A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Escola Secundária de Caldas das Taipas 10º P – 2010/2011 Curso Profissional de Gestão de Equipamentos Informáticos Instalação e Manutenção de Equipamentos.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Escola Secundária de Caldas das Taipas 10º P – 2010/2011 Curso Profissional de Gestão de Equipamentos Informáticos Instalação e Manutenção de Equipamentos."— Transcrição da apresentação:

1 Escola Secundária de Caldas das Taipas 10º P – 2010/2011 Curso Profissional de Gestão de Equipamentos Informáticos Instalação e Manutenção de Equipamentos Informáticos Módulo 2 – Montagem de Computadores Daniel Rebelo

2 Prof. Daniel Rebelo - IMEI2 O que é um computador? Dispositivo electrónico com capacidade para armazenar, receber e processar dados programados por instruções memorizadas. Diciopédia X

3 Prof. Daniel Rebelo - IMEI3 Diagrama de Van Neumann

4 Prof. Daniel Rebelo - IMEI4 1ª Geração

5 Prof. Daniel Rebelo - IMEI5 1ª Geração

6 Prof. Daniel Rebelo - IMEI6 2ª Geração

7 Prof. Daniel Rebelo - IMEI7 2ª Geração

8 Prof. Daniel Rebelo - IMEI8 3ª Geração

9 Prof. Daniel Rebelo - IMEI9 3ª Geração

10 Prof. Daniel Rebelo - IMEI10 4ª Geração

11 Prof. Daniel Rebelo - IMEI11 4ª Geração

12 Prof. Daniel Rebelo - IMEI12 5ª Geração

13 Prof. Daniel Rebelo - IMEI13 Componentes de um computador

14 Prof. Daniel Rebelo - IMEI14 Motherboard (placa mãe) É a coluna vertebral do sistema – dela depende a velocidade a que o resto dos componentes comunicam entre si. Colocar componentes de topo de gama numa motherboard de baixa qualidade é semelhante a guiar um Ferrari em horas de ponta

15 Prof. Daniel Rebelo - IMEI15 Motherboard (placa mãe)

16 Prof. Daniel Rebelo - IMEI16 Motherboard (placa mãe) A – Socket do Processador B – Encaixe memória RAM C – Slots de expansão C1 – PCI C2 – AGP C3 – CNR D – Encaixe alimentação E – Conectores E1 – Drive de disquetes E2 – IDE F1 – Bateria (pilha CMOS) F2 – BIOS G – Conectores de teclado, rato, USB, impressoras e outros H – Furos de encaixe I – Chipset I1 – Sul I2 – Norte

17 Prof. Daniel Rebelo - IMEI17 Motherboard (placa mãe) Motherboard em flash legendada.

18 Prof. Daniel Rebelo - IMEI18 Tarefa prática Através de software próprio, retirar a referência da motherboard utilizada no seu computador da sala de aula; Fazer o download do manual da motherboard da internet; Desenhar um esboço da motherboard no caderno diário e legendar.

19 Prof. Daniel Rebelo - IMEI19 Características da motherboard

20 Prof. Daniel Rebelo - IMEI20 ATX

21 Prof. Daniel Rebelo - IMEI21 Legenda

22 Prof. Daniel Rebelo - IMEI22 Chipset

23 Prof. Daniel Rebelo - IMEI23 BIOS

24 Prof. Daniel Rebelo - IMEI24 Diagrama da motherboard

25 Prof. Daniel Rebelo - IMEI25 Tarefa Prática Instalar o Everest e recolher informações acerca do chipset da motherboard do computador da sala de aula; Realizar um inventário para computador da sala de aula; Digitar todas as características no MsWord e enviar para o professor.

26 Socket O que é um Socket para o Processador? Prof. Daniel Rebelo - IMEI26

27 Socket Por exemplo, se possuir um processador P4 670 a 3,8GHz, com socket 775 e o colocar numa motherboard em que o barramento funciona a 800/533/400 MHz, supostamente o processador irá funcionar com o barramento superior ou seja, 800 MHz com um factor de multiplicação de 4,75, o que dá os 3,8 GHz. Mas, se reduzir o barramento para 533 MHz, o factor de multiplicação será 7,2 aproximadamente. Nesta última situação, só o facto de o barramento ser inferior vai comprometer todo o funcionamento do computador, tornando-o mais lento Prof. Daniel Rebelo - IMEI27

28 Socket Características dos Sockets: Podem ser baseados em PGA, slot ou LGA; Utilizam ZIF (Zero Insertion Force), o que significa que não é necessário forçar o encaixe Prof. Daniel Rebelo - IMEI28

29 PGA – Power Grid Array Prof. Daniel Rebelo - IMEI29

30 PGA – Power Grid Array Prof. Daniel Rebelo - IMEI30 Placa de cerâmica com um lado parcialmente coberto de pinos. PGA 370 – Socket

31 Slot Utilizado em Pentium II e Pentium III; Mais fácil de instalar; Possibilidade de aumentar memória cache L2; Comunicação entre processador e chipset mais lenta Prof. Daniel Rebelo - IMEI31

32 LGA – Land Grid Array Prof. Daniel Rebelo - IMEI32 Os pinos encontram-se no próprio socket; Hoje em dia é o tipo de socket mais utilizado (Socket T ou 775)

33 Prof. Daniel Rebelo - IMEI33 Processador O Processador ou CPU (Central Processing Unit) é o elemento central de um computador, cuja função é a de interpretar e executar os programas; A unidade de medida da velocidade dos processadores é o MHz (megahertz). Quando o processador executa uma qualquer operação, essa é medida em ciclos de relógio. De salientar que 1 MHz é equivalente a um milhão de ciclos de relógio por segundo; O CPU possui ainda uma memória cache interna designada por cache de nível 1 (L1), que funciona à frequência de relógio interna do CPU.

34 Prof. Daniel Rebelo - IMEI34 Processador A cache de nível 2 (L2): Esta memória é colocada na motherboard ou inserida no processador, como Pentium II, Pentium III e Pentium 4, embora não funcione à velocidade da frequência de relógio deste; Este tipo de memória usa a tecnologia SRAM, o que a torna dispendiosa, mas permite uma maior performance de todo o sistema. Está limitada entre os 256kb e os 2MB, em pcs convencionais.

35 Processador Genericamente, um CPU é constituído pelos seguintes componentes: Unidade de Aritmética e Lógica (ULA) – executa as operações aritméticas e lógicas; Unidade de Controle (UC) – controla e gere as operações a efectuar; Registos – componentes que temporariamente armazenam dados Prof. Daniel Rebelo - IMEI35

36 Processador Relativamente à velocidade do processador, são consideradas as seguintes: Clock interno – Medida a que as instruções são executadas internamente no processador. Clock externo ou FSB (Frontside Bus) – Medida com que o processador permite a comunicação entre a memória RAM e os outros componentes (também designada por clock da motherboard) Prof. Daniel Rebelo - IMEI36

37 Processador Os processadores são cada vez mais rápidos e a velocidade está directamente ligada com o seu aquecimento. Obs: Os componentes electrónicos duram mais tempo se se mantiverem a uma temperatura estável. 25ºC é temperatura adequada. Por isso, é necessário instalar um sistema de refrigeração adequado a cada processador Prof. Daniel Rebelo - IMEI37

38 Processador Sistemas de refrigeração conhecidos: Ventoinhas Dissipadores de calor Cooler (Ventoinha + Dissipador de calor), … Prof. Daniel Rebelo - IMEI38

39 Prof. Daniel Rebelo - IMEI39 Processador Dos vários construtores de processadores, destacam-se: Intel; AMD; Motorola; Digital; …

40 Barramentos

41 Barramentos (Bus) Prof. Daniel Rebelo - IMEI41

42 Tipos de Barramentos Prof. Daniel Rebelo - IMEI42 Processador; Memória; Cache; Entrada e Saída.

43 Barramentos de I/O recentes PCI; AGP; PCI Express; PC Card (PCMCIA); USB; FireWire (IEE – 1394) ; IDE (ATA); SATA; PS/2; Interface paralela; Interface Serial Prof. Daniel Rebelo - IMEI43

44 Peripheral Component Interconnect Prof. Daniel Rebelo - IMEI44

45 AGP – Accelerated Graphics Port Prof. Daniel Rebelo - IMEI45

46 PCI Express Prof. Daniel Rebelo - IMEI46

47 PC Card (PCMCIA) Prof. Daniel Rebelo - IMEI47

48 USB – Universal Serial Bus Prof. Daniel Rebelo - IMEI48

49 FireWire Prof. Daniel Rebelo - IMEI49

50 ATA – Advanced Technology Attachment Prof. Daniel Rebelo - IMEI50

51 SATA – Serial ATA Prof. Daniel Rebelo - IMEI51

52 Slots e Placas de Expansão

53 O que são placas de expansão? Prof. Daniel Rebelo - IMEI53

54 O que são slots de expansão? Prof. Daniel Rebelo - IMEI54

55 Slots de expansão mais recentes Prof. Daniel Rebelo - IMEI55

56 Slots de expansão PCI Prof. Daniel Rebelo - IMEI56

57 Placas de expansão PCI Prof. Daniel Rebelo - IMEI57

58 Slots de expansão AGP Prof. Daniel Rebelo - IMEI58

59 Placas de expansão AGP Prof. Daniel Rebelo - IMEI59

60 Slot de expansão PCI - E Prof. Daniel Rebelo - IMEI60

61 Placas de expansão PCI - E Prof. Daniel Rebelo - IMEI61

62 As Interfaces ATA(IDE), SATA e SATA 2

63 Para que servem estas Interfaces? Prof. Daniel Rebelo - IMEI63

64 ATA – Advanced Technology Attachment Prof. Daniel Rebelo - IMEI64

65 Interface ATA Prof. Daniel Rebelo - IMEI65

66 Serial ATA Prof. Daniel Rebelo - IMEI66

67 Interfaces SATA Prof. Daniel Rebelo - IMEI67

68 Dispositivos ATA Prof. Daniel Rebelo - IMEI68

69 Dispositivos SATA Prof. Daniel Rebelo - IMEI69

70 Interface eSata (external SATA) Prof. Daniel Rebelo - IMEI70

71 Dispositivos eSATA Prof. Daniel Rebelo - IMEI71

72 Tabela comparativa Prof. Daniel Rebelo - IMEI72

73 Placas de vídeo

74 Placas de Vídeo A placa de vídeo, ou adaptador gráfico, é o dispositivo que nos permite visualizar as imagens no monitor. Como uma grande parte dos monitores não é digital, as placas de vídeo necessitam de converter os sinais digitais com que trabalham para sinais analógicos, para serem interpretados pelo monitor. Essa conversão é efectuada através de um chip designado por DAC e que está colocado na placa de vídeo Prof. Daniel Rebelo - IMEI74

75 Placas de Vídeo Normalmente possuem memória própria, medida em bytes; Nos computadores de baixo custo, as placas de vídeo estão incorporadas na motherboard, não possuem memória dedicada, e por isso utilizam a memória RAM do sistema, normalmente denomina- se memória (com)partilhada. Como a memória RAM de sistema é geralmente mais lenta do que as utilizadas pelos fabricantes de placas de vídeo, e ainda dividem o barramento com o processador e outros periféricos para acedê-la, este método torna o sistema mais lento Prof. Daniel Rebelo - IMEI75

76 Placas de Vídeo A Placa MDA Esta placa foi lançada no início dos anos 80 e equipava o primeiro PC da IBM; Não dispunha de recursos gráficos e funcionava apenas com uma cor, sendo utilizada em conjunto com os monitores a preto e verde ou âmbar e funcionando apenas com monitores MDA Prof. Daniel Rebelo - IMEI76

77 Placas de Vídeo A Placa CGA Esta placa apareceu no mercado posterior à MDA e dispunha de uma tecnologia diferente; Dispunha de 16 KB de memória vídeo, possuía 16 cores para modo gráfico e conseguia gerar várias resoluções Prof. Daniel Rebelo - IMEI77

78 Placas de Vídeo A Placa HGA Esta placa tinha inserido 64 KB de memória e permitia utilizar o modo gráfico, embora funcionasse apenas com monitores monocromáticos; Teve algum êxito, dado a resolução dos gráficos por ela gerados Prof. Daniel Rebelo - IMEI78

79 Placas de Vídeo A Placa EGA A tecnologia EGA, permitia ao utilizador ter no seu monitor uma resolução de 640x450 pixels, associada a 64 cores diferentes; Foi considerada na altura uma grande evolução técnica Prof. Daniel Rebelo - IMEI79

80 Placas de Vídeo A Placa VGA Esta tecnologia surgiu com base nas outras placas de vídeo desenvolvidas até à altura; As placas VGA dispunham de 256 Kb de memória e permitiam resoluções de 640x480 pixels e 16 cores e 320x200 pixels e 256 cores; As placas de vídeo de hoje, continuam a utilizar a tecnologia VGA, só alteram a quantidade de memória e o tipo de barramento Prof. Daniel Rebelo - IMEI80

81 Placas de Vídeo O padrão actual é o SVGA ou Super VGA; Utiliza resoluções cada vez maiores, dependendo da memória de vídeo existente na placa; Adaptadores VGA necessitam de 4 bits de memória para exibir 16 cores, isto porque cada bit representa duas opções e 2x2x2x2 é igual a 2 elevado à quarta igual a 16; Para 256 cores, são necessários 8 bits, ou seja, 2 elevado à oitava potência igual a Prof. Daniel Rebelo - IMEI81

82 Monitores Placa gráfica – é responsável pelo tratamento e transferência da informação da CPU/RAM para o monitor Monitor – apresenta num ecrã a informação recebida da placa gráfica Prof. Daniel Rebelo - IMEI82

83 Monitores Monitores do tipo CRT (Cathod Ray Tube) ou tubo de raios catódicos – que são do mesmo género dos monitores de televisão Prof. Daniel Rebelo - IMEI83

84 Monitores Monitores do tipo LCD (Liquid Cristal Display) ou ecrãs de cristais líquidos – que são mais estreitos do que os do tipo CRT e com uma tecnologia de funcionamento também muito diferente Prof. Daniel Rebelo - IMEI84

85 Monitores Num monitor, a imagem não é formada toda ao mesmo tempo, mas através de um varrimento ou refrescamento muito rápido da superfície do ecrã, ponto por ponto e linha a linha; A resolução de um monitor corresponde ao número de pontos de imagem (pixels) que o ecrã pode apresentar simultaneamente na horizontal e na vertical Prof. Daniel Rebelo - IMEI85

86 MEMÓRIAS MEMÓRIA PRINCIPAL (CENTRAL OU PRIMÁRIA) É a memória que está mais próxima do processador. Nela estão armazenadas as instruções e os dados com que o Processador vai trabalhar, bem como os resultados do processamento Prof. Daniel Rebelo - IMEI

87 MEMÓRIAS MEMÓRIA SECUNDÁRIA (AUXILIAR OU DE MASSA) Consiste em dispositivos com grande capacidade de armazenamento. Permite guardar a informação com um carácter mais duradouro Prof. Daniel Rebelo - IMEI

88 MEMÓRIAS PRIMÁRIAS (principais) R.A.M. (Random Access Memory) Memória de Leitura e Escrita. Memória de Acesso Aleatório. É volátil (guarda a informação apenas temporáriamente). Nela estão armazenadas instruções e dados com que a CPU vai trabalhar, bem como os resultados gerados durante o processamento Prof. Daniel Rebelo - IMEI

89 MEMÓRIAS PRIMÁRIAS (principais) Memórias R.A.M. : DRAM ( D ynamic RAM ): Constituída internamente por condensadores e transístores. Maior capacidade de armazenamento. Menor rapidez de funcionamento. Utilizada nos módulos de memória Prof. Daniel Rebelo - IMEI

90 MEMÓRIAS PRIMÁRIAS (principais) Memórias R.A.M. (continuação) : SRAM ( S tatic RAM ): Constituída internamente apenas por transístores. Menor capacidade de armazenamento. Maior rapidez de funcionamento. Corresponde à memória cache Prof. Daniel Rebelo - IMEI

91 MEMÓRIAS PRIMÁRIAS (principais) R.O.M. (Read Only Memory) Memória apenas de Leitura. Memória de Acesso Aleatório. Guarda a informação permanentemente. Utilizada para guardar instruções que permitem a inicialização do funcionamento do computador Prof. Daniel Rebelo - IMEI

92 MEMÓRIAS MEMÓRIA SECUNDÁRIA (AUXILIAR OU DE MASSA) Consiste em dispositivos com grande capacidade de armazenamento. Permite guardar a informação com um carácter mais duradouro Prof. Daniel Rebelo - IMEI

93 Memórias Secundárias Prof. Daniel Rebelo - IMEI

94 Memórias Secundárias Prof. Daniel Rebelo - IMEI

95 Memórias Secundárias Prof. Daniel Rebelo - IMEI

96 Memórias Secundárias Prof. Daniel Rebelo - IMEI

97 Memórias Secundárias Prof. Daniel Rebelo - IMEI

98 Memórias Secundárias Prof. Daniel Rebelo - IMEI

99 Memórias Secundárias Prof. Daniel Rebelo - IMEI Memória USB Flash Drive, também designado como Pen Drive, é um dispositivo de armazenamento constituído por uma memória flash tendo aparência semelhante à de um isqueiro ou chaveiro e uma ligação USB permitindo a sua conexão a uma porta USB de um computador; As capacidades actuais, de armazenamento, são 64 MB, 128 MB, 256 MB, 512 MB, 1 GB a 64 GB. A velocidade de transferência de dados pode variar dependendo do tipo de entrada.

100 Unidades de medida da memória A capacidade da memória RAM e de qualquer dispositivo de armazenamento secundário mede-se em Bytes. 1 Byte = 8 bits 1 KB = 1024 Bytes 1 MB = 1024 Kilobytes 1 GB = 1024 Megabytes 1 TB = 1024 Gigabytes Prof. Daniel Rebelo - IMEI


Carregar ppt "Escola Secundária de Caldas das Taipas 10º P – 2010/2011 Curso Profissional de Gestão de Equipamentos Informáticos Instalação e Manutenção de Equipamentos."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google