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O período pré-socrático O ponto de partida da filosofia Grega está no período pré-socrático.

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1 O período pré-socrático O ponto de partida da filosofia Grega está no período pré-socrático

2 Os filósofos pré-socráticos, possuíam unidade temática: a physis. No grego, significa renascimento, características espontâneas de um ser e a força responsável pela criação dos seres e a transformação destes.

3 Os pré-socráticos buscavam a origem natural do universo, as transformações que ocorriam e seu destino. Para isso utilizavam aforismos (expressão moral que é compreendida por meio de poucas palavras) para relatar sobre a natureza utilizando conceitos metafísicos e místico-religiosos.

4 O período pré-socrático Envolve o conjunto de reflexões filosóficas desenvolvida desde Tales de Mileto ( a. C.) até o surgimento de Sócrates (468 – 399 a. C.).

5 O período pré-socrático A base da reflexão dos pensadores de Mileto (Jônia, litoral ocidental da Asia menor): A busca da substância primordial

6 Mileto legou para a humanidade os três primeiros pensadores da história ocidental TALES ANAXIMANDRO ANAXÍMENES

7 A reflexão predominante era a cosmologia Explicação racional das características do universo. Procuraram desenvolver a ARCHÉ: O princípio substancial ou substância primordial de todas as coisas

8

9 Os filósofos pré-socráticos e suas escolas Escola Jônica: Tales de Mileto,Anaximenes de Mileto, Anaximandro de Mileto e Heráclito de Éfeso; Escola Itálica: Pitágoras de Samos, Filolau de Crotona e Árquitas de Tarento. Escola Eleata: Xenófanes, Parmênides de Eléia, Zenão de Eléia e Milisso de Samos. Escola da Pluralidade: Empédocles de Agrigento, Anaxágora de Clazômena, Leucipo e Demócrito de Abdera.

10 TALES A água é a substância primordial, a origem única de todas as coisas. A substância imutável.

11 ANAXIMANDRO DE MILETO O princípio de todas as coisas transcende os limites do observável. APEIRON – O indeterminado o infinito seria a geradora dos seres.

12 ANAXÍMENES Uma temática de conciliação entre Tales e Anaximandro. Concluiu que a ARCHÉ de tudo é o ar, representa um elemento invisível e imponderável, quase inobservável e no entanto observável. O ar é a força vital.

13 Heráclito Éfeso Escola Mobilista O movimento perpétuo do mundo. Tornou-se célebre pela frase vir a ser, devir. Tudo flui, nada persiste, nem permanece o mesmo. O ser não é mais do que vir-a- ser.

14 Não podemos entrar duas vezes no mesmo rio pois suas águas se renovam a cada instante. Não tocamos duas vezes no mesmo ser, pois este modifica constantemente sua condição.

15 PITÁGORAS DE SAMOS Os números. A essência dos seres seria uma estrutura matemática, da qual originariam problemas como: finito e infinito, par e ímpar, unidade e multiplicidade, reta e curva, círculo e quadrado.

16 A diferença entre os seres consiste, essencialmente, em questão de números (limite e ordem das coisas).

17 XENÓFANES DE CÓLOFON Destacou–se na teologia, combateu acirradamente a concepção antropomórfica dos deuses, defendia um Deus único distinto do homem, não gerado, eterno, imóvel, puro pensamento, e que age através de seu pensamento.

18 XENÓFANES DE CÓLOFON O elemento primordial é a terra Do elemento terra Xenófanes desenvolve sua cosmologia

19 Os pensadores eleáticos: O ser e o conhecer Epistemologia ( os estudos sobre o conhecer) Ontologia( os estudos sobre o ser) Os contrários jamais poderiam coexistir.

20 Parmênides de Eléia Defendia a existência de dois caminhos para compreensão da realidade. O caminho da filosofia, da razão, da essência. O segundo é o da crendice, da opinião pessoal, da aparência enganosa, que ele considerava a via de Heráclito.

21 Considerado o primeiro filósofo a formular os princípios lógicos de identidade e não contradição. Parmênides afirmou que o ser é eterno, único, imóvel e ilimitado.

22 Para Parmênides, o caminho da essência é: Existe o ser, e não é concebível sua não existência. O ser é; o não ser não é.

23 Quando a realidade é pensada pelo caminho da aparência, tudo se confunde em função do movimento, da pluralidade e do devir. Parmênides entendia que é no mundo da ilusão e da aparência que os homens vivem

24 O mundo da ilusão não é uma ilusão de mundo, mas uma manifestação da realidade que cabe à razão interpretar, explicar e compreender, até que alcance a essência dessa realidade.

25 Zenão de Eléia (discípulo de Parmênides a.C.) O paradoxo de Zenão – Aquiles e a tartaruga – Tarefa que se repetiria ao infinito. Aceitava as posições do adversário para depois mostrar as contradições e erros.

26 Empédocles de Agrigento: A unidade de tudo Defendia a existência de quatro elementos primordiais, que constituem as raízes de todas as coisas percebidas: O fogo, a terra, a água e o ar.

27 Tudo isso se move e se mistura em função de dois princípios universais opostos. Amor e Ódio

28 Demócrito de Abdera: O átomo e a diversidade Desenvolveu o atomismo, tudo é constituído por partículas invisíveis e indivisíveis chamadas de átomos. (a = negação; tomo = divisível).

29 Pelos os átomos Demócrito explica a percepção e o conhecimento

30 Grande contribuição do atomismo. Tudo que existe no universo nasce da necessidade, nada nasce do nada, nada retorna do nada. Tudo tem uma causa.


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