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Ministério da Saúde – MS Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz Dr. Pedro H. Cabello Instituto Oswaldo Cruz – IOC Laboratório de Genética Humana - LGH Noções.

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1 Ministério da Saúde – MS Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz Dr. Pedro H. Cabello Instituto Oswaldo Cruz – IOC Laboratório de Genética Humana - LGH Noções Básicas de Epidemiologia

2 Ministério da Saúde – MS Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz Dr. Pedro H. Cabello Instituto Oswaldo Cruz – IOC Laboratório de Genética Humana - LGH O que é Epidemiologia? Epidemiologia é o estudo da distribuição e dos fatores determinantes de estados relacionados à saúde ou a eventos em populações específicas e a aplicação desse estudo no controle de problemas de saúde (Dicionário de epidemiologia, 1988)

3 Ministério da Saúde – MS Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz Dr. Pedro H. Cabello Instituto Oswaldo Cruz – IOC Laboratório de Genética Humana - LGH Perguntas Básicas que Deven Ser Respondidas Contato Infecção Doença Morte Porque o efeito é variável?

4 Ministério da Saúde – MS Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz Dr. Pedro H. Cabello Instituto Oswaldo Cruz – IOC Laboratório de Genética Humana - LGH Perguntas Básicas que Deven Ser Respondidas O que regula a quantidade da infecção? InfecçãoInfecção T e m p o

5 Ministério da Saúde – MS Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz Dr. Pedro H. Cabello Instituto Oswaldo Cruz – IOC Laboratório de Genética Humana - LGH Premisa básica as doenças (ou eventos relacionados à saúde) não se distribuem ao acaso em uma população. Existem certas características ou fatores que nos predispõem ou nos protegem das doenças.

6 Ministério da Saúde – MS Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz Dr. Pedro H. Cabello Instituto Oswaldo Cruz – IOC Laboratório de Genética Humana - LGH Objetivos Típicos da Pesquisa Epidemiológica C ompreensão das causa da doença I dentificar a etiologia (ou a causa ou fatores de risco) de alguma doença – fatores que aumentam o risco de doença D elineamento do tratamento A valiar medidas preventivas e terapêuticas e modos de assistência novos ou já existentes. (e.g. o rastreamento do câncer de próstata em homens, utilizando-se o PSA melhora a sobrevida dos pacientes com câncer de próstata?) D ar suporte ao desenvolvimento de políticas de saúde pública D ar subsidios para tomada de decisões de legislação relacionadas aos problemas de saúde/ambiente (e.g. Prevenção de doenças através de programas de imunização infantil. Que tipos de profissões estão associadas a risco aumentado de doenças em trabalhadores e que tipos de leis são necessárias?)

7 Ministério da Saúde – MS Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz Dr. Pedro H. Cabello Instituto Oswaldo Cruz – IOC Laboratório de Genética Humana - LGH Análise das causas da doença Ambiente Agente causal Hospedeiro Vetor

8 Ministério da Saúde – MS Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz Dr. Pedro H. Cabello Instituto Oswaldo Cruz – IOC Laboratório de Genética Humana - LGH Intervenção clínica e intervenção epidemiológica Quadro Clínico Quadro de Saúde Populacional

9 Ministério da Saúde – MS Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz Dr. Pedro H. Cabello Instituto Oswaldo Cruz – IOC Laboratório de Genética Humana - LGH Estado de saúde populacional Quadro Epidemiológico Estatística Diagnóstico Comunitário Tratamento Epidemiológico Intervenção clínica e intervenção epidemiológica Quadro Clínico Sinais e sintomas Dor precordial, Hipertensão arterial, Tabagismo, Deslipidemia Semiologia Diagnóstico Clínico Tratamento Clínico Taxas Percentagens Coeficientes Índices

10 Ministério da Saúde – MS Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz Dr. Pedro H. Cabello Instituto Oswaldo Cruz – IOC Laboratório de Genética Humana - LGH Raciocínio epidemiológico Trata-se de um processo em várias etapas: 1) existe associação entre o fator de risco e o desenvolvimento da doença (ou evento) em questão? 2) Essa associação é causal? 3) Essa associação foi favorecida por algum tipo de distorção ou erro (viés, confundimento) no estudo? 4) Esse padrão de associação se repete em outros estudos em diferentes populações?

11 Ministério da Saúde – MS Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz Dr. Pedro H. Cabello Instituto Oswaldo Cruz – IOC Laboratório de Genética Humana - LGH Estudos epidemiológicos Métodos utilizados em pesquisa epidemiológica caem em duas amplas categorias, de acordo com o foco da investigação: Descrever a distribuição dos agravos e a distribuição dos seus determinantes – estudos descritivos Testar hipóteses sobre a associação entre determinante e agravo – estudos analíticos

12 Ministério da Saúde – MS Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz Dr. Pedro H. Cabello Instituto Oswaldo Cruz – IOC Laboratório de Genética Humana - LGH Descritivos x analíticos CaracterísticasDescritivosAnalíticos Possuem grupo de comparação NãoSim Hipóteses etiológicas SugeremTestam

13 Ministério da Saúde – MS Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz Dr. Pedro H. Cabello Instituto Oswaldo Cruz – IOC Laboratório de Genética Humana - LGH POPULAÇÃO SOB AS CONDIÇÕES EM ESTUDO CLASSIFICAÇÃO DOS ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS Eixos classificatórios 1- Experimentação 2- Comparabilidade 3- Unidade da pesquisa 4- Temporalidade 5- Amostragem 6- Observação do desfecho Amostra

14 Ministério da Saúde – MS Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz Dr. Pedro H. Cabello Instituto Oswaldo Cruz – IOC Laboratório de Genética Humana - LGH Classificação quanto à presença de INTERVENÇÃO: Algoritmo para classificação: 1 - Experimentação Estudo Experimental Estudo Observacional Há intervenções do investigador ? SIMNÃO Alocação Randômica ? Estudo Randomizado Estudo Não Randomizado SIM NÃO Grupo de Comparação ? Estudo Descritivo Estudo Analítico NÃOSIM

15 Ministério da Saúde – MS Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz Dr. Pedro H. Cabello Instituto Oswaldo Cruz – IOC Laboratório de Genética Humana - LGH 2 - Comparabilidade Existem indivíduos nos quatro grupos de uma tabela 2 x 2 para exposição e desfecho O grupo controle é necessário quando o objetivo do estudo for avaliar o contraste entre duas populações ou entre dois fenômenos

16 Ministério da Saúde – MS Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz Dr. Pedro H. Cabello Instituto Oswaldo Cruz – IOC Laboratório de Genética Humana - LGH Tabela de contingência ou tabela 2 x 2 IE = a/(a+b) é a incidência de doentes entre os expostos. I0 = c/(c+d) é a incidência de doentes entre os não-expostos. IN = (a+c)/(a+b+c+d) é a incidência do agravo na população total. ExposiçãoDoentes Não Doentes Total ExpostosABA + B Não Expostos CDC + D TotalA + CB + DA + B + C + D

17 Ministério da Saúde – MS Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz Dr. Pedro H. Cabello Instituto Oswaldo Cruz – IOC Laboratório de Genética Humana - LGH 3 - Unidade de observação É o nível comum para o qual os dados de todas as variáveis foram reduzidos e analisados: Indivíduo Grupo (unidade agregada ) – estudos ecológicos

18 Ministério da Saúde – MS Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz Dr. Pedro H. Cabello Instituto Oswaldo Cruz – IOC Laboratório de Genética Humana - LGH TEMPO OBSERVAÇÃO NO TEMPO PRESENTE RETROSPECTIVOS NÃO-CONCORRENTES RETROSPECTIVOS NÃO-CONCORRENTES PROSPECTIVOS - CONCORRENTES TRANSVERSAIS ESTUDOS: 1. RETROSPECTIVOS 2. PROSPECTIVOS 3. TRANSVERSAIS Classificação quanto à 4 - temporalidade Transversais = prevalência: Proporção do número de casos em uma população com demarcação de um ponto no tempo. Vantagens: baratos, usualmente fontes secundárias Se há boa notificação >>> poucas perdas

19 Ministério da Saúde – MS Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz Dr. Pedro H. Cabello Instituto Oswaldo Cruz – IOC Laboratório de Genética Humana - LGH ESTUDOS ANALÍTICOS - SEGUNDO A DIREÇÃO E MOMENTO DE OBSERVAÇÃO Associação no passado com os desfechos no presente. ESTUDO DE COORTE ESTUDO CASO-CONTROLE TEMPO EXPOSIÇÃO >>> EVOLUÇÃO

20 Ministério da Saúde – MS Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz Dr. Pedro H. Cabello Instituto Oswaldo Cruz – IOC Laboratório de Genética Humana - LGH EIXO DE TEMPORALIDADE (TIMING) Prospectivo (contemporâneo) à ocorrência do desfecho e/ou exposição: expostos e não expostos são seguidos prospectivamente à ocorrência de casos novos da doença. É estudado para determinar se a exposição e o desfecho estão associados

21 Ministério da Saúde – MS Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz Dr. Pedro H. Cabello Instituto Oswaldo Cruz – IOC Laboratório de Genética Humana - LGH EIXO DE TEMPORALIDADE (TIMING) Retrospectivo (histórico ou não-concorrente) à ocorrência do desfecho e/ou da exposição: Quando o estudo se inicia, tanto a exposição quanto o desfecho já ocorreram; Expostos e não-expostos são seguidos retrospectivamente – estudos baseados em dados secundários.

22 Ministério da Saúde – MS Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz Dr. Pedro H. Cabello Instituto Oswaldo Cruz – IOC Laboratório de Genética Humana - LGH 5 - Observação do desfecho De que forma está sendo medido o desfecho saúde-doença? Casos incidentes – estudos longitudinais – as observações nos indivíduos são realizadas em, pelo menos, dois diferentes momentos do tempo Casos prevalentes – estudos seccionais – as observações nos indivíduos são realizadas em um único ponto do tempo


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