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Vejamos o que tem Divaldo a nos dizer a respeito da evangelização de nossos filhos...

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Apresentação em tema: "Vejamos o que tem Divaldo a nos dizer a respeito da evangelização de nossos filhos..."— Transcrição da apresentação:

1 Vejamos o que tem Divaldo a nos dizer a respeito da evangelização de nossos filhos...

2 QUAL A IMPORTÂNCIA DA EVANGELIZAÇÃO DA CRIANÇA NO CENTRO ESPÍRITA?

3 Divaldo: Da mais alta relevância, se dissemos que quem instrui prepara para a vida, quem educa dá a vida, quem evangeliza fomenta a vida. Este evangeliza, entendamo-lo à luz do Espiritismo, por ser a luz do Espiritismo que dá lógica e entendimento ao Evangelho.

4 O Evangelho, puro e simples, é ministrado por outras doutrinas cristãs, mas a reencarnação e a comunicabilidade dos Espíritos dão clareza e lógica, ao contrário de outras doutrinas evangélicas, preparando a criança para uma vida saudável no seu relacionamento futuro O Evangelho, puro e simples, é ministrado por outras doutrinas cristãs, mas a reencarnação e a comunicabilidade dos Espíritos dão clareza e lógica, ao contrário de outras doutrinas evangélicas, preparando a criança para uma vida saudável no seu relacionamento futuro.

5 Não se pode conceber uma Casa Espírita na qual as novas gerações não recebam a evangelização espírita, porque sem isto estaremos condenando o futuro a uma grave tarefa curativa das chagas adquiridas no trânsito da juventude para a razão.

6 é imprescindível a presença da atividade do evangelho à luz do Espiritismo, junto à criança e ao jovem. Portanto, é imprescindível a presença da atividade do evangelho à luz do Espiritismo, junto à criança e ao jovem. (Divaldo P. Franco, Palavras de Luz.)

7 OS PAIS TÊM O DEVER DE CONDUZIR OS SEUS FILHOS À ESCOLA DE EVANGELIZAÇÃO INFANTIL? POR QUÊ?

8 Pergunta: Você considera importante a preparação da infância através da atividade de evangelização? Por quê?

9 Divaldo: É de alta importância a tarefa da educação espírita das gerações novas. Colocamos aqui a expressão educação espírita, numa abrangência maior do que a da evangelização, porque a evangelização pura e simples pode parecer uma questão já colocada por determinadas doutrinas religiosas do passado. Mas a educação espírita, trazendo a evangelização infanto- juvenil à luz do Espiritismo, é tarefa de emergência, mais do que de urgência, porque a violência e a agressividade que hoje estão nas nossas ruas são fruto da falta de educação da massa, da educação espiritual de profundidade. Diz-se muito que tudo isso é o resultado, em linhas gerais, dos problemas sócio-econômicos. Os estudiosos especializados têm chegado a muitas conclusões. Lamentavelmente, ainda não temos, fora da área espírita, um sociólogo, um pedagogo, que tenha chegado à conclusão de que tudo isso resulta de fatores morais, que são os geradores do egoísmo e, por conseqüência, dos problemas sócio- econômicos. A base é, portanto, o problema moral.

10 A educação espírita das gerações novas vai criar uma mentalidade sadia, porque ensinará à criança, desde cedo, que o berço não é o início da vida é o começo do corpo; e o túmulo não é o fim da vida é a porta da saída do corpo. Falando-lhe de reencarnação, situando no seu devido lugar a tarefa preponderante do Cristianismo, a obra da educação das gerações novas preparará o novo mundo. É assim, de muita importância este mister que os espíritas não devem deixar à margem.

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12 Temos ouvido alguns confrades: Eu não forço os meus filhos, para a evangelização espírita, porque sou muito liberal. Ao que poderia ajuntar: Porque não tenho força moral. Se o filho está doente, ele o força a tomar remédios; se o filho não quer ir à escola, ele o exige. Isto porque acredita no remédio e na educação. Mas não crê na religião, quando afirmar: Vou deixá-lo crescer, depois ele escolherá. Isto representa o mesmo que o deixar contaminar-se pelo tétano ou outra enfermidade, para depois aplicar o remédio, elucidando: Você viu que não deve pisar em prego enferrujado? Agora, irei medicá-lo. Ou, tuberculoso, falar-lhe dos preceitos da higiene e da saúde.

13 Se damos a melhor alimentação, o melhor vestuários, o melhor colégio, dentro das nossas possibilidades, aos filhos, porque não lhes damos a melhor religião, que é aquela que já elegemos? Que os filhos, quando cresceram, deixem-na, que optem depois. Cumpre aos pais o dever de dar o que há de melhor. Se eles encontraram, no Espiritismo, a diretriz de libertação, eis o melhor para dar, e não deixar os filhos escolherem, porque estes ainda não sabem discernir. Vamos orientá- los. Vamos forçá-los, motivando-os, levando-os, provando em casa, pelo nosso exemplo, que o Espiritismo é o que há de melhor. Não, como fazem muitos: obrigam os filhos a irem à evangelização e, em casa, não mantêm uma atitude espírita. É natural que os filhos recalcitrem, observando que tal não adianta, já que os pais dizem-se espíritas, mas na intimidade do lar decepcionam. Se, todavia, os pais são espíritas também em casa, eles irão, felizes, às aulas de evangelização da juventude, porque estão impregnados de exemplos.

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15 Em Salvador, que é uma cidade praiana, outros me têm proposto:

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17 - Vamos arranjar outra hora mais conveniente para transferir a evangelização, porque, você, sabe, o domingo é o dia da praia.

18 - E que hora será própria?

19 - Outra hora.

20 - Que hora?

21 Volvem a perguntar-me:

22 - Que é que você acha?

23 - Eu não acho nada, porque não tenho filhos, você é que os tem.

24 - Mas não poderia ser noutra hora – voltam à carga.

25 - Depende de você achar a hora, porque, considere: durante os dias da semana não pode ser, de vez que todos estão estudando; no sábado, à tarde, o evangelizador também tem que se arrumar, já que é a única hora de que dispõe para os seus compromissos, para preparar-se. No domingo à tarde, não pode ser, porque as crianças têm as festinhas de aniversário, as matinezinhas, isso e aquilo; de noite não convém, porque criança não pode dormir tarde; domingo pela mannhã não é possível, por causa da praia...

26 As pessoas coçam a cabeça e concluem:

27 - É um problema, não?

28 E eu elucido:

29 - É, praia é um problema, porque perverte muita gente.

30 - Não – dizem – a praia não: o problema é esse negócio de evangelização. E encerro o assunto:

31 - Não, não acho: creio que á a solução dos problemas

32 - Aqueles que assim agem, não são espíritas. Na verdade eles não desejam que o filho vá à praia. Ocupando-se em trazer o filho à evangelização, eles, sim, perdem a praia. Então o problema é esse... Sempre sugiro: percam umas praias, mas salvem seus filhos...

33 A evangelização, a educação espírita é de fundamental importância para a criança.

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35 (Divaldo P. Franco, Diálogo, 3. ed., p )

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