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Filosofia Prof. Everton da Silva Correa 1. 2.

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1 Filosofia Prof. Everton da Silva Correa 1

2 2

3 Você acredita em seus olhos? 3

4 Conhecer? Saber? O que conhecemos? Como conhecemos? Por que conhecemos? Sabemos que conhecemos? 4

5 O conhecimento e os primeiros filósofos Alguns exemplos indicam a existência da preocupação dos primeiros filósofos com o conhecimento e, aqui, tomaremos três: Heráclito de Éfeso; Parmênides de Eleia; Demócrito de Abdera. 5

6 Heráclito de Éfeso 6

7 Heráclito considerava a natureza (o mundo, a realidade) um fluxo perpétuo, o escoamento contínuo dos seres em mudança perpétua. Não podemos banhar-nos duas vezes no mesmo rio, porque as águas nunca são as mesmas e nós nunca somos os mesmos. Se tudo não cessa de se transformar perenemente, como explicar que nossa percepção nos ofereça as coisas como se fossem estáveis, duradouras e permanentes? 7

8 Segundo Heráclito, há dois tipos de conhecimento: O conhecimento que nossos sentidos nos oferecem (que é a imagem da estabilidade); E o conhecimento que nosso pensamento alcança (que é a verdade como mudança contínua). Então, qual o conhecimento verdadeiro? 8

9 Parmênides de Eleia 9

10 Segundo Parmênides, só podemos pensar sobre aquilo que permanece idêntico a si mesmo. Conhecer é alcançar o idêntico, o imutável. Então, como pensar o que é e não é ao mesmo tempo? Para Parmênides, pensar é apreender um ser em sua identidade profunda e permanente. Desta forma, o pensamento não pode pensar sobre coisas que são e não são, que são contrárias e contraditórias. 10

11 Demócrito de Abdera 11

12 Demócrito desenvolveu uma teoria sobre o Ser ou sobre a natureza conhecida com o nome de atomismo: a realidade é constituída por átomos. Os átomos, para Demócrito, possuem formas e consistências diferentes. São justamente essas variedades que produzem a multiplicidade de seres, suas mudanças e desaparições. No atomismo, somente o pensamento pode conhecer os átomos, que são invisíveis para nossa percepção sensorial. 12

13 Afinal... Pensamos com base no que percebemos ou pensamos negando o que percebemos? O pensamento continua, nega ou corrige a percepção? O modo como os seres nos aparecem é o modo como os seres realmente são? 13

14 Sócrates e o sofistas Preocupações como essas levaram, na Grécia clássica, a duas atitudes filosóficas: A dos sofistas; A de Sócrates. Com eles, os problemas do conhecimento tornaram-se centrais. 14

15 Os sofistas 15

16 Diante da pluralidade de respostas, os sofistas concluíram que não podemos conhecer a Verdade (o Ser). Para eles a Verdade não existe. O que existe são nossas opiniões subjetivas sobre a realidade. Assim, se a verdade é uma questão de opinião e de persuasão, a linguagem se torna mais importante do que a percepção e o pensamento. 16

17 Sócrates 17

18 Opondo-se aos sofistas, Sócrates afirmava que a verdade pode ser conhecida desde que compreendamos que precisamos começar afastando as ilusões dos sentidos e a multiplicidade de opiniões. Para Sócrates, possuímos uma alma racional e que nos assegura que podemos alcançar a verdade e que a alcançamos apenas pelo pensamento, isto é, pela atividade de nossa razão. Desta forma, conhecer é começar a examinar as contradições das aparências e das opiniões para poder abandoná-las e passar da aparência à essência, da opinião ao conceito. Esse procedimento é conhecido como ironia e maiêutica. 18

19 Platão e Aristóteles Ambos herdaram de Sócrates o procedimento filosófico de abordar uma questão começando pela discussão e pelo debate das opiniões contrárias sobre ela. Além disso, passaram a definir as formas de conhecer e as diferenças entre o conhecimento verdadeiro e a ilusão, introduzindo na filosofia a ideia de que existem diferentes maneiras de conhecer ou graus de conhecimento. 19

20 Platão 20

21 Platão distingue quatro formas ou graus de conhecimento, que vão do grau inferior ao superior: 1. Crença; 2. Opinião; 3. Raciocínio; 4. Intuição intelectual. Os dois primeiros graus formam o que ele chama de conhecimento sensível, enquanto os dois últimos formam o conhecimento inteligível. 21

22 Explicando Crença: é nossa confiança no conhecimento sensorial. 2. Opinião: é nossa aceitação do que nos ensinaram sobre coisas ou o que delas pensamos conforme nossas sensações e lembranças. 3. Raciocínio: treina e exercita nosso pensamento, purifica-o das sensações e opiniões e o prepara ao grau seguinte. 4. Intuição intelectual: que conhece as essências das coisas ou o que Platão denomina com a palavra ideia. 22

23 Mas como chegar a intuição intelectual? O caminho proposto por Platão para superar a crença e chegar à intuição intelectual deve ser feito por meio da dialética, que consiste em trabalhar expondo e examinado teses contrárias sobre um mesmo assunto ou sobre uma mesma coisa. Somente esse percurso dialético é que proporcionará, ao seu término, a intuição intelectual de uma essência (ideia). 23

24 Aristóteles 24

25 Aristóteles distingue sete formas ou graus de conhecimento: 1. Sensação; 2. Percepção; 3. Imaginação; 4. Memória; 5. Linguagem; 6. Raciocínio; 7. Intuição. 25

26 Para Aristóteles (diferente de Platão), nosso conhecimento vai sendo formado e enriquecido por acumulação das informações trazidas por todos os graus, de modo que, há continuidade entre eles. Porém, há uma separação entre os seis primeiros graus e o último. Pois, enquanto os seis primeiros dependem dos sentidos, o último é um ato do pensamento puro. Assim, em cada um desses graus temos acesso a um aspecto do Ser ou da realidade e, na intuição intelectual, temos o conhecimento dos princípios universais e necessários do pensamento. 26

27 Por fim... 27

28 Com os filósofos gregos, estabeleceram-se alguns princípios gerais do conhecimento verdadeiro 1. A determinação das fontes e formas do conhecimento; 2. A distinção entre conhecimento sensível e intelectual; 3. O papel da linguagem no conhecimento; 4. A diferença entre opinião e conhecimento verdadeiro; 5. A diferença entre aparência e essência; 6. O estabelecimento de procedimentos corretos que orientam a razão na busca do conhecimento verdadeiro; 28

29 Fim 29


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