFISCALIDADE INDUTORA OU CUSTO OPCIONAL SEGUNDO A CONDUTA INSTRUMENTOS ECONÔMICOS COM CUSTO IMEDIATO E RETORNO DIFERIDO CUSTA AGORA MAS RETORNA DEPOIS INSTRUMENTOS ECONÔMICOS REDISTRIBUTIVOS CUSTA, EDUCA E REDISTRIBUI CLASSES DE INSTRUMENTOS ECONÔMICOS SABETAI CALDERONI / 2002

42 INSTRUMENTO 4 INSTITUIR POLÍTICA PÚBLICA DE COMPRAS E DE CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS (FEDERAL, Estadual e Municipal) VISANDO A CRIAÇÃO E A EXPANSÃO PROGRESSIVA DE MERCADOS PARA PRODUTOS RECICLADOS E PARA PRODUTOS RECICLÁVEIS. 2 - INSTRUMENTOS ECONÔMICOS NÃO COMPETITIVOS (CONFLICT FREE OU SEM CUSTO) SABETAI CALDERONI / 2002

43 INSTRUMENTO 10 INSTITUIR SISTEMÁTICA DE DEPÓSITO-RETORNO PARA EMBALAGENS E, SOBRETUDO, LIXO DOMICILIAR PERIGOSO 3 - INSTRUMENTOS ECONÔMICOS INDUTORES DE CONDUTA VIA PAGAMENTO OPCIONAL (EXTRAFISCALIDADE INDUTORA OU CUSTO OPCIONAL SEGUNDO A CONDUTA) SABETAI CALDERONI / 2002

44 INSTRUMENTO 2 INSTITUIR SISTEMÁTICA PARA CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DA NEGOCIAÇÃO, EM BOLSAS DE VALORES, DE PAPÉIS REPRESENTATIVOS DO EFEITO-ESTUFA EVITADO PELA IMPLANTAÇÃO DE PROJETOS DE RECICLAGEM DE RESÍDUOS 1 - INSTRUMENTOS ECONÔMICOS DE COOPERAÇÃO INTERSETORIAL NÃO CUSTA, GERA SABETAI CALDERONI / 2002

45 TENDÊNCIAS DA POLÍTICA DE GESTÃO DE RESÍDUOS NA EUROPA E EUA BANIMENTO DOS ATERROS SANITÁRIOS BANIMENTO DOS ATERROS SANITÁRIOS DESINCENTIVO À GERAÇÃO DESINCENTIVO À GERAÇÃO RECICLAGEM INTEGRAL RECICLAGEM INTEGRAL RESPONSABILIDADE PÓS-CONSUMO DOS PRODUTORES RESPONSABILIDADE PÓS-CONSUMO DOS PRODUTORES RECICLAGEM COM GERAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA RECICLAGEM COM GERAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA LICENCIAMENTO CONDICIONADO À SUSTENTABILIDADE LICENCIAMENTO CONDICIONADO À SUSTENTABILIDADE INCREMENTO DA COLETA SELETIVA INCREMENTO DA COLETA SELETIVA COBRANÇA PROPORCIONAL AOS CUSTOS COBRANÇA PROPORCIONAL AOS CUSTOS NORMAS RIGOROSAS DE DISPOSIÇÃO FINAL EM ATERROS NORMAS RIGOROSAS DE DISPOSIÇÃO FINAL EM ATERROS SABETAI CALDERONI / 2002

46 SUIÇA COBRANÇA PELA GERAÇÃO DOMICILIAR ATRAVÉS DA COMPRA COMPULSÓRIA DE SACOS DE LIXO COBRANÇA PELA GERAÇÃO DOMICILIAR ATRAVÉS DA COMPRA COMPULSÓRIA DE SACOS DE LIXO ATITUDE DA POPULAÇÃO ALTEROU O VOLUME GERADO E ELEVOU A PROPORÇÃO DO LIXO DISPOSTA JUNTO A LOJAS E MERCADOS ATITUDE DA POPULAÇÃO ALTEROU O VOLUME GERADO E ELEVOU A PROPORÇÃO DO LIXO DISPOSTA JUNTO A LOJAS E MERCADOS PRESSÃO DO COMÉRCIO EXIGIU DA INDÚSTRIAO REPLANEJAMENTO DO TIPO E DA INTENSIDADE DE USO DAS EMBALAGENS PRESSÃO DO COMÉRCIO EXIGIU DA INDÚSTRIAO REPLANEJAMENTO DO TIPO E DA INTENSIDADE DE USO DAS EMBALAGENS SABETAI CALDERONI / 2002

47 JAPÃO PAÍS LÍDER EM RECICLAGEM: ENTRE 40% E 50% DO TOTAL DO LIXO PAÍS LÍDER EM RECICLAGEM: ENTRE 40% E 50% DO TOTAL DO LIXO GRANDE NÚMERO DE MUNICÍPIOS JAPONESES DESENVOLVE PROGRAMAS DE COLETA SELETIVA GRANDE NÚMERO DE MUNICÍPIOS JAPONESES DESENVOLVE PROGRAMAS DE COLETA SELETIVA A PARTICIPAÇÃO SOCIAL, NA RECICLAGEM, ALCANÇA NÍVEIS MUITO ELEVADOS PERMEANDO O COTIDIANO DA POPULAÇÃO A PARTICIPAÇÃO SOCIAL, NA RECICLAGEM, ALCANÇA NÍVEIS MUITO ELEVADOS PERMEANDO O COTIDIANO DA POPULAÇÃO PARTICIPAÇÃO DAS ESCOLAS, EDIFÍCIOS RESIDENCIAIS E COMERCIAIS, SUPER- MERCADOS, CENTROS DE LAZER PARTICIPAÇÃO DAS ESCOLAS, EDIFÍCIOS RESIDENCIAIS E COMERCIAIS, SUPER- MERCADOS, CENTROS DE LAZER SABETAI CALDERONI / 2002

48 BRASIL A TAXA DE RECICLAGEM MÉDIA DO BRASIL É DE 20%, EM TERMOS DE VALOR ECONÔMICO, CONSIDERANDO- SE A FRAÇÃO SECA DO LIXO DOMICILIAR URBANO – R$ 1,2 BI EM R$ 5,8 BI/ ANO O SETOR PRIVADO É O AGENTE PRINCIPAL DO PROCESSO DE RECICLAGEM, COMANDADO PELA INDÚSTRIA, ENVOLVENDO SUCATEIROS E CATADORES AS PREFEITURAS COMEÇAM A ATUAR, SOBRETUDO NA COLETA SELETIVA E NA COMPOSTAGEM O GOVERNO FEDERAL E O DE ALGUNS ESTADOS PREPARAM POLÍTICAS DE GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS, A PAR DE LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA DESDE 5/7/2000 A LEGISLAÇÃO PERMITE A PRODUÇÀO DE ENERGIA ELÉTRICA A PARTIR DO LIXO E SUA COMERCIALIZAÇÃO (> 3MW) SABETAI CALDERONI / 2002

49 MUNICÍPIO DE SÃO PAULO A TAXA DE RECICLAGEM MÉDIA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO É DE 30% EM VALOR – R$ 326 MI EM R$ MI NO CASO DA FRAÇÃO SECA DO LIXO DOMICILIAR URBANO A TAXA DE RECICLAGEM MÉDIA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO É DE 30% EM VALOR – R$ 326 MI EM R$ MI NO CASO DA FRAÇÃO SECA DO LIXO DOMICILIAR URBANO OS DOIS ÚNICOS ATERROS SANITÁRIOS EXISTENTES ESTÃO PRÓXIMOS DO ESGOTAMENTO DE SUA VIDA ÚTIL OS DOIS ÚNICOS ATERROS SANITÁRIOS EXISTENTES ESTÃO PRÓXIMOS DO ESGOTAMENTO DE SUA VIDA ÚTIL A COLETA SELETIVA INICIADA NA GESTÃO ERUNDINA (1989 / 1992) FOI SUSPENSA NA GESTÃO MALUF (1993 / 1997) E NUNCA RETOMADA A COLETA SELETIVA INICIADA NA GESTÃO ERUNDINA (1989 / 1992) FOI SUSPENSA NA GESTÃO MALUF (1993 / 1997) E NUNCA RETOMADA SABETAI CALDERONI / 2002

50 CURITIBA O MAIOR PROGRAMA DE COLETA SELETIVA DO PAÍS: 220 t / DIA, 20% DO LIXO MUNICIPAL GERAÇÃO DE 220 MIL EMPREGOS DIRETOR E INDIRETOS NO SISTEMA PORTA-A-PORTA O PROGRAMA JÁ VEM OPERANDO HÁ MAIS DE DEZ ANOS, COM APERFEIÇOAMENTOS CONTÍNUOS O ATERRO SANITÁRIO DE CAXIMBA TEVE SUA VIDA ÚTIL AUMENTADA EM 4 ANOS SABETAI CALDERONI / 2002

51 PORTO ALEGRE o PROGRAMA DE COLETA SELETIVA IMPLANTADO HÁ OITO ANOS o RECUPERA 60 TONELADAS DIÁRIAS, UTILIZANDO 30 CAMINHÕES o 30% DA POPULAÇÃO SEPARA SEUS RESÍDUOS DOMICILIARES o SÃO EMPREGADAS 300 PESSOAS DIRETAMENTE NOS GALPÕES DE TRIANGEM COM RENDIMENTO MENSAL DE 1,5 SALÁRIO MÍNIMO SABETAI CALDERONI / 2002

52 OSASCO PROGRAMA DE COLETA SELETIVA COM COOPERA- ÇÃO COMUNITÁRIA E INCLUSÃO SOCIAL E ECONÔMICA SÃO ORGANIZADAS COOPERATIVAS ENVOLVENDO TRABALHADORES EGRESSOS DA CATAÇÃO EM LIXÕES / ATERROS A CIDADE É DIVIDIDA EM SETORES COM CERCA DE 300 RESIDÊNCIAS CADA OS COOPERADOS DESEMPENHARÃO O PAPEL DE AGENTES DE DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL, CADA AGENTE ASSUMINDO UM SETOR (+1 GER/5 SETORES) A REMUNERAÇÃO DOS COOPERADOS É TRIPLA: GANHAM PELA COLETA, TRIAGEM E VENDA DIRETA SABETAI CALDERONI / 2002

53 RESÍDUOS INDUSTRIAIS PERIGOSOS ALTERNATIVAS TECNOLÓGICAS TECNOLOGIAS

54 Ø Fornos de cimento / clínquer Ø Incineradores Ø Aterros Industriais Ø Encapsulamento Ø Estocagem Ø Plasma RESÍDUOS PERIGOSOS DESTINOS FINAIS ATUAIS CLANDESTINIDADE SABETAI CALDERONI / 2002

55 GERAÇÃO DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS FLUXO ATUAL ATUALMENTE SÃO GERADAS CERCA DE 535 MIL TONELADAS ANUAIS DE LIXO CLASSE I NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO ESTOQUE ATÉ MEADOS DE 1976, ÉPOCA DA CRIAÇÃO DA CETESB, NÃO HAVIA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL ESTIMA-SE QUE CERCA DE 2 MILHÕES DE TONELADAS DE LIXO PERIGOSO TENHAM SIDO PRODUZIDAS A PARTIR DOS ANOS 20 ATÉ A DÉCADA DE 70 NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO SABETAI CALDERONI / 2002

56 RESÍDUOS CLASSE I CORROSIVOS REATIVOS (REAGEM COM OUTRA SUBSTÂNCIA OU COM O AR) TÓXICOS INFLAMÁVEIS PATOGÊNICOS (POR EX.: LIXO HOSPITALAR) SABETAI CALDERONI / 2002

57 PRINCIPAIS SEGMENTOS INDUSTRIAIS GERADORES DE RESÍDUOS PERIGOSOS INDÚSTRIA QUÍMICA GALVANOPLASTIA ÓLEOS E LUBRIFICANTES TINTAS E PIGMENTOS CURTUMES INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA INDÚSTRIA DE FUNDIÇÃO SABETAI CALDERONI / 2002

58 RESÍDUOS PERIGOSOS PREJUIZOS À SAÚDE HUMANA CHUMBO CÉREBRO; RINS; REPRODUÇÃO; SANGUE; MEMÓRIA - CRIANÇA E FETO MAIS AFETADOS ZINCO ESTÔMAGO; PÂNCREAS; SANGUE CROMO NARIZ; FÍGADO; RINS; CÂNCER CÁDMIO PULMÕES; ESTÔMAGO; RINS; OSSOS; INTESTINO; CÂNCER – LETAL CIANETO CÉREBRO; CORAÇÃO; TIREÓIDE; OLHOS – LETAL TRICLORO- ETILENO CORAÇÃO; FÍGADO; RINS; SISTEMA IMUNOLÓGICO – LETAL TETRACLO- ROETILENO SISTEMA NERVOSO; DIFICULDADE DE FALAR E ANDAR; CÂNCER (FÍGADO) – LETAL SABETAI CALDERONI / 2002

59 MERCADOS POTENCIAIS SABETAI CALDERONI / )RESÍDUOS INDUSTRIAIS 2)RESÍDUOS HOSPITALARES 3)LODO DE ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS 4)RESÍDUOS PORTUÁRIOS E AEROPORTUÁRIOS 5)RESÍDUOS DOMICILIARES 6)RESÍDUOS RURAIS 7)RESÍDUOS DE POSTOS DE GASOLINA 8)RESÍDUOS DE CENTRAIS DE ABASTECIMENTO 9) SOLOS CONTAMINADOS EM PROCESSO DE BIORREMEDIAÇÃO

60 CLASSE I GERAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS CLASSE I POR SETOR NO ESTADO DE SP SETOR INDUSTRIALt / ano QUÍMICA ,50 MATERIAL DE TRANSPORTE ,20 COURO E PELES76.337,00 METALÚRGICA76.266,10 MINERAIS NÃO METÁLICOS28.039,70 PAPEL E PAPELÃO26.668,00 MATERIAL ELÉTRICO10.269,40 MECÂNICA5.515,50 % 33,1 21,8 14,3 14,2 5,2 5,0 1,9 1,0 3,4 100,0 OUTROS18.327,70TOTAL ,10

61 DESTINAÇÃO FINAL DOS RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS TIPO DE DESTINAÇÃO t / ano % % TOTAL DISPOSIÇÃO , ,5 TOTAL ESTOCAGEM , ,3 TOTAL TRATAMENTO , ,2 TOTAL GERAL , ,0 CLASSE I CLASSE II SABETAI CALDERONI / 2002

62 TIPOS DE RESÍDUOS CLASSE I GERADOS NO ESTADO DE SP RESÍDUO QUANTIDADE ( mil t/ano ) % S/ TOTAL D099-RESÍDUOS PERIGOSOS INDEFINIDOS 188,235,2 F003-SOLVENTES NÃO HALOGENADOS GASTOS 68,612,8 F030-ÓLEO USADO INCLUINDO LUBRIFICANTES 65,112,2 D002-RESÍDUO CORROSIVO 41,07,7 D009-RESÍDUO C/ CROMO TOTAL ( CONC.>5mg/L) 32,36,0 D001-RESÍDUO INFLAMÁVEL 17,73,3 F017-RESÍDUOS E LODOS DE TINTA PINTURA IND. 14,92,8 K061-LODO OU POEIRA DA PRODUÇÃO DE AÇO 14,22,7 K062-BANHO DECAPAGEM ACABAMENTO DO AÇO 9,21,7 F006- LODOS DE TRAT. ÁGUAS DE ELETRODEPOSIÇÃO 7,61,4 K065-SÓLIDOS TÓXICOS DA FUND. CHUMBO PRIM. 6,51,2 K051-LODOS TÓX. DE ÓLEOS DE REFINO PETRÓLEO 5,91,1 D008-RESÍDUO COM CHUMBO (CONC. > 5 mg/L) 5,81,1 K022- RES. TÓX. DE FUNDO DE DESTILAÇÃO C/ ALCATRÕES DA PRODUÇÃO DE FENOL/ACETONA A PARTIR DO CUMENO 5,31,0 OUTROS52,59,8 TOTAL535,6100,0

63 TECNOLOGIAS PLASMA

64 Os Quatro Estados da Matéria PLASMA Cauda do cometa Kohoutek GÁS LÍQUIDOSÓLIDO Lago Ontario, Canadá Magnetite Tocha de plasma

65 Calor + PLASMA O P L A S M A NO UNIVERSO = IONISAÇÃO

66 Relâmpagos Aurora boreal O PLASMA NO NOSSO PLANETA

67 1898 : Chemische Werke Hüls Produção de acetileno 1960s : NASA Testes de revestimentos cerâmicos : Equipe ex-NASA Aplicações industriais PLASMA ARTIFICIAL - FATOS HISTÓRICOS

68 Plasma Excelente Condutor Eléctrico PLASMA ARTIFICIAL CONVERSÃO DA Eletricidade EM CALOR... COMO O RELÂMPAGO... MAS DURÁVEL

69

70 EVITA EMISSÕES GERA ENERGIA GERA MATERIAL CERÂMICO EVITA CINZAS (REPROCESSAMENTO, TRANSPORTE E DISPOSIÇÃO) AUSÊNCIA DE RESÍDUOS EVITA TRANSPORTE CARACTERÍSTICAS DA TECNOLOGIA DE PLASMA APLICADA A RESÍDUOS PERIGOSOS

71 MOBILIDADE PLASMÓVEL MOBILIDADE PLASMÓVEL ECONOMIA DE TRANSPORTE ECONOMIA DE TRANSPORTE MENORES RISCOS NO TRANSPORTE MENORES RISCOS NO TRANSPORTE

72 TECNOLOGIAS CENTRAL DE RECICLAGEM INTEGRAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS DOMICILIARES

73 CENTRAL DE RECICLAGEM INTEGRAL DE RESÍDUOS ESTAÇÃO DE TRIAGEM DIGESTOR PROCESSAMENTO DE RECICLÁVEIS SABETAI CALDERONI / 2002

74 CENTRAL DE RECICLAGEM INTEGRAL DE RESÍDUOS TRIAGEM E COMERCIALIZAÇÃO DE MATERIAIS INORGÂNICOS PAPEL, PLÁSTICO, VIDRO, LATA DE ALUMÍNIO E LATA DE AÇO TRIAGEM E COMERCIALIZAÇÃO DE MATERIAIS INORGÂNICOS PAPEL, PLÁSTICO, VIDRO, LATA DE ALUMÍNIO E LATA DE AÇO PRODUÇÃO DE COMPOSTO ORGÂNICO DE ALTA QUALIDADE UTILIZAÇÃO DE DIGESTOR COM PROCESSAMENTO ANAERÓBIO PRODUÇÃO DE COMPOSTO ORGÂNICO DE ALTA QUALIDADE UTILIZAÇÃO DE DIGESTOR COM PROCESSAMENTO ANAERÓBIO PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA COM APROVEITAMENTO DO METANO PELAS TURBINAS PARA GERAÇÃO DE ENERGIA PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA COM APROVEITAMENTO DO METANO PELAS TURBINAS PARA GERAÇÃO DE ENERGIA BAIXO ÍNDICE DE RESÍDUOS FINAIS CERCA DE 5% DO TOTAL DE RESÍDUOS RECEBIDOS BAIXO ÍNDICE DE RESÍDUOS FINAIS CERCA DE 5% DO TOTAL DE RESÍDUOS RECEBIDOS SABETAI CALDERONI / 2002

75 Digestor Anaeróbio Triagem Secagem

76 Digestor Triagem Secagem Gasômetro Inflável

77 A COLETA SELETIVA PODE SER PRATICADA DE MODO A SEPARAR MATERIAIS INORGÂNICOS, SOBRETUDO A LATA DE ALUMÍNIO, O VIDRO E A LATA DE AÇO, ITENS ESTES QUE PODEM SER COMERCIALIZADOS À PARTE. CASO NÃO HAJA NO MUNICÍPIO PROGRAMA DE SEPARAÇÃO DOMICILIAR DO LIXO, A SEPARAÇÃO PODE SER PRATICADA JUNTO À UTE, APÓS A COLETA RESÍDUOS ORGÂNICOS DA AGRICULTURA OU LODO RESULTANTE DO TRATAMENTO DE ESGOTO SANITÁRIO PODERÃO CONSTITUIR-SE TAMBÉM EM FONTES DE ALIMENTAÇÃO DA UTE. VÁRIOS TIPOS DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS TAMBÉM PODEM SER APROVEITADOS, COMO POR EXEMPLO OS PROVENIENTES DA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS. A COLETA SELETIVA E A SELEÇÃO PÓS-COLETA SABETAI CALDERONI / 2002

78 ATENDIMENTO DOS PADRÕES AMBIENTAIS E COMBATE AO EFEITO ESTUFA A UTE EXCEDE OS PADRÕES AMBIENTAIS VIGENTES NOS EUA E NA EUROPA, INCLUSIVE NA ALEMANHA, TIDOS COMO DOS MAIS EXIGENTES DO MUNDO. A UTE EXCEDE OS PADRÕES AMBIENTAIS VIGENTES NOS EUA E NA EUROPA, INCLUSIVE NA ALEMANHA, TIDOS COMO DOS MAIS EXIGENTES DO MUNDO. O APROVEITAMENTO DO METANO PARA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA CORRESPONDE A 21 VEZES O SEQUESTRO DE DIÓXIDO DE CARBONO (CO2), NECESSÁRIO PARA SE EVITAR O EFEITO ESTUFA O APROVEITAMENTO DO METANO PARA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA CORRESPONDE A 21 VEZES O SEQUESTRO DE DIÓXIDO DE CARBONO (CO2), NECESSÁRIO PARA SE EVITAR O EFEITO ESTUFA A COTAÇÃO DO CO2 SEQUESTRADO É ESTIMADA EM AO MENOS U$ 10 / t A COTAÇÃO DO CO2 SEQUESTRADO É ESTIMADA EM AO MENOS U$ 10 / t SABETAI CALDERONI / 2002

79 OS RESÍDUOS DO PROCESSO OS RESÍDUOS RESULTANTES DO PROCESSO PODERÃO SER APROVEITADOS PARA A PRODUÇÃO DE OUTROS MATERIAIS. POUCO TENDE A RESTAR PARA ENTREGA AO ATERRO DO MUNICÍPIO, PROVAVELMENTE MENOS DE 10% DO TOTAL DE LIXO DOMICILIAR GERADO SABETAI CALDERONI / 2002

80 LOCALIZAÇÃO DESCENTRALIZADA EM UNIDADES MODULARES EM MUNICÍPIOS CUJA TONELAGEM PERMITA A IMPLANTAÇÃO DE MAIS DE UMA USINA CONVÉM QUE A LOCALIZAÇÃO DE CADA UMA SEJA A MAIS PRÓXIMA POSSÍVEL DOS FOCOS DE GERAÇÃO DE LIXO ISSO REDUZIRIA AS DISTÂNCIAS QUE OS CAMINHÕES COLETORES DE LIXO PERCORREM ENTRE AS RESIDÊNCIAS E O DESTINO FINAL, RESULTANDO EM: o GRANDE ECONOMIA COM TRANSPORTE DE LIXO o REDUÇÃO DO VOLUME DE TRÁFEGO DOS CAMINHÕES COLETORES (MENOS CAMINHÕES E MENOS km PERCORRIDOS) o REDUÇÃO DA POLUIÇÃO AMBIENTAL SABETAI CALDERONI / 2002

81

82 GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS REDUÇÃO NA FONTE REUTILIZAÇÃO ATERROS SANITÁRIOS COLETA SELETIVA RECICLAGEM DE INORGÂNICOS COMPOSTAGEM RECICLAGEM ENERGÉTICA INCINERAÇÃO SABETAI CALDERONI / 2002


Carregar ppt "ADVB ASSOC. DOS DIRIGENTES DE VENDAS E MARKETING DO BRASIL PROF. DR. SABETAI CALDERONI São Paulo, 19 de agosto de 2002 O LIXO COMO FATOR ECONÔMICO NA SOLUÇÃO."

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