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A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL

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Apresentação em tema: "A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL"— Transcrição da apresentação:

1 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
CONHECER OS MOMENTOS HISTÓRICOS DA CONSTRUÇÃO DA DEMOCRACIA AO LONGO DA HISTÓRIA Escola Secundária de Ermesinde 18 de Fevereiro 2013 Manuel Cunha

2 Escola Secundária de Ermesinde
A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL CONHECER OS MOMENTOS HISTÓRICOS DA CONSTRUÇÃO DA DEMOCRACIA AO LONGO DA HISTÓRIA Escola Secundária de Ermesinde 18 de Fevereiro 2013

3 DEMOCRACIA REPRESENTATIVA
A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL DEMOCRACIA Sistema Político em que a autoridade emana do conjunto dos cidadãos. DEMOCRACIA REPRESENTATIVA Situação política-administrativa em que o povo governa através dos representantes seus, periodicamente eleitos. (Do grego DEMOKRATIA, “governo Popular, ….. ) Dicionário PORTO EDITORA 8 Edição 1998

4 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
DEMOCRACIA / PROGRAMA

5 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
- ORIGEM DA DEMOCRACIA

6 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
- ORIGEM DA DEMOCRACIA

7 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
A DEMOCRACIA FOI UMA CONQUISTA NÃO FOI OFERECIDA OU DADA

8 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
A DEMOCRACIA FOI UMA CONQUISTA NÃO FOI OFERECIDA OU DADA

9 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
A DEMOCRACIA FOI UMA CONQUISTA NÃO FOI OFERECIDA OU DADA

10 - ORIGEM DA DEMOCRACIA - GRÉCIA
A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL - ORIGEM DA DEMOCRACIA - GRÉCIA

11 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS – 1948 DIREITOS CÍVICOS, POLÍTICOS, SOCIAIS, ECONÓMICOS E CULTURAIS (AMBIENTAIS)

12 PREVÊM DIREITOS QUE OS GOVERNOS SE COMPROMETERAM A RESPEITAR.
A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS – 1948 E OUTROS TRATADOS. PREVÊM DIREITOS QUE OS GOVERNOS SE COMPROMETERAM A RESPEITAR.

13 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
A DEMOCRACIA FOI UMA CONQUISTA NÃO FOI OFERECIDA OU DADA

14 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
A DEMOCRACIA FOI UMA CONQUISTA NÃO FOI OFERECIDA OU DADA

15 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
A DEMOCRACIA FOI UMA CONQUISTA NÃO FOI OFERECIDA OU DADA

16 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
A DEMOCRACIA FOI UMA CONQUISTA NÃO FOI OFERECIDA OU DADA

17 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
A DEMOCRACIA FOI UMA CONQUISTA NÃO FOI OFERECIDA OU DADA

18 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
A DEMOCRACIA FOI UMA CONQUISTA NÃO FOI OFERECIDA OU DADA

19 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
A DEMOCRACIA FOI UMA CONQUISTA NÃO FOI OFERECIDA OU DADA

20 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
A DEMOCRACIA FOI UMA CONQUISTA NÃO FOI OFERECIDA OU DADA

21 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
A DEMOCRACIA FOI UMA CONQUISTA NÃO FOI OFERECIDA OU DADA

22 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
A DEMOCRACIA FOI UMA CONQUISTA NÃO FOI OFERECIDA OU DADA

23 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
A DEMOCRACIA FOI UMA CONQUISTA NÃO FOI OFERECIDA OU DADA

24 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
A DEMOCRACIA FOI UMA CONQUISTA NÃO FOI OFERECIDA OU DADA

25 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
A DEMOCRACIA FOI UMA CONQUISTA NÃO FOI OFERECIDA OU DADA

26 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
A DEMOCRACIA FOI UMA CONQUISTA NÃO FOI OFERECIDA OU DADA

27 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
A DEMOCRACIA FOI UMA CONQUISTA NÃO FOI OFERECIDA OU DADA

28 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
A DEMOCRACIA FOI UMA CONQUISTA NÃO FOI OFERECIDA OU DADA

29 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
A DEMOCRACIA FOI UMA CONQUISTA NÃO FOI OFERECIDA OU DADA

30 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
A DEMOCRACIA FOI UMA CONQUISTA NÃO FOI OFERECIDA OU DADA

31 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
A DEMOCRACIA FOI UMA CONQUISTA NÃO FOI OFERECIDA OU DADA

32 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
A DEMOCRACIA FOI UMA CONQUISTA NÃO FOI OFERECIDA OU DADA

33 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
A DEMOCRACIA FOI UMA CONQUISTA NÃO FOI OFERECIDA OU DADA

34 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
A DEMOCRACIA FOI UMA CONQUISTA NÃO FOI OFERECIDA OU DADA

35 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
ISTO É DEMOCRACIA?

36 ELEMENTO COMUM EM DITADURA E DEMOCRACIA
A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL ELEMENTO COMUM EM DITADURA E DEMOCRACIA

37 ELEMENTO COMUM EM DITADURA E EMOCRACIA
A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL ELEMENTO COMUM EM DITADURA E EMOCRACIA

38 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
A VERDADEIRA DEMOCRACIA É: POLÍTICA: Partidos, instituições, eleições, manifestações, informação, etc CÍVICA: sindicatos, associações de pais, estudantes, liberdade de expressão, etc. ECONÓMICA: condições de vida, fim da pobreza, boa distribuição da riqueza, etc SOCIAL: Direito à justiça, não descriminações (mulheres, diferentes origens, minorias diversas, cor da pele, etc – acesso à saúde -- ETC….. CULTURAL: acesso à educação, à cultura, etc AMBIENTAL ETC DIREITOS NÃO SÃO PRIVILÉGIOS

39 LIBERDADE: POLÍTICA - Partidos, Eleições, Voto, EXPRESSÃO INDIVIDUAL,
25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR LIBERDADE: POLÍTICA - Partidos, Eleições, Voto, EXPRESSÃO INDIVIDUAL, SINDICAL, INFORMAÇÃO, ASSOCIAÇÃO, MANIFESTAÇÃO, ETC DIREITOS NÃO SÃO PRIVILÉGIOS

40 – A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL --
Só HÁ LIBERDADE A SÉRIO QUANDO HOUVER A PAZ O PÃO HABITAÇÃO SAÚDE EDUCAÇÃO Sérgio Godinho Só há liberdade a sério quando houver Liberdade de mudar e decidir quando pertencer ao povo o que o povo produzir (Sérgio Godinho – 1974). – A LIBERDADE PARA LUTAR -

41 A SOCIEDADE NÃO É HOMOGÉNIA
A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL A SOCIEDADE NÃO É HOMOGÉNIA A SOCIEDADE está dividida em grupos e classes sociais com interesses diferentes

42 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
REVOLUÇÃO 25 de ABRIL

43 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
REVOLUÇÃO 25 de ABRIL

44 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
REVOLUÇÃO 25 de ABRIL

45 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
REVOLUÇÃO 25 de ABRIL

46 DEMOCRACIA EM PORTUGAL REVOLUÇÃO - 25 de ABRIL
No mundo em que vivo morro No Mundo porque luto nasço MIA COUTO

47 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR --
RAZÕES DO 25 de ABRIL: A GUERRA NAS COLÓNIAS (Angola, Moçambique e Guiné) REPRESSÃO: prisões, polícia política - PIDE (tipo secreta), FRACO DESENVOLVIMENTO DO PAÍS – Pobreza, emigração, atraso industrial, agricultura rudimentar, ensino pobre, etc AS LUTAS DO POVO (TRABALHADORES, PARTIDOS CLANDESTINOS, PERSONALIDADES, ESTUDANTES, ETC) REGIME CONSERVADOR/RETRÓGRADO – mulheres, sexo, pilula proibida, relação entre homens e mulheres, relações entre estudantes e professores, costumes em geral, etc ETC

48 COMBATENTES DA GUERRA COLONIAL SOFRERAM STRESS DE GUERRA
25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR COMBATENTES DA GUERRA COLONIAL SOFRERAM STRESS DE GUERRA mais SOLDADOS FORAM À GUERRA SOFRERAM PROBLEMAS DE STRESS DE GUERRA sofreram problemas agudos de stress de guerra (ano de 2003) . COM DOENÇA CRÓNICA MANIFESTAÇÕES DAS DOENÇA: PROBLEMAS DE SONO, ALCOOLISMO, MEDOS …. EVITAM FILMES, REPORTAGENS, ETC de GUERRA PROBLEMAS DE NERVOS, ANSIEDADE, CORAÇÃO, DOENÇAS DE PELE, ETC Fonte --

49 A POLÍTICA EM DEMOCRACIA EM PORTUGAL, É:
25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR A POLÍTICA EM DEMOCRACIA EM PORTUGAL, É: CONSTITUIÇÃO, PRESIDENTE DA REPÚBLICA, PRESIDENTE e ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, GOVERNO, CAMARAS MUNICIPAIS, ASSEMBLEIAS MUNICIPAIS, ASSEMBLEIAS DE FREGUESIA e JUNTAS DE FREGUESIA, DIREITOS NÃO SÃO PRIVILÉGIOS

50 – A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL --
Só HÁ LIBERDADE A SÉRIO QUANDO HOUVER A PAZ O PÃO HABITAÇÃO SAÚDE EDUCAÇÃO Sérgio Godinho Só há liberdade a sério quando houver Liberdade de mudar e decidir quando pertencer ao povo o que o povo produzir (Sérgio Godinho – 1974). – A LIBERDADE PARA LUTAR -

51 A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL
ASSOCIAÇÕES PATRONAIS: Bancos SEGURADORAS Telecomunicações Energia Grandes Superfícies Indústrias diversas Setor do Comércio Setor das pescas Agricultura (com meios económicos muito grandes, advogados, economistas, etc) Associações deTrabalhadores Sindicatos Associações de Pais Associações de ambiente Defesa do consumidor (poucos meios económicos e de gestão)

52 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR --
O QUE CONSEGUIRAM OS JOVENS COM O 25 de ABRIL: FIM da Guerra que atingia especialmente os jovens Aumento do número de alunos nas escolas Maior quantidade de escolas e melhor qualidade Fim da escolha de curso aos 12 anos de idade Fim da separação rapazes/raparigas nas escolas Subsídios escolares Educação gratuita Aumento de estudantes no ensino superior Melhoria das condições de vida das famílias, etc

53 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR --
O REGIME FASCISTA PERSEGUIA: Políticos da oposição democrática Os trabalhadores em luta por melhores condições de vida e salários Cientistas, investigadores, etc Artistas (escritores, pintores, cantores, actores, etc) SINDICATOS Partidos Clandestinos

54 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR --
CARACTERIZAÇÃO DO REGIME FASCISTA (inspirado no regime fascista italiano): Ligado ao grande poder económico Ditadura, Ausência de liberdades, Controlo da informação, cultura, etc, Perseguição generalizada, etc

55 LIBERDADE DE EXPRESSÃO
A CONSTRUÇÃO DO REGIME DEMOCRÁTICO EM PORTUGAL LIBERDADE DE EXPRESSÃO

56 Prometeis um mundo novo Calai-vos que pode o povo
O VÓS QUE DO ALTO IMPÉRIO Prometeis um mundo novo Calai-vos que pode o povo Querer um mundo mesmo a sério António Aleixo ( ) Mesmo na noite mais triste em tempo de servidão há sempre alguém que resiste há sempre alguém que diz não Manuel Alegre (1936)

57 DEMOCRACIA EM PORTUGAL REVOLUÇÃO - 25 de ABRIL
No mundo em que vivo morro No Mundo porque luto Nasço MIA COUTO

58 Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores – Geraldo Vandré
Caminhando e cantando E seguindo a canção Somos todos iguais Braços dados ou não Nas escolas, nas ruas Campos, construções Caminhando e cantando E seguindo a canção Vem, vamos embora Que esperar não é saber Quem sabe faz a hora Não espera acontecer Pelos campos há fome Em grandes plantações Pelas ruas marchando Indecisos cordões Ainda fazem da flor Seu mais forte refrão E acreditam nas flores Vencendo o canhão Há soldados armados Amados ou não Quase todos perdidos De armas na mão Nos quartéis lhes ensinam Uma antiga lição: De morrer pela pátria E viver sem razão Vem, vamos embora …… ….. Nas escolas, nas ruas Campos, construções Somos todos soldados Armados ou não Caminhando e cantando E seguindo a canção Somos todos iguais Braços dados ou não Vem vamos embora ………………….. Os amores na mente As flores no chão A certeza na frente A história na mão Caminhando e cantando E seguindo a canção Aprendendo e ensinando Uma nova lição Vem vamos embora …………..

59 SE HOUVER TEMPO

60 SE HOUVER TEMPO

61 25 de ABRIL 1974 -- REVOLUÇÃO DE ABRIL
– REVOLUÇÃO DOS CRAVOS --

62 POR QUE SE COMEMORA O 25 DE ABRIL ? VALE A PENA COMEMORAR ?
– REVOLUÇÃO DOS CRAVOS -- POR QUE SE COMEMORA O 25 DE ABRIL ? VALE A PENA COMEMORAR ? O QUE PENSAM OS ALUNOS?

63 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR --
MULHERES: Não podiam ser juízas Não podiam ser embaixadoras Não podiam sair do país sem autorização dos maridos Não podiam votar para as autarquias Os maridos poderiam anular o contrato de trabalho Subordinação das mulheres aos maridos perante a lei, Etc

64 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR -
RAZÕES DAS COMEMORAÇÕES: RECONHECER AOS QUE LUTARAM CONHECER OS ACONTECIMENTOS APRENDER PARA NÃO SE REPETIR A DITADURA CONHECER PARA DEFENDER A DEMOCRACIA / Liberdade de lutar CONHECER A LUTA DOS ESTUDANTES NO FASCISMO APRENDER E REFLECTIR SOBRE O INTERIOR DA POLÍTICA CONHECER COMO A GUERRA DETERMINOU A VIDA DO POVO Compreender a necessidade de lutar (direitos humanos, etc.) ETC

65 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR --
SOLDADOS DA LIBERDADEPARA LUTAR PORTO

66 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR
LISBOA

67 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR --
COMO UM GOLPE MILITAR PASSA A REVOLUÇÃO: - POVO NA RUA APOIANDO O MILITARES DO MFA RELAÇÃO DO POVO COM O MFA (soldados e oficiais), ALTERAÇÃO PROFUNDA DO PODER POLÍTICO, A RELAÇÃO ENTRE TRABALHADORES E PATRÕES, ALTEROU-SE PROFUNDAMENTE, A DISTRIBUIÇÃO DA RIQUEZA ALTEROU-SE a favor dos trabalhadores e das classes médias, ETC.

68 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR --
O POVO APOIA OS SOLDADOS

69 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR --
O POVO APOIOU OS MILITARES E INICIOU UMA REVOLUÇÃO

70 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR
DIREITOS NÃO SÃO PRIVILÉGIOS

71 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR
DIREITOS NÃO SÃO PRIVILÉGIOS

72 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR
DIREITOS NÃO SÃO PRIVILÉGIOS

73 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR --

74

75 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR --
A LUTA DURANTE A DITADURA O POVO TRABALHADORES ESTUDANTES PERSONALIDADES PARTIDOS CLANDESTINOS – PCP (1921) – PS (1973) Etc

76 REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – 25 de ABRIL
A LUTA DOS ESTUDANTES – por melhor universidade e CONTRA a guerra

77 GENERAL HUMBERTO DELGADO 1958

78 GENERAL HUMBERTO DELGADO
1958

79 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR --
A GUERRA COLONIAL - Morte Sofrimento

80 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR --
A GUERRA COLONIAL

81 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR --
A GUERRA COLONIAL

82 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR --
A GUERRA COLONIAL

83 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR --
A GUERRA COLONIAL

84 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR --
A GUERRA COLONIAL

85 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR --
A GUERRA COLONIAL

86 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR --
A GUERRA COLONIAL

87 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR --
A GUERRA COLONIAL

88 VÁRIOS POVOS BENEFICIARAM DO 25 de ABRIL 1974

89 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR --
A GUERRA COLONIAL 13 anos de guerra (Angola – Moçambique – Guiné) Quase 1 milhão de combatentes portugueses Quase 10 mil mortos portugueses Milhares de mortos angolanos, moçambicanos, guineenses milhares de deficientes e mutilados de ambos os lados etc..

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91 COMBATENTES DA GUERRA COLONIAL SOFRERAM STRESS DE GUERRA
25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR COMBATENTES DA GUERRA COLONIAL SOFRERAM STRESS DE GUERRA mais SOLDADOS FORAM À GUERRA SOFRERAM PROBLEMAS DE STRESS DE GUERRA sofreram problemas agudos de stress de guerra (ano de 2003) . COM DOENÇA CRÓNICA MANIFESTAÇÕES DAS DOENÇA: PROBLEMAS DE SONO, ALCOOLISMO, MEDOS …. EVITAM FILMES, REPORTAGENS, ETC de GUERRA PROBLEMAS DE NERVOS, ANSIEDADE, CORAÇÃO, DOENÇAS DE PELE, ETC Fonte --

92 Fonte -- www.apoiar-stressdeguerra.com
25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR AS FAMÍLIAS DOS SOLDADOS DA GUERRA COLONIAL SOFRERAM COM O STRESS DE GUERRA PAIS - IRMÃO - AMIGOS ESPOSAS E FILHOS Fonte --

93 OS GOVERNOS NÃO TÊM APOIADO DEVIDAMENTE AS VÍTIMAS DA GUERRA

94 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR --
O QUE CONSEGUIRAM OS JOVENS COM O 25 de ABRIL: FIM da Guerra que atingia especialmente os jovens Aumento do número de alunos nas escolas Maior quantidade de escolas e melhor qualidade Fim da escolha de curso aos 12 anos de idade Fim da separação rapazes/raparigas nas escolas Subsídios escolares Educação gratuita Aumento de estudantes no ensino superior Melhoria das condições de vida das famílias, etc

95 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR --
O QUE SE CONSEGUIMOS COM O 25 de ABRIL: FIM DA GUERRA COLONIAL FIM dos presos políticos Ordenado mínimo Subsídio de desemprego Subsídios de NATAL, FÉRIAS Acesso a cuidados médicos e hospitalares Direito às reformas de aposentação MELHOR DISTRIBUIÇÃO DA RIQUEZA xxx Liberdade de expressão - liberdade de lutar Liberdade de associação – sindicatos , partidos, etc etc

96 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR --
DIREITOS NÃO SÃO PRIVILÉGIOS

97 AGORA – AGORA – AGORA - AGORA
25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR AGORA – AGORA – AGORA - AGORA AGORA ?

98 LIBERDADE PARA LUTAR POR:
25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR AGORA: LIBERDADE PARA LUTAR POR: MELHORIA DAS CONDIÇÕES DAS CANTINAS EDUCAÇÃO SEXUAL MELHORIA CONDIÇÕES GERAIS DAS ESCOLAS LIBERDADE DE ASSOCIAÇÃO (Associação de estudantes, de pais, desportivas, etc) DIREITOS NÃO SÃO PRIVILÉGIOS

99 A VERDADEIRA DEMOCRACIA É:
25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR AGORA: A VERDADEIRA DEMOCRACIA É: POLÍTICA: Partidos, eleições, manifestações, etc ASSOCIATIVA: sindicatos, associações de pais, estudantes ECONÓMICA: condições de vida, fim da pobreza, boa distribuição da riqueza, etc SOCIAL: sem descriminações (mulheres, diferentes origens, minorias diversas, etc – acesso à saúde -- ETC….. CULTURAL: acesso educação, à cultura, etc ETC……………………………………… DIREITOS NÃO SÃO PRIVILÉGIOS

100 OS AUTORES DO DERRUBE DA DITADURA FASCISTA
25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR OS AUTORES DO DERRUBE DA DITADURA FASCISTA (fascista porque inspirada no fascismo italiano)

101 A ELES O NOSSO AGRADECIMENTO Uma salva de palmas
25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR AOS AUTORES DO DERRUBE DA DITADURA FASCISTA A ELES O NOSSO AGRADECIMENTO Uma salva de palmas

102 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR

103 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR
OTELO SARAIVA DE CARVALHO

104 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR
SALGUEIRO MAIA

105 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR

106 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR
VASCO GONÇALVES

107 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR
VASCO LOURENÇO

108 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR
SOUSA E CASTRO

109 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR
ROSA COUTINHO

110 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR
PEZARAT CORREIA

111 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR
COSTA MARTINS

112 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR
VITOR ALVES

113 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR
Generais Spínola e Costa Gomes

114 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR
General Costa Gomes

115 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR
E MUITOS OUTROS

116 25 DE ABRIL – A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS – A LIBERDADE PARA LUTAR
FIM

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