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Filosofia https://www.facebook.com/Prof.EvertonCorrea.

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1 Filosofia https://www.facebook.com/Prof.EvertonCorrea

2 Prof. Everton da Silva Correa
A proposição Prof. Everton da Silva Correa

3 Uma proposição (S é P) é constituída por elementos que são seus termos
Uma proposição (S é P) é constituída por elementos que são seus termos. Aristóteles define os termos como “aquilo que serve para designar uma coisa”. Os termos estão em tudo que pensamos e dizemos.

4 Há dez tipos de termos: Substância (homem, Sócrates, animal);
Quantidade (dois metros de cumprimento); Qualidade (branco, grego, agradável); Relação (o dobro, a metade, maior do que); Lugar (em casa, na rua, no alto); Tempo (ontem, hoje, agora); Posição (sentado, deitado, de pé); Posse (armado, isto é, na posse de uma arma); Ação (corta, fere, derrama); Paixão ou passividade (está cortado, está ferido).

5 Extensão: é o conjunto de objetos designados por um termo.
Os termos indicam o que uma coisa é ou faz, ou como está. Cada um deles possuem duas propriedades lógicas: Extensão: é o conjunto de objetos designados por um termo. (Exemplo: o termo homem designa tanto Pedro, quanto Paulo e Sócrates) Compreensão: é o conjunto de propriedades que esse mesmo termo designa. (Exemplo: o termo homem possui as propriedades de animal, vertebrado, mamífero, bípede, mortal e racional)

6 Assim... Quanto maior a extensão de um termo, menor sua compreensão, e quanto maior a compreensão, menor a extensão. Essa distinção permite classificar os termos em três tipos: Gênero: extensão maior, compreensão menor. Exemplo: animal; Espécie: extensão média e compreensão média. Exemplo: homem; Indivíduo: extensão menor, compreensão maior. Exemplo: Sócrates.

7 Na proposição... Na proposição, o termo da substancia é o sujeito (S) e os demais termos são os predicados (P) atribuídos ao sujeito. A atribuição ou predicação se faz por meio do verbo de ligação ser. Exemplo: Pedro (não) é alto. Dessa forma, a proposição reúne ou separa verbalmente o que o juízo reuniu ou separou mentalmente. S P

8 Reunião e separação A reunião de termos se faz pela afirmação: S é P.
A separação se faz pela negação: S não é P. A reunião ou separação dos termos é considerada verdade quando o que foi reunido ou separado em pensamento e na linguagem também está efetivamente na realidade.

9 Do ponto de vista do sujeito (S), há dois tipos de proposições
Proposição existencial: declara a existência, posição, ação ou paixão do sujeito. Por exemplo: “Um homem é (existe)”, “Um homem anda”. E suas negativas: “Um homem não é (não existe)”, “Um homem não anda”; Proposição predicativa: declara a atribuição de alguma coisa a um sujeito por meio do verbo de ligação é. Por exemplo: “Um homem é justo”, “Um homem não é justo”.

10 As proposições se classificam segundo a qualidade e a quantidade
Do ponto de vista da qualidade, as proposições se dividem em: Afirmativas: as que atribuem alguma coisa a um sujeito: S é P. Negativas: as que separam o sujeito de alguma coisa: S não é P.

11 Do ponto de vista da quantidade, as proposições se dividem em:
Universais: quando o predicado se refere à extensão total do sujeito, afirmativamente (Todos os S são P) ou negativamente (Nenhum S é P); Particulares: quando o predicado é atribuído a uma parte da extensão do sujeito, afirmativamente (Alguns S são P) ou negativamente (Alguns S não são P); Singulares: quando o predicado é atribuído a um único indivíduo, afirmativamente (Este S é P) ou negativamente (Este S não é P).

12 As proposições também se distinguem pela modalidade
Necessárias: quando o predicado está incluído necessariamente na essência do sujeito, fazendo parte dessa essência. Por exemplo: “Todo homem é mortal”; Não-necessárias ou impossíveis: quando o predicado não pode, de modo algum, se atribuído ao sujeito. Por exemplo: “Nenhum triângulo é figura de três lados”; Possíveis: quando o predicado pode ser ou deixar de ser atribuído ao sujeito. Por exemplo: “Alguns homens são justos”.

13 Classificação das proposições segundo a relação
Contraditórias: quando temos o mesmo sujeito e o mesmo predicado, uma das proposições é universal afirmativa (Todos os S são P) e a outra é particular negativa (Alguns S não são P). Por exemplo: (p1) Todos os homens são mortais. (p2) Alguns homens não são mortais. Logo, (a conclusão é contraditória). S P S P

14 (p1) Todas as estrelas são astros com luz própria.
Contrárias: quando, tendo o mesmo sujeito e o mesmo predicado, uma das proposições é universal afirmativa (Todo S é P) e a outra é universal negativa (Nenhum S é P). Por exemplo: (p1) Todas as estrelas são astros com luz própria. (p2) Nenhuma estrela é um astro com luz própria. Logo, (a conclusão é contrária). S P S P

15 (p1) Todos os santistas são felizes.
Subalternas: quando uma universal afirmativa subordina uma particular afirmativa de mesmo sujeito e predicado. Por exemplo: (p1) Todos os santistas são felizes. (p2) Alguns santistas são felizes. Logo, (a conclusão é subalterna). S P S P

16 Quadrados dos opostos

17 Tipos de juízos Quando a proposição é universal e necessária (seja afirmativa, seja negativa), diz-se que ela declara um juízo apodítico. (Todos os homens são mortais) Quando a proposição é universal possível ou particular possível (afirmativa ou negativa), diz-se que ela declara um juízo hipotético, cuja formulação é: “Se... Então...”. (Se a educação for boa, ele será virtuoso) Quando a proposição é universal ou particular (afirmativa ou negativa) e comporta uma alternativa que depende dos acontecimentos ou das circunstancias, diz-se que ela declara um juízo disjuntivo, cuja formulação é: “Ou... Ou...”. (Ou choverá amanhã ou não choverá amanhã)

18 Questões Que são e quais são os termos?
O que é uma proposição? Quais são os seus elementos? Qual a diferença entre proposição existencial e proposição predicativa? Explique o que são juízo apodítico, hipotético e disjuntivo.

19 FIM Referência: CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. 14. ed. São Paulo: Ática, p


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