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RISCO DE SUICÍDIO, AVALIAÇÃO E MANEJO Dra. Heloisa F. Meyer.

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1 RISCO DE SUICÍDIO, AVALIAÇÃO E MANEJO Dra. Heloisa F. Meyer

2 Suicídio é a morte auto-infligida provocada por uma to voluntario e intencional. Ideação suicida é uma alteração no conteúdo do pensamento (ideia recorrente ou permanente de perda de vontade de viver ou estar morto) Plano suicida é uma evolução da ideação suicida Ato suicida é uma alteração da conduta é voluntaria e intencional tendo dois desfechos provocando a morte – suicídio – ou a falha da morte – tentativa de suicídio. Risco de suicídio é a probabilidade de que a ideação suicida leve ao ato suicida

3 FATORES DE RISCO

4 1:4 (homens entre mulheres) tentam suicídio 4:1 (homens entre mulheres) suicídio consumado Idade: Homens maiores de 45 anos Mulheres menores de 45 anos Situação conjugal: maior risco em divorciados e viúvos e solteiros e sem filhos Situação profissional: maior risco em desempregados. Dentre as profissões, maior índice entre dentistas, médicos e policiais; psiquiatria ocupa uma posição de destaque História familiar e genética: maior risco com história familiar de suicídio Doenças físicas: doenças crônicas estão associadas ao suicídio. Entre elas, doenças incapacitantes, dor crônica, pacientes renais, em diálise, câncer e infecção por HIV

5 Doenças psiquiátricas: - transtorno depressivo e afetivo bipolar (45 a 70%) - abuso e dependência de álcool (20 a 25%) - esquizofrenia (5 a 10%) - transtorno de personalidade (9%) - transtorno cerebral orgânico (4%)

6 AVALIAÇÃO

7 Paciente que tentou suicídio: - fora de risco de vida - ainda sob efeito do método utilizado Avaliação do risco de suicídio: o paciente deve ser avaliado em local calmo e seguro. Evitar deixá-lo sozinho na sala. Remover objetos potencialmente perigosos do local. A postura tranquila, continente e sem julgamento por parte do médico. A abordagem deve ser cuidadosa e respeitosa. Avaliar os fatores de risco. Explorar a desesperança. Avaliar a ambivalência. - Fatores Indicativos de tentativas de suicídio apelativa: o paciente garantiu a existência de socorro antes da tentativa, está contente por ter sobrevivido, a tentativa resolveu parcialmente os conflitos precipitantes, os familiares parecem genuinamente preocupados com o paciente e este não expressa planos futuros de novas tentativas

8 Avaliação do plano suicida (maior risco): - plano factível (o paciente mora sozinho no décimo andar de um prédio) - método proposto (a chance de êxito com arma de fogo é maior do que uma overdose de benzodiazepínicos) - acessibilidade ao método (o paciente tem arma de fogo em casa)

9 TRATAMENTO

10 Tranquilizar o paciente Paciente ansioso (clonazepam 2mg até dois comp. vo) (clorpromazina uma ampola IM) Em caso de agitação extrema: sedação intensa e contenção mecânica Critérios para indicação de internação hospitalar: - alto risco de suicídio - ausência de recurso extra-hospitalar (pouco suporte familiar) - desgaste ou exaustão psicológica por parte da família - tentativas de suicídio progressivamente graves - recusa do paciente de fazer planos futuros, inclusive de tratamento ambulatorial - incongruência entre a história do paciente e uma fonte objetiva confiável (ex. família) - síndrome psicótica com alucinações e/ou delírios - fator que interfere no nível de consciência ou juízo crítico do paciente (ex. intoxicação por álcool/drogas) - quadro psiquiátrico com indicação de internação hospitalar (ex. mania, mesmo sem psicose)

11 O tratamento hospitalar deve ser rigoroso com vigilância 24 horas; observar comportamentos não-verbais que possam ser indicativos de risco Tratamento farmacológico deve ser estabelecido de acordo com diagnóstico psiquiátrico, destacando que o lítio reduz a taxa de suicídio, as tentativas e a recidiva, provavelmente por seu efeito estabilizador de humor. Os antidepressivos não exercem efeito protetor contra o suicídio. Os anti-psicóticos especialmente a clozapina, reduzem significativamente as taxas de suicídio entre pacientes esquizofrênicos. A ECT reduz com grande eficácia o risco de suicídio, principalmente em casos agudos.


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