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Saúde Mental no Trabalho. Sofrimento psíquico e subjetividade contemporânea Mundo hoje: oceano infinito, agitado por ondas turbilhonares – fluxos variáveis.

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1 Saúde Mental no Trabalho

2 Sofrimento psíquico e subjetividade contemporânea Mundo hoje: oceano infinito, agitado por ondas turbilhonares – fluxos variáveis sem totalização possível em territórios demarcáveis, sem fronteiras estáveis, em constantes rearranjos. De acordo com alguns, um segundo dilúvio – só que desta vez as águas nunca mais irão baixar, nunca mais haverá terra à vista, as arcas são muitas e flutuam para sempre, lotadas de Noés também muitos e de toda espécie. Nunca mais os pés pousarão na paisagem estável de uma terra firme: habituar-se a navegar é preciso, sem um norte fixo, como ponto de vista geral sobre esta superfície tumultuada e movente. Não há mais apenas uma forma de realidade com seu respectivo mapa de possíveis. Os possíveis agora se reinventam e se redistribuem o tempo todo, ao sabor de ondas de fluxos, que desmancham formas de realidade e geram outras, que acabam igualmente dispersando-se no oceano, levadas pelo movimento de novas ondas.

3 Sofrimento psíquico e subjetividade contemporânea Subjetividades hoje: arrancadas do solo, elas tem o dom da ubiqüidade – flutuam ao sabor das conexões mutáveis do desejo com fluxos de todos os lugares e todos os tempos, que transitam simultâneos pelas ondas eletrônicas. Filtro singular e fluido deste imenso oceano também fluido. Sem nome ou endereço fixo, sem identidade: modulações metamorfoseantes num processo sem fim, que se administra dia a dia, incansavelmente.

4 Sofrimento psíquico e subjetividade contemporânea onde está a identidade? como recompor uma identidade neste mundo onde territórios nacionais, culturais, étnicos, religiosos, sociais, sexuais perderam sua aura de verdade, desnaturalizaram-se irreversivelmente, misturam-se de tudo quanto é jeito, flutuam ou deixam de existir? Como reconstituir um território neste mundo movediço? Como se virar com esta desorientação? Como reorganizar algum sentido? Como fazer surgir zonas francas de serenidade? E este coro transnacional oscila em variações sobre o tema compostas por posições afetivas que vão da deslumbrada à apocalíptica. Esperança ou desesperança, tanto faz: pólos de uma posição moralista que naturaliza um sistema de valor e com ele interpreta, julga e prognostica o que se passa – final feliz ou fim de tudo.

5 Zygmunt Bauman: o conceito de sociedade líquido-moderna

6 Relações perversas do trabalho na contemporaneidade Trabalho e adoecimento Trabalho e degradação ambiental Trabalho e precarização social

7 A precarização social e do trabalho e suas dimensões Vínculos de trabalho e relações contratuais Formas de organização do trabalho e condições de trabalho Precarização da saúde dos trabalhadores Grupo das LER/DORT Transtornos mentais (Fragilização do reconhecimento social, da valorização simbólica e do processo de construção das identidades individuais e coletivas. Enfraquecimento da organização coletiva.

8 Violência psicológica no trabalho

9 Saúde Mental Relacionada ao Trabalho (SMRT) – a psicopatologia da precarização e da violência Essa categorização tem como fundamento estudos clínicos e sociais realizados em diferentes países, inclusive no Brasil, ao longo das últimas três décadas, e tem sido objeto de revisão e sistematização recentes. Estão incluídos neste grupo: quadros depressivos; esgotamento profissional (Burnout); o transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) dependência de bebidas alcoólicas e outras substâncias (drogas ilegais e psicotrópicos).

10 Referências Franco, T., Druck, G. & Seligmann-Silva, E. (2010). As novas relações de trabalho, o desgaste mental do trabalhador e os transtornos mentais no trabalho precarizado. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional, 35(122), Linhart, D. (2009). Modernisation et précarisation de la vie au travail. Papeles del CEIC (Centro de Estudios sobre la Identidad Colectiva), (49). Disponível em: ROLNIK, Suely. Novas figuras do caos. In: SANTAELLA, L. & VIEIRA, J. A (Orgs.). Caos e Ordem na Filosofia e nas Ciências. Face e Fapesp, São Paulo, Disponível no site dev.nucleodesubjetividade.net


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